Bárbara Domingos brilha no individual e Brasil briga por vaga olímpica no grupo na rítmica

O Mundial de ginástica rítmica terminou neste domingo em Baku, no Azerbaijão, mas o Brasil, apesar de sair sem medalha, finais ou vagas olímpicas, termina com um bom saldo e com boas perspectivas.

Bárbara Domingos. Foto: CBG

Bárbara Domingos foi o destaque individual. Quarta no Pan em Lima, ele fez excelentes provas e terminou na qualificação do individual geral na excelente 31ª colocação, a melhor da história para uma brasileira. Bárbara tirou 19,100 na bola (25ª no aparelho), 19,650 (28ª) nas maças, 18,450 (41ª) na bola, indo mal apenas na fita, aparelho que lhe deu a medalha no prata no Pan, mas no Mundial fez apenas 13,850, a 84ª nota. Como pra quali do individual geral contam apenas as 3 melhores notas e as notas da fita costumam ser bem mais baixas, não fez grande diferença. Natália Gáudio, bronze no Pan, ficou em 44º lugar com 53,750.

Mas a boa notícia veio com a ótima participação das ginastas americanas, que pegaram final e conquistaram duas vagas olímpicas. Assim, a Bárbara e Natália brigarão com as canadenses e mexicanas pela única vagas para as Américas em jogo no Pan de 2020.

No grupo, o Brasil consolidou a boa evolução e acabou no geral em 13º com 49,700, ficando atrás, nas Américas, dos Estados Unidos (10°) e México (11º). Nas 5 bolas, o Brasil obteve a melhor nota dos 3 países, mas pecou novamente o aparelho misto, das maçãs+fitas, que ironicamente foi a prova que nos deu o ouro no Pan.

Estados Unidos e México não pegaram vaga olímpico nos grupos, o que só trará mais dificuldade para o Pan de 2020, onde os 3 países disputarão a única vaga para Tóquio em jogo.

Apesar da vaga olímpica no conjunto ser difícil, a chance no individual é enorme. Veremos no Pan, que será em maio de 2020.

A Rússia levou 8 dos 9 ouros em jogo, com mais um domínio de Dina Averina, ouro no individual geral à frente de sua irmã gêmea Arina, ouro na equipe, na bola, nas maças e na fita. No arco, ela foi bronze e o ouro ficou com a russa Ekaterina Selezneva. Nos grupos, Rússia levou no geral e na final das maças+fita, mas o Japão venceu na final de 5 bolas.

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Ítalo Ferreira vence Jogos Mundiais após quase ficar de fora!

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Ítalo Ferreira vence Jogos Mundiais de Surfe. Foto: ISA

Com certeza essa será uma das principais histórias do esporte brasileiro de 2019. Exemplo perfeito da superação do esporte e de não desistir jamais.

Os Jogos Mundiais da ISA foram disputados em Miyazaki, no Japão, num modelo parecido com o que teremos em Tóquio-2020, numa praia com condições parecidas as com a disputa olímpica do ano que vem. Esta edição valia vaga olímpica direta apenas para os melhores de cada continente (tirando as Américas, cujas vagas foram definidas nos Jogos Pan-Americanos), mas já seria uma bela prévia da disputa olímpica.

Por isso, estavam todos os principais nomes do esportes tanto no masculino como no feminino. E o Brasil levou o que tinha de melhor, com Gabriel Medina, Filipe Toledo e Ítalo Ferreira no masculino e Silvana Lima, Tatiana Weston-Webb e Tainá Hinckel no feminino.

Antes de embarcar para o Japão, Ítalo teve seu passaporte roubado e precisou correndo tirar os documentos e correr atrás do visto japonês, enquanto o resto da equipe já havia embarcado para o Japão. Ítalo foi pra praia direto do aeroporto, chegou em cima da hora para competir na 1ª rodada, pegou uma prancha emprestada e competiu de bermuda jeans, faltando apenas 9min pra sua bateria terminar. Ainda assim ele a venceu pegando apenas 3 ondas! Ítalo, Medina e Filipinho seguiram avançando no longo torneio de 7 rodadas antes da decisão. Filipinho caiu na na 5ª rodada e parou na repescagem.

Na última rodada antes da final, Medina e Ítalo enfrentaram os americanos Kolohe Andino e o mito Kelly Slater. Andino venceu com 15,47, seguido de Medina com 14,40 e Ítalo acabou em 4º com 11,93, indo pra repescagem, onde ele venceu a bateria eliminando Slater.

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Brasil é ouro por equipes. Foto: ISA

Na grande final, o brasileiro fez uma grande final conseguindo uma nota 10 na decisão, somando 17,77 contra 17,06 de Andino e 14,53 de Medina, que acabou com a medalha de bronze!

Mais cedo na semana tivemos a vitória no feminino da peruana Sofia Mulanovich com a brasileira Silvana Lima na 2ª colocação com 12,77 na final contra 13,80 da peruana. Por equipes, o Brasil somou 4.060 pontos para levar o ouro a frente de Estados Unidos e Japão.

Brasil deve ficar sem atiradores em Tóquio

Depois do fracasso do tiro brasileiro no Pan, onde 4 atletas ficaram muito próximos das vagas olímpicas, mas fizeram bobagem nos últimos tiros, o Rio de Janeiro recebeu em Deodoro a última etapa regular da Copa do Mundo de rifle e pistola, que deu 2 vagas olímpicas por prova.

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Emerson Duarte na prova da pistola de fogo rápido 25m em Lima. Foto: Pedro Ramos/rededoesporte.gov.br

Por esse motivo, contou com praticamente todos os melhores do mundo, e era a última chance dos brasileiros conseguirem uma vaga para Tóquio.

Logo na quinta-feira, Felipe Wu e Julio Almeida precisavam ir bem na pistola de ar 10m. Wu, prata nesta prova no Rio-2016, havia ficado de fora dos Jogos Pan-Americanos e vinha atirando bem mal desde os Jogos do Rio. Desta vez não foi diferente. Julio ficou em 49º na qualificação e Wu foi apenas 75º com fraquíssimo 563 pontos. No Rio-2016 ele havia feito 580 na quali.

A outra boa chance brasileira era no domingo, com Emerson Duarte na pistola de fogo rápido 25m. Ele até fez uma boa prova, mas terminou em 15º, a 6 pontos da vaga olímpica.

Assim, só restaria ao Brasil conquistar vaga pelo ranking mundial, que dará apenas uma por prova em 31 de maio. As vagas são nominais aos atiradores, e apenas para atletas que não conquistaram nenhuma quota, desde que o seu país não tenha nenhuma vaga no evento específico.

Para se ter uma ideia, na pistola de ar 10m masculina, Julio é o 60º e Wu o 80º. Na pistola de fogo rápido, Emerson Duarte é o 30º e é o que estaria mais próximo do feito, mas tem outros 6 países na frente brigando por essa vaga, só que ainda teremos classificatórios continentais para a Europa, Ásia, África e Oceania.

Mundial de Judô – Final

Brasil fatura bronze na prova por equipes e encerra um Mundial com 3 medalhas, mas com sinal amarelo, quase vermelho, ligado.

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Equipe brasileira celebra a medalha de bronze. Foto: IJF

No 1º confronto por equipes, o Brasil pegou a Alemanha. E viu logo a Alemanha abrir 3-0, com derrotas de Maria Portela, Rafael Macedo e Maria Suelen Altheman, que levou um ippon em 11s! Rafael Silva e Rafaela Silva venceram e a pressão caiu sobre Eduardo Barbosa contra Anthony Zingg. O alemão derrubou o brasileiro, mas com um golpe ilegal, puxando-o pelo braço e foi desclassificado sumariamente. Empatado em 3-3, o confronto foi pro desempate. E a luta sorteada foi justamente a entre Barbosa e Zingg. Como o alemão havia sido desclassificado, não houve luta e o Brasil avançou com 4-3.

Nas 4as, pegou o Azerbaijão, que eliminara Portugal por 4-3. Eduardo Yudy Santos e Maria Suelen Altheman abriram 2-0, Rafael Silva perdeu, mas Rafaela Silva e Eduardo Barbosa fecharam o 4-1. Já na semifinal, o Brasil pegou o Japão e perdeu de 4-0.

Na disputa do bronze contra a Mongólia, Rafael e Rafaela Silva abriram 2-0. Eduardo Barbosa perdeu, mas Maria Portela abriu 3-1. Rafael Macedo perdeu novamente, mas Maria Suelen Altheman venceu sua adversária em menos de 1min e deu um dos bronzes pro Brasil. O outro ficou com a Rússia, que fez 4-1 no Azerbaijão.

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Japão é ouro por equipes. Foto: IJF

Na decisão, Japão e França. Kokoro Kageura abriu 1-0 com vitória sobre Cyrille Maret, mas Sarah Cysique lutou demais para vencer a vice-campeã mundial Tsukasa Yoshida e empatar o confronto. O mito Shohei Ono atropelou Guillaume Chaine e Chizuru Arai venceu a campeã mundial Marie-Eve Gahie e o Japão tinha 3-1. Numa luta sensacional, Axel Clerget derrotou Sanshiro Murao nos 90kg e diminuiu para 3-2. Na decisiva, a reedição da final dos 78kg da sexta-feira, mas diferente do que aconteceu lá, Shori Hamada atropelou Madeleine Malonga para vencer e selar a vitória japonesa por 4-2.

O Japão sai do mundo com a melhor campanha, 16 medalhas, sendo 5 ouros, 6 pratas e 5 bronzes, o que seria espetacular para qualquer país. Mas para eles, em casa, à véspera dos Jogos de 2020, foi abaixo do esperado, já que 6 judocas perderam em suas finais. França com 3-1-2 foi o único outro país com mais de 1 ouro. 9 países saíram com ouro e 25 medalharam.

Pro Brasil ficou um gosto amargo. Foram 3 bronzes, 3 quintos lugares e 1 sétimo, mas, tirando a Beatriz Souza, todos os outros 5 que disputaram medalhas já haviam ganho medalha em outros mundiais. Foram várias derrotas para atletas piores ranqueados e alguns atletas perderam na estreia de maneira decepcionante.

A CBJ tem dinheiro, faz o povo viajar, mas a equipe brasileira não consegue sair dos mesmos nomes. Em 2020, dificilmente o Brasil terá um nome no pódio que não seja o da Rafaela Silva, Mayra Aguiar e Rafael Silva, os mesmos que medalharam no Rio-2016. A equipe, claro, tem boas chances e, dependendo da chave, Maria Suelen Altheman ou Beatriz Souza podem chegar ao pódio. Ainda tenho esperanças com Daniel Cargnin e Larissa Pimenta, que teve um azar danado neste Mundial, pegando japonesa na 2ª luta.

Para que isso não aconteça em 2020, os brasileiros precisariam ser cabeças de chave. Portanto, a CBJ tem que priorizar torneios que dão muitos pontos e que costumam ser esvaziados, além de mandar a equipe A pro campeonato pan-americano de 2020. Em outubro teremos o Grand Slam de Brasília, que deve nos ajudar bastante no ranking.

O próximo Mundial será em 2021 em Viena.

Mundial de Judô – Dia 7

Brasil coloca 4 judocas nas finais, mas sai sem medalhas no último dia de disputas individuais em Tóquio.

+78kg feminino

Em seu 2º Mundial, Beatriz Souza começou voando. Precisou de apenas 33s para dar ippon em americana e 1min14s para imobilizar húngara. nas 4as, pegou a temida cubana Idalys Ortiz. Bia já venceu a cubana 3 vezes na carreira, mas dessa vez acabou sendo imobilizada no finzinho da luta. Maria Suelen Altheman conseguiu vencer giagnte chinesa na 1ª luta, depois passou por porto-riquenha e venceu a azeri Iryna Kindzerska nas 4as. Mas na semifinal pegou Ortiz, que nunca perdeu pra brasileira. Não só está invicta como tem um retrospecto pelo circuito da IJF de 16 vitórias!

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Pódio do +78kg. Foto: IJF

Suelen começou bem, tentando causar shidos na cubana, mas acabou se perdendo ao levar um shido bem questionável e levou um wazaari com 30s de golden score. Bia venceu na repescagem Kindzerska e pegou na disputa do bronze a turca Kayra Sayit. Logo no início da luta, Sayit caiu sobre o joelho da brasileira, que sentiu muito e mal conseguia se levantar. Ela tentou lutar, quase aplicou 2 golpes, mas, chorando muito, acabou perdendo de maneira dura. Suelen não teve sorte e pegou na disputa do bronze a campeã mundial de 2018, a japonesa Sarah Asahina, que dominou por completo a brasileira.

Na decisão, a outra japonesa, Akira Sona, de 19 anos, soube segurar Idalys Ortiz e se tornar a campeã mais jovem da história nesta categoria. Sona tinha 2 shidos contra 1 da cubana no golden score e não deixava Ortiz atacar. Ela acabou levando o 2º shido e, com 4 min de golden score, o 3º e foi eliminada com hansokumake. Foi apenas o 2º ouro japonês no feminino no Mundial, apesar de terem colocado judocas em 6 das 7 finais.

+100kg masculino

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Lucas Krpalek (CZE). Foto: IJF

Dono de 2 medalhas olímpicas, Rafael Silva venceu bósnio e romeno, mas acabou derrotado nas 4as para o japonês Hosayoshi Harasawa por hansokumake. David Moura também venceu duas lutas sobre saudita e esloveno, mas acabou eliminado pelo jovem sul-coreano Kim Min-jeong de 18 anos. Ambos foram pra repescagem contra holandeses. Rafael venceu o forte Henk Grol com um belo ippon, mas David foi superado por Roy Meyer. Na disputa do bronze, Rafael pegou o sul-coreano e seguia impassível com os ataques do coreano. Rafael vinha muito bem e se encaminhava para o bronze, quando tentou dar o ippon, mas meio que caiu para trás e levou o ippon do coreano.

Na final, o checo campeão olímpico no Rio na categoria abaixo (até 100kg) Lukas Krpalek pegou o japonês Hisayoshi Harasawa, prata no Rio-2016. Krpalek venceu todas as suas lutas por ippon, normalmente no ne-waza, a luta de solo. Na final, segurou o japonês, que não conseguia imprimir um ataque e foi levando até a prorrogação. Com preparo físico melhor, Krpalek atacava antes até forçar o 3º shido pro japonês e levar o ouro com quase 4min de golden score.

Mundial de Judô – Dia 6

Mayra Aguiar é bronze e se torna a maior medalhista da história do Brasil no judô. França segue brilhando no feminino e o Portugal faz história!

78kg feminino

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Pódio dos 78kg feminino. Foto: IJF

Mayra Aguiar chegou com sangue nos olhos e dominou totalmente suas lutas iniciais. Na sua estreia contra a portuguesa Yahima Ramirez conseguiu um wazaari com 13s e logo em seguida a imobilizou, vencendo em 26s. Na 2ª luta precisou de apenas 16s para dar um ippon em judoca do Gabão. Nas 4as enfrentou a kosovar Loriana Kuka e venceu com um o-soto-gari no finzinho. Na semifinal, enfrentou a francesa Madeleine Malonga, mas a luta da brasileira não encaixou. Levou um duvidoso shido, tentou um ataque e acabou levando um contra-ataque da francesa e foi pra disputa do bronze, onde pegou outra portuguesa, Patrícia Sampaio. Mara precisou apenas de 1min17s para fazer um uchi-mata e derrubar a portuguesa para levar o ouro.

Na decisão, Malonga pegou a japonesa Shori Hamada, campeã mundial em 2018. A francesa foi brilhante e dominou do início ao fim, fazendo um wazaari com 1min20s de luta e depois um o-soto-gaeshi com 2min22s para faturar o ouro! Foi o 3º ouro seguido da França no feminino neste mundial, após as vitórias de Clarisse Agbegnenou e Marie-Eve Gahie. A kosovar Loriana Kuka levou o outro bronze.

100kg masculino

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Jorge Fonseca (POR). Foto: IJF

O português Jorge Fonseca faturou o 1º ouro da história para o seu país! Portugal vem fazendo um grande mundial, colocando 4 judocas nas 4as de final, sendo dois em finais! Nascido em São Tomé e Príncipe, Fonseca venceu chileno, indiano e irlandês até chegar às 4as, onde pegou o número 1 do mundo, o georgiano Varlam Liparteliani e o derrotou com um ippon bem diferente. Depois passou pelo forte azeri vice-campeão olímpico Elmar Gasimov. Na decisão, venceu o russo Niyaz Ilyasov com um wazaari conquistado no 1º minuto de luta.

Os bronzes ficaram com o holandês Michael Korrel e com o japonês Aaron Wolf. Wolf, aliás, quase sofreu a maior zebra desse mundial. Na 1ª rodada teve muito trabalho contra o alto Koffi Kobena, da Costa do Marfim, que quase derrubou o japonês por duas vezes. Leonardo Gonçalves perdeu na 1ª luta para o azeri Zelym Kotsoiev, que perdeu para Wolf na 2ª rodada. Já Rafael Buzacarini passou pelo forte judoca Ivan Remarenco, nascido na Moldávia, mas que representa os Emirados Árabes Unidos, por hansokumake. Na 2ª luta uma excelente vitória sobre o alemão Karl-Richard Frey, mas perdeu nas 8as para Gasimov.

Paulo André é sub 10s! Mas sem recorde…

Que belo início de Troféu Brasil de Atletismo em Bragança Paulista! A competição irá definir a seleção brasileira pro Mundial de Doha daqui um mês.

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Paulo André vence os 100m com 9.90. Foto: Wagner Carmo/CBAt

Nas semifinais dos 100m, Paulo André de Oliveira fez 10.08 na 1ª bateria, com vento de 2,1m/s. Com vento válido de 1,6m/s na 2ª bateria, Vitor Hugo dos Santos marcou 10.07 e conseguiu o índice pro Mundial.

Na decisão, Paulo André deu show! Mesmo atrapalhado por duas saídas falsas, o vice-campeão do Pan de Lima não se abalou para vencer com espetaculares 9.90, contra 10.10 de Derick Silva e 10.12 de Vitor Hugo. Infelizmente, a marca não vale como recorde sul-americano pois o vento foi de 3,2m/s, acima do máximo de 2,0 permitido para validar recordes.

Ainda assim, ele foi o 1º brasileiro a fazer os 100m abaixo dos 10s, mesmo com vento acima, mas igualou o melhor tempo de um sul-americano com vento inválido. A melhor marca de um brasileiro com vento acima era de 10.06 de Arnaldo da Silva Oliveira em 1985 no Japão, com um tornado de +7,7m/s, e a de um sul-americano era de Adam Harris, da Guiana, de 2014. O recorde sul-americano segue do Robson Caetano de 10.00 obtido em 1988.

Rosângela Santos venceu os 100m feminino com 11.23 (+1,6) e conseguiu índice pro Mundial de Doha. Sem grandes marcas nas outras finais. No martelo, Allan Wolski venceu com 71,07m e Mariana Marcelino com fraquíssimos 58,45m. Ouro do Pan, Ederson Pereira venceu os 10.000m com 29:35.62 e Jenifer do Nascimento Silva no feminino com 34:35.84. Nos 1.500m, vitórias de Carlos de Oliveira Santos com 3:45.52 e Tatiane Raquel da Silva com 4:30.06.