Prévias Rio-2016: Triatlo

Atualizado em 15/07/2016 após a desistência de Javier Gomez Noya (ESP), por conta de uma fratura no braço.

Masculino

Pódio Londres-2012: Ouro – Alistair Brownlee (GBR); Prata – Javier Gomez Noya (ESP); Bronze – Jonathan Brownlee (GBR)

Último Mundial (2015): Ouro – Mario Mola (ESP); Prata – Javier Gomez Noya (ESP); Bronze – Richard Murray (RSA)

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Alistair Brownlee (GBR)

Após dominar o triatlo desde Londres, os irmãos Brownlee são novamente os favoritos a uma dobradinha da família. Alistair Brownlee (1O) é o atual campeão olímpico e é o favorito para o bicampeonato, algo inédito no triatlo olímpico. Jonathan Brownlee (1B) fica um pouco atrás, mas pode surpreender. Nesta temporada, Alistair venceu duas etapas da Série Mundial, em Leeds e Estocolmo, e só venceu duas em 2015. Jonathan venceu 2 etapas no início de 2015 e este ano já tem 3 pratas e 1 bronze.

Quem pode atrapalhar a festa dos irmãos são os espanhóis. Mario Mola venceu a etapa final do ano passado, que vale como o Mundial e este ano faturou em Abu Dhabi, Gold Coast e Yokohama. Javier Gomez Noya é presença constante nos pódios, o que aconteceu 7 vezes em 2015, mas nenhuma neste ano, pois só competiu duas vezes neste ano, 4º em Leeds e um ouro no campeonato europeu em Lisboa, mas uma fratura no braço no começo de julho o tirou dos Jogos do Rio.

O sul-africano Richard Murray venceu a etapa de Edmonton e foi bronze no Mundial de 2015, e belisca alguns pódios. Também ficar de olho no francês Vincent Luis, no espanhol Fernando Alarza e no mexicano Crisanto Grajales.

E o Brasil? Diogo Sclebin será o único representante brasileiro na prova masculina, mas será apenas coadjuvante na prova. Em etapas da Série Mundial, raramente alcança um top-30.

Meu Pódio: Ouro – Alistair Brownlee (GBR); Prata – Mario Mola (ESP); Bronze – Richard Murray (RSA)

Feminino

Pódio em Londres-2012: Ouro – Nicola Spirig (SUI); Prata – Lisa Nordén (SWE); Bronze – Erin Densham (AUS)

Último Mundial (2015): Ouro – Gwen Jorgensen (USA); Prata – Non Stanford (GBR); Bronze – Vicky Holland (GBR)

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Gwen Jorgensen (USA)

A americana Gwen Jorgensen é mais que favorita, é um ouro praticamente certo pros EUA. Falei dela aqui. Jorgensen venceu praticamente tudo que disputou nos últimos 3 anos. Venceu 17 provas seguidas, para perder pela 1ª vez em Leeds, em abril para a britânica Helen Jenkins. Mas nas duas provas seguidas, Jorgensen provou que é quase imbatível. Em Leeds, tinha uma desvantagem de mais de 1min30s para Flora Duffy, de Bermudas, mas graças a sua corrida excepcional não só tirou a diferença como venceu por quase 1min.

Brigam pelas outras medalhas a excelente equipe britânica com Helen Jenkins, Non Stanford e Vicky Holland, Flora Duffy, que teve uma ascensão meteórica nos últimos 2 anos e pode ganhar a 2ª medalha olímpica da história de Bermuda, a 1ª desde 1976, as americanas Katie Zaferes e Sarah True. A atual campeã, a suíça Nicola Spirig que venceu num phot finish até hoje questionável se não houve empate, não competiu esse ano ainda fazendo de sua participação uma incógnita.

E o Brasil? Pâmella Oliveira fez ótimas provas ano passado, mas este ano obteve como melhor colocação na série Mundial um 26º lugar. Dificilmente será top-10.

Meu Pódio: Ouro – Gwen Jorgensen (USA); Prata – Non Stanford (GBR); Bronze – Flora Duffy (BER)

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Perfil 2016 – Gwen Jorgensen (USA)

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Gwen Jorgensen

Triatlo

Mundiais: 2 ouros

 

 

Se há alguns anos quem dominava o triatlo masculino eram os irmãos Brownlee, hoje quem reina absoluta é a americana Gwen Jorgensen.

Nascida em 1986 em Waukesha, no Winsconsin, Jorgensen nadava e corria para a Universidade de Winsconsin, onde se formou contadora e foi trabalhar na Ernst & Young, uma das maiores empresas de auditoria do mundo. A federação americana de triatlo buscava novos atletas e chegou nela, que começou a treinar e se mostrou um talento espetacular.

Em 2010, em sua 1ª competição internacional, foi vice-campeã mundial universitária na Espanha. Neste ano disputou etapas do circuito pan-americana e subiu algumas vezes no pódio, fechando o ano com uma prata no campeonato pan-americano. Foi eleita a estreante do ano pela federação americana em 2010.

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Em 2011 começou a disputar Copas do Mundos e etapas do mundial e surpreendeu o mundo com a prata na etapa de Londres em agosto, considerada o Mundial do modalidade, ficando atrás da britânica Helen Jenkins. No mesmo mês, veio sua 1ª vitória da carreira, na Copa do Mundo de Tiszaujvaros, na Hungria. Foi 4ª colocada no Pan de Guadalajara.

Com o vice mundial, foi selecionada para a equipe olímpica americana em 2012. Antes dos Jogos, disputou algumas etapas do circuito, vencendo uma Copa do Mundo. Em Londres, decepcionou com um fraco 38º lugar na prova olímpica, a quase 7min da campeã.

Em 2013, começou a ganhar quase tudo, vencendo 3 etapas da World Series, o principal circuito mundial: San Diego, Yokohama e Estocolmo, terminando em 4º lugar na classificação geral. Em Hamburgo, ajudou a equipe americana a levar o bronze no Mundial de Revezamento.

Aí veio 2014. Ela abriu o ano vencendo a Copa do Mundo Mooloolaba, na Austrália. Foi apenas 12ª na World Series de Auckland e bronze na Cidade do Cabo. Na etapa seguinte, em Yokohama começou sua sequencia absolutamente espetacular. Foram nada menos que 17 títulos seguidos!! Ao longo de 23 meses foram 10 vitórias em World Series, 2 de finais da World Series (equivalente ao Mundial), 2 títulos nacionais, a vitória no evento-teste do Rio, uma Copa do Oceania e um Copa do Mundo.

A sua sequencia foi quebrada apenas em março deste ano, quando perdeu a etapa de Gold Coast por 41s para Helen Jenkins. Depois venceu mais duas etapas, em Yokohama e em Leeds, onde buscou na corrida uma diferença de 1min40s para vencer por 51s!

Com uma corrida espetacular, Gwen Jorgensen só perde o ouro olímpico para ela mesma.

Jogos Europeus Baku-2015 – Dia 2

Azerbaijão na frente do quadro e mais domínio russo na greco-romana.

Donos da casa lideram

O Azerbaijão assumiu a liderança do quadro de medalhas graças a 3 ouros no domingo.

Elvin Mursaliyev

Bronze no último mundial, o azeri Elvin Mursaliyev levou o ouro nos 75kg da luta greco-romana, vencendo na final o sérvio Viktor Nemes. Nos 130kg, o ouro foi pro turco Rıza Kayaalp, com 3-1 na final sobre Sabahi Shariati, impedindo o 4º ouro azeri do dia.

Os outros dois ouros dos donos da casa vieram do karatê. Aykhan Mamayev levou nos 84kg masculino e Irina Zaretska faturou nos 68kg feminino.

Rússia confirma favoritismo

Depois dos 3 ouros no sábado, foram mais dois neste domingo na luta greco-romana. Artem Surkov venceu os 66kg e Davit Chakvetadze levou os 98kg.

Com a conclusão da categoria, a Rússia venceu 5 ouros e 1 bronze em 8 pesos.

Outros Esportes

Gordon Benson Foto: ITU

No triatlo masculino, sem grandes nomes, o ouro foi para a potência Grã-Bretanha, com o desconhecido Gordon Benson, de 21 anos. Bronze na categoria Sub23 da Final da Série Mundial em 2014, que equivale a um campeonato mundial, Benson completou a distância olímpica em 1:48:31 e garantindo uma vaga olímpica pro Rio-2016 para a Grã-Bretanha (como se precisassem). Prata para o português João Silva e bronze para o azeri Rostyslav Pevtsov.

No karatê, o turco bicampeão mundial Enes Erkan venceu o +84kg. Na categoria pesada feminina, ouro para a croata Masa Martinovic. Nas disputas do kata, dois ouros para a Espanha, com Damian Quintero no masculino e Sandra Jaime no feminino.

Indisposto para jogar, Timo Boll foi uma ausência sentida para a Alemanha nas disputas por equipe do tênis de mesa. Dando WO, os adversários já saíam de 2-0. Nas 4as, a Alemanha até venceu a Suécia por 3-2, mas na semifinal, não conseguiu passar pela França. Num duelo de gigantes, Emmanuel Lebesson venceu por 3-1 Dimitrij Ovtacharov e se classificaram para a final. Na grande final masculino, a França vai enfrentar a boa equipe de Portugal.

No feminino, a Alemanha segue sem perder uma partida sequer! 3-0 na Hungria, 3-0 na Rússia e 3-0 na República Checa para chegar à final. Lá, enfrentarão a Holanda, que venceu a Ucrânia por 3-2. Lembrando que a Holanda tem duas chinesas na equipe.

Com jogos longos, a rodada do vôlei masculino atrasou e o último jogo acabou mais de 1 da manhã! Pelo grupo A, Turquia 3-1 Sérvia, Finlândia 3-2 Azerbaijão e Polônia 3-2 França. Pelo B, Eslováquia surpreendeu 3-1 a Itália, Bulgária 3-2 Bélgica e Rússia 3-1 Alemanha.

Também rolaram as eliminatórias e semifinais das provas longas (500m e 1.000m) da canoagem com nenhuma surpresa. Metade da qualificação da ginástica artística aconteceu no domingo. Os homens só fizeram o solo, cavalo com alças e argolas e o ucraniano Oleg Verniaiev lidera. No feminino, só com o salto e as barras assimétricas, a Aliya Mustafina lidera seguida de outras duas russas.

No pólo aquático masculino, Itália, Hungria, Grécia e Espanha somam duas vitórias e estão próximas das 4as. No feminino, Hungria e Rússia já tem 3 vitórias e bem perto da semifinal.

Nesta segunda-feira, 5 finais da canoagem, as finais por equipe da ginástica artística, finais do dueto e equipe do nado sincronizado, finais por equipe do tênis de mesa e 4 categorias da luta feminina.

Jogos Europeus Baku-2015 – Dia 1

Suíça, Azerbaijão e Rússia fizeram a festa no 1º dia.

Suíça começa destruidora

Jolanda Neff vencendo o mountain bike

As duas primeiras finais foram do Mountain Bike e com suas equipes principais, a Suíça chegou arrasadora! No feminino, Jolanda Neff sobrou na prova, como ela tem feito nas etapas da Copa do Mundo este (venceu 2 das 2 disputadas). Neff completou em 1:31:05, 2min03s de vantagem sobre sua compatriota Kathrin Stirnemann.

Já no masculino, o pódio foi completo da Suíça! Prata em Londres, Nino Schurter venceu com 1:41:04, 13s melhor que Lukas Fluckiger e 33s melhor que Fabian Giger.

Nicola Spirig chegando para o ouro no triatlo

O 3º ouro suíço veio no triatlo, com o esperado reencontro entre a campeã olímpica Nicola Spirig e a sueca prata em Londres por milímetros Lisa Norden. E deu novamente a Spirig, que venceu com 2:00.28. A holandesa Rachel Klamer foi prata e Norden pegou o bronze, 1min18s atrás da campeã.

Rússia domina a luta greco-romana

Com 3 ouros no dia, a Rússia mandou na greco-romana.

Bicampeão mundial juvenil, Islam Magomedov venceu na categoria 98kg. Vice-campeã mundial ano passado, Evgeny Saleev faturou o ouro nos 80kg e completando a trifeta russa, Stepan Maryanyan faturou os 59kg.

Rasul Chunayev leva ouro na greco-romana

Nos 71kg, o russo acabou derrotado nas 4as quebrando a hegemonia. Quem venceu em casa foi Rasul Chunayev. Bronze no último mundial, ele deu o primeiro ouro para o Azerbaijão na luta olímpica.

Outros Esportes

O Azerbaijão fez mais a festa levando dois ouros no karatê, com Firdovsi Farzaliyev nos 60kg e com o tetracampeão mundial Rafael Aghaeyv nos 75kg. A França venceu duas provas no feminino, com Emily Thouy (55kg) e Lucie Ignace (61kg). Completando as finais do 1º dia, a Turquia levou os outros dois no karatê, com Burak Uygur (67kg masculino) e Serap Özçelik (50kg feminino).

Na qualificação das outras provas do nado sincronizado, mais domínio russo. No solo, Anisiya Neborako foi a melhor com 89,1333, seguida de espanhola e ucraniana. Na rotina livre combinada, mesma ordem, com Rússia liderando com 89,0000.

Na abertura do vôlei feminino, pelo Grupo A, Itália 3-0 Bélgica, Azerbaijão 3-1 Romênia e Polônia 3-2 Turquia. Pelo B, Sérvia 3-0 Croácia, Alemanha 3-2 Bulgária e Holanda surpreende Rússia com 3-1.

Momentos distintos nas combinadas

Se ser atleta de alto nível não é fácil, imagina ter que treinar 3, 5 ou às vezes até 10 modalidades diferentes? As provas combinadas pedem isso e nada pode ser negligenciado. Uma prova mal treinada pode ser fatal e o fundamental é a estabilidade. Neste fim de semana dois esportes combinados tivera competições importantes dos seus circuitos mundiais. Nenhuma medalha brasileira, mas resultados interessante que mostram um momento diferente, principalmente no lado feminino.

Triatlo

ITU/Divulgação

Já no triatlo, a Pamella Oliveira (foto) vem numa crescente. Em Londres ela ficou na 30ª posição. Em 2013 venceu uma prova da Copa do Mundo no México e foi campeã Pan-Americana.

Em 2014, Pamella obteve bons resultados na World Triathlon Series, culminando com um 8º lugar na grande final no Canadá e terminando em 13º no ranking geral. Este ano, ela foi 24ª na etapa neo-zelandesa, a 2ª do circuito, e neste sábado conquistou o 9º lugar na etapa australiana de Gold Coast, a 1 minutos e meio do pódio. No circuito, Pamella (que só disputou 2 das 3 etapas) aparece em 19º no ranking. O seu crescimento é notório e não arrisco acreditar numa ótima participação no Rio-2016. Medalha é difícil, ainda mais numa prova como o triatlo, mas num dia bom, tudo pode acontecer.

ITU/Divulgação

Quem vencer em Gold Coast foi a espetacular americana Gwen Jorgensen. O domínio da americana é indiscutível! Ela foi novamente perfeita e terminou a prova em 1:56:59, 1min18s de vantagem sobre a segunda colocada, a também americana Sarah True. Katie Zaferes completou o pódio todo americano. Com esta vitória, Jorgensen acumula nada menos que OITO vitórias seguidas no WTS e é o nome a ser batido.

Pentatlo Moderno

Pouca gente sabia o que era pentatlo moderno até o último dia de disputas dos jogos de Londres, quando a Yane Marques ganhou um bronze espetacular, garantindo a última medalha disputada das Olimpíadas. Em 2013, Yane fez uma ótima temporada, com uma prata no Mundial e o bronze na Copa dos Campeões. Em 2014, seu melhor resultado foi um 7º lugar em uma etapa da Copa do Mundo.

Em 2015, a má fase segue. Ela foi 24ª na 1ª etapa nos EUA, 15ª na 2ª em Cairo e nesta última sexta-feira, um 21º lugar na prova em Roma. Yane deu uma caída na esgrima e na natação, mas o que a afundou na etapa italiana foi o hipismo, onde cometeu 6 faltas. Com isso, Yane largou a 62s da líder e deu adeus às chances de um bom resultado, pois não tem uma boa corrida. Priscila Oliveira também pegou final e também sofreu muito no hipismo, largando a 100s da líder. Yane terminou na 21ª posição com 1271 pontos e Priscila em 30º com 1206.

UIPM/Divulgação

Quem venceu foi a campeã olímpica em Londres, a lituana Laura Asadauskaite, que fez uma prova espetacular. Ela largou em 20º lugar na combina a 59s da líder. E não só se recuperou graças à sua excepcional corrida como ainda venceu com 9s de vantagem sobre a húngara Zsofia Foldhazi.

Semana dos Mundiais – Domingo

Três mundiais chegaram ao fim neste domingo, sem medalhas para o Brasil.

Judô

No último dia do mundial, as disputas em equipe. O Brasil chegou bem cotado, como sempre, mas decepcionou.

No masculino, estreou contra a forte equipe da França, e venceu por 3-2, com direito a imobilização de David Moura pelo Teddy Riner. Nas 4as pegou a Alemanha e foi novamente derrotado, assim como ano passado. Charles Chibana abriu 1-0, mas Alex Pombo e Victor Penalber perderam. Tiago Camilo teria que empatar, começou bem com um yuko, mas levou um waza-ari no final e o Brasil perdeu. Na respescagem enfrentou Cuba. O confront já começou com 1-1, já que cada lado teve um WO. Aí Charles Chibana e Alex Pombo venceram e já deram a vitória pra o Brasil, que foi disputar o bronze contra a Geórgia. Victor Penalber, com dores no joelho deu WO, aí Charles Chibana empatou com ippon. Na 3ª luta, Alex Pombo empatou com yuko e, faltando 10s, levou um shido e a luta foi para o golden score. Pombo projetou o georgiano, mas a arbitragem não deu nada. Nugzari Tatalashvili fez um golpe e Pombo se protegeu com a cabeça no chão, o que colocou a integridade física do brasileiro em risco, e a arbitragem o desclassificou. Restava novamente a Tiago Camilo salvar a pátria e novamente ele perdeu por ippon. Brasil fica sem medalha.

Já no feminino, a derrota veio logo na estreia para a Polônia. Sarah Menezes e Rafaela Silva perderam. Mariana Silva venceu por shido, mas Maria Portela, que foi a Rússia apenas para o mundial por equipes, perdeu para Katarzyna Klys, bronze no individual e o Brasil foi eliminado.

Nas finais, o Japão venceu a Rússia por 3-2 e no feminino a França levou o ouro com 3-2 sobre a Mongólia. O próximo Mundial será em 2015 em Astana (KAZ).

Pódios do dia:

Equipe masculina

Ouro – Japão

Prata – Rússia

Bronzes – Alemanha e Geórgia

Equipe feminina

Ouro – França

Prata – Mongólia

Bronzes – Alemanha e Japão

Hipismo

Última prova do CCE, os 3 primeiros do dia anterior foram para o pódio, mas mudando a ordem. Com passagens perfeitas, Sandra Auffarth (GER)/Opgun Louvo zeraram o percurso e somaram os mesmos 52,0 pontos que tinham. Seu compatriota Michael Jung, que estava em 3º após o cross country, também zerou e ficou atrás de Auffarth por aprenas 0,3, somando 52,3 pontos. O britânico William Fox-Pitt liderava at;e o dia anterior, mas com uma falta, somou 54,3 e acabou com o bronze.

Ruy Fonseca foi o melhor brasileiro e somou 116,6 cometendo 6 faltas (24 pontos) nos saltos e foi 39º. Gabriel Cury fez apenas 1 e somou 126,5 terminando em 42º. Marcelo Tosi, com 3 faltas terminou com 144,6 e no 53º lugar.

Na prova por equipes, a Alemanha ficou com o ouro, somando 177,9, seguida de Grã-Bretanha e Holanda. A competição serviu como primeiro classificatório para o Rio-2016 e deu 6 vagas na prova por equipes (4 conjuntos cada). Além dos 3 medalhistas, França, Austrália e Irlanda também garantiram vaga. O Brasil, que já está classificado, terminou em 8º com 387,7 pontos.

Pódios dos dia:

CCE individual

Ouro – Sandra Auffarth/Opgun Louvo (GER) – 52,0

Prata – Michael Jung/Fischerrocana FST (GER) – 52,3

Bronze – William Fox-Pitt/Chilli Morning (GBR) – 54,3

CCE por equipe

Ouro – Alemanha – 177,9

Prata – Grã-Bretanha – 198,8

Bronze – Holanda – 246,8

Remo

No encerramento do Mundial em Amsterdã, as últimas 7 finais de provas olímpicas.

No Double Skiff masculino, deu a lógica, com os favoritos irmãos croatas Martin e Valent Sinkovic (foto), prata no skiff quádruplo em Londres, vencendo com quase 4s de vantagem sobre a dupla da Itália. No Double Skiff feminino, as duplas da Polônia e Austrália chegaram a final com performances muito parecidas e estavam lado a lado até a metade, quando Fiona Bourke e Zoe Stevenson começaram uma arrancada e deram o ouro para a Nova Zelândia.

No Quatro Sem Leve masculino, a Dinamarca, que tem grande tradição na prova, venceu. Já nos single skiffs, grande disputa entre os favoritos no masculino. Mahe Drysdale (NZL), o campeão olímpico, e Ondrej Synek (CZE) batalharam lado a lado e o checo venceu por 0.73. Na prova feminina, a disputa ficou com as representantes da Oceania e Emma Twigg (NZL) se deu melhor, deixando Kim Crow (AUS) com a prata.

No Oito Com feminino, os Estados Unidos seguem invictos, não perdendo desde 2006! A vitória foi por quase 3s sobre o Canadá. Nas eliminatórias, as duas equipes venceram suas baterias com o mesmo tempo. No Oito Com masculino, a vitória ficou com a equipe da Grã-Bretanha com apenas 0.66 de vantagem sobre a Alemanha, que contava com 4 campeões olímpicos de Londres. Com o fim do Mundial, a Nova Zelândia venceu 6 ouros e 9 medalhas no total, seguida da Grã-Bretanha com 4 ouros e 10 no total. O próximo Mundial será em Aiguebelette, França, em 2015.

Pódios do dia:

Single Skiff masculino

Ouro – Ondrej Synek (CZE) – 6:37.12

Prata – Mahé Drysdaley (NZL) – 6:37.85

Bronze – Ángel Fournier (CUB) – 6:44.31

Double Skiff masculino

Ouro – Martin Sinkovic/Valent Sinkovic (CRO) – 6:00.52

Prata – Romano Battisti/Francesco Fossi (ITA) – 6:04.42

Bronze – James McRae/Alexander Belonogoff (AUS) – 6:04.43

 

Quatro Sem Leve masculino

Ouro – Dinamarca – 5:47.15

Prata – Nova Zelândia – 5:48.76

Bronze – Grã-Bretanha – 5:49.58

 

Oito Com masculino

Ouro – Grã-Bretanha – 5:24.11

Prata – Alemanha – 5:24.77

Bronze – Polônia – 5:26.90

 

Single Skiff feminino

Ouro – Emma Twigg (NZL) – 7:14.95

Prata – Kim Crow (AUS) – 7:17.33

Bronze – Duan Jingli (CHN) – 7:22.57

 

Double Skiff feminino

Ouro – Fiona Bourke/Zoe Stevenson (NZL) – 6:38.04

Prata – Magdalena Fularczyk/Natalia Madaj (POL) – 6:39.36

Bronze – Olympia Aldersey/Sally Kehoe (AUS) – 6:41.71

 

Oito Com feminino

Ouro – Estados Unidos – 5:56.83

Prata – Canadá – 5:59.66

Bronze – China – 6:00.52

 

Badminton

Nas 5 finais, 3 ouros para a China e uma surpresa incrível no feminino.

Na final masculino, o chinês Chen Long, cabeça 2, venceu o número 1 do mundo Chong Wei Lee (MAS) por 21-19 21-19 e levou seu primeiro título mundial. Já no feminino, a surpresa foi o título da espanhola Carolina Marín, com um duro 17-21 21-17 21-18 na número 1 do mundo e campeã olímpica Li Xuerui (CHN). Marín é a primeira campeã mundial da Espanha, que não tem grande tradição no esporte, e a primeira não asiática campeã desde 1999, quando Camilla Martin (DEN) venceu.

Nas duplas, Tian Qing/Zhao Yunlei venceram Wang Xiaoli/Yu Yang na final de duplas femininas por 21-19 21-15. Zhao Yunlei ainda fez a dobradinha conquistando o título das duplas mistas ao lado de Zhang Nan com 21-12 21-23 21-13 em Xu Chen/Ma Jin. Zhao fez a mesma dobradinha nos Jogos de Londres-2012. Fechando os título, na final coreana das duplas masculinas, Ko Sung-hyun/Shin Baek-Choel, cabeças 12, venceram os número 2 do mundo Lee Yong-dae/Yoo Yeon-seong por 22-20 21-23 21-18.

Pódios do dia:

Individual masculino

Ouro – Chen Long (CHN)

Prata -Lee Chong Wei (MAS)

Bronzes – Viktor Axelsen (DEN) e Tommy Sugiarto (INA)

Individual feminino

Ouro – Carolina Marín (ESP)

Prata – Li Xuerui (CHN)

Bronzes – Minatsu Mitani (JPN) e PV Sindhu (IND)

Duplas masculinas

Ouro – Ko Sung-hyun/Shin Baek-cheol (KOR)

Prata – Lee Yong-dae/Yoo yeon-seong (KOR)

Bronzes – Kim Ki-jung/Kim Sa-rang (KOR) e Mathis Boe/Carsten Mogensen (DEN)

Duplas femininas

Ouro – Tian Qing/Zhao Yunlei (CHN)

Prata – Wang Xiaoli/Yu Yang (CHN)

Bronzes – Lee So-hee/Shin Seung-chan (KOR) e Reika Kakiiwa/Miyuki Maeda (JPN)

 

Duplas mistas

Ouro – Zhang Nan/Zhao Yunlei (CHN)

Prata – Xu Chen/Ma Jin (CHN)

Bronzes – Liu Cheng/Bao Yixin (CHN) e Joachim Nielsen/Christinna Pedersen (DEN)

Triatlo

Na final masculina, uma ótima prova do brasileiro Reinaldo Colucci. Ele, o campeão olímpico Alistair Brownlee e o norueguês Kristian Blummenfelt lideravam após a natação e o ciclismo com quase 1min de vantagem. Na corrida, as coisas mudaram bastante.

O britânico disparou e Colucci e Blummenfelt foram ficando cada vez mais para trás. O norueguês terminou apenas na 33ª posição. Já o brasileiro, que tem como ponto fraco justamente a corrida, viu o pelotão formado por ninguém menos que Jonathan Brownlee e os espanhóis Mario Mola e Javier Gomez Noya se aproximar e ultrapassá-lo.

Alistair fechou a prova com 1:48:44, Mario Mola chegou em 2º com 1:49:04, tirando mais de 1min após o ciclismo. Em 3º chegou Javier Gomez Noya com 1:49:07, deixando o vice-campeão olímpico Jonathan Brownlee em 4º. Reinaldo Colucci terminou na 10ª posição com 1:50:29. Diogo Sclebin com 1:52:33 foi 43º e Danilo Pimentel com 1:58:43 foi 57º.

Apesar da vitória de Alistair, quem venceu o título do World Triathlon Series foi Javier Noya com 4860 pontos.

Basquete

Pela segunda rodada da primeira fase, o Brasil não teve problema com o Irã. Começou perdendo o primeiro quarto por 18-17, mas massacrou no 2º com 23-6 e não teve dificuldades para manter e aumentar a vantagem, vencendo por 79-50, com 12 pontos de Alex. Também pelo Grupo A em Granada, a Espanha conseguiu sua segunda vitória com 91-54 no Egito e a França se recuperou da derrota no dia anterior com apertados 74-73 na Sérvia.

Pelo Grupo B em Sevilha, a Croácia passou com 90-85 na Argentina, somando dsua segunda vitória, assim como a Grécia, que venceu 82-70 as Filipinas. A grande surpresa do dia foi a vitória de Senegal por 82-75 em Porto Rico.

Pelo Grupo C em Barakaldo, a Turquia deu trabalho para os Estados Unidos e chegou ao intervalo vencendo por 40-35, mas os americanos viraram e venceram por 98-77. A Finlândia se recuperou da surra que levou dos americanos e contabilizou sua primeira vitória em um Mundial, com 81-76 na Ucrânia. A República Dominicana venceu a Nova Zelândia por 76-63 e o grupo tem 4 equipe empatadas com 1V e 1D.

No Grupo D, a Eslovênia assumiu a liderança do grupo após a segunda vitória com 89-68 no México. A Lituânia também tem duas vitórias, vencendo Angola 75-62. Fechando o grupo, a Austrália passou pela Coreia do Sul com 89-55.

Vôlei

Encerrando a primeira rodada do Grupo A, a Argentina passou pela Venezuela com 3-0 (25-23 25-17 25-19) e a Austrália não teve dificuldades com Camarões, vencendo por 3-0 (25-22 25-15 25-18).

Pelo Grupo D, o Irã seguiu sua ótima campanha da Liga Mundial, vencendo a Itália por 3-1 (25-16 23-25 25-21 25-22) apesar dos 20 pontos do italiano Ivan Zaytsev. Os Estados Unidos tiveram trabalho e quase foram surpreendidos pela Bélgica, vencendo por 3-2 (25-21 17-25 25-16 21-25 15-11) com 24 pontos de Sander. Fechando o Grupo, a França venceu Porto Rico por 3-0 (25-23 25-22 26-24).

Semana dos Mundiais – Sábado

Tá duro! São nada menos que 7 mundiais ao mesmo tempo! Alguém me ajude!

Judô

Definitivamente o melhor dia do judô brasileiro em Chelyabinsk.

Número 2 do mundo no pesado, acima de 78kg, Maria Suelen Altheman começou vencendo Larisa Ceric (BIH) por ippon em 1:22, depois novo ippon em 1:15 em Franziska Konitz (GER). Na semifinal, grande vitória sobre a japonesa Megumi Tachimoto, de quem nunca havia vencido. Tachimoto levou um shido aos 52s e a brasileira só administrou a vantagem numa luta que ficou no 0-0.

Na grande final, uma reedição da do Mundial de 2013 no Rio, com a cubana campeã olímpica Idalys Ortiz. E não deu mesmo pra Maria Suelen. Com 1:11, Ortiz aplicou o golpe e fez ippon na brasileira que, na queda, virou o joelho. Segunda prata seguida para Maria Suelen em Mundiais.

No pesado masculino, acima de 100kg, Brasil chegou com 2 atletas muito bem. O líder do ranking mundial Rafael Silva e David Moura. Os dois chegaram às semifinais. Rafael começou vencendo o alemão Andre Breitbarth no shido, depois passou pelo egípcio Islam El Shehaby também no shido (Rafael com 1 e o egípcio com 3). Nas 4as, finalmente um golpe, e venceu o lituano Marius Paskevicius por waza-ari. Na semi, pegou o quase imbatível e praticamente invicto Teddy Riner (FRA). Com 50s de luta, o Riner estrangulou o brasileiro, que bateu a mão e, com isso, levou o ippon. Na disputa do bronze, fez uma luta muito tática com o holandês Roy Meyer. Meyer tomou shido com 3min e daí foi só administrar e levar seu 3º bronze seguido em competições grandes (londres-2012, Rio-2013 e Chelyabinsk-2014).

Já David Moura venceu o ucraniano Stanislav Bondarenko na estreia por ippon, depois passou pelo mongol Temuulen Battulga por dois waza-ari e nas 4as venceu Meyer no shido. Na semifinal, pegou o japonês Ryu Shichinohe. Dabid abriu um waza-ari e o japonês empatou, aí Shichinohe fez outro waza-ari e fim de luta. Na disputa do bronze, perdeu para o russo Renat Saidov e ficou em 5º.

Na final, deu a lógica e Teddy Riner, que havia vencido todas as suas lutas por ippon, ficou no 0-0 com o japonês, mas este último levou 3 shidos e Riner se sagrou hexacampeão mundial na categoria (ele também tem um Mundial no absoluto). Riner está invicto desde 2010. Aliás, ele não toma um golpe desde 2008, se não estiver enganado.

Rochelle Nunes também disputou o +78kg feminino, perdendo na estreia para a turca Gulsah Kocaturk. No at;e 100kg, Luciano Correa venceu na estreia por WO. Na segunda rodada, caiu para o líder do ranking mundial Lukas Krpalek (CZE) por ippon. Krpalek, aliás, chegou até a final e venceu o cubano Jose Armenteros com dois waza-aris.

Pódios do dia:

Até 100kg masculino

Ouro – Lukas Krpalek (CZE)

Prata – José Armenteros (CUB)

Bronzes – Ivan Remarenco (UAE) e Karl-Richard Frey (GER)

Acima de 100kg masculino

Ouro – Teddy Riner (FRA)

Prata – Ryu Shichinohe (JPN)

Bronzes – Rafael Silva (BRA) e Renat Saidov (RUS)

Acima de 78kg feminino

Ouro – Idalys Ortiz (CUB)

Prata – Maria Suelen Althemann (BRA)

Bronzes – Megumi Tachimoto (JPN) e Emilie Andeol (FRA)

Hipismo

Foi disputada a segunda prova do Concurso Completo de Equitação, o cross country, num percurso com pouco menos de 40 obstáculos e quase 6km. Para zerar, não deveriam cometer nenhuma falta e realizar o percurso em menos de 10:30.

Líder após o adestramento, a alemã Sandra Auffarth montando Opgun Louvo fez em 11:12, somando 16,8 pontos e 52,0 no total. Mas o segundo no adestramento, William Fox-Pitt (GBR, foto) montando Chilli Morning completou em 11:02 e somou 12,8, assumindo a liderança com 50,3.

Ruy Fonseca/Tom Bombadil Too, que tinha sido a surpresa no adestramento com a 11ª marca, completou em 12:31 e somando 48,4 pontos, 92,6 no total e despencou para o 34º lugar. Gabriel Cury/Grass Valley fizeram 44,0 pontos, somando 122,5 e 46º no geral. Marcelo Tosi/Eleda All Black fizeram 72,8 pontos, somou 132,6 e terminou o dia em 52º no geral. Por equipes, a Alemanha liderou o segundo dia com 177,9 pontos, seguida de Grã-Bretanha (186,8) e Austrália (226,8). Muitas equipes que brigariam por pódio tiversm problemas no cross country, com muitas eliminações e, com isso, saíram da disputa, como Estados Unidos, Suécia, Bélgica, Suíça e Nova Zelândia. Graças às essas desclassificações, o Brasil terminou o dia em 8º.

A única final do dia foi a de rédeas e, como esperado, o pódio foi completo de americanos. Shawn Flarida venceu com 233,5, bem a frente dos outros. Paulo Koury Neto/Don’t Whiz WRB ficou em 13º com 220,0 e Gilson Vieira Diniz Filho/Steppin Off Sparks não disputou.

Pódio do dia:

Rédeas individual

Ouro – Shawn Flarida (USA) – 233,5

Prata – Andrea Fappani (USA) – 229,0

Bronze – Mandy McCutcheon (USA) – 227,0

Remo

No primeiro dia de finais de provas olímpicas, foram definidos 7 campeões mundiais. Campeãs olímpicas no Dois Sem Feminino, as britânicas Helen Glover/Heather Stanning confirmaram o favoritismo e ficaram com o ouro. Na mesma prova no masculino, segue a invencibilidade dos neozelandeses Eric Murray e Hamish Bond (foto), que se tornam pentacampeões mundiais da prova. Lembrando que no dia anterior eles venceram o Dois Com.

No Double Skiff Peso Leve Feminino, a vitória da Nova Zelândia foi a surpresa do dia. As britânicas campeãs da Copa do Mundo não chegaram à final, então a prova estava aberta. Com 6:48.56, as neozelandesas desbancaram as concorrentes e ainda fizeram o melhor tempo da história na prova. No Double Skiff Leve masculino, esperava-se uma vitória francesa, mas numa prova muito disputada, quem venceu nos metros finais foi a dupla da África do Sul, com França em 2º.

No Quatro Sem Masculino, o quarteto britânico foi formado por quatro medalhistas dos jogos de Londres, mas com apenas 2 da equipe ouro nesta prova, e venceram com 5:40.24. A Holanda defendia o título mundial e competia em casa, mas acabou em 4º lugar. No Skiff Quádruplo feminino, a equipe alemã (foto) dominou e venceu com um barco de vantagem com 6:06.84, deixando a China, favorita, para trás, que no finalzinho passou a guarnição americana. No Skiff Quádruplo masculino, uma final muito disputada. Os campeões europeus da Ucrânia rivalizaram até o final com os campeões da Copa do Mundo, a Grã-Bretanha, e venceram por uma margem mínima de 0.09!

Pódios do dia:

Dois Sem masculino

Ouro – Eric Murray/Hamish Bond (NZL) – 6:09.74

Prata – James Foad/Matthew Langridge (GBR) – 6:13.75

Bronze – Vincent Breet/Shaun Keeling (RSA) – 6:16.85

Quatro Sem masculino

Ouro – Grã-Bretanha – 5:40.24

Prata – Estados Unidos – 5:42.90

Bronze – Austrália – 5:43.47

Double Skiff Leve masculino

Ouro – James Thompson/John Smith (RSA) – 6:05.36 WB

Prata – Stany Delayre/Jérémie Azou (FRA) – 6:05.45

Bronze – Kristoffer Brun/Are Strandli (NOR) – 6:05.79

Skiff Quádruplo masculino

Ouro – Grécia – 5:42.75 WB

Prata – Alemanha – 5:45.65

Bronze – China – 5:46.69

Dois Sem feminino

Ouro – Helen Glover/Heather Stanning (GBR) – 6:50.61 WB

Prata – Megan Kalmoe/Kerry Simmonds (USA) – 6:52.87

Bronze – Louise Trappitt/Rebecca Scown (NZL) – 6:54.79

Double Skiff Leve feminino

Ouro – Sophie MacKenzie/Julia Edward (NZL) – 6:48.56 WB

Prata – Lindsay Jennerich/Patricia Obee (CAN) – 6:50.41

Bronze – Huang Wenyi/Pan Dandan (CHN) – 6:53.40

Skiff Quádruplo feminino

Ouro – Alemanha – 6:06.84 WB

Prata – China – 6:10.51

Bronze – Estados Unidos – 6:12.03

Badminton

Definidas as finais do Mundial. No individual masculino, final dos sonhos entre o nº 1 e nº 2. Chong Wei Lee (MAS), 1 do mundo, venceu 21-9 21-7 Viktor Axelsen (DEN) acabando com o sonho do dono da casa. Ele enfrenta na final Long Chen (CHN), que passou 21-16 22-20 por Tommy Sugiarto (INA). No feminino, a número 1 do mundo, Xuerui Li (CHN) venceu 21-8 21-14 Minatsu Mitani (JPN) . Na final, a campeã olímpica enfrenta a surpresa do mundial, a espanhola Carolina Marin, que passou pela indiana Sindhu PV por 21-17 21-15.

Nas duplas masculinas, final será coreana, entre Yong Dae Lee/Yeon Seong Yoo (que eliminou os dinamarqueses Mathias Boe/Carsten Mogensen) e Sung Hyun Ko/Baek Choel Shin. Nas femininas, final chinesa entre Xiaoli Wang/Yang Yu e Qing Tian/Yunlei Zhao, campeãs olímpicas. Nas mistas, mais China na final, que terá a dupla nº 1 Nan Zhang/Yunlei Zhao, campeões olímpicos, contra a nº 2 Chen Xu/Jin Ma (foto), que eliminaram os dinamarqueses Joachim Nielsen/Chrisitnna Pedersen.

Triatlo

Na prova feminina adulta, que contava como a última etapa da Série Mundial de Triatlo, Gwen Jorgensen (USA) continuou sua incrível fase e venceu com 2:00:05. Ela venceu nada menos que 5 etapas das 7! É a mulher a ser batida, mesmo. Em 2º, Andrea Hewitt (NZL) com 2:00.21 e em 3º Nicky Samuels (NZL) com 2:00.31.

A brasileira Pamela Oliveira fez uma ótima prova e terminou em 8º com 2:01:26. Ela esteve entre as primeiras até o fim do ciclismo, mas na corrida, seu ponto fraco, caiu algumas posições. Apesar disso, foi uma das melhores corridas dela.

Basquete

E começou a Copa do Mundo! 12 jogos agitaram as 4 sedes na Espanha. Pelo grupo A, o Brasil começou bem. Saiu perdendo o 1º quarto 18-11 para a França, mas virou o jogo e tinha 28-26 no intervalo. Com 16 pontos de Marcelinho Huertas e 9 rebotes de Anderson Varejão, o Brasil venceu 65-63 a boa seleção francesa. Pelo mesmo grupo, Sérvia 85-64 Egito e Espanha 90-60 Irã.

Em Sevilha pelo grupo B, a Croácia quase foi surpreendida pelas Filipinas, que levaram o jogo para a prorrogação, mas os croatas venceram 81-78. Argentina 98-75 Porto Rico e Grécia 87-64 Senegal. No Grupo C em Barakaldo, Ucrânia 72-62 República Dominicana, Turquia 76-73 nova Zelândia e Estados Unidos arrasaram a estreante Finlândia com 114-55. Pelo D em Las Palmas, Angola 80-69 Coreia do Sul, Eslovênia 90-80 Austrália e Lituânia 87-74 México.

Vôlei

Na abertura do Mundial masculino na Polônia, os donos da casa abriram com chave de ouro sua campanha no único jogo do dia. E o jogo teve a presença de mais de 62.000 pessoas no estádio nacional de Varsóvia, em quadra montada no centro do campo de futebol. Totalmente vermelho, o público viu uma boa estreia polonesa que fechou em 3-0 sobre uma intimidada Sérvia. Parciais de 25-19 25-18 25-18.