Vinícius Figueira é prata no Mundial de Karatê

O karatê fará sua estreia olímpica em Tóquio e os japoneses mostraram em Madri que devem fazer bonito em casa daqui a 2 anos.

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Vinicius Figueira (de vermelho) na final contra o francês Steven Dacosta. Foto: Abelardo Mendes Jr/rededoesporte.gov.br

Eles saíram com 4 ouros e 10 medalhas no total, mas apenas 1 dos ouros foi em categoria olímpica. Ryo Kiyuna venceu a final do kata masculino contra o espanhol Damian Quintero na final que deve ser repetida em Tóquio, levando seu 3º ouro seguido na prova. Já no Kata feminina, o ouro foi pra espanhola Sandra Sanchez sobre a japonesa Kiyou Shimizu. No Kata por equipes, o Japão levou os dois ouros, derrotando nas duas finais os donos da casa espanhóis.

No kumite, as coisas foram mais espalhadas. Vinícius Figueira foi o representante do Brasil no pódio dos 67kg masculino e está muito perto da vaga olímpica. Atual 2 do mundo, venceu sua 2ª medalha em Mundiais (foi bronze em 2014) ao perder a final pro francês Steven Dacosta por 6-5 numa luta muito disputada. O brasileiro abriu 3-0 com um ippon, mas levou o empate. Abriu para 5-3, mas levou a virada no final.

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Vinicius Figueira. Foto: Abelardo Mendes Jr/rededoesporte.gov.br

Voltando de uma lesão séria e cirurgia, o bicampeão mundial Douglas Brose, nos 60kg, perdeu na 2ª luta, sentindo sua lesão. Prata no Mundial há 2 anos, Valéria Kumizaki caiu logo na estreia dos 55kg. Ninguém repetiu o ouro do último Mundial no kumite individual. Um dos maiores nomes do karatê, o azeri Rafael Aghayev, pentacampeão mundial, foi bronze nos 75kg. Já no kumite por equipes, o Irã no masculino e a França no feminino repetiram o ouro do Mundial de 2016.

27 países ganharam pelo menos uma medalha dos 140 que participaram.

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Mundial de Ginástica Artística – Dias 9 e 10

Simone Biles, Artur Dalaloyan, Zou Jingyuan Nina Derwael e Epke Zonderland deram show nas finais por aparelho. Pelo Brasil, medalha com Arthur Zanetti e um quase de Flávia Saraiva.

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Pódio das Argolas. Foto: CBG

Arthur Zanetti faturou sua 4ª medalha em Mundiais ao ficar com a prata nas argolas. Ele chega a 1 ouro e 3 pratas na carreira, além de 1 ouro e 1 prata olímpicas. Novamente ele ficou atrás do atual campeão olímpico, o grego Eleftherios Petrounias, que venceu com 15,366 contra 15,100 do brasileiro. O bronze foi pro italiano Marco Lodadio com 14,900.

No solo feminino, a última final feminina, vitória tranquilíssima de Simone Biles, que mesmo pousando fora (penalidade de 0,300) venceu com 1 ponto de vantagem. A incrível americana fechou com chave de ouro o Mundial com 14,933 contra 13,933 de sua compatriota Morgan Hurd e 13,866 da japonesa Mai Murakami. Flávia Saraiva fez uma bela apresentação, as acabou pisando fora na 1ª passagem, o que lhe custou 0,100 e a nota de 13,766. Se não pisasse fora, tiraria o mesmo que Murakami, mas a brasileira ficaria com o bronze por ter melhor nota de execução. Uma pena.

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Biles medalhou nos 4 aparelhos, mas não fez um Mundial brilhante. No salto, diminuiu a dificuldade dos seus saltos, mas venceu com sobra com 15,366 contra 14,516 da canadense Shalon Olsen e 14,508 da mexicana Alexa Moreno no pódio norte-americano. Nas barras assimétricas, ficou com a prata com 14,700, atrás da belga Nina Derwael, que foi espetacular com 15,200 nua performance brilhante. Já na trave, Biles se desequilibrou e botou a mão no aparelho, o que equivale a uma queda. Ainda assim, foi bronze com 13,600, atrás da chinesa Liu Tingting com 14,533 e da canadense Ana Padurariu com 14,100. A americana chegou a 20 medalhas em Mundiais, sendo 14 ouros, 3 pratas e 3 bronzes.

No masculino, o russo Artur Dalaloyan desbancou o japonês Kenzo Shirai no solo, vencendo com 14,900 contra 14,866 de Shirai. O filipino Carlos Yulo foi bronze com 14,600 conquistando a 1ª medalha da história de seu país na ginástica. No cavalo com alças, ouro do chinês Xiao Ruoteng com 15,166, mesma nota do britânico campeão olímpico Max Whitlock,mas o chinês foi melhor na execução com 8,566 contra 8,366 do britânico.

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O norte-coreano Ri Se-gwang, campeão olímpico no Rio, venceu o salto com 14,933, seguido de Dalaloyan com  14,883 e Shirai com 14,675. Mas o grande show do Mundial foi nas paralelas. O chinês Zou Jingyuan fez uma apresentação espetacular e coloca o aparelho num outro nível. Venceu com 16,433 com inacreditáveis 9,433 de execução. Prata pro campeão olímpico do Rio, o ucraniano Oleg Verniaiev com 15,591. Fechando o Mundial, Epke Zonderland foi brilhante na barra fixa com 15,100 (6,800 de dificuldade) para faturar seu 3º título mundial no aparelho, deixando o mito Kohei Uchimura em 2º com 14,800 e o americano Sam Mikulak com o bronze com 14,533.

O próximo Mundial será em 2019 Stuttgart, valendo até 144 vagas olímpicas! Será a última chance das equipes se classificarem para Tóquio.

Mundial de Ginástica Artística – Dias 7 e 8

A decisão da final do individual geral masculina foi para os critérios de desempate! Isso porque o russo Artur Dalaloyan e o chinês Xiao Ruoteng, que defendia o ouro, empataram com 87,598! Pro desempate, somam-se as 5 melhores notas e o russo teve 74,198 contra 73,465 do chinês.

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Os dois começaram no solo, com Dalaloyan brilhando com 14,800, 2ª melhor nota da final atrás apenas do japonês Kenzo Shirai, com 14,900. Ruoteng fez 14,133. No cavalo com alças, foi a vez do chinês brilhar com 14,700, 2º do dia, contra 13,400 do russo. Nas argolas, Dalaloyan foi o melhor da final com 14,533 contra 14,333 do chinês. No salto, Dalaloyan 15,133 e Ruoteng 14,866. Nas paralelas, o russo marcou 15,566 contra 15,333. A diferença dos dois antes da barra fixa era de apenas 0,067! Dalaloyan foi antes e fez 14,166 e o chinês, último a se apresentar, marcou 14,233, dando o empate.

O russo Nikita Nagornyy ficou com o bronze com 86,331, com destaque para 14,500 nas argolas e 14,733 no solo. O americano Sam Mikulak brigava por medalha, mas sofreu a queda na barra, seu melhor aparelho, e terminou em 5º. Caio Souza começou mal no cavalo com alças com 11,700, sofrendo a queda. Foi melhor nas argolas com 13,933 e bem no salto com 14,616. Nas paralelas, tirou médios 14,383 e foi bem na barra fixa com 13,600. Fechando no solo, foi mal com 13,566, somando 81,798, terminando no bom 13º lugar.

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Já a decisão feminina deu o esperado, com o ouro para Simone Biles. Mas com 2 quedas, não brilhou novamente. A americana de outro planeta começou no salto, caindo quase sentada, mas mesmo assim tirou 14,533, 6ª melhor nota da final. Nas assimétricas, se recuperou com ótimos 14,725, 2ª melhor atrás apenas da belga Nina Derwael com 15,100. Na trave, nova queda pra americana, que tirou 13,233. No solo, chegou a pisar fora, mas obteve espetaculares 15,000 para levar o ouro com 57,491. A prata foi pra japonesa Mai Murakami, que brigava ponto a ponto com a americana Morgan Hurd, que defendia o título. Hurd chegou a cair na trave, deixando a japonesa encostar. No solo, Murakami fez 14,000 contra 13,866 de Hurd, garantindo a prata com 55,798 e deixando o bronze pra americana com 55,732. Derwael foi 4ª com 55,699, principalmente graças à sua espetacular prova nas assimétricas.

Flavia Saraiva, BRA - WCH Doha 2018, Nov1

Flávia Saraiva na final do individual geral. Foto: CBG

Flávia Saraiva começou nas barras, tirando apenas 13,000. Na trave, fez uma boa série, mas sem brilho para tirar 13,000, muito abaixo do seu potencial. Se recuperou com um ótimo 13,833 no solo e fechou com 14,533 no salto, para somar 54,366 e terminar em 8º. Jade Barbosa acabou em 15º no geral com 52,866, sofrendo uma queda no solo.

Mundial de Ginástica Artística – Dia 6

Sem nenhuma ameaça, o ouro por equipe feminino ficou com os Estados Unidos. Mesmo sem uma performance brilhante de Simone Biles, as americanas sobraram na decisão para faturar novamente o título mundial pela 4ª vez seguida.

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Elas começaram no salto e Biles marcou 15,500 com um espetacular 9,500 de execução. Morgan Hurd fez 14,633 e Grace McCallum 14,533. Nas assimétricas, 14,866 para Biles, 14,500 para Riley McCusker e 14,433 para Hurd. Na trave, queda de Biles, que colocou a mão no aparelho para não cair e tirou “apenas” 13,733, mesma nota de McCusker e Kara Eaker ficou com 14,333. Para fechar no solo, Hurd foi mal com 12,966 e McCallum tirou 13,633. Biles fechou de maneira brilhante com 14,766 e a equipe somou 171,629, quase 9 pontos acima da equipe da Rússia, medalha de prata.

As russas começaram mal no salto, tirando duas notas 13, mas foi se recuperando com ótimas apresentações nas assimétricas (14,500 de Aliya Mustafina) e uma passagem correta na trave, mas ficaram devendo no solo. Enquanto isso, a China foi pro último aparelho precisando tirar 3,5 das russas no salto, enquanto Mustafina e companhia iam pro solo, mas não foi o suficiente. A Rússia somou 162,863 contra 162,396 das chinesas, que perdera a prata na trave, com 2 quedas.

Rebeca Andrade, BRA - WCH Doha 2018, Oct30

Rebeca Andrade na final por equipes. Foto: CBG

O Brasil começou ok na trave, com uma queda de Jade Barbosa (11,466) e boas passagens de Flávia Saraiva (13,600) e Rebeca Andrade (13,300). No solo, fomos a 2ª melhor equipe da final, com 13,800 da Flavinha, 13,233 de Thais Fidelis e 13,100 de Jade. No salto, boas notas com 14,633 de Rebeca, 14,600 de Jade e 14,433 da Flávia. Nesse momento, o Brasil brigava por um 4º lugar com o Canadá e até sonhava com um bronze. Mas fechar nas assimétricas tirou toda a esperança. Com notas bem baixas incluindo uma fraca apresentação de Jade (12,233 com 6,433 de execução), 12,966 de Rebeca e 12,466 de Flávia, o Brasil terminou em 7º com 159,830, ficando a frente apenas da Alemanha.

EUA, Rússia e China já garantiram as primeiras vagas olímpicas no feminino para Tóquio, 4 vagas para cada.

Mundial de Ginástica Artística – Dia 5

Foi uma grande final por equipes masculinas, decidida realmente na última nota, que deu o ouro para a China por uma margem ínfima!

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China é ouro. Foto: Divulgação

China e Rússia foram as melhores na quali e começaram juntas no solo. Enquanto a Rússia deu um show com Artur Dalaloyan (14,666) e Nikita Nagornyy (14,600), a China errava com Xiao Ruoteng (12,666), mas Deng Shudi (14,166) e Lin Chaopan (13,966) ajudavam a equipe. No cavalo com alças os chineses se recuperavam com 14,666 de Zou Jingyuan. e a Rússia levava duas quedas, uma delas do Nagornyy. Nas argolas, os 3 russos tiraram mais que 14,500 e abriram vantagem de 1,786. No salto, mais uma ótima participação russa com 15,066 de Dalaloyan e 15,033 de Nagornyy.

A virada veio no melhor aparelho chinês, as barras paralelas. Deng Shudi fez 14,800 e Lin Chaopan 15,133, mas Zou Jingyuan foi absolutamente espetacular para tirar inacreditáveis 16,200, com 9,200 de execução! Enquanto isso dois russos faziam por volta de 14,700 enquanto Dalaloyan caiu e tirou 13,800. Os chineses saíram de uma desvantagem de 1,919 para 0,948 de vantagem.

O drama veio na barra fixa. Sun Wei abriu com 14,200 enquanto David Belyavskiy tirava 13,700. Lin Chaopan fez 13,700 e Dalaloyan 13,966. A vantagem chinesa aumentou para 1,182. Fechando, Xiao Ruoteng caiu e tirou apenas 12,600 para desespero chinês. Encerrando pra Rússia, o seu principal ginasta, Nikita Nagornyy, que precisava de 13,783 para ser ouro. E ele tirou 13,733! Numa final emocionante, a China venceu com 256,634, apenas 0,049 a mais que a Rússia. Foi a 1ª medalha russa na equipe masculina em Mundiais desde 2006. E o 11º ouro chinês nos 13 últimos mundiais.

O Japão ficou com o bronze com 253,744, com destaque para uma excelente passagem na barra fixa, mas uma queda no solo de Wataru Tanigawa e nas paralelas de Yusuke Tanaka tiraram os campeões olímpicos e mundiais da disputa do ouro. Os americanos não fizeram uma boa passagem nas argolas e algumas quedas os deixaram em 4º com 251,994.

O Brasil começou muito bem nas argolas com 42,899, sendo 15,033 de Arthur Zanetti, que repetiu a nota da qualificação. Mas o salto nos atrapalhou demais, pois os 3 brasileiros pisaram foram e tiveram descontos. Nas paralelas, 3 provas ruins. Mas na barra o Brasil se recuperou com 14,200 de Arthur Nory e 13,800 de Francisco Barretto. O Brasil foi o 2º melhor país nas argolas e na barra. No solo, que tinha sido um desastre na quali, a equipe evoluiu muito. Nory fez 14,166, Caio Souza 13,900 e Zanetti 13,866.

Francisco Barreto, BRA - WCH Doha 2018, Oct29

Francisco Barretto. Foto: CBG

Neste momento, o Brasil disputava o 5º lugar com a Grã-Bretanha, mas vinha o temido cavalo com alças. Barretto fez 13,666 e Lucas Bitencourt 12,633 enquanto os britânicos marcavam 13,300 e 11,966. O último ginasta a entrar foi Nory, que sentiu muito a pressão, caiu duas vezes e tirou uma nota absolutamente horrorosa, a pior de toda a final, com apenas 9,600. A Grã-Bretanha fechou com Max Whitlock, que brilhou com 15,233, a melhor nota do aparelho na final. Os britânico somaram 248,628 e o Brasil 243,994. Só que a nota do Nory foi tão ruim que a Suíça passou o Brasil para terminar em 6º. Ainda assim, uma excelente final brasileira, que precisa melhorar no cavalo e nas paralelas se quiser realmente brigar por medalha em Tóquio.

Com as medalhas, China, Rússia e Japão também garantiram 4 vagas para Tóquio-2020.

Mundial de Ginástica Artística – Dia 4

No encerramento da qualificação feminina, a China (165,497) e a Rússia (165,196) foram muito próximas e assumiram o 2º e 3º lugares por equipe, mas ainda bem longe das imbatíveis americanas, com 174,429.

Flavia Saraiva, BRA - WCH Doha 2018, Oct28

Flávia Saraiva. Foto: CBG

O Brasil fez uma ótima campanha e conseguiu o 5º lugar na qualificação com 162,529, mas poderia ter sido melhor. Justamente nosso melhor aparelho da atualidade, a trave, foi o nosso pior, com muitas quedas. Flávia Saraiva terminou o individual geral em 10º com 53,999 e pegou a final, assim como Jade Barbosa, 20ª com 52,733. Flavinha foi 10ª mesmo com quedas na trave e nas assimétricas.

E foi com ela a única vaga em final por aparelhos. Flavinha fez a 5ª nota no solo com 13,900 e está na briga por medalha. A alienígena Simone Biles ficou em 1º no aparelho com 15,333, mas a diferença entre a 2ª colocada, a japonesa Mai Murakami, e a brasileira é de apenas 0,200. O 2º melhor resultado por aparelho foi de Rebeca Andrade nas assimétricas. Ele tirou 14,333 e terminou em 10º, bem perto da final.

TEAM BRAZIL - WCH Doha 2018, Oct28

Rebeca Andrade, Flávia Saraiva, Jade Barbosa, Lorrane Oliveira e Thais Fidelis. Foto: CBG

Após 11 anos, o Brasil volta a uma final por equipe no feminino e com ótimas chances de medalhar.

Biles terminou como 1ª no geral com 60,965, no solo com 15,333, no salto com 15,666 e na trave com 14,800. A belga Nina Derwael foi a melhor nas assimétricas com 15,066 com Biles em 2º 14,866.

Resultados das brasileiras:

Individual Geral:
10ª – Flávia Saraiva – 53,999
20ª – Jade Barbosa – 52,733

Salto:
Nenhuma brasileira fez dois saltos

Barras Assimétricas:
10ª – Rebeca Andrade – 14,333
34ª – Jade Barbosa – 13,333
37ª – Lorrane Oliveira – 13,166
64ª – Flávia Saraiva – 12,400

Trave:
17ª – Flávia Saraiva – 13,233
52ª – Rebeca Andrade – 12,633
72ª – Lorrane Oliveira – 12,066
97ª – Jade Barbosa – 11,700

Solo:
5ª – Flávia Saraiva – 13,900
19ª – Jade Barbosa – 13,200
22ª – Thais Fidelis – 13,133
28ª – Lorrane Oliveira – 13,033

Mundial de Ginástica Artística – Dia 3

A quali feminina começou neste sábado com 6 grupos e um show dos Estados Unidos, liderados por uma inacreditável Simone Biles.

As americanas terminaram o dia com 174,429 por equipe, milhas a frente do Japão, que ficou em 2º lugar com 162,180, da Alemanha em 3º com 161,071 e da Holanda, 4ª com 159,029.

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Simone Biles (USA)

Simone Biles está milênios a frente do resto e terminou em 1º no individual geral com 60,965, sendo 15,966 no salto, 14,866 nas barras assimétricas, 14,800 na trave e 15,333 no solo. E vale lembrar que ela está com uma pedra no rim!

A 2ª melhor do dia foi sua compatriota Morgan Hurd, atual campeã mundial, com 56,465 (14,600 salto, 14,466 barras, 13,466 trave e 13,933 solo). A japonesa Mai Murakami ficou em 3º com 55,632 e a belga Nina Derwael em 4º com 55,564.

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No salto, Biles ficou com média de 15,666, a sul-coreana Yeo Seojeong foi a 2ª com 14,483 e a veteraníssima Oksana Chusovitina foi a 3ª com 14,200. Nas barras, a melhor nota foi de Derwael com 15,066 com Biles em 2º com 14,866 e a alemã Elisabeth Seitz em 3º com 14,566.

Na trave, Biles na frente com 14,800, a americana Kara Eaker 2ª com 14,466 e a holandesa campeã olímpica Sanne Wevers com 14,033. E no solo, Biles 15,333 absurdamente a frente do resto. Murakami foi 2ª muito longe com 14,100.

Nunca uma ginasta venceu 5 ouros em um único Mundial, muito menos levou ouro nos 4 aparelhos. Será que a Biles quebra um desses tabus?