Ana Sátila é bronze na Eslováquia

Depois de decepcionar na 1ª etapa semana passada na Grã-Bretanha, Ana Sátila é bronze no domingo na 2ª etapa da Copa do Mundo em Bratislava no C1.

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Pódio do C1 feminino: Vilarrubla, Jaquet e Ana Sátila. Foto: Reprodução/Youtube

Na eliminatória do C1 na sexta-feira, Ana Sátila foi a melhor com 104,76 se classificando direto pra semifinal. Neste domingo, Ana foi a 5ª na semi com 120,04, 2,91 atrás da líder alemã Andrea Herzog. Na decisão, ela vinha muito bem, quando bateu na 19ª e na 23ª e última porta, levando 4 pontos de penalidade, terminando com 113,80, 1,65 atrás da campeã, a francesa Claire Jacquet. Monica Villarubla, de Andorra, foi prata com 112,32. No K1, Ana parou na semifinal em 22º, após perder a 18ª porta. Foi o 4º bronze da Ana Sátila no C1 em Copas do Mundo.

Quem não vem tão bem na Copa do Mundo é a australiana Jessica Fox. No ano passado, ela venceu as 5 etapas do C1 e 3 no K1, se sagrando campeã da temporada nas duas modalidades. Este ano, ela foi bronze nas duas provas na 1ª etapa, mas decepcionou em Bratislava, ficando em 6º no K1 e nem pegando final do C1. A britânica Mallory Franklin, que venceu as 2 provas na 1ª etapa, não competiu na Eslováquia.

O namorado da Ana, o francês naturalizado brasileiro Mathieu Desnos chegou na semifinal do K1, onde terminou em 22º a 7,62 do líder e 5,13 da final. Felipe Borges foi 24º na semifinal do C1 masculino. Na prova do K1 Extreme, que não é olímpica, mas terá nos Jogos Pan-Americanos, Pedro Gonçalves foi prata

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Isaquias leva ouro, mas ainda preocupa

Tá difícil saber se Isaquias Queiroz está bem ou mal.

Pela 2ª semana seguida ele venceu o ouro na prova não-olímpica do C1 500m, prova em que é tricampeão mundial, e falhou no C1 1.000m, prova em que foi prata no Rio-2016.

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Isaquias após vencer os 500m em Poznan

Na semana passada em Poznan, na Polônia, pela 1ª etapa da Copa do Mundo de Canoagem, Isaquias terminou em 7º na final do C1 1.000m com 3:49.214, em prova vencida pelo desconhecido cubano Jose Ramon Cordova, com 3:45.142, seguido do forte checo Martin Fuksa. O campeão olímpica Sebastian Brendel terminou em 4º. No dia seguinte, Isaquias voltou pros 500m, sua prova favorita, e levou o ouro com 1:46.555, quase 2s a frente do Fuksa.

Neste fim de semana, na 2ª etapa em Duisburg, na Alemanha, foi exatamente igual. Isaquias começou a final até brigando pela liderança, mas foi caindo e nos 250m finais praticamente abandonou a prova, terminando em 9º com 4:15.010. Quem venceu desta vez foi o francês Adrien Bart com 3:48.399, seguido por Fuksa. Brendel novamente ficou fora do pódio, repetindo o 4º lugar. Só que aí no domingo, Isaquias sobrou nos 500m vencendo sua semifinal e a decisão com 1:44.731, seguido novamente pelo Fuksa.

Não dá pra saber o quanto o falecimento do técnico Jesus Morlan em novembro de 2018 afetou a preparação e o psicológico do nosso multimedalhista olímpico. Ele tem ido mal nos 1.000m, mas sobrado no 500m. Vale lembrar que nesta mesma etapa em 2016, 2 meses antes dos Jogos do Rio, Isaquias caiu e não terminou a final dos 1.000m.

O Mundial será no final de agosto, em Szeged, na Hungria e vale vaga olímpica. Pelo jeito teremos que esperar até lá para saber real situação do brasileiro.

Mundial de Canoagem Slalom – Parte II

Ninguém segura Jessica Fox.

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Jessica Fox (AUS). Foto: ICF

Após brilhar no K1 no sábado, a australiana brilhou na final do C1 no domingo. Numa descida perfeita, ela voou e completou o percurso em 109,07, quase 5s mais rápida que a 2ª melhor, a britânica Mallory Franklin, com 113,85. Franklin também repetiu a cor da medalha do K1 no sábado. A checa Tereza Fiserova ficou com o bronze com 116,74. Ana Sátila terminou na 6ª posição, com 117,41, a apenas 0.26 do 4º lugar. Ana esbarrou a ponta do barco na porta de remonta 16 e tomou uma falta. Se zerasse, seria bronze. Fox encerra uma temporada espetacular, onde ela venceu todas as 5 etapas da Copa do Mundo. Aos 24 anos, ela chega a espetaculares 9 títulos mundiais adultos, fora o 4 juniores e 8 Sub-23.

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Hannes Aigner (GER). Foto: ICF

No K1 masculino, show do alemão Hannes Aigner, bronze em Londres-2012. Zerando sua passagem, ele voou para 89,69, único abaixo dos 90s. Bronze no Rio-2016 e campeão mundial em 2015, o checo Jiri Prskavec foi prata com 90,65 e o russo Pavel Eigel, que jamais medalhou nesta prova em Copas do Mundo, surpreendeu com o bronze com 92,17. O campeão olímpico do Rio, o britânico Joe Clarke, foi 5º e o esloveno bicampeão mundial Peter Kauzer vinha muito bem, mas perdeu uma porta e acabou em 10º. Na semifinal, o brasileiro Pedro Gonçalves, 6º no Rio-2016, acabou em 27º, a 3s da vaga na final.

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Foto: Olimpíada Todo Dia

Mas Ana Sátila não zerou pro Brasil. Ela ficou com o ouro na empolgante e divertida prova do K1 Extreme, onde descem 4 por bateria e os 2 primeiros avançam de fase. Ela venceu sua bateria de 8as, de 4as, foi segunda na sua semifinal e ficou com o ouro, melhorando a prata de 2017. No masculino, vitória do italiano Christian de Dionigi e um intressante bronze para o argentino Thomas Bersinger.

O próximo Mundial de slalom será em 2019 em La Seu d’Urgell, na Espanha, local que recebeu várias etapas de Copas do Mundo e outros 2 Mundiais. E este valerá vaga olímpica.

Mundial de Canoagem Slalom – Parte I

Este é o 1º Mundial de um esporte olímpico no Rio de Janeiro após os Jogos de 2016 (tivemos um paralímpico de ciclismo na pista em março). Alguns problemas de organização, pois havia dúvida se teríamos mesmo o Mundial por falta de dinheiro, mas o governo federal bancou e cá estamos nós novamente na linda raia de Deodoro. E todos os melhores do mundo vieram.

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Jessica Fox (AUS). Foto: ICF

Nesta sábado, a australiana Jessica Fox deu mais um show para coroar uma excelente temporada  no K1. Das 5 etapas da Copa do Mundo, Fox venceu 3 e levou o título geral da temporada pela 1ª vez. Fox foi a melhor na 1ª descida nas eliminatórias, mas na semifinal teve um probleminha e ficou em 6º. Na decisão, novamente zerou sem faltas e venceu com o melhor tempo de 102,06 para levar o Mundial pela 3ª vez na carreira na prova! A britânica Mallory Franklin foi prata com 104,34 e a alemã Ricarda Funk completou o pódio com 105,32 (1 falta). Ana Sátila chegou à final, mas perdeu uma porta e deu 3 toques em portas, terminando em 9º com 162,99.

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Franz Anton (GER). Foto: ICF

No C1 masculino, o título ficou com o alemão Franz Anton, que havia sido campeão mundial em 2015 no agora extinto C2 masculino. Zerando na final, Anton completou o percurso em 97,06, deixando a prata pro britânico Ryan Westley com 97,94 e bronze pro também alemão Sideris Tasiadis, com 98,87. Depois veio a armada eslovaca com Matej Benus 4º, Alexander Slafkovsky 5º e o mito Michal Martikan em 6º. Martikan, aos 39 anos, segue entre os maiores nomes da prova, com 5 medalhas olímpicas (ele não esteve no Rio-2016) e 22 em Mundiais, sendo 14 ouros! Desde 1995 ele está entre os melhores. Na semifinal da prova, Felipe Borges conseguiu um ótimo 18º lugar entre 30.

Nas provas por equipe, a Eslováquia venceu no C1 masculino, a Grã-Bretanha no K1 masculino e no C1 feminino e a França levou o K1 feminino. No C2 misto, ouro para os poloneses Marcin Pochwala e Aleksandra Stach.

Mundial de Canoagem – Final

O domingo trouxe a 3ª medalha brasileira em Portugal e a 10ª na carreira de Isaquias Queiroz em Mundiais!

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Foto: Alvaro Acco

A primeira final do dia foi a do C2 200m feminino, que fez sua estreia em Mundiais. As bielorrussas Alena Nazdrova e Kamila Bobr venceram com 45.234. Em seguida tivemos os K1 200m. No feminino, a neozelandesa Lisa Carrington segue imbatível na prova. Bicampeã olímpica, venceu pela 6ª vez seguida no Mundial e com uma enorme vantagem. Completou em 38.821 contra 40.548 da dinamarquesa Emma Jorgensen, prata. Na mesma prova masculina, o ouro ficou com o espanhol Carlos Garrote com 35.259 contra 35.366 do lituano Arturas Seja. No C1 200m masculino, que não é mais olímpica, o bielorrusso Artsem Kozyr venceu pela 3ª vez seguida.

No K2 500m, vitória dos russos Artem Kuzakhmetov e Vladislav Blintcov. No C2 500m, os brasileiros Isaquias Queiroz e Erlon Silva, dupla prata olímpica na prova dos 1.000m, sobrou e venceu com 1:40.043, com um barco de vantagem sobre a dupla da Rússia. Foi a 10ª medalha mundial do Isaquias em sua 6ª prova diferente e a 3ª do Erlon em sua 3ª prova diferente. Na mesma prova feminina, as canadenses Laurence Vincent-Lapointe e Katie Vincent venceram com mais de 2s de vantagem.

Para fechar as provas curtas, deu o esperado nos K4 500m. No feminino, o super quarteto húngaro venceu numa espetacular disputa com a Nova Zelândia em mais um confronto direto entre Danuta Kozak e Lisa Carrington. As húngaras marcaram 1:33.761 contra 1:33.771 das neozelandesas. E no K4 500m masculino, a Alemanha venceu com 1:20.056 contra 1:20.423 da ótima equipe da Espanha.

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K4 500m maculino da Alemanha. Foto: ICF

Mais tarde tivemos as provas de 5.000m. Para delírio da torcida local, o português Fernando Pimenta venceu no K1, seguido do forte dinamarquês René Poulsen. No K1 feminino vitória da britânica Lizzie Broughton com mais de 10s de vantagem. Agora no C1, duas vitórias históricas. O monstro alemão Sebastian Brendel levou pela 5ª vez seguida para faturar seu 10º título mundial e 18ª medalha. Na estreia da prova feminina, ouro da quase imbatível canadense Laurence Vincent-Lapointe, que fatura seu 11º título mundial. Apesar da canoa feminina ser relativamente nova, já tivemos 17 provas em várias distâncias e formações na história de mundiais e Vincent-Lapointe esteve 11 vezes no topo do pódio.

A Alemanha saiu de Montemo-o-Velho com 7 ouros e 13 medalhas em 30 provas, seguida da Hungria com 6-1-2, Rússia 3-3-5, Bielorrússia 3-2-3 e Canadá 3-0-1. O Brasil veio em seguida com 2-0-1. Laurence Vincent-Lapoint e Danuta Kozak saem com 3 ouros cada, mas Lisa Carrington foi a única a levar 4 medalha, com 1 ouro e 3 pratas.

O próximo Mundial será em 2019 em Szeged, na Hungria, e servirá como principal pré-olímpico para Tóquio.

Mundial de Canoagem – Dia 3

O sábado trouxe a 9ª medalha de Isaquias Queiroz na história, novamente na prova olímpica dos 1.000m e a coroação de Sebastian Brendel, além de outras 8 finais.

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Fuksa, Brendel e Isaquias no pódio do C1 1.000m

A primeira final do dia foi do K1 500m feminino, no duelo entre a neozelandesa Lisa Carrington e a húngara Danuta Kozák, 3 ouros no Rio-2016. E mais uma vez deu Kozák, que fez 1:47.254 contra 1:47.984 de Carrington, cuja especialidade é os 200m. Na prova seguinte, os esperados C1 1.000m. Bicampeão olímpico e até então tricampeão mundial, o alemão Sebastian Brendel foi pra frente na largada e, numa prova espetacular, não perdeu a frente. Com 3:48.390, segurou seus únicos adversários, o checo Martin Fuksa e o brasileiro Isaquias Queiroz. Fuksa foi prata com 3:49.625 e Isaquias bronze com 3:50.190. Brendel se tornou tetracampeão mundial da prova.

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Fernando Pimenta (POR). Foto: ICF

No K1 1.000m masculino, festa dos donos da casa com a belíssima vitoria de Fernando Pimenta, ídolo local. Ele venceu com 3:27.666 contra 3:28.391 do alemão Max Rendschmidt. No C1 200m feminino, a canadense Laurence Vincent-Lapointe segue sem adversárias, vencendo a prova pela 6ª vez e com uma bela vantagem sobre o resto.

A Alemanha venceu mais dois ouros no dia com Franziska Weber e Tina Dietze no K2 200m feminino e no K4 1.000m masculino. A Hungria também saiu com mais dois ouros com Márk Balaska e Balázs Birkás no K2 200m masculino e Anna Kárász e Danuta Kozák no K2 500m feminino. Foi mais um duelo entre Kozák e Carrington e novamente ouro pra húngara e prata pra neozelandesa. Na não usual prova do C4 500m masculino, a Rússia ficou com o ouro.

As 9 medalhas mundiais do Isaquias até então:

2013: ouro no C1 500m e bronze no C1 1.000m
2014: ouro no C1 500m e bronze no C2 200m
2015: ouro no C2 1.000m e bronze no C1 200m
2017: bronze no C1 1.000m
2018: ouro no C1 500m e bronze no C1 1.000m

Foi apenas a 2ª medalha brasileira em provas olímpicas em mundiais em 2018:

Bronze – Anderson Ezequiel – Ciclismo BMX masculino
Bronze – Isaquias Queiroz – Canoagem C1 1.000m masculino

Mundial de Canoagem – Dia 2

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Isaquias Queiroz. Foto: ICF

Novamente Isaquias Queiroz entra para a história! Primeiro brasileiro a ganhar 3 medalhas em uma mesma edição olímpica, Isaquias mostrou que segue no topo e venceu pela 3ª vez o título mundial do C1 500m, prova que não é olímpica, mas que contou com todos os grandes atletas da canoa mundial. O alemã Sebastian Brendel largou melhor, mas com 250m de prova o brasileiro já assumia a ponta e seguiu abrindo até ter quase 1 barco de vantagem sobre o alemão. Mas Brendel forçou no final e foi chegando, colando no brasileiro, que segurou firme e venceu com 1:49.203, apenas 0.293 melhor que o alemão. O checo Martin Fuksa foi bronze com 1:50.143. Foi a 8ª medalha do Isaquias em Mundiais!

Tivemos outras 7 finais nesta sexta-feira. A fortíssima dupla alemã de Max Hoff e Marcus Gross venceu o K2 1.000m com 3:15.797 contra 3:16.617 dos espanhóis Francisco Cubelos e Iñigo Peña. Foi o 3º título da prova de Gross, que também é o atual campeão olímpico. O checo Jozef Dostál venceu o K1 500m com 1:37.905 e se tornou bicampeão da prova, com o alemão Tom Liebscher em 2º com 1:38.912.

Na canoa masculina, os alemães Yul Öltze e Peter Kretschmer conquistaram o bicampeonato do C2 1.000m, agora com 3:38.207, contra 3:39.462 da dupla de Cuba. Os bielorrussos Hleb Saladukha e Dzianis Makhlai venceram o C2 200m com 37.646, evitando o tetracampeonato do russo Ivan Shtyl. Ao lado de Alexander Kovalenko, eles venceram o Mundial em 2017 e agora foram bronze.

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Dora Bodonyi (HUN). Foto: ICF

No feminino, a Hungria mostrou sua força no caiaque. No K1 1.000m, Dora Bodonyi venceu com 4:02.892 e no K2 1.000m, vitória de Tamara Csipes e Erika Medveczky com 3:39.811. Foi o 6º título mundial de Csipes e 5º de Medveczky. Tivemos a estreia do C1 500m feminino, onde a russa Kseniia Kurach levou com 2:10.991.

Tivemos outras eliminatórias e semifinais após estas finais. No K1 500m feminino, uma prévia da final na 1ª semi com a neozelandesa Lisa Carrington vencendo a húngara Danuta Kozak com 1:49.484 contra 1:50.414. Kozak, 3 ouros no Rio-2016, tirou 2017 para ser mãe e está de volta. No C2 500m feminino, as canadenses Laurence Vincent-Lapointe e Katie Vincent sobraram com o melhor tempo das eliminatória com 1:59.752, enquanto as brasileiras Andrea Oliveira e Angela Silva ficaram em 6º com 2:16.853 na mesma bateria e vão pra semi. No K2 500m masculino, melhor tempo nas eliminatórias dos russos Artem Kuzakhmetov e Vladislav Blintcov com 1:30.844.

O Mundial segue no sábado com mais 9 finais.

Com 24 anos, Isaquias tem 8 medalhas em Mundiais adultos:
2013: ouro no C1 500m e bronze no C1 1.000m
2014: ouro no C1 500m e bronze no C2 200m
2015: ouro no C2 1.000m e bronze no C1 200m
2017: bronze no C1 1.000m
2018: ouro no C1 500m

Brasileiros com mais medalhas em Mundiais:
Robert Scheidt – 18 medalhas (13 ouros, 3 pratas e 2 bronzes)
César Cielo – 17 medalhas (11 ouros, 2 pratas e 4 bronzes)
Torben Grael – 14 medalhas (3 ouros, 7 pratas e 4 bronzes)
Ana Marcela Cunha – 10 medalhas (3 ouros, 2 pratas e 5 bronzes)
Isaquias Querioz – 8 medalhas (4 ouros e 4 bronzes)