Ouro no remo, mas alguns mundiais de base bem ruins…

Terminou neste domingo em Plovdiv, na Polônia, o Mundial Sub23 de Remo e o Brasil enviou 3 atletas para a competição, voltando com bons resultados, pelo menos para a realidade do remo brasileiro.

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Uncas Batista (centro) no pódio do Mundial Sub23 de Remo na Polônia. Foto: FISA

O destaque foi Uncas Batista, que se tornou bicampeão mundial sub23! Ele fez uma excelente campanha, mas na prova de single skiff peso leve, que não é olímpica. Uncas venceu sua eliminatória com 7:09.05, venceu a sua bateria de 4as com 7:27.70 e foi 2º na sua semifinal com 7:18.44. Na final, o francês Hugo Beurey começou melhor, abrindo 3s sobre o Uncas, que na segunda metade foi se recuperando até vencer com 6:51.27 contra 6:54.10 do francês.

Lucas Ferreira, bronze no Mundial Jr de 2016, chegou à Final A do single skiff, essa sim prova olímpica, e terminou em 6º, bem longe dos líderes. O brasileiro fez 7:06.45 e o canadense Trevor Jones foi o campeão com 6:48.70. No single skiff feminino, Milena Viana foi 3ª na Final B, 9ª o geral entre 17 atletas. Forma bons resultados se levarmos em conta a atual situação do remo brasileiro. Precisamos urgente achar um companheiro pro Uncas pro double skiff peso leve.

Também terminou neste domingo o Mundial Jr/Sub23 de canoagem velocidade e o Brasil saiu sem nenhum medalha. Pior, sem nenhuma Final A. Nem Jacky Godmann, que foi 4º no C1 200m Jr no ano passado pegou final. Agora ele é Sub23 e pegou Final B.

Também rolou essa semana o Mundial Jr de Saltos Ornamentais em Kiev, Ucrânia. A China levou 14 das 17 provas (!) e o Brasil conseguiu apenas uma final, e numa prova não olímpica. Luis Felipe Moura ficou em 11º no trampolim de 1m, categoria A (sub18).

Na semana anterior, Ana Sátila decepcionou ao perder portas na final do K1 e do C1 Sub23, mas saiu com um ouro de consolação na ‘gincana’ do Extreme K1. No Mundial Jr de Nado Artístico, em Budapeste, Brasil não conseguiu nenhum top-12. Na prova de equipes ficou em 13º na prova técnica e na livre, atrás até da Grã-Bretanha. No Mundial da Juventude de Vela, os destaques brasileiros foram no feminino, com um 5º lugar (Rafaela Salles e Fernanda Blyth na 29er), um 6º (Larissa Schenker na RSX) e um 7º (Marina da Fonte e Marina Arndt na 420). O único top-10 no masculino foi de Tiago Quevedo na Laser Radial.

Neste ciclo olímpico, o Brasil chegou a 31 medalhas na base (10O-9P-12B):

Ouro – Wesley Dantas – Surfe Júnior (set/16)
Ouro – Duda / Ana Patrícia – Vôlei de Praia Sub21 (jul/17)
Ouro – Adrielson / Renato  – Vôlei de Praia Sub21 (jul/17)
Ouro – Revezamento 4x400m misto – Atletismo Sub18 (jul/17)
Ouro – Uncas Batista – Remo single skiff peso leve Sub23 (jul/17)
Ouro – Isaquias Queiroz – C1 1.000m Sub23 (jul/17)
Ouro – Aldi de Oliveira – Judô 50kg Sub18 (ago/17)
Ouro – Daniel Cargnin – Judô 66kg Sub21 (out/17)
Ouro – Ana Sátila – Extreme K1 Sub23 (jul/18)
Ouro – Uncas Batista – Remo single skiff peso leve Sub23 (jul/18)
Prata – Manoel Messias – Triatlo Sub23 (set/16)
Prata – Ana Sátila Vargas – Canoagem slalom K1 Sub23 (jul/17)
Prata – Isaquias Queiroz – C1 200m Sub23 (jul/17)
Prata – Gabriella Moraes – Judô 63kg Sub18 (ago/17)
Prata – Milena Silva – Judô 70kg Sub18 (ago/17)
Prata – Judô por Equipe Mista Sub18 (ago/17)
Prata – André dos Santos – Karatê 70kg Cadete (out/17)
Prata – Luana Madeira – Levantamento de Peso 48kg Júnior (jul/18)
Prata – Mirieli Estaili Santos – Salto Triplo Sub20 (jul/18)
Bronze – Lucas Ferreira – Remo single skiff Júnior (ago/16)
Bronze – Leandro Souza – Taekwondo +78kg Juvneil (nov/16)
Bronze – Luana Madeira – Levantamento de Peso 48kg Júnior (jun/17)
Bronze – Giovana Rosa – Atletismo 400m Sub18 (jul/17)
Bronze – Amanda Arraes – Judô 44kg Sub18 (ago/17)
Bronze – Luiza Cruz – Judô +70kg Sub18 (ago/17)
Bronze – Maria Clara Pacheco – Taekwondo 47kg Cadete (ago/17)
Bronze – Beatriz Souza – Judô +78kg Sub21 (out/17)
Bronze – Futebol Masculino Sub17 (out/17)
Bronze – Gabriel Ramos – Taekwondo 59kg Juvenil (abr/18)
Bronze – Patrik Cardoso – Taekwondo +78kg Juvenil (abr/18)
Bronze – Alison dos Santos – 400m com barreiras Sub20 (jul/18)

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Mais medalhas para Ana Satila. E quem segura Jessica Fox?

Na 3ª etapa da Copa do Mundo de canoagem slalom, Ana Sátila faturou mais duas medalhas e chega a 5 medalhas até agora na Copa do Mundo.

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Ana Sátila na 2ª etapa. Foto: CBCa

Na cidade alemã de Augsburg, Ana ficou com o bronze no C1 com 115,79, atrás da australiana Jessica Fox com 111,15 e da britânica Mallory Franklin com 115,65. Na prova de Extreme K1, uma espécie de corrida em formato de baterias, mas que não é olímpica, Ana venceu e levou o ouro. No sábado, ela parou na semifinal do K1, perdendo duas portas e terminando em 28º.

Na 1ª etapa, há duas semanas na Eslováquia, Ana já havia ficado com a prata no Extreme K1 e pego as duas finais nas provas olímpicas, terminando em 9ª no K1 e em 10ª no C1. E na semana passada, na Polônia, ela ficou com o bronze no C1 e mais uma prata no Extreme K1, mas no K1 parou na semifinal, em 16º.

Mas quem está imbatível é a australiana Jessica Fox. Prata em Londres-2012 e bronze no Rio-2016, Fox venceu o K1 e o C1 nas três etapas! 100% de aproveitamento nas duas provas, algo simplesmente espetacular. Na classificação geral, Ana está em 2º lugar no C1 e em 15º no K1. No masculino, o britânico Joseph Clarke lidera no K1 e o eslovaco Alexander Slafkovsky, prata nas 3 etapas, no C1.

A Copa do Mundo só retorna no fim de agosto para uma etapa na Eslovênia e em setembro pra etapa final na Espanha.

 

3 medalhas para comemorar no fim de semana

Num fim de semana cheio de bons resultados pro esporte brasileiro, 3 medalhas se destacaram em 3 provas dos seus respectivos circuitos mundiais e que estavam praticamente completas, com todos os maiores nomes da modalidade.

Quatro brasileiros competiram na Diamond League de Eugene, nos EUA.

Em sua 1ª temporada entre os melhores do mundo, Almir dos Santos foi bronze no salto triplo com 17,35m, obtidos no 2º salto. Ele liderou por boa parte da prova, até que os americanos Christian Taylor com 17,73m no último salto e Will Claye com 17,46m no 5º o passaram. A única grande ausência na prova foi do cubano Pedro Pablo Pichardo.

No arremesso de peso, Darlan Romani se afirmando como um dos melhores do mundo. Depois de quebrar mais um vez o recorde sul-americano na semana passada com 21,94m, ele melhorou a marca em 1cm e, com 21,95m, foi bronze na etapa. A vitória foi do americano campeão olímpico no Rio Ryan Crouser com espetaculares 22,53m, seguido do polonês Michal Haratyk com 21,97m. Estavam na prova o neozelandês Tom Walsh (4º com 21,84m), o alemão David Storl, o polonês Konrad Bukowiecki e os americanos Joe Kovacs, Ryan Whiting e Darrell Hill. Prova absurdamente forte. No último arremesso, Darlan fez mais de 22m, mas foi invalidado por muito pouco.

Também competiram em Eugene (mas em provas que não valiam pro circuito da Diamond League) Thiago Braz, que mais uma vez decepcionou e ficou sem marca no salto com vara, queimando as 3 em baixos 5,41m, e Thiago André, 9º na prova da milha com 3:56.03.

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Isaquias Queiroz em Duisburg. Foto: CBCa

Já na Alemanha, em Duisburg, a seleção masculina de canoa foi pra 2ª etapa da Copa do Mundo. Isaquias Queiroz foi o destaque ao levar duas medalhas de prata, no C1 1.000m e no C1 500m. Em ambas ficou atrás do checo Martin Fuksa e na frente do alemão Sebastian Brendel. Nos 1.000m no sábado, Fuksa venceu com 3:42.385, melhor tempo da história, contra 3:44.708 do brasileiro e 3:45.727 do alemão. Nos 500m no domingo, Fuksa fez 1:46.888, Isaquias 1:47.449 e Brendel 1:47.979.

Nas provas do C2, Erlon Silva e Maico Santos ficaram em 4º nos 500m, em 7º nos 200m e em 8º nos 1.000m. Bom ficar de olho no Jacky Godmann, de 19 anos, 2º na FInal B dos 1.000m e 3º na Final B dos 200m.

Mundial de Canoagem Slalom – Parte II

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Ana Sátila e sua 2ª medalha neste Mundial! Foto: CBCa

Depois de fracassar no C1 apesar de todo o favoritismo, a australiana Jessica Fox deu show na final do K1. Na semifinal, passou com o 10º tempo, ficando a apenas 0.07 da 11ª. Na decisão, ela foi a 1ª a descer e fez uma prova limpa com 97.14. Aí foi só torcer contra. Nenhuma atleta chegava perto do tempo da australiana. A última a descer foi a britânica Fiona Pennie, a melhor nas eliminatórias e na semifinal, mas, quando ela perdeu a 10ª porta, o ouro caiu nas mãos da jovem australiana de apenas 23 anos e 7 títulos mundiais! A eslovaca Jana Dukatova foi prata com 101.76 e a alemã Ricarda Funk bronze com 102.62. Ana Sátila, bronze no C1 na sexta, ficou em 15º lugar na semi e não pegou final.

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Benjamin Savsek (SLO). Foto: ICF

Na final do C1 masculino, o esloveno Benjamin Savsek foi espetacular. Mesmo com uma falta e a punição de 2s, conseguiu fazer o melhor tempo, com 94.81. Em 2º lugar o eslovaco Alexander Slafkovsky com 96.29 e o bronze foi pro veteraníssimo e multicampeão eslovaco Michal Martikan. Após 3 pódios seguidos em mundiais, Savsek finalmente levou o ouro enquanto Martikan, aos 38 anos, chega a sua 21ª medalha em Mundiais! Ele ainda tem 5 medalhas olímpicas. Felipe Borges ficou em 25º na semifinal.

No domingo, foi a vez da estreia do Extreme Kayak em mundiais. É uma prova de baterias com 4 por vez onde os 2 primeiros avançam. Há portas que devem ser cruzadas pela direita ou pela esquerda, portas de remonta e área onde deve ser feito um rolamento. Ana Sátila foi avançando, venceu sua bateria de 4as de final, contou com duas desclassificações na semi e, na decisão, conseguiu uma medalha de prata, sua 2ª medalha neste Mundial! A vitória foi da alemã Caroline Trompeter e no masculino o ouro foi pro checo Vavrinec Hradilek.

Mundial de Canoagem Slalom – Parte I

Ana Sátila novamente entra para a história da canoagem brasileira conquistando a 1ª medalha de um brasileiro em Mundiais de canoagem slalom, em Pau, na França.

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Ana Sátila. Foto: CBCa

Na prova do C1 feminino, que fará sua estreia olímpica em Tóquio-2020, Ana brilhou e contou bastante com a sorte. Nas eliminatórias na quarta-feira, fez o 13º tempo na 1ª descida para avançar pra semifinal. Hoje na semi, deu 3 toques nas portas, mas fez uma descida excelente (a 3ª mais rápida) e terminou em 7º lugar com 119.21 se garantindo na decisão. A australiana Jessica Fox vinha com o melhor tempo de 114.44. Na final, a britânica Mallory Franklin, a 1ª a descer, brilhou zerando com 109.09. As duas russas fizeram descidas ruins. Uma inclusive virou o caiaque e perdeu 6 portas. Ana foi a 4ª a descer e vinha muito bem, mas acabou tocando na penúltima porta. Ainda assim, assumiu o 2º lugar com 114.29. Aí foi hora de secar as 6 restantes. A britânica Eilidh Gibson vinha muito bem, mas tocou uma no final e piorou seu tempo, ficando atrás da brasileira. A checa Tereza Fiserova, penúltima a descer, zerou sua passagem e assumiu o 2º lugar, jogando a brasileira para 3º. Restava apenas Fox. A australiana comeõu muito bem, mas deu dois toques seguidos e se embananou numa porta invertida e, com 119.72, terminou em 6º. Medalha inédita de bronze para Ana Sátila em um Mundial adulto!

No K1 masculino, dobradinha checa num quase empate. Ondrej Tunka e Vit Prindis fizeram o 1-2 com 91.84 e 91.86 respectivamente, ambos zerando. Prata no Rio-2016, o esloveno Peter Kauzer completou o pódio com 92.13. No C2 masculino, que não é mais olímpica, vitória dos donos da casa Gauthier Klauss/Matthieu Péché com 105.30, deixando os primos eslovacos campeões olímpicos Ladislav e Peter Skantar em 2º com 105.37. Tricampeões olímpicos, os gêmeos eslovacos Pavol e Peter Hochschorner seguem em má fase, perdendo 2 portas e terminando em 10º.

No retorno do C2 misto a mundiais após um hiato de 36 anos, mais um ouro francês com Margaux Henry/Yves Prigent. Nas provas por equipes na terça-feira, a Eslováquia venceu no C1 masculino, República Checa no K1 masculino, Grã-Bretanha no C1 feminino e Alemanha no K1 feminino.

Foi a 19ª medalha do Brasil em provas olímpicas em Mundiais em 2017.

Resumo olímpico da semana

Vôlei

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Foto: FIVB

O Brasil ficou com a prata na Copa dos Campeões de Vôlei feminino no Japão, após 3 vitórias em 5 jogos. Começou vencendo por 3-1 a Rússia, depois perdeu de 3-2 para a China e para o Japão, antes de vencer 3-0 a coreia do Sul e fechar a campanha com 3-0 sobre as americanas. A China ficou com o ouro de maneira invicta e os Estados Unidos foram bronze também com 3 vitórias.

A seleção feminina encerra, assim, o ano com um excelente retrospecto, de 3 ouros (Grand Prix, torneio de Montreux e Sul-Americano) e uma prata em 4 competições, mas mostrou muita inconstância, embora esteja em renovação.

Canoagem Slalom

Ana Sátila não medalhou por pouco na etapa final da Copa do Mundo em La Seu D’Urgell, na Espanha. Na última competição antes do Mundial no fim do mês na França, Ana chegou às finais das duas provas que disputou. No K1, depois de fazer o melhor tempo na semifinal, acabou ficando em 4º lugar na decisão com 99.93, a 1.78 do bronze. A vitória foi da alemã Ricarda Funk com 96.82. No C1, que agora é olímpica, Ana Sátila terminou em 7º com 115.69, ficando a 2.68 do pódio. O ouro ficou com a espanhola Nuria Vilarrubla com 108.37.

Pedro da Silva, finalista olímpico, parou na semifinal do K1 em 25º.

Hipismo

A equipe brasileira formada por Pedro Muylaert/Prince Royal Z MFS, Yuri Mansur/Babylotte, Pedro Veniss/Quabri de Isle e Eduardo Menezes/Quintol foi prata na Copa das Nações no CSIO5* de Spruce Meadows, no Canadá. Somando 8 pontos, o Brasil empatou com os Estados Unidos, que contou com a bicampeã olímpica Beezie Madden. No desempate, Madden e Muylaert zeraram, mas a americana fez o percurso em 39.21 contra 39.75 do brasileiro.

Este torneio não valeu pro circuito da Copa das Nações. Apesar disso, o Brasil já está classificado pra etapa final, que será no fim do mês em Barcelona e contará com os mesmos 4 cavaleiros acima e também com Marlon Zanotelli.

Outros Esportes

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Equipe de karatê na Alemanha. Foto: CBK

– Os atletas brasileiros conquistaram 2 pratas na etapa final da Karate1 Premier League na Alemanha. Campeão no ano passado, Douglas Brose perdeu na final dos 60kg por 6-2 para o russo Evgeny Plakhutin. Nos 67kg, Vinicius Filgueira também perdeu na decisão 5-3 para o japonês Hiroto Gomyo.

Adilson da Silva fica em 37º no Omega European Masters de golfe, válido pelos fortes Tours Europeu e Asiático, na Suíça. Ele somou 276 tacadas, 10 acima do campeão, o inglês Matthew Fitzpatrick e ganhou 1,2029 potnos no ranking mundial. No Tour Latinoamericano, no México, nenhum brasileiro passou pelo corte.

Shayanne da Silva foi a única brasileira no Mundial Cadete de lutas, em Atenas. Nos 49kg, ela perdeu na estreia de 10-0 por superioridade para a ucraniana Tetiana Profatitilova, que foi bronze na categoria.

Mundial de Canoagem – Dia 2

Mais um dia com apenas eliminatórias e semifinais.

Canoa

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Erlon Silva e Isaquias Queiroz não fizeram uma boa eliminatória da prova que foram prata nos Jogos do Rio, o C2 1.000m. Eles ficaram em 5º com 3:47.476, ficando quase 11s atrás dos italianos vencedores da bateria, que já se classificaram pra final. Os brasileiros precisam ainda disputar a semi. No C2 200m, Erlon e o estreante Maico dos Santos foram 4º na sua bateria e precisarão disputar a semi. Os 3 primeiros de cada bateria já iam direto pra final. Russos Ivan Shtyl e Alexander Kovalenko venceram a bateria e seguem rumo ao tricampeonato mundial da prova.

No C1 200m feminino, prova que agora é olímpica, Valdenice do Nascimento ficou apenas em 5º lugar na sua bateria, mas vai pra semi. Canadense Laurence Vincent-Lapointe segue rumo ao penta da prova. O checo Martin Fuksa venceu sua bateria do C1 500m e segue rumo ao bicampeonato. Nenhum brasileiro disputou a prova.

Caiaque

Édson Isaias ficou em 4º na sua bateria do K1 200m e vai pra semifinal, como quase todos os competidores, incluindo o britânico campeão olímpico Liam Heath. No K1 500m, Vagner Souta foi 3º na sua bateria, mas na semifinal, ficou apenas em 6º e vai pra Final B. Bicampeão da prova, o dinamarquês René Holten Poulsen está na final.

Entre as mulheres, Lisa Carrington venceu sua bateria do K1 200m e segue e busca do pentacampeonato mundial da prova. No K1 1.000m, a australiana Alyce Burnett e a húngara Dóra Bodonyi devem disputar o ouro.

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No K4 1.000m masculino, a Alemanha não conta com nenhum dos atletas campeões olímpicos no Rio e acabou em 3º na sua bateria, mas estão na final. No K4 500m feminino, a Hungria conta apenas com Krisztina Fasekas-Zur da equipe remanescente dos Jogos do Rio, mas mesmo assim venceu sua bateria e é a favorita pra final, mas pode encontrar dificuldade com a Nova Zelândia e com a Alemanha, que tem as mesmas 4 atletas da equipe prata no Rio.