Domingo dourado na Croácia

Depois das medalhas na Eslovênia, os ginastas brasileiros foram para Osijek, na Croácia, disputar mais uma Copa do Mundo por aparelhos, a Challenge Cup.

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Pódio da trave

Os ginastas brasileiros garantiram 11 vagas em 8 das 10 finais (fora dos saltos), mas o sábado não foi bom. A melhor performance foi de Arthur Zanetti no solo, com 14,067 e o 4º lugar na decisão, fora do pódio por apenas 0,066. Flávia Saraiva foi 5ª nas barras assimétricas com 12,800, Francisco Barretto 6º nas barras paralelas com 13,467 e Lucas Bitencourt 8º no cavalo com alças com 11,933.

Já no domingo, apesar de alguns errinhos, a equipe brasileira brilhou em solo croata. Na trave feminino, Thais Fidelis ficou com o ouro com 13,467. Thais fez sua estreia internacional na semana anterior na Eslovênia, quando ficou com o bronze nesta mesma prova com 12,850, quando caiu. Flavia Saraiva fez a Simone Biles e tocou a trave pra não cair. Mesmo assim fez 12,933 e ficou com o bronze.

Um pouco depois, as duas voltaram a competir no solo, sendo as 2 últimas a se apresentar. Mesmo sem apresentar sua melhor séria, Flavinha fez 13,633, assumindo a liderança. Thais veio logo depois e fez grande apresentação, tirando 13,733 (com 0,100 de dedução).

Thais sai de Osijek com dois ouros e mostrou que veio para ficar. Flavia Saraiva teve problema no pé na semana passada, mas nada grave. Reduziu sua dificuldade nesta etapa justamente para não forçar o pá. Rebeca Andrade só disputou as barras, sendo poupada no solo e salto. Arthur Zanetti precisa subir sua dificuldade, pois está longe do grego campeão olímpico, mas mostra enorme regularidade. Em 4 apresentações, tirou três vezes 14,900 e um 14,850. Um bom início de ciclo olímpico.

Ginástica começa bem na Eslovênia

Muitas quedas no 2º dia de finais, um grande susto, 4 medalhas e muita coisa boa por vir.

A equipe brasileira pegou 10 finais na Challenge Cup de Koper, na Eslovênia, e conquistou 4 medalhas numa etapa com nomes fortes na disputa, principalmente no feminino.

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Rebeca Andrade no pódio do salto

No sábado, Rebeca Andrade abriu as finais com o ouro no salto, com uma razoável média de 14,600. Mais tarde, Arthur Zanetti confirmou o favoritismo para levar as argolas com 14.850 em boa prova. A sua dificuldade foi de 6,100, enquanto dois ginastas fizeram 6,300, mas ele sempre leva na execução, com ótimos 8,750. Ainda no sábado, Flávia Saraiva tirou 13,450 nas barras assimétricas para ficar com o bronze.

Já no domingo, foi um festival de quedas. Eram 5 brasileiros em finais e todos caíram. Ainda assim, Thais Fidelis levou o bronze na trave com baixos 12,850, numa final cheia de quedas. Flavinha também caiu de um jeito bem bobo e ficou em 4º com 12,800. Nas barras paralelas, Lucas Bitencourt caiu logo no começo para ficar em último com 11,800. É bem raro cair nas paralelas.

Na decisão do solo feminino, Flávia Saraiva torceu o pé na primeira acrobacia e parou, dando um enorme susto. Mas está tudo bem já. Thais também caiu no solo e terminou em 4º com 12,550.

Apesar do domingo cheio de falhas, o torneio foi um bom começo de temporada. Ainda se adaptando às mudanças do código, os ginastas brasileiros fizeram uma boa competição. Thais, em sua estreia internacional, mostrou que está arriscando e tem tudo para permanecer na seleção. Flávia e Rebeca devem brigar por medalha no individual geral no Mundial, que não deve contar com Simone Biles. A seleção agora segue para a Croácia para outra etapa, em Osijek.

Bom início pra ginástica

Em sua 1ª competição no ano, a seleção feminina de ginástica obteve ótimos resultados no Troféu Citta di Jesolo, na Itália. Como este ano o Mundial não terá disputas em equipe, esta é uma das principais provas por equipes do ano. Representaram o país Rebeca Andrade, Flávia Saraiva, Thais Fidelis e Carolyne Pedro.

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No sábado, o Brasil ficou com a medalha de prata por equipes, somando 164,650, ficando atrás da equipe americana com 167,950 e na frente da Rússia, com 164,600. O destaque do Brasil foi Rebeca Andrade. Com seu yurchenko com dupla pirueta, ela tirou 15,000 sendo excelentes 9,600 na execução. Mesmo com quedas na trave e com boas notas no solo, o Brasil ficou com a 2ª colocação. Rebeca foi prata também no individual geral, somando 56,000, ficando atrás apenas da americana Riley McCusker, novo nome fortíssimo da equipe americana, com 56,600. Flavinha terminou em 5º com 55,400.

No domingo, nas finais por aparelho, Flávia Saraiva faturou duas medalhas. No solo, empatou no 1º lugar com a americana Abby Paulson com 13,900 e elas dividiram o ouro. Na trave, ela ficou com a prata, empatada com a francesa Marine Boyer, com 14,100. Com alguns desequilíbrios, ela perdeu a ligação de movimentos, que daria 0,2 a mais na nota e acabou ficando atrás da americana McCusker, com 14.200. Rebeca disputou 3 finais, sem medalhas. Foi 4ª no solo (13,550), 5ª nas barras assimétricas (13,800) e 6ª na trave (13,350).

Foi um excelente início de temporada para a equipe. Flávia e Rebeca mostraram que estão bem no cenário internacional , já se adaptando ao novo código de pontuação. Vale ressaltar que o Brasil jamais havia ficado a frente da Rússia numa prova por equipes.

A equipe agora se prepara para disputar etapas da Copa do Mundo na Europa em maio.

Um salto pra ginástica

No fim de semana, a Assembleia Geral da CBG (Confederação Brasileira de Ginástica) confirmou o nome de Marcos Goto como novo coordenador técnico da ginástica artística. Conhecido como o técnico que colocou Arthur Zanetti no totpo do pódio olímpico em Londres-2012, Goto entra no lugar de Georgette Vidor, já há alguns anos nessa função.

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Marcos Goto

Ele já era o treinador-chefe da equipe masculina e os resultados do último ciclo mostraram a enorme evolução. Foram 3 medalhas olímpicas e a classificação inédita da equipe completa pros Jogos do Rio, que terminou na excelente 6ª posição. Enquanto isso, a equipe feminina, apesar de ter pego 4 finais olímpicas, ficou um pouco para trás.

Um das maiores dificuldades de Goto será reduzir o número de lesões dos ginastas brasileiros. 8 atletas masculinos e 5 femininos passaram por cirurgias e/ou tratamentos nos últimos meses já de olho no próximo ciclo olímpico. Muitos são de rotina e comuns no meio da ginástica, como reforço em ossos, limpezas no joelho ou pé.

Entre as novas estratégias de Marcos Goto está um acompanhamento das séries dos ginastas pela área técnica da CBG, incluindo árbitros internacionais. Também termos uma maior integração entre as categorias de base e a seleção adulta e algumas clínicas com técnicos estrangeiros. O CT da Ginástica na Barra já está sendo remontado e as expectativas são grandes.

Goto tem tudo para ajudar a ginástica brasileira a crescer nos dois naipes.

Resumo do fim de semana

Ginástica

Pódio do individual geral masculino

Caio Souza foi campeão brasileiro no individual geral em São Paulo. Ele somou 87,200 pontos após os 6 aparelhos para ficar com o título. Francisco Barretto foi prata com 86,350 e Bernardo Miranda ficou com o bronze com 85,700. No feminino, Rebeca Andrade sobrou para vencer com 58,300, bem a frente de Carolyne Pedro com 54,750 e Milena Theodoro com 53,700, que completaram o pódio.

Nas finais por aparelhos, Caio Souza venceu no solo (14,550) e nas barras paralelas (15,625). Os outros campeões masculinos foram: Lucas Bitencourt no cavalo com alças (14,550), Henrique Flores nas argolas (15,225). Luis Porto no salto (14,450) e Francisco Barretto na barra fixa (15,225). No feminino, Rebeca Andrade venceu nas barras assimétricas (14,450) e na trave (14,525), enquanto Raquel Silva levou o salto (13,725) e Thaís Fidelis faturou o solo (14,775).

Atletismo

O Brasil dominou o sul-americano Sub-18 de Atletismo, disputado em Concórdia, na Argentina, conquistando 19 ouros, 9 pratas e 8 bronzes.

Entre os destaques brasileiros, tivemos Vinicius Rocha Moraes, que venceu os 100m (10.36, 6º tempo do ano na categoria) e os 200m (21.41), Gabriel Menezes Oliveira, que levou o salto em distância (7,45m) e o salto triplo (15,45m) e Saymon Hoffmann, ganhador do arremesso de peso (19,67m) e do lançamento de disco (60,92m). No feminino, boas vitórias de Lorraine Martins nos 100m (11.78), Tiffani Marinho nos 400m (54.90) e Naiuri Krein no heptatlo (4.811 pontos).

Canoagem

A equipe brasileira completa ficou em 2º lugar no sul-americano de canoagem, disputado em Tigres, na Argentina, conquistando 20 ouros, 21 pratas e 12 bronzes, mesmo com a equipe completa.

O destaque veio na canoa, que levou quase tudo. O multimedalhista olímpico Isaquias Queiroz venceu o C1 200m, 500m e 1.000m enquanto Erlon Silva e Ronilson de Oliveira faturaram o C2 nas 3 distâncias também. A nova geração dominou a canoa juvenil e sub-23 com nomes como Jacky Godmann e Maicon dos Santos, que também fizeram a trifeta nas distâncias. O caiaque foi a grande decepção, com apenas 2 ouros: Bruna Rodrigues no K-1 200m júnior e com a equipe do K-4 200m masculino sênior.

Outros Esportes

– Ariel João da Silva e Priscilla Steveux venceram o brasileiro de BMX em Londrina. No contrarrelógio, vitórias de Renato Rezende e de Priscilla Steveux. Ela conquistou o tricampeonato brasileiro da prova.

– Em Tóquio, Ghislain Perrier e Guilherme Toldo pararam na chave preliminar da Copa do Mundo de florete masculino. Toldo perdeu para o polonês Leszek Rajski por 15-11 e Ghislain de 15-13 para o espanhol Carlos Llavador.

Adilson da Silva foi 22º em torneio de golfe nas Filipinas, válido pelo Tour Asiático. Somou 275 tacadas, 6 atrás do campeão, mas não pontuou para o ranking. No Tour Latino-Americano, Rodrigo Lee foi o melhor brasileiro em torneio na Argentina, terminando em 16º também sem pontuar.

– Jovens brasileiros dominaram os pan-americanos de judô na República Dominicana. No sub-15, todos os que competiram medalharam, trazendo 7 ouros, 3 pratas e 3 bronzes. No Sub-13, foram 9 ouros, 1 prata e 1 bronze. Apenas um jovem judoca não medalhou.

– No brasileiro de carabina e pistola em Brasília, o medalhista olímpica Felipe Wu venceu a pistola de ar 10m com 574 pontos. Na pistola 50m, Vladimir da Silveira ficou com o ouro com 546. Nos rifles, Cássio Rippel faturou o deitado 50m com 594 e o de 3 posições 50m com 1143. No feminino, destaque na pistola de ar 10m com Cibele Martins com 375.

– A seleção juvenil de taekwondo embarcou para o Mundial da categoria no Canadá nesta semana, com equipe de 16 atletas, 8 no masculino e 8 no feminino.

Torben Grael foi eleito vice-presidente da World Sailing, a federação internacional de vela, durante a Assembleia Geral da entidade. No mesmo evento, foi definido na manutenção das classes disputadas no Rio-2016 para Tóquio-2020.

Rio-2016 – Dia 15

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Para não ter problemas como no dia 11, quando quase perdi a final do C1 1.000m por conta da fila, nem levei mochila para não ter que ficar na fila do raio-x. Assim, cheguei cedo e pude assistir a todas as provas sem problemas. A primeira prova foi o K1 200m masculino, onde Liam Heath defendeu o ouro para a Grã-Bretanha (quem venceu em 2012 foi seu compatriota Ed McKeever). A vitória veio com 35.197, contra 35.362 do francês Maxime Beaumont. Pelo bronze, um raríssimo empate entre o espanhol Saul Craviotto e o alemão Ronald Rauhe.

Na prova seguinte, o C2 1.000m! Campeões mundiais em 2015, Isaquias Queiroz e Erlon Silva dominaram a prova por 800m, sendo levemente ameaçados pela dupla russa, mas nos 200m finais, em uma arrancada sensacional, os alemães Sebastian Brendel e Jan Vandrey tiraram a diferença de um barco dos brasileiros, passaram e abriram para vence com 3:43.912 contra 3:44.819 dos brasileiros. A dupla da Ucrânia completou o pódio com 3:45.949. Apesar da derrota, Isaquias se tornou o 1º brasileiro da história a vencer 3 medalhas em uma mesma edição de Jogos Olímpicos! Resultado excepcional. Confirmando o favoritismo, a Hungria levou o K4 500m feminino dando o 3º ouro no Rio de Janeiro para Danuta Kozak, que chega a 5 ouros e 1 prata na carreira. Alemanha e Bielorrússia completaram o pódio. No K4 1.000m masculino, a Alemanha confirmou o favoritismo e levou, com Eslováquia em 2º e República Checa em 3º.

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Encerradas as provas na Lagoa, segui ao Parque Olímpico para ver a qualificação da ginástica rítmica em equipe, algo que sempre tive vontade ver. A prova individual é bonita e tal, mas cansa um pouco. Por equipe há muitas trocas de aparelho o que deixa bem mais dinâmico e interessante. Fui pra 2ª sessão, com as apresentações do conjunto misto, com maças e arcos. As 2 sessões foram muito próximas uma da outra o que complicou bastante entrada na Arena Olímpica. Fila muito grande para entrar e acabei perdendo a 1ª equipe, de Israel e cheguei na metade do Brasil. Mas vi a Itália dar show logo depois tirando 17,833, a chinesa torcer o pé no final e prejudicar muito a equipe, a Rússia ir bem como sempre, mas sem brilhar e show da Bielorrússia e da Espanha, melhor nota da rotação com 17,966. Com o problema da China, o Brasil acabou em 9º, fora da final por muito pouco.

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Na saída, show da Esquadrilha da Fumaça sobre o Parque Olímpico que estava insuportavelmente cheio. Eram muitas sessões no mesmo dia, mas até aí tudo bem, mas tirando as finais do taekwondo, todas as outras eram de manhã ou a tarde, o que fez uma multidão lotar tudo por volta das 14-15:00. Erro grave na programação. Tenho pena de quem foi conhecer o Parque apenas nesse dia, pois por mais cheio que estivesse nos outros, estava transitável.

Rio-2016 – Dia 10

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Acordando cedinho par acompanhar a maratona aquática em Copacabana! De olho nas brasileiras favoritas ao pódio Ana Marcela Cunha e Poliana Okimoto. Com uma prova espetacular, a holandesa Sharon van Rouwendaal brilhou, disparando no final para vencer com tranquilidade, com 17s de vantagem. A briga pelas outras medalhas ficou entre 3: a italiana Rachele Bruni, a brasileira Poliana Okimoto e a francesa Aurelie Muller, que estava atrás do pelotão e foi buscar. Poliana ficou um pouco para trás, e Muller e Bruni bateram juntas. Era um amargo 4º lugar. Confesso que fui embora irritado com o resultado. PArei para tomar um suco e vi na TV o inesperado! Na ânsia de bater, Muller passou por cima de Bruni e bateu em 2º, não deixando a italiana bater. Com isso, a francesa foi desclassificada e o bronze caiu no colo da brasileira. Uma medalha mais que merecida, a 1ª da natação feminina do Brasil numa Olimpíada! Nada melhor do que ir para a primeira brasileira campeã mundial de uma prova olímpica, em 2013 em Barcelona.

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De lá, pega metrô, faz baldeação em General Osório, pega o BRT, anda e chega no Parque Olímpico para acompanhar 3 finais por aparelho na ginástica. A sessão começou com a tão esperada prova de argolas. Melhor na quali, o grego Eleftherios Petrounias fez uma apresentação monumental tirando incríveis 16,000, nota jamais atingida pela Arthur Zanetti. Último a se apresentar, o brasileiro fez uma boa prova, com alguns errinhos, aparentemente bem nervoso. Mas saiu a nota: 15,766 e a prata! O primeiro ginasta brasileiro a medalhar em uma Olimpíada agora é o único a ter 2 medalhas olímpicas! Completou o pódio o russo Denis Abliazin com 15,700.

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Na final seguinte, no salto masculino, vitória do norte-coreano bicampeão mundial Ri Se Gwang com 15,691. Prata pro russo Abliazin com 15,516 e bronze pro japonês Kenzo Shirai com 15,449, que se redime um pouco após falhar no solo. Na trave, a queridinha Simone Biles veio para vencer. Bicampeã mundial, a americana errou, se desequilibrou e precisou colocar a mão na trave, tirando baixos (para ela) 14,733. Logo após ela, veio a holandesa Sanne Wevers, que com muitos giros tirou altíssimos 15,466, assegurando o ouro. A americana Lauren Hernandez fez 15,333 para levar a prata. Flávia Saraiva foi a última a entrar e vinha da 3ª nota da qualificação. Com o erro da Biles, dava para sonhar sim, mas um desequilíbrio médio a tirou do pódio. A brasileira tirou 14,533 e ficou em 5º lugar, a 0,200 do pódio. Uma pena, pois merecia uma medalha.

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Da ginástica, para realizar o sonho de ir a um velódromo. Numa tarde com praticamente apenas provas da Omnium, o encerramento do masculino foi espetacular. Na corrida por pontos, o italiano Elia Viviani controlou a liderança e não deixou seus principais adversários chegarem perto. O italiano fechou com 207 pontos, deixando o britânico Mark Cavendish com a prata com 194 pontos e o dinamarquês campeão em Londres Lasse Norman Hansen com o bronze com 192. Gideoni Monteiro terminou na boa 13ª posição geral.

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De lá ainda dei uma passada no basquete para Espanha x Argentina. O Brasil, que fez uma campanha pífia, precisava de uma vitória argentina para se classificar. Mas jogando mal e aparentemente com muito pouca vontade, os argentinos foram derrotados por 92-73 e assim, o Brasil foi eliminado precocemente. Ainda assim, foi lindo ver a torcida argentina, que incentiva a sua seleção se parar, com muitas músicas e gritos. Uma lição de torcida.