Australian Open – Dia 5

Masculino

Rafael Nadal mais uma vez sobrou na 3ª rodada em Melbourne e venceu o bósnio Damir Dzumhur por 61 63 61 e chega pela 39ª vez às 8as de um Grand Slam e pela 11ª vez na Austrália. O número 1 do mundo terá pela frente o argentino Diego Schwartzmann, que eliminou por 67(1) 62 63 63 o ucraniano Alexander Dolgopolov. Pablo Carreño Busta passou com 76(4) 46 75 75 pelo luxemburguês Gilles Muller e vai disputar uma vaga nas 4as contra o croata Marin Cilic, que venceu o americano Ryan Harrison por 76(4) 63 76(4).

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Kyle Edmund (GBR)

Número 3, o búlgaro Grigor Dimitrov passou pelo russo Andrey Rublev por 63 46 64 64 e pega agora o australiano Nick Kyrgios, que eliminou Jo-Wilfried Tsonga por 76(5) 46 76(6) 76(5). Fechando a chave de cima, na área das surpresas, Kyle Edmund eliminou o georgiano Nikoloz Basilashvili por 76(0) 36 46 60 75 chegando pela 2ª vez na carreira na 4ª rodada de um Grand Slam. O italiano Andreas Seppi será seu adversário após derrotar Ivo Karlovic, que fez 52 aces, por 63 76(4) 67(3) 67(5) 97.

Feminino

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Denisa Allertova (CZE)

Três qualifiers jogaram na 3ª rodada, mas apenas Denisa Allertova venceu. A checa fez 61 64 na polonesa Magda Linette e joga agora com a 4ª do mundo, a ucraniana Elina Svitolina, que tirou a compatriota qualifier de 15 anos Marta Kostyuk por 62 62. A croata Petra Martic tirou a zebra tailandesa Luksika Kumkhum por 63 36 75. Kumkhum perdeu o saque por uma dupla falta no 5-5 no 3º set. Martic encara a belga Elise Mertens, que vem de título no circuito na semana passada, e derrotou a francesa Alizé Cornet por 75 64.

Caroline Wozniacki venceu 64 63 a holandesa Kiki Bertens e segue rumo ao seu 1º título de Grand Slam. A dinamarquesa pega agora a eslovaca Magdalena Rybarikova (75 36 61 na ucraniana Kateryna Bondarenko). A estoniana Anett Kontaveit venceu a campeã de Roland Garros Jelena Ostapenko por 63 16 63 e enfrenta Carla Suárez Navarro, que venceu 36 61 63 Kaia Kanepi.

Duplas

Marcelo Demoliner e a espanhola Maria Jose Martinez Sanchez venceram 62 63 na estreia da chave de duplas mistas os americanos Nicole Melichar e Nicholas Monroe.

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Prévia Pyeongchang-2018: Saltos em Esqui

Normal Hill Masculino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Kamil Stoch (POL); Prata – Peter Prevc (SLO); Bronze – Anders Bardal (NOR)

Último Mundial (2017): Ouro – Stefan Kraft (AUT); Prata – Andreas Wellinger (GER); Bronze – Markus Eisenbichler (GER)

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Kamil Stoch (POL)

A prova do Normal Hill masculina está cada vez mais rara de se ver. Não haverá nenhuma disputa nesta temporada e, na passada, só ocorreu uma vez na própria rampa de Pyeongchang e no Mundial. Fez sua estreia nos Jogos de Innsbruck-1964, 40 anos depois do Large Hill. Como a maioria dos atletas agora tem se especializado na rampa maior (ou mesmo na Flying Hill, que não é olímpica), a tendência é que na rampa menor os medalhistas sejam bem parecidos, se não os mesmos, da rampa maior. Em 3 das últimas 4 Olimpíadas o campeão foi o mesmo. Mas na história dos mundiais, o feito só ocorreu 5 vezes em 23 possíveis, sendo 3 nos anos 60-70, uma em 2003 e a última vez no ano passado com o austríaco Stefan Kraft.

Nos Jogos, teremos uma rodada de qualificação onde os 65 atletas classificados saltam apenas uma vez. Os 50 melhores se classificam para a final, que será composta por dois saltos. Apenas os 30 melhores tem o direito de saltar uma segunda vez.

Ouro nas duas provas individuais em Sochi-2014, o polonês Kamil Stoch vem dando show na atual temporada. Ele lidera a classificação geral da Copa do Mundo e obteve um feito raro: venceu as 4 etapas do tradicional Torneio Four Hills, apenas a 2ª vez que isso ocorreu na história. Stoch tem 26 vitórias na carreira em Copas do Mundo, 51 pódios individuais e um título geral (2013-14). O alemão Severin Freund liderava a Copa do Mundo antes do Four Hills, mas sofreu uma queda na 3ª etapa em Innsbruck e não completou a prova. Mas estará de volta para os Jogos em busca da sua 2ª medalha olímpica. Seu compatriota Andreas Wellinger fez um ótimo Mundial de 2017, conquistando 1 ouro e 2 pratas e ainda fez parte da equipe campeã em Sochi, mas com tem apenas 3 vitórias na carreira, uma nesta temporada. Richard Freitag completa a forte equipe alemã. Ele venceu 3 etapas nesta temporada e liderou a Copa do Mundo por um mês.

Bicampeão no Mundial de 2017, o austríaco Stefan Kraft também levou a Copa do Mundo na temporada passada, vencendo 8 etapas, mas faz uma temporada discreta, com apenas 3 pódios. A armada norueguesa é outra forte candidata ao ouro, principalmente com Daniel-André Tande, 3 vitórias e 14 pódios na carreira, e Anders Fannemel. De olho no japonês Noriaki Kasai, que disputará a sua 8ª Olimpíada aos 45 anos, entrando pro seleto grupo com 8 Olimpíadas: ele será o 13º na história e o 1º em esportes de inverno.

Meu Pódio: Ouro – Kamil Stoch (POL); Prata – Andreas Wellinger (GER); Bronze – Daniel-André Tande (NOR)

Large Hill Masculino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Kamil Stoch (POL); Prata – Noriaki Kasai (JPN); Bronze – Peter Prevc (SLO)

Último Mundial (2017): Ouro – Stefan Kraft (AUT); Prata – Andreas Wellinger (GER); Bronze – Piotr Zyla (POL)

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Daniel-André Tande (NOR)

Assim como na rampa menor, esta prova terá uma qualificação com apenas um salto e um final (para os 50 melhores na quali) com dois saltos.

Os favoritos são praticamente os mesmos da prova anterior: o polonês Kamil Stoch, do austríaco Stefan Kraft, os alemães Severin Freund, Richard Freitag e Andreas Wellinger e os noruegueses Daniel-André Tande e Anders Fannemel. Mas aqui surgem outros nomes que são especializados nas grandes rampas, de flying hill. O esloveno Peter Prevc foi bronze em Sochi nesta prova e campeão da Copa do Mundo 2015-16, quando brilhou vencendo 15 das 29 etapas disputadas! Ele foi tricampeão da Copa do Mundo de Ski Flying e campeão mundial em 2016 nesta prova. O veterano japonês Noriaki Kasai também costuma ter mais destaque nas rampas longas.

Meu Pódio: Ouro – Daniel-André Tande (NOR); Prata – Peter Prevc (SLO); Bronze – Kamil Stoch (POL)

Large Hill por Equipes Masculino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Alemanha; Prata – Áustria; Bronze – Japão

Último Mundial (2017): Ouro – Polônia; Prata – Noruega; Bronze – Áustria

Doze equipes competem na prova, cada uma com 4 saltadores. A final é em duas etapas. Na 1ª, os 48 saltam e são somados os pontos de cada país. As 8 melhores equipes terão um segundo salto e os pontos das 8 tentativas são somados.

Se ninguém errar, as medalhas devem ir para 3 dos 6 países a seguir: Noruega, Alemanha, Polônia, Japão, Eslovênia e Áustria. A Polônia com Kamil Stoch, Piotr Zyla, Dawid Kubacki e Maciej Kot vem do ouro (fora o show) no Mundial de 2017 e busca sua 1ª medalha olímpica como equipe. Seu principal adversário será a Alemanha, que contará com Richard Freitag, Severin Freund e Andreas Wellinger, e busca defender o título olímpico. Mas quem vem brilhando na temporada é a Noruega, que venceu as 3 etapas da Copa do Mundo por equipe nesta temporada, liderados pelo Daniel-André Tande. A Áustria dominou por anos o cenário, mas com a aposentadoria de Thomas Morgenstern e Gregor Schlierenzauer perdeu muito de sua força. Japão tem uma equipe muito coesa e a Eslovênia pode surpreender se os irmãos Peter e Domen Prevc saltarem bem.

Meu Pódio: Ouro – Noruega; Prata – Alemanha; Bronze – Polônia

Normal Hill Feminino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Carina Vogt (GER); Prata – Daniela Iraschko-Stolz (AUT); Bronze – Coline Mattel (FRA)

Último Mundial (2017): Ouro – Carina Vogt (GER); Prata – Yuki Ito (JPN); Bronze – Sara Takanashi (JPN)

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Sara Takanashi (JPN)

Com 35 atletas, a prova feminina é no formato de final direta com 2 saltos por competidora.

Quando o assunto é salto feminino, um nome vem a cabeça: o da japonesa Sara Takanashi. Em 7 temporadas existentes da Copa do Mundo, Takanashi, que tem apenas 21 anos, venceu incríveis 53 etapas em 93 disputadas e ficou com o título da Copa do Mundo por 4 temporadas. Mesmo com um currículo espetacular, a japonesa jamais venceu um título mundial ou olímpico individual. Em Sochi-2014, ela ficou em 4º lugar numa temporada que vinha praticamente com 100% de ouros no circuito. Ela foi prata no Mundial de 2013 e bronze no de 2017 e foi novamente 4ª no de 2015. Embora não tenha vencido nenhuma prova nesta temporada, é um nome fortíssimo e busca a redenção. Ouro em Sochi e nos dois últimos mundiais, a alemã Carina Vogt tem apenas 2 vitórias no circuito, mas cresce demais em provas importantes.

A líder da Copa do Mundo é a norueguesa Maren Lundby, com 4 vitórias na temporada, e tem a alemã Katharina Althaus na sua cola. São dois nomes que ainda buscam sua 1ª medalha importante. Outras boas apostas de pódio são a japonesa Yuki Ito, duas vezes vice mundial e com 5 vitórias na carreira, a veterana austríaca de 34 anos Daniela Iraschko-Stolz, 12 vitórias e um título de Copa do Mundo,e a russa Irina Avvakumova.

Meu Pódio: Ouro – Maren Lundby (NOR); Prata- Sara Takanashi (JPN); Bronze – Carina Vogt (GER)

Australian Open – Dia 4

Muitos cabeças de chave caem e Bia dá adeus ao Grand Slam australiano.

Masculino

No complemento da segunda rodada, a grande surpresa veio na mão de um americano, que está salvando o seu país no torneio. Com o nome pouco usual de Tennys Sandgren, o americano eliminou o 9º do mundo Stan Wawrinka, que volta de uma longa lesão, de maneira bem tranquila, por 62 61 64 e vai enfrentar outra zebra na 3ª rodada, o alemão Maximilian Marterer (64 46 76(5) 36 63 no espanhol Fernando Verdasco). Cabeça 5, o austríaco Dominic Thiem quase foi pelo mesmo caminho do suíço. Chegou a perder dois sets pro americano vindo do qualifying Denis Kudla, mas virou para avançar com 67(6) 36 63 62 63.

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Roger Federer (SUI)

Roger Federer passou pelo alemão Jan-Lennard Struff com 64 64 76(4) e chega pela 65ª vez a 3ª rodada de um Grand Slam. O suíço enfrentará o francês Richard Gasquet, que derrotou por 62 63 63 o qualifier italiano Lorenzo Sonego. Novak Djokovic também avançou ao derrotar pela 15ª vez em 15 confrontos o francês Gael Monfils por 46 63 61 63. Também avançaram Alexander Zverev (61 63 46 63 no alemão Peter Gojowczyk), Tomas Berdych (63 26 62 63 no espanhol Guillermo García López) e Juan Martin del Potro (64 76(4) 67(0) 64 no russo Karen Khachanov). Já o húngaro Martin Fucsovics eliminou o americano Sam Querrey por 64 76(6) 46 62.

Feminino

Beatriz Haddad Maia

Bia Haddad Maia (BRA)

Simona Halep passou tranquilamente pela canadense Eugenie Bouchard, com parciais de 62 62. Já a ex-número 1 do mundo Karolina Pliskova massacrou a brasileira Bia Haddad Maia, que jogou de maneira irreconhecível neste torneio e apanhou de 61 61 em apenas 44min. Pliskova pega agora sua compatriota checa Lucie Safarova (62 64 na romena Sorana Cirstea). Mas a grande zebra do dia veio com a lucky loser e desconhecida americana Bernarda Pera, que passou com 64 75 pela cabeça 9, a britânica Johanna Konta. Cabeça 3, a espanhola Garbiñe Muguruza também se despediu precocemente ao ser eliminada pela taiwanesa Su-wei Hsieh por 76(1) 64.

Maria Sharapova mostra a cada rodada que está de volta e eliminou a letã Anastasija Sevastova por 61 76(4) e vai pegar a alemã Angelique Kerber, campeã do torneio em 2016 e que venceu por 64 61 a croata Donna Vekic. Também seguem vivas a francesa Caroline Garcia (67(3) 62 86 na checa Marketa Vondrousova) e a polonesa Agnieszka Radwanska (26 75 63 na ucraniana Lesia Tsurenko).

Duplas

Marcelo Melo e o polonês Lukasz Kubot venceram tranquilamente o italiano Paolo Lorenzi e o alemão Mischa Zverev por 62 62 em apenas 51min. Zverev mal andava na quadra. Já Marcelo Demoliner e o filipino Treat Huey perderam na estreia por 76(6) 64 para o polonês Marcin Matkowski e pro paquistanês Aisam-ul-Haq Qureshi, cabeças 15.

Prévia Pyeongchang-2018: Skeleton

O skeleton fez sua estreia olímpica na longínqua Olimpíada de 1928 em St. Moritz, na Suíça. Depois saiu e voltou novamente em St. Moritz em 1948 e sair definitivamente do programa olímpico até Salt Lake City-2002, quando finalmente as mulheres tiveram a sua chance.

O que aparenta ser o esporte de trenó mais perigoso pelo fato do atleta descer com a cabeça na frente, na verdade é o mais seguro, pois tem o centro de gravidade mais próximo ao solo, dando grande estabilidade, e o controle das curvas e frenagem são feitos pelos pés. Considerando apenas as últimas 4 Olimpíadas (de 2002 em diante), Estados Unidos, Canadá e Grã-Bretanha tem dois ouros cada e jamais tivemos um bicampeão olímpico. Outra curiosidade é que quem ganhou um ouro olímpico nunca venceu outra medalha. Mas isso deve mudar este ano.

Masculino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Aleksander Tretiakov (RUS)*; Prata – Martins Dukurs (LAT); Bronze – Matthew Antoine (USA)

* Tretiakov perdeu a medalha de ouro por doping

Último Mundial (2017): Ouro – Martins Dukurs (LAT); Prata – Axel Jungk (GER); Bronze – Nikita Tregubov (RUS)

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Martins Dukurs (LAT)

Diferente das etapas da Copa do Mundo, mas na mesma maneira do Mundial, a prova olímpica do skeleton é composta por 4 descidas, realizadas em 2 dias consecutivos. Serão 30 atletas descendo na pista de Alpensia.

O maior nome da modalidade é sem dúvida o letão Martins Dukurs. Pentacampeão mundial e octacampeão seguido da Copa do Mundo, o letão ainda venceu os últimos 9 campeonatos europeus e tem na carreira 50 vitórias em Copas do Mundo! Apesar do currículo invejável, ainda falta o ouro olímpico para ele, já que ele foi prata em Vancouver-2010 e em Sochi-2014. Entretanto, ele deve herdar o ouro de 2014 por conta de desclassificação por doping do russo Alexander Tretiakov, que está banido dos Jogos. Apesar da carreira brilhante do letão, quem está brilhando nesta temporada é o sul-coreano Yun Sung-bin, que venceu 5 das 7 etapas já disputadas e nas outras duas ficou em 2º atrás do Dukurs. Aos 23, Yun é a grande aposta de medalha do país-sede fora da patinação de velocidade. E competir na pista de casa só vai ajudá-lo. Na etapa da Copa do Mundo da temporada passada disputada na pista olímpica, Dukurs venceu por apenas 1 centésimo.

Já para o bronze, a briga está bem mais aberta. Boas chances de termos irmãos no pódio, já que Tomass Dukurs, irmão mais velho de Martins, faz um bom ano. O alemão Axel Jungk, prata no último mundial, o russo Nikita Tregubov e o americano Matthew Antoine também estão na disputa.

Meu Pódio: Ouro – Yun Sung-bin (KOR); Prata – Martins Dukurs (LAT); Bronze – Axel Jungk (GER)

Feminino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Lizzy Yarnold (GBR); Prata – Noelle Pikus-Pace (USA); Bronze – Elena Nikitina (RUS)*

* Nikitina perdeu a medalha de bronze por doping

Último Mundial (2017): Ouro – Jacqueline Lölling (GER); Prata – Tina Hermann (GER); Bronze – Lizzy Yarnold (GBR)

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Jacqueline Lölling (GER)

Assim como na prova masculina, serão 4 descidas. Mas diferente do masculino, a disputa feminina está bem mais acirrada.

A alemã Jacqueline Lölling venceu 3 das 7 etapas desta temporada e vem do título mundial de 2017. Em apenas sua 3ª temporada na Copa do Mundo, Lölling foi 2ª no geral na estreia (temporada 2015-16), depois venceu em 2016-17 e deve levar o bicampeonato na temporada atual, aos 22 anos. Sua compatriota Tina Hermann foi campeã mundial em 2016 na pista austríaca de Igls e pegou 4 pódios nesta temporada, apesar de nenhum ouro. A russa Elena Nikitina, campeã de duas etapas no fim do ano passado, está banida dos Jogos. Outra que também venceu duas etapas nesta temporada é a austríaca Janine Flock, mas mostrou muita instabilidade no circuito, obtendo resultados bem ruins, mas corre por fora.

Campeã em Sochi, a britânica Lizzy Yarnold faz uma temporada bem ruim. Pegou um bronze na abertura em Lake Placid e depois foi muito mal. Seu melhor resultado foi um 8º e, em 3 etapas, ficou abaixo do top15. Mas ela tem um ouro olímpico e um título mundial na bagagem. De olho também na equipe canadense que enviará 3 fortes nomes: Elisabeth Vathje, bronze no Mundial de 2015 e atual vice na Copa do Mundo, Mirela Rahneva e Jane Channell.

Meu Pódio: Ouro – Jacqueline Lölling (GER); Prata – Elisabeth Vathje (CAN); Bronze – Tina Hermann (GER)

Australian Open – Dia 3

Qualifiers avançando e início das duplas em Melbourne.

Masculino

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Rafael Nadal (ESP)

Rafael Nadal venceu mais uma, agora sobre o argentino Leonardo Mayer por 63 64 76(4), e vai enfrentar na 3ª rodada o bósnio Damir Dzumhur, que eliminou por 75 36 64 61 o australiano John Millman. Grigor Dimitrov, por outro lado, sofreu nas mãos do qualifier americano Mackenzie McDonald. Número 186 do ranking, o desconhecido americano levou o 3º do mundo para o 5º set, mas o búlgaro acabou vencendo por 46 62 64 06 86 em 3h25. Dimitrov pega agora o russo Andrey Rublev (64 67(5) 64 62 no cipriota Marcos Baghdatis).

Jo-Wilfried Tsonga foi outro que precisou suar e vencer no 5º set. Seu adversário foi o talentoso canadense Denis Shapovalov. Mas o francês se sobressaiu com 36 63 16 76(4) 75 em 3h37. Tsonga enfrentará o chato australiano Nick Kyrgios (75 64 76(2) no sérvio Viktor Troicki). Na parte da chave sem cabeças, Ivo Karlovic também precisou de 5 sets para eliminar pot 76(3) 67(3) 75 46 12-10. Karlovic fez impressionantes 53 aces em 4h33 de partida.

Feminino

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Luksika Kumkhum (THA)

Caroline Wozniacki precisou de 3 sets para eliminar a croata Jana Fett por 36 62 75 e agora pega a holandesa Kiki Bertens (76(3) 60 na americana Nicole Gibbs). O que chamou a atenção na chave feminina foi o fato de 3 qualifiers avançarem para a 3ª rodada. A tailandesa Luksika Kumkhum eliminou a suíça Belinda Bencic (que tinha vencido a Venus) por tranquilos 61 63. A checa Denisa Allertova passou com 64 76(5) pela chinesa Shuai Zhang e a ucraniana Marta Kostyuk eliminou a austrailana Olivia Rogowska por 63 75. Kostyuk faz um duelo ucraniano contra Elina Svitolina, que também precisou vencer de virada com 46 62 61 na checa Katerina Siniakova.

Também venceram a campeã de Roland Garros Jelena Ostapenko com 63 36 64 na chinesa Duan Yingying, as estonianas Anett Kontaveit (63 46 64 na alemã Mona Berthel) e Kaia Kanepi (64 63 na campeã olímpica Monica Puig), Alizé Cornet (64 63 na alemã Julia Görges) e Magdalena Rybarikova (64 06 62 na belga Kirsten Flipkens).

Duplas

Bruno Soares e Jamie Murray levaram um susto, mas venceram os americanos Francis Tiafoe e Donald Young de virada por 57 64 64. Na chave feminina, Bia Haddad Maia e a romena Sorana Cirstea venceram por 62 62 a russa Veronika Kudermetova e a bielorrussa Aryna Sabalenka.

Australian Open – Dia 2

O segundo dia de disputas em Melbourne viu menos surpresas do que no 1º dia.

Masculino

Atual campeão, Roger Federer passou sem sustos pelo esloveno Aljaz Bendene por 63 64 63 e segue rumo ao 6º título do Australian Open. O quarto do mundo Alexander Zverev passou pelo italiano Thomas Fabbiano com 61 76(5) 75, enquanto o suíço Stan Wawrinka, de volta após meses afastado por lesão, também venceu com 63 64 26 76(2) sobre o lituano Ricardas Berankis.

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Juan Martin del Potro (ARG). Foto: AusOpen

Outro que está de volta é Novak Djokovic. O sérvio busca o 7º título em Melbourne e passou com tranquilidade pelo americano Donald Young, com parciais de 61 62 64. Na 2º rodada ele pega o francês Gael Monfils (63 76(5) 64 no espanhol Jaume Munar). Também venceram Dominic Thiem (64 64 64 no argentino Guido Pella) com direito a um lindo Grand Willy, Juan Martin Del Potro (63 64 63 no americano Francis Tiafoe), David Goffin (67(3) 63 62 64 no alemão Matthias Bachinger) e Sam Querrey (63 64 62 no espanhol Feliciano López). Já Milos Raonic, outro voltando de lesão, caiu na estreia por 67(5) 75 64 76(4) pro eslovaco Lukas Lacko.

Feminino

A número 1 do mundo Simona Halep teve um pouco de dificuldade, mas passou pela convidada australiana Destanee Aiava por 76(5) 61 e fará um belo duelo na 2ª rodada com a canadense Eugenie Bouchard (63 76(5) na francesa Océane Dodin). Garbiñe Muguruza venceu por 64 63 a francesa Jessika Ponchet e Caroline Garcia derrotou 75 63 a alemã Carina Witthöft. Também estrearam com vitória a britânica Joahnna Konta (63 61 na americana Madison Brengle), a letã Anastasija Sevastova (36 63 62 na americana Varvara Lepchenko), a checa Karolina Pliskova (63 64 na paraguaia Veronica Cepede Royg) e a russa Elena Vesnina (63 64 na tunisiana Ons Jabeur).

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Bia Haddad Maia começou muito mal sua partida contra a convidada australiana Lizette Cabrera, de quem já vencera na semana passada no WTA de Hobart. Cabrera abriu 3-0 com 2 quebras, mas aos poucos a Bia foi entrando no jogo, mesmo cometendo muitos erros não forçados. Buscou o empate em 5-5 e levou o 1º set para o tie-break, vencendo por 76(3). No 2º set o jogo seguiu parecido, com muitos erros, mas a brasileira fechou para vencer por 76(3) 64 e quebrar um jejum de 53 anos de vitória de uma jogadora brasileira no Australian Open! Na 2ª rodada, Bia enfrentará a cabeça 3 Karolina Pliskova.

Prévia Pyeongchang-2018: Patinação de Velocidade em Pista Curta

É na patinação de velocidade em pista curta que a Coreia do Sul coloca todas as suas fichas. Potência na modalidade, afinal o país conquistou 21 das 48 medalhas de ouro distribuídas na história olímpica na modalidade, mas em Sochi a decepção foi grande, pois zeraram no masculino e o feminino levou dois dos quatro ouros disponíveis. Agora, a torcida é por um show em casa.

Há pouca variação nos medalhistas entre as provas e quem vence os 500m tem ainda boas chances de vencer os 1.500m, havendo pouco especialistas, diferente da modalidade em pista longa. Em compensação, a modalidade é de grande emoção, com muitas quedas, desclassificações e viradas de jogo na última curva. Quem esquece a final dos 1.000m em Salt Lake City-2002, quando o australiano Steven Bradbury levou o ouro após todos a sua frente trombarem e caírem na última curva?

500m Masculino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Viktor Ahn (RUS); Prata – Wu Dajing (CHN); Bronze – Charle Cournoyer (CAN)

Último Mundial (2017): Ouro – Sjinkie Knegt (NED); Prata – Wu Dajing (CHN); Bronze – Seo Yi-ra (KOR)

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Sjinkie Knegt (NED)

Serão 4 rodadas na prova de 500m: eliminatórias, quartas, semifinais e finais. Normalmente apenas os 2 primeiros de cada bateria avançam e, dependendo da quantidade de atletas, os melhores tempos dos não classificados. Como os empurrões e as quedas são muito comuns, os atletas que caem normalmente avançam e os considerados culpados pela queda são desclassificados. A prova consiste em 4 voltas e meia pela pista oval de 111,11m.

Como disse, são poucos os especialistas em provas neste esporte, mas um se destaca nos 500m principalmente: o chinês Wu Dajing. Prata em Sochi-2014, o chinês já foi bicampeão mundial da prova em 2014 e 2015 e prata em 2016 e 2017. Considerando a atual temporada e a anterior, ele venceu 5 das 12 etapas dos 500m. Quem cresceu demais no esporte foi o holandês Sjinkie Knegt, provando que a Holanda não é um país apenas de patinadores em pista longa. Apesar do título mundial em 2017, Knegt não tem tido muita sorte na Copa do Mundo na prova mais curta. O sul-coreano Seo Yi-ra é a grande esperança do país-sede para apagar o fracasso de 2014. Ele medalhou nas 4 provas individuais do último mundial e venceu o título geral, o que não acontecia com um sul-coreano desde 2013. Os nomes para ficar de olho são os irmãos húngaros Shaoang Liu e Sándor Liu Shaolin e os canadeses Samuel Girard e Charles Hamelin. A Coreia do Sul venceu esta prova apenas uma vez na história olímpica, em Lillehammer-1994, na estreia do esporte nos Jogos.

Meu Pódio: Ouro – Wu Dajing (CHN); Prata – Sjinkie Knegt (NED); Bronze – Sandor Liu Shaolin (HUN)

1.000m Masculino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Viktor Ahn (RUS); Prata – Vladimir Grigorev (RUS); Bronze – Sjinkie Knegt (NED)

Último Mundial (2017): Ouro – Seo Yi-ra (KOR); Prata – Shaoang Liu (HUN); Bronze – Charles Hamelin (CAN)

Assim como os 500m, serão 4 rodadas na disputa dos 1.000m, onde os atletas dão 9 voltas na pista. Diferente da prova mais curta, os sul-coreanos venceram 6 das 8 disputas olímpicas. Se considerarmos que o Viktor Ahn é sul-coreano de nascimento (ele defendeu a Rússia em 2014), então são 7 dos 8 títulos para sul-coreanos.

Por ser uma distância intermediária, é a mais difícil de prever, já que os melhores nos 500m e nos 1.500m se dão bem na prova. Pra se ter uma ideia, 9 atletas medalharam nesta Copa do Mundo em 12 medalhas possíveis. Na temporada 2016-17, foram 13 atletas em 21 medalhas. O canadense Charles Hamelin tem um bom histórico nos 1.000m assim como seu compatriota Samuel Girard. O holandês Sjinkie Knegt bateu o recorde mundial da distância em novembro de 2016 e o sul-coreano Seo Yi-ra levou a prova no último mundial. O húngaro Sandor Liu Shaolin venceu a Copa do Mundo da distância nesta temporada por ser o mais consistente enquanto seu irmão Shaoang Liu venceu na passada. Outras forças na distância são o chinês Wu Dajing, o cazaque Nurbergen Zhumagaziyev e o francês Thibaut Fauconnet.

Meu Pódio: Ouro – Charles Hamelin (CAN); Prata – Seo Yi-ra (KOR); Bronze – Sjinkie Knegt (NED)

1.500m Masculino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Charles Hamelin (CAN); Prata – Han Tianyu (CHN); Bronze – Viktor Ahn (RUS)

Último Mundial (2017): Ouro – Sin Da-woon (KOR); Prata – Samuel Girard (CAN); Bronze – Seo Yi-ra (KOR)

Audi ISU World Cup Short Track Speed Skating - Dordrecht

Hwang Dae-heon (KOR)

Na prova individual mais longa, serão 3 fases de disputa, começando diretamente nas quartas, e todas serão disputadas no mesmo dia. Esta será a 1ª final do esporte nos Jogos. Em 4 disputas olímpicas, a Coreia do Sul venceu 2. São 13 voltas e meia.

O destaque desta temporada é o sul-coreano Hwang Dae-Heon, que venceu 2 das 4 etapas da Copa do Mundo e nas outras 2 ficou em 2º. Além do resto da equipe sul-coreana, o holandês Sjinkie Knegt tem bons resultados na distância, vencendo 3 das 8 etapas da temporada passada e dominou o Europeu neste último fim de semana. Os favoritos são praticamente os mesmos das provas anteriores: o canadense Charles Hamelin e os irmãos húngaros Shaoang Liu e Sandor Liu Shaolin. Também ficar de olho nos russos Semen Elistratov e Viktor Ahn.

Meu Pódio: Ouro – Hwang Dae-heon (KOR); Prata – Sjinkie Knegt (NED); Bronze – Seo Yi-ra (KOR)

Revezamento 5.000m Masculino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Rússia; Prata – Estados Unidos; Bronze – China

Último Mundial (2017): Ouro – Holanda; Prata – China; Bronze – Hungria

Serão apenas 8 equipes na disputa do revezamento, com semifinais e finais. Na prova, não há lugares específicos para a troca, como no atletismo. Uma equipe pode trocar a qualquer momento de atleta, contanto que eles se toquem, o que significa a troca. Apenas nas três últimas voltas é que não é permitida a troca. As equipes classificadas são: Canadá, Coreia do Sul, Estados Unidos, China, Holanda, Japão, Rússia e Hungria.

Apesar da força da Coreia do Sul, o país tem ficado de fora dos últimos pódios. Venceu apenas 2 vezes o ouro nos Jogos em 7 oportunidades e a última vez que levaram o Mundial foi em 2010. É uma prova muito aberta e acidentes são bem comuns por conta da quantidade grande de atletas na pista. Canadá, China, Holanda e Hungria vem de bons resultados nas últimas temporadas. O Canadá tem uma equipe mais consistente e chegará como a equipe a ser batida.

Meu Pódio: Ouro – Canadá; Prata – Coreia do Sul; Bronze – Hungria

500m Feminino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Li Jianrou (CHN); Prata – Arianna Fontana (ITA); Bronze – Park Seung-hi (KOR)

Último Mundial (2017): Ouro – Fan Kexin (CHN); Prata – Marianne St-Gelais (CAN); Bronze – Kim Ji-yoo (KOR)

Assim como no masculino, serão 4 rodadas de disputa e a força é total da China, que venceu esta prova nas últimas 4 Olimpíadas.

O principal nome da distância é Fan Kexin. Especializada na distância, a chinesa é tetracampeã mundial e esteve no pódio de 6 dos últimos 7 mundiais. A canadense Marianne St-Gelais foi campeã da Copa do Mundo nas últimas 3 temporadas e quer acabar com a fama de eterna vice: ela tem 3 pratas olímpicas e 11 pratas em Mundiais, com apenas 1 ouro. Grande nome do último mundial, a britânica Elise Christie quer ser o destaque no feminino em Pyeongchang e tem tudo para levar 3 medalhas. A armada sul-coreana, claro, também tem chances, embora historicamente esta seja a pior prova delas. Também brigam por medalha a italiana Arianna Fontana e a canadense Kim Boutin.

Meu Pódio: Ouro – Fan Kexin (CHN); Prata – Elise Christie (GBR); Bronze – Marianne St-Gelais (CAN)

1.000m Feminino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Park Seung-hi (KOR); Prata – Fan Kexin (CHN); Bronze – Shim Suk-hee (KOR)

Último Mundial (2017): Ouro – Elise Christie (GBR); Prata – Marianne St-Gelais (CAN); Bronze – Suzanne Schulting (NED)

2178837-45534150-2560-1440

Choi Min-jeong (KOR)

Também serão 4 rodadas na prova de 1.000m. Em 6 disputas olímpicas, foram 4 ouros pra Coreia do Sul e 2 para a China. Das 18 medalhas da história, são 9 sul-coreanas e 7 chinesas.

As sul-coreanas Choi Min-jeong e Shim Suk-hee largam na frente pro ouro. Choi venceu duas etapas nesta temporada na prova e 2 na temporada passada, além de dois ouros nos Mundiais de 2016 e 2015. A britânica Elise Christie competiu pouco nesta temporada por conta de lesão, mas venceu a prova no último mundial. As italianas Arianna Fontana e Martina Valecepina, a canadense Marianne St-Gelais, a holandesa Suzanne Schulting e a canadense Kim Boutin são outras boas apostas de medalha.

Meu Pódio: Ouro – Choi Min-jeong (KOR); Prata – Shim Suk-hee (KOR); Bronze – Arianna Fontana (ITA)

1.500m Feminino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Zhou Yang (CHN); Prata – Shim Suk-hee (KOR); Bronze – Arianna Fontana (ITA)

Último Mundial (2017): Ouro – Elise Christie (GBR); Prata – Marianne St-Gelais (CAN); Bronze – Shim Suk-hee (KOR)

Assim como no masculino, serão 3 rodadas, todas no mesmo dia. A Coreia do Sul tem o domínio histórico com 2 ouros, 4 pratas e 1 bronze em 4 vezes que a prova foi disputada no Jogos. A China venceu as outras duas vezes com Zhou Yang.

Assim como nos 1.000m, Choi Min-jeong e Shim Suk-hee tem o favoritismo. Choi venceu 3 das 4 etapas da Copa do Mundo nesta temporada e Shim venceu a outra. Na passada, Shim levou 4 das 8, mas o título mundial ficou com a britânica Elise Christie. As canadenses Marianne St-Gelais, Kim Boutin e Valérie Maltais, a italiana Arianna Fontana e a holandesa Suzanne Schulting também brigam por medalhas.

Meu Pódio: Ouro – Choi Min-jeong (KOR); Prata – Shim Suk-hee (KOR); Bronze – Elise Christie (GBR)

Revezamento 3.000m Feminino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Coreia do Sul; Prata – Canadá; Bronze – Itália

Último Mundial (2017): Ouro – China; Prata – Hungria; Bronze – Japão

relay

Apenas 8 equipes também disputam o revezamento feminino, que terá semifinais e finais. As equipes são: Coreia do Sul, China, Canadá, Rússia, Holanda, Itália, Japão e Hungria.

A Coreia do Sul, claro, tem todo o favoritismo em casa. Elas venceram 5 das 7 disputas na história olímpica. Nas últimas duas temporadas, elas venceram 6 das 10 etapas da Copa do Mundo e tem tudo para faturar mais uma vez, apesar de terem sido desclassificadas na semifinal do Mundial de 2017. Lideradas por Fan Kexin, a China é a atual campeã mundial e, assim como Canadá, Itália e Rússia, que acabou de vencer o Europeu, deve brigar por medalha. Hungria e Holanda correm por fora.

Meu Pódio: Ouro – Coreia do Sul; Prata – Rússia; Bronze – China