Mundial de Biatlo – Final

Para fechar o Mundial de biatlo, as duas provas de saída em massa, apenas com os 30 atletas selecionados entre os melhores.

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Laura Dahlmeier (GER) com seu 5º ouro neste Mundial

Na final feminina, mais do mesmo. A alemã Laura Dahlmeier deu mais um show e venceu sua 5ª medalha de ouro no Mundial, confirmando o seu status de favorita absoluta em Pyengonchang no ano que vem. Dahlmeier zerou o tiro e com isso controlou a prova para vencer completar os 12,5km em 33:13.8. Mas a enorme surpresa veio com a medalha de prata. Inspirada pelo seu compatriota Lowell Bailey, a americana Susan Dunklee, que tinha apenas três pódios em Copas do Mundo na carreira, também zerou e chegou em 2º lugar, a 4.6 da alemã. Dunklee aproveitou os erros das favoritas. A finlandesa Kaisa Makarainen errou um tiro ainda na 1ª passagem e completou o pódio a 20.1. A checa Gabriela Koukalova perdeu a medalha ao errar um tiro na última passagem. Marie Dorin Habert, num mundial que nem chega aos pés do que fez no ano passado, foi 7ª, e Darya Domracheva errou 4 tiros, terminando em 19º.

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Simon Schempp (GER)

Para fechar o Mundial, os 15km masculinos. Parecia que seria mais um show de Martin Fourcade. O francês começou errando 1 tiro na 1ª passagem, mas logo alcançou os líderes. Fazia uma prova excepcional, com tranquilidade e muito perto de seu 12º título mundial. Mas na última sessão de tiros, Fourcade errou 2! Enquanto fazia suas duas voltas de penalidade, viu Simon Schempp zerar o tiro, assim como o austríaco Simon Eder. O russo Anton Shipulin zerou a última série, enquanto o norueguês Johannes Boe errou 1 e ainda sim abria vantagem sobre Fourcade. Schempp e Eder iam bem a frente, mas o esforço do austríaco era enorme. Schempp logo abriu e venceu com 35:38.3 para faturar seu 1º título mundial individual. Eder não conseguiu segurar o ataque de Boe, que ficou com a prata a 9.0 de Schempp. O bronze de Eder foi  tudo que a torcida pedia em casa, em Hochfilzen, a 10.1 do alemão. Fourcade chegaria em 5º e a sensação do Mundial, o americano Bailey, mesmo zerando terminou em 6º.

Foi um Mundial excepcional para a Alemanha, que saiu da Áustria com 7 ouros em 11 provas! Laura Dahlmeier se torneou a maior da história em um único mundial, ao medalha em todas as 6 provas que disputou, vencendo inacreditáveis 5 ouros e 1 prata, no sprint, onde perdeu por apenas 4s. Fourcade sai com mais 5 medalhas, mas “apenas” 1 ouro e os EUA conquistaram um inédito ouro. O próximo Mundial será apenas em 2019, após os Jogos Olímpicos, em Östersund, na Suécia.

Mundial de Esqui Nórdico – Dia 2

Um grande dia para a Alemanha, enquanto uma favorita segue decepcionando em mundiais.

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Pódio alemão no combinado nórdico

Como tem acontecido em toda a temporada, os atletas alemães dominaram a prova de combinado nórdico, na prova do normal hill/10km. Nos saltos, melhor marca de Eric Frenzel com 128,1 pontos, seguido de Johannes Rydzek, líder da Copa do Mundo, com 124,5. Frenzel tinha a vantagem de 14s sobre Rydzek nos 10km de cross-country. Nesta prova, o domínio foi total dos alemães, que fizeram o 1-2-3-4. Rydzek não só tirou os 14s de Frenzel como ainda aumentou em quase 15s sua vantagem, ficando com o ouro com 26:19.6. Frenzel ficou a 14.9 e Björn Kircheisen completou o pódio germânico com 26:49.6. Fabian Riessle foi 4º e o japonês Akito Watabe completou em 5º. Rydzek se torna bicampeão seguido da prova.

A pessoa vence praticamente todas as etapas da Copa do Mundo nas últimas 5 temporada. Bate o recorde histórico do esporte com 53 vitórias na carreira. Vence 4 vezes a Copa do Mundo. Mas é um fracasso sem tamanho em Mundiais e Olimpíadas. Essa é a japonesa Sara Takanashi, que decepciona mais uma vez em uma competição mundial. Enquanto isso, a alemã Carina Vogt tem apenas DUAS vitórias em Copas do Mundo. Mas é campeã olímpica e bicampeã mundial! No 1º salto da final, a norueguesa Maren Lundby deu o tom com 99,5m na rampa de 100m e 131,2 pontos, a frente de Takanashi com 128,5, de Vogt com 127,9 e da japonesa Yuki Ito com 127,0.

Na 2ª passagem pela rampa, na ordem inversa, Ito saltou antes fazendo 125,6 pontos, somando 252,6. Vogt veio depois, fazendo os mesmo 96,5m de Ito, mas pontuando melhor (126,7) e somando 254,6, assumindo a liderança. Aí vinha Takanashi, que novamente sentiu a pressão. A japonesa até saltou bem, com 95,0m, mas não pousou tão bem e, com 122,6, somou 251,1, indo para um 3º lugar. Restava apenas Lundby, que fez apenas 91,0m, para somar 247,7 e ficar em 4º lugar.

Mundial de Esqui Nórdico – Dia 1

Muitas surpresas no 1º dia do Mundial que envolve cross-country, saltos em esqui e combinado nórdico na cidade finlandesa de Lahti, mas as vitórias não foram tão surpresas assim.

 

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Chegada do sprint masculino

Campeão do Tour de Ski em janeiro, o russo Sergey Ustiugov começou bem fazendo o melhor tempo na quali do sprint entre 158 atletas. Por pouco o campeão de 2015, o norueguês Petter Northug Jr não ficou de fora das baterias. Foi 27º e avançavam os 30 melhores. Nas 4as, Northug e Ustiugov estavam na 19 bateria e os dois ficaram na frente, avançando para a semi. Os favoritos avançaram para a semi, como os outros 3 noruegueses, o italiana Federico Pellegrino, o sueco Calle Halfvarsson e o canadense Alex Harvey.

Nas semis, vitórias de Pellegrino e do norueguês Finn Hagen Krogh, colcoando 3 de seu país na decisão, deixando Harvey e Halfversson de fora. Na final, Northug e o finlandês Ristomatti Hakola tiveram problemas e ficaram para trás, enquanto Pellegrino e Ustiugov brigavam na frente. Na chegada, o italiano conseguiu ficar na frente e ficar com o título mundial com 3:13.76, apenas 0.15 melhor que o russo. O norueguês Johannes Hosflot Klaebo ficou com o bronze, seguido de mais 2 noruegueses. Em 9 edições da prova em mundiais, sempre tivemos um norueguês no pódio.

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Pódio do sprint feminino

Na prova feminina, domínio absoluto de Maiken Casperse Falla. A norueguesa fez o melhor tempo da quali, venceu sua quarta de final, sua semi e na decisão sobrou com mais de um segundo e meio. Tricampeã mundial seguida da prova, o mito Marit Bjoergen parou bem cedo, ainda nas 4as. Ela já tinha admitido antes do Mundial que essa seria a sua pior prova, com menos chance de medalha.

A surpresa ficou por conta da armada americana, que colocou seus 3 fortes nomes na final: Kikkan Randall, Sophie Caldwell e Jessica Diggins. Na decisão, Diggins conseguiu abrir no final do pelotão e cruzar em 2º lugar, enquanto a veterana Randall ficou com o bronze, deixando a sueca Hanna Falk em 4º. Outra enorme decepção foi a sueca Stina Nilsson, vencedora de 4 sprints nesta temporada da Copa do Mundo e desclassificada na semifinal do mundial por obstrução. Com a vitória de Falla, a Noruega vence seu 40 ouro seguido na prova, o 6º em 9 edições.

Mundial de Esqui Alpino – Final

As provas de slalom foram exatamente como o esperado, com os dois maiores nomes da modalidade se sobressaindo.

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Mikaela Shiffrin (USA)

Na final feminina, show absoluto de Mikaela Shiffrin. A americana conquistou o tricampeonato mundial da prova dominando as duas descidas. Na 1ª, fez o melhor tempo com 47.80, a frente da suíça Wendy Holdener, com 48.18 e da eslovaca Veronika Velez-Zuzulova, com 48.39. Na 2ª descida, depois das 21 primeiras descerem, a checa Sarka Strachova assumiu a liderança com 1:39.32 e se mantinha na frente restando apenas 5. A sueca Frida Hansdotter depois roubou o 1º lugar com 1:39.02. A eslovaca Petra Vlhova não conseguiu melhorar, se colocando logo atrás de Hansdotter com 1:39.16.

Velez-Zuzulova vinha bem, mas errou e não terminou a descida. Holdener não fez bela descida, mas ainda assim conseguiu manter sua vantagem sobre Hansdotter e assumiu a frente com 1:38.91. Restava apenas a americana e Shiffrin não decepcionou, brilhando com 49.47 para somar 1:37.27, ficando distantes 1.64 na frente de Holdener! Shiffrin foi a única a fazer a 2ª descida abaixo de 50s! Shiffrin se torna a 1ª tricampeã mundial de slalom desde a alemã Christl Cranz em 1938! Cranz ainda venceria em 1939.

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Marcel Hirscher (AUT)

Na prova masculina, tivemos um domínio austríaco na 1ª descida, com Marcel Hirscher (46.43), Marco Schwarz (46.86) e Michael Matt (46.91), seguidos da sensação britânica Dave Ryding, com 46.96. Na 2ª descida, a situação estava bem embolada, quando finalmente Felix Neureuther assumiu a liderança. O alemão tinha ido muito mal na 1ª, fazendo o 10º tempo, mas acabou somando 1:35.68 para ir a frente, ainda restando 9. Manuel Feller foi mais um austríaco a aparecer ao assumir a liderança com 1:35.43.

Outro favorito era o norueguês Henrik Kristoffersen, que tinha o 6º tempo na 1ª. Não fez um grande tempo na 2ª, mas apareceu em 3º no momento com 1:35.79. Restavam 5. Só que os 4 seguintes foram muito infelizes. O sueco Mattias Hargin não terminou, Ryding fez o 22º tempo na 2ª, terminando em 11º, Matt terminaria em 8º e Schwarz em 7º. Hirscher foi o último a descer entre os favoritos e não decepcionou. Com 48.32, 3º melhor tempo na 2ª, somou 1:34.75 para levar o ouro com 0.68 de vantagem sobre seu compatriota Feller, uma enorme supresa no pódio, completado por Neureuther.

Após as 11 provas, a Áustria saiu de St. Moritz com 3 ouros, 4 pratas e 2 bronzes, sendo 2 ouros e 1 prata de Marcel Hirshcer, que chega a espetaculares 6 ouros e 3 pratas em Mundiais! A Suíça foi muito bem em casa com 3 ouros, 2 pratas e 2 bronzes, enquanto a França levou 2 ouros. 6 países saem com ouro e 12 com medalha, no Mundial que antecede os Jogos de Pyeongchang. O próximo Mundial será em 2019 em Are, na Suécia.

Mundial de Bobsled e Skeleton – Parte 1

Dividido em 2 fins de semana, o Mundial de Bobsled e Skeleton está sendo disputado na tradicional pista de Königssee, na Alemanha, pela 6ª vez.

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Pódio feminino

No sábado, tivemos a final do bobsled de duplas femininas e o pódio foi o mesmo dos Jogos de Sochi, mas com ordem diferente. A americana Elana Meyers Taylor, prata em Sochi, venceu por muito pouco o ouro. Melhor na 1ª descida com 51.60, ela e sua pusher Kehri Jones fizeram 51.54 na 2ª, apenas o 5º tempo, mas estavam na liderança, com a canadense campeã olímpica Kaillie Humphries colada a apenas 0.02, enquanto a americana Jamie Greubel vinha em 3º a 0.05. No 2º dia de descidas, Meyers fez 50.86 contra 50.87 da canadense, aumentando para 0.03 a vantagem. Na definição da 4ª descida, o mesmo tempo para ambos os trenós, 50.75, e o ouro para Elana Meyers com 3:24.75! Humphries ficou a apenas 0.03 enquanto Greubel completou o pódio a 0.23. 2º título mundial de Meyers e o 5º pódio seguido.

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O piloto Francesco Friedrich (GER)

Nas duplas masculinas, não teve pra ninguém! O alemão Francesco Friedrich deu show. Ele fez o melhor tempo de todas as 4 descidas e venceu com muita tranquilidade. Com 49.15, 49.45, 49.17 e 48.94, o alemão e seu companheiro Thorsten Margis somaram 3:16.71, com enorme vantagem de 11.20 sobre o canadense Justin Kripps, medalha de prata. A sensação da temporada, o ainda juvenil Johannes Lochner, completou o pódio com 3:17.96. uas grandes decepções foram o suíço Beat Hefti, apenas 15º, e o sul-coreano Won Yun-jong, que liderou boa parte da Copa do Mundo e sequer ficou entre as 20 melhores duplas do Mundial, terminando em 21º.

Na prova por equipes, lógico, deu Alemanha. Com Lochner pilotando o bobsled masculino, Mariama Amanka o feminino e Axel Jungk e Jacqueline Lölling no skeleton, a equipe 1 do país venceu com a soma de 3:21.84. A Alemanha 2, que teve Tine Hermann no skeleton feminino, foi prata com 3:22.44. O bronze ficou com uma equipe internacional, que contou com alemães em todas as parciais, menos no bobsled feminino, com dupla romena, que somou 3:22.69.

 

Mundial de Esqui Alpino – Dias 7 e 8

No slalom gigante, um bicampeonato feminino e o ouro que faltava para um monstro do esqui.

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Tessa Worley (FRA)

Primeira a descer na 1ª descida feminina, a francesa Tessa Worley fez o melhor tempo, com 1:02.01 e ficou só observando as concorrentes não chegarem ao seu tempo. A italiana Sofia Goggia foi a que chegou mais perto, com 1:02.49, seguida da americana Mikaela Shiffrin, com 1:02.73, únicas 3 abaixo de 1:03. Na segunda descida, a definição só veio, claro, no final. Manuela Mölgg assumiu a liderança faltando ainda 8. Com 2:06.88, a italiana foi líder por pouco. Logo depois, a liderança mudou para a austríaca Stephanie Brunner, 3 centésimos melhor. As 3 seguintes pioraram os tempos e só restavam as 4 favoritas.

Federica Brignone foi mais uma italiana bem na prova, assumindo a liderança com 2:06.47. Só que logo depois veio Mikaela Shiffrin, fazendo o melhor tempo da 2ª descida! A americana somou 2:05.89 e jogou a pressão para Goggia e Worley. A italiana não fez boa descida e ficou pra trás de Shiffrin por 0.40. Restava Worley, com a bela vantagem de 0.72 da 1ª descida, que foi suficiente para dar o ouro pra francesa, com 2:05.55 contra 2:05.89 da americana. Worley repete o ouro de 2013.

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Marcel Hirscher (AUT)

Já na final masculina, Marcel Hirscher finalmente venceu o ouro que lhe faltava. Pentacampeão da Copa do Mundo, o austríaco levou a prova após 2 pratas seguidas. Hirscher venceu a 1ª descida com 1:06.73. Apenas seu compatriota Philipp Schörghofer também fez abaixo de 1:07, com 1:06.99. Na 2ª, a disputa foi grande, mas ficou na mão de Hirscher. O 3º tempo foi do francês Alexis Pinturault, com 1:07.08.

O austríaco só precisou esperar os primeiros 29 desceram a montanha para finalmente fazer 1:06.58, somando 2:13.31 e garantindo o título. Perto da definição, o líder era o norueguês Leif Kristian Haugen, com 2:14.02. Logo depois, o austríaco Roland Leitinger assumiu a liderança com 2:13.56, faltando 5 nomes. Entre eles, os fortíssimos Henrik Kristoffersen e Pinturault. O norueguês chegou ao 3º lugar no momento com 2:14.07, mas o francês decepcionou. Schörghofer até fez boa descida, mas estava em 4º lugar. Aí quando Hirscher completou em 2:13.31, foi confirmada a dobradinha austríaca, com o bronze para Haugen.

 

Resumo da semana olímpica

Badminton

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A equipe brasileira foi prata no Pan-Americano por equipes mistas, disputado na República Dominicana.Na 1ª fase, vitória de 5-0 sobre o México e depois de 3-2 sobre os Estados Unidos. Na semifinal, mais uma boa vitória de 3-2 sobre o Peru. A decisão veio na última partida, de duplas mistas, onde Hugo Arthuso/Fabiana Silva venceram Bruno Deza/Danica Higa por 21-13 21-17.

Na grande final, o Brasil foi derrotado por 3-0 pelo Canadá, maior força da modalidade no continente. Ygor Oliveira perdeu 21-19 21-13 para Jason Ho-Shue. Depois, foi a vez de Brittney Tam vencer 21-14 21-14 Fabiana Silva. Nas duplas masculinas, Ho-Shue e Nyl Yakura derrotaram Hugo Arthuso/Fabrício Farias por 16-21 21-13 21-15, dando o título ao Canadá. A equipe brasileira tinha 19 jogadores, 10 homens e 9 mulheres e não contou com as irmãs Lohaynny e Luana Vicente.

Judô

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Pódio dos 81kg em Roma

Depois de uma boa campanha no Grand Slam de Paris, Eduardo Yudi Santos faturou o título do Aberto Europeu de Roma. Em final brasileira na categoria 81kg, Eduardo venceu por waza-ari Rafael Macedo no golden score. Na categoria 73kg, Marcelo Contini e Lincoln Neves ficaram com os dois bronzes.

Já a equipe feminina competiu na Áustria, em Oberwart. O melhor resultado foi de Yanka Pascoalino, eu chegou às disputas de bronze dos 63kg, perdendo por ippon para espanhola.

Rugby

Como esperado, o Brasil venceu tranquilamente o Sul-Americano de Rugby 7s feminino, sofrendo tries apenas na final. Na 1ª fase, arrasou o Uruguai por 52-0, depois 45-0 no Paraguai e 31-0 na Venezuela.

Nas 4as, derrotou o Peru por 53-0 e na semifinal passou pela Colômbia por 32-0. Na decisão, mais uma vez contra a Argentina, venceu por 31-12. Assim, o Brasil conquista pela 12ª vez consecutiva o torneio e segue com um retrospecto invicto contra os rivais continentais.

Outros Esportes

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Daniel Nascimento

Daniel Nascimento foi o grande destaque brasileiro no Sul-Americano de Cross-Country, em Santiago, Chile. Ele venceu pela 3ª vez seguida a prova juvenil (sub-20) com uma enorme vantagem. Ele completou os 8km da prova em 23:14, bem a frente do colombiano Carlos Hernandez, com 25:28. Gilberto Silvestre Lopes foi bronze no adulto masculino 10km, 7s atrás do peruano campeão René Champi. Daniel será o único brasileiro no Mundial de Cross-Country, no fim de março na Uganda.

Geisa Arcanjo foi o destaque em dois torneios realizados no Esporte Clube Pinheiros na semana. Ela marcou 17,68m e 17,74m no arremesso de peso, ficando a 1cm do índice pro Mundial de Londres (17,75m). Outras boas marcas foram de Darlan Romani também no arremesso de peso (20,29m) e de Gabriel Menezes Oliveira, com 7,51m no salto em distância, índice pro Pan-americano Sub-20.

Gideoni Monteiro terminou em lugar na Copa do Mundo de Ciclismo em Pista, em Cali, Colômbia. Em sua primeira competição no novo formato, com apenas 4 provas em um único dia, o brasileiro foi 13º na Scratch, 10º na Tempo Race e 9º na corrida de eliminação. Na corrida por pontos, somou apenas 6, terminando com 68 pontos no total. Vitória do australiano Sam Welsford, com 128 pontos.

Isaquias Queiroz ganhou dois bronzes em prova desafio em Portugal, nas não-usuais distância de 1.500m e 150m, em prova que reuniu vários nomes fortes da canoagem.

– Ingrid Oliveira e Giovanna Pedroso na plataforma e Luana Lira no trampolim conseguiram índices para disputar o Grand Prix de saltos ornamentais em Porto Rico. Ingrid fez 334,80 e Giovanna 302,00 enquanto o índice na plataforma era 296,85. No trampolim, o índice era 256,81 e Luana somou 287,30.

– Rafael Becker foi 6º no Colombia Open, válido pelo circuito Latinoamericano do PGA de golfe. Ele somou 275 tacadas, ficando 6 acima do campeão, o mexicano Jose de Jesus Rodriguez. Rafael soma 1,2 ponto pro ranking,subindo mais de 350 posições no ranking. No Panamá, pelo circuito web.com Tour, Alexandre Rocha não passou no corte, ficando 3 tacadas acima.

Gabriela Cecchini foi o destaque brasileiro na esgrima, com o 19º lugar na Copa do Mundo juvenil de florete, em Udine, Itália. Ela venceu 5 dos 6 confrontos na fase de poules. Nas 16as de final, perdeu para a grega Aikaterini-Maria Kontochristopoulou por 15-14.

João Victor Oliva, melhor brasileiro no adestramento no Rio-2016, alcançou 67,420% no GP em Neumünster, Alemanha, em prova seletiva para a Copa do Mundo. No GP Freestyle, ele tirou 67,650%.

– Nos saltos, em Portugal, Marlon Zanotelli foi vice em GP 3* a 1,50m. Ele e mais 11 conjuntos foram para o desempate e o brasileiro não venceu por apenas 0.02.

Thiago Monteiro chegou às 4as de final do ATP250 de Buenos Aires, após vencer na estreia 62 61 o dominicano Victor Estrella Burgos, que vinha de título em Quito, e na 2ª rodada o veterano Tommy Robredo por 63 64.Nas 4as, perdeu de virada para o argentino Carlos Berlocq por 36 62 63.

– Em Maceió, pelo circuito brasileiro de vôlei de praia, Larissa e Talita ficaram com o título no feminino, ao vencer por 21-18 21-16 Ágatha/Duda, repetindo a final da etapa do circuito mundial de Fort Lauderdale. No masculino, Álvaro Filho e Saymon seguem embalados. Eles ficaram com o título após vitória de 19-21 21-16 15-6 sobre Evandro/André, também repetindo a final de Fort Lauderdale.