Henrique Avancini em mais um pódio na Copa do Mundo

Atual terceiro do mundo, Henrique Avancini já é um dos melhores do mundo no mountain bike desde sua enorme evolução que começou há 2 anos.

Na etapa de Les Gets, nos Alpes franceses, Avancini fez uma grande prova neste domingo para faturar o bronze na 2ª etapa seguida!

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Avancini cruzando em 3º na França. Foto: Reprodução RedBullTV

Ele chegou a liderar boa parte da prova, mas tinha na sua cola o mito suíço Nino Schurter, o italiano Gerhard Kerschbaumer, o francês Stephane Tempier e o checo Ondrej Cink. Quando estavam apenas Avancini, Schurter e Kerschbaumer na frente, faltando pouco mais de uma volta pro fim, o super suíço começou a apertar, ultrapassou o italiano disparou na liderança, mostrando que é o melhor do mundo e talvez até mesmo o melhor de todos os tempos. Kerschbaumer aceitou a derrota e ficou pra trás enquanto o brasileiro ficava mais distante, mas com boa folga sobre o 4º colocado.

Schurter venceu a etapa com 1:22:10, 4s a frente do italiano e 38s a frente do brasileiro. Tempier foi 4º 10s depois do Avancini.

Foi o 2º bronze seguido do brasileiro na prova longa da Copa do Mundo. Resultado excelente pra quem nunca havia subido ao pódio antes. Nas provas curtas, ele já havia ficado no top-3 algumas vezes.

A Copa do Mundo volta daqui 3 semana na cidade italiana de Val di Sole. Antes disso, Avancini disputa os Jogos Pan-Americanos.

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Começa a disputa do Mountain Bike

Tivemos na cidade alemã de Albstadt a 1ª etapa da Copa do Mundo de mountain bike, modalidade cross-country.

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Henrique Avancini. Foto: Red Bull

Esperava-se uma boa estreia de Henrique Avancini após a excelente temporada de 2018, mas ele teve uma participação regular na prova. Ele terminou em 18º com o tempo de 1:27:35, 3:41 atrás do vencedor, o suíço Mathias Flückiger. Na sexta-feira, na prova curta, Avancini terminou em 5º lugar com 20:30, 2s atrás do vencedor, o holandês Mathieu van der Poel.

Ainda é cedo para dizer qualquer coisa, pois teremos mais 6 etapas do circuito mundial, sendo a próxima já esta semana na República Checa. Vale lembrar que Avancini optou por não participar do Pan-Americano no México em abril para se focar na preparação para a Copa do Mundo e para o Mundial.

Terceiro do mundo no ranking, Avancini tem grandes objetivos pro ano, mas temos que ficar de olho no ranking das nações, que vai dar a maioria das vagas olímpicas. O ranking que define as vagas olímpicas é o daqui 1 ano, em 28 de maio de 2020 e o Brasil busca um top-7 para conseguir 2 vagas no masculino. Apenas os 2 melhores países levam 3 vagas e do 8º ao 21º 1 vaga. Hoje, o Brasil é o 5º país do ranking e teria 2 vagas.

Mundial de Ciclismo Pista – Resumo

A cidade polonesa de Pruszkow recebeu o Mundial de pista de 2019, encerrado no domingo de Carnaval. Apesar de não classificar diretamente para os Jogos de Tóquio, o Mundial é importantíssimo para o ranking mundial que definirá todas as vagas olímpicas na pista.

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Harrie Lavreysen (NED) após vencer o sprint

A Grã-Bretanha segue em uma entressafra e não deslancha desde os Jogos do Rio, contando apenas com o talento de Laura Kenny. O país ficou com apenas um ouro em uma prova não-olímpica, na scratch feminina com Elinor Barker. Em provas olímpicas, apenas 2 pratas e 1 bronze, muito abaixo do que se espera do país.

Em compensação, a Holanda melhora a cada ano. Foram 6 ouros sendo 5 em provas olímpicas. Harrie Lavreysen e Jeffrey Hoogland fizeram a final no sprint masculino, vencida por Lavreysen. Os dois competiram ao lado de Roy van der Berg para levar o ouro no sprint por equipes, vencendo na decisão a França. Pra fechar o domínio no sprint, Matthijs Büchli venceu a Keirin masculina. No feminino, Kirsten Wild foi o nome do Mundial. Ela foi ouro na Omnium e, ao lado de Amy Pieters, venceu a Madison, que volta ao programa olímpico em Tóquio. Wild foi ainda prata na Scratch e bronze na corrida por pontos.

A Austrália também saiu com 6 ouros, mas foram apenas 3 em provas olímpicas. A Austrália venceu as duas provas de perseguição por equipes, com direito a recorde mundial na final masculina: 3:48.012, baixando o recorde anterior em 1s8. A dupla Kaarle McCulloch e Stephanie Morton foram ouro no sprint por equipes, desbancando a forte dupla russa de Daria Shmeleva e Anastasia Voinova.

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Lee Wai Sze (HKG)

Lee Wai Sze, de Hong Kong, foi o nome da velocidade no feminino. A atleta venceu o sprint sem perder um combate sequer durante a competição, derrotando a australiana Stephanie Morton na decisão. Lee também venceu a final da Keirin. Completaram os títulos em provas olímpicas o neozelandês Campbell Stewart na Omnium e os alemães Roger Kluge e Theo Reinhardt venceram a Madison.

Este Mundial marcou o retorno do Brasil a mundiais de pista. Kácio Fonseca disputou a Keirin. Na 1ª rodada ficou em 3º e na repescagem foi 4º na sua bateria, terminando em 23º no geral. Na repescagem deu muito azar e caiu na mesma bateria de 2 holandeses, incluindo o campeão Büchli.

O próximo Mundial será em 2020 em Berlim, que fechará o ranking para os Jogos de Tóquio.

Mundial de Mountain Bike

Foi mais uma excelente atuação de Henrique Avancini no Mundial de Mountain Bike, disputado na cidade suíça de Lenzerheide.

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Henrique Avancini no Mundial. Foto: Divulgação

Chegando como número 2 do mundo e com a 3ª posição da Copa do Mundo, Henrique começou bem a disputa, mas deixou o suíço Nino Schurter e o italiano Gerhard Kerschbaumer abrirem. Ele acabou não aproveitando a escapada do holandês Mathieu van der Poel e ficou no pelotão de perseguição com outros dois suíços, que não o deixavam buscar os líderes.

Ainda assim, ele terminou em 4º, repetindo a excelente colocação obtida no Mundial de 2017. Novamente Nino Schurter venceu o Mundial. O imbatível suíço levou seu espetacular 7º título mundial, passando com folga os 5 títulos do francês Julien Absalon. Schurter completou os 33,6km da prova em 1:29:21, 11s a frente de Kerschbaumer e 1min14s de van der Poel. Avancini ficou a 39s do bronze.

Avancini encerra uma temporada espetacular que tem tudo para se repetir em 2019.

No feminino, a vitória foi da americana Kate Courtney, de 22 anos. Ela completou os 29,4km em 1:34:55, 47s a frente da dinamarquesa Annika Langvad e 1min58s da canadense Emily Batty. Maior nome da atualidade, a suíça Jolanda Neff ficou em 4º a 15s do bronze. Foi o 1º título americano no feminino desde 2001.

Schurter e Neff ainda ajudaram a Suíça a vencer a prova de revezamento. Os suíços completaram em exatamente 1h, 13s a frente da Alemanha e 34s sobre a Dinamarca.

O próximo Mundial de Mountain Bike será em 2019 em Mont-Sainte-Anne, no Canadá.

Campeonatos Europeus – Dia 10

Dia dos favoritos e dos irmãos em Berlim.

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Sandra Perkovic (CRO). Foto: Getty Images

No penúltimo dia do atletismo, a croata Sandra Perkovic segue sem adversárias no disco. Ela faturou o pentacampeonato europeu com 67,62m, mais de 4m a mais que a alemã Nadine Müller, prata. Outro que segue dominando sua prova é o polonês Adam Kszczot, que levou seu 3º título europeu seguido ao vencer os 800m com 1:44.59.

Dina Asher-Smith brilhou mais uma vez, agora nos 200m. A britânica marcou 21.89, melhor tempo do mundo no ano na prova e única a baixar de 22s esse ano. Bicampeã mundial, a holandesa Dafne Schippers foi prata com 22.14. 2º ouro nesse europeu também pro norueguês Jakob Ingebrigtsen, com apenas 17 anos. Ele venceu agora os 5.000m com 13:17.06, recorde europeu sub20, deixando seu irmão Henrik com a prata com 13:18.75.

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Jakob Ingebrigtsen (NOR). Foto: Getty Images

A noite era mesmo dos irmãos. No 4x400m masculino, o time da Bélgica, ou melhor, o time Borlée, venceu com 2:59.47. Kevin, Jonathan e Dylan ao lado do campeão mundial Sub20 este ano Jonathan Sacoor, venceu o europeu com a mesma formação bronze este ano no Mundial indoor. Prata pros britânicos com 3:00.36 e bronze pra Espanha com 3:00.78. No feminino, vitória da equipe da Polônia com 3:26.59.

Os outros campeões do dia no atletismo foram os espanhóis Álvaro Martin na marcha 20km 1:20:42 e María Pérez na mesma prova no feminino 1:26:36, os alemães Mateusz Przybylko no salto em altura com 2,35m e Malaika Mihambo no salto em distância com 6,75m e a polonesa Justyna Swiety-Ersetic nos 400m feminino com 50.41.

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Laura Smulders (NED). Foto: Getty Images

Campeã mundial este ano, a holandesa Laura Smulders também venceu o euripeu de ciclismo BMX. Ela marcou 38.700 na decisão contra 38.965 da dinamarquesa Simone Christensen. No masculino, dobradinha britânica com Kyle Evans e Kyle Whyte.

A equipe da Rússia venceu com tranquilidade a prova por equipes da ginástica artística, somando 257,260 contra 253,362 da Grã-Bretanha e 246,928 da França. Até o último aparelho a briga estava parelha, mas na barra fixa, dois britânicos caíram (um deles duas vezes) e aí ficou fácil pra Rússia. Já nos saltos ornamentais, um ouro para cada um. A britânica Grace Reid venceu o trampolim de 3m e na plataforma mista, deu Rússia.

Mais um ouro holandês nas águas abertas. Na prova por equipes, a Holanda fez 52:35.0 contra 52:35.6 da Alemanha. Sharon van Rouwendaal estava na equipe e fatura seu 3º ouro! No revezamento misto do triatlo, vitória dos campeões mundiais franceses com 1:15:07, 11s mais rápidos que a Suíça. E na prova por equipes mistas do golfe, o ouro ficou com a Islândia com 141 tacadas contra 142 da equipe Grã-Bretanha 3.

Campeonatos Europeus – Dia 7

Adam Peaty, Sarah Sjöström e Katinka Hosszu (finalmente ela) brilham no 7º dia do campeonato.

As finais da natação da quarta-feira começaram com mais uma vitória do ucraniano Mykhaylo Romanchuk, agora nos 800m livre, com 7:42.96, deixando o italiano Grigorio Paltrinieri com a prata com 7:45.12 e o alemão campeão dos 1.500m Florian Wellbrock em 3º com 7:45.60. Sarah Sjöström levou seu 3º ouro em Glasgow, agora nos 100m livre. Depois de não vencer no Rio e no Mundial de 2017, a sueca levou a prova no europeu com 52.93, bem acima do seu WR de 51.71 da abertura do revezamento 4x100m no mundial de 2017. A holandesa Femke Heemskerk foi prata com 53.23 e a francesa campeã dos 200m Charlotte Bonnet bronze com 53.35.

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Adam Peaty (GBR) após vencer os 50m peito. Foto: Getty Images

Sem adversários, o britânico Adam Peaty levou os 50m peito com 26.09, muito a frente do resto e a apenas 0.14 do seu WR. O italiano Fabio Scozzoli ficou em 2º com 26.79 e o esloveno Peter John Stevens bronze com 27.06. Evgeny Rylov venceu os 200m costas com a super marca de 1:53.36, novo recorde europeu, milhas a frente dos outros. O polnês Radoslaw Kawecki foi prata com 1:56.07, bem longe de Rylov.

Ela quase não nadou nesse Europeu. Apenas em sua 2ª (e última) prova individual, Katinka Hoszzu venceu pela 5ª vez seguida os 200m medley no Europeu, agora com 2:10.17, mas a italiana Ilaria Cusinato chegou perto com 2:10.25.No 4x100m livre misto, a França levou a melhor com recorde do campeonato de 3:22.07.

No atletismo, a Polônia levou mais uma prova de campo, agora com Paulina Guba surpreendendo a favorita da casa no arremesso de peso, a alemã Christina Schwanitz (lembrando que o atletismo é em Berlim). Guba marcou 19,33m contra 19,19m de Schwanitz. No salto em distância, ótima marca do grego Miltiadis Tentoglu com 8,25m. No disco, vitória do lituano campeão mundial Andrius Gudzius, com 68,46m na última tentativa! Ela tirou o sueco Daniel Stahl do ouro, que acabou com a prata com 68,23m. Esta foi a prova de despedida do tricampeão mundial e campeão olímpico em Londres, o alemão Robert Harting, que terminou em 6º com 64,33m.

A queniana naturalizada israelense Lonah Chemtai Salpeter venceu os 10.000m com 31:43.29. Ela foi pra Israel como babá pro embaixador queniano, conheceu seu técnico com quem se casou e depois recebeu a cidadania. Ela já disputou os Jogos do Rio como israelense. No decatlo, o alemão Arthur Abele ficou com o ouro com 8431 pontos, aproveitando que o francês campeão mundial Kevin Mayer não conseguiu marca válida no salto em distância.

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Sharon van Rouwendaal (NED). Foto: Getty Images

A Holanda levou mais 3 ouros, um em cada modalidade. Celine Maria van Duijn venceu a plataforma feminina nos saltos ornamentais com 319,10, deixando a italiana favorita Noemi Batki com a prata com 315,00. A campeã olímpica Sharon van Rouwendaal venceu os 5km das águas abertas e Ellen van Dijk levou o contrarrelógio no ciclismo estrada, numa dobradinha holandesa com Anna van der Breggen.

Os outros ouros do dia ficaram com os alemães Lou Massenberg e Tina Punzel no trampolim sincronizado misto, com o húngaro Kristof Rasovszky nos 5km nas águas abertas e com o belga Victor Campenaerts no contrarrelógio masculino.

Campeonatos Europeus – Dia 6

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Dina Asher-Smith ao vencer os 100m. Foto: Getty Images

O 1º dia de finais no atletismo em Berlim trouxe algumas surpresas e resultados muito bons. A Grã-Bretanha fez dobradinha nos 100m, levando os dois ouros. Pela primeira vez dede 1962, uma britânica venceu os 100m feminino. Dina Asher-Smith venceu com o tempaço de 10.85, igualando a melhor marca do ano da marfinense Marie-Josée Ta Lou em Doha. A alemã Gina Lückenkemper (guardem esse nome) foi prata com 10.98, igualando o recorde sub23 europeu que ela mesma fez na semifinal no mesmo dia. A holandesa Dafne Schippers foi bronze com 10.99.

Na final masculina, a vitória ficou com o jovem britânico Zharnel Hughes, de 23 anos. Nascido em Anguilla, território britânico no Caribe, por onde foi campeão pan-americano júnior em 2013, Hughes foi ouro com 9.95, recorde do campeonato. O britânico Reece Prescod foi prata com 9.96 e o turco Jak Ali Harvey completou o pódio com 10.01.

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Wojciech Nowicki (POL). Foto: Getty Images

A Polônia dominou o campo, com duas dobradinhas. No arremesso de peso, Michal Haratyk venceu com 21,72m e Konrad Bukowiecki prata com 21,66m. No martelo, Wojciech Nowicki levou com 80,12m e Pawel Fajdek foi prata com 78,69m. O francês Morhad Amdouni venceu os 10.000m com 28:11.22, o ucraniano Maryan Zakalnytskyy venceu a marcha 50km com 3:46:35 e a portuguesa Inês Henriques levou a estreia da marcha 50km no feminino no europeu com 4:09.21.

Dois ouros britânicos nos saltos ornamentais, com Jack Laugher vencendo o trampolim de 1m com 414,60 contra 401,10 do italiano Giovanni Tocci. Na plataforma sincronizada feminina, Eden Cheng e Lois Toulson venceram com 289,74 contra 288,6 da dupla russa. No último dia do nado artístico, 3 ouros russos. Venceram no dueto livre, no dueto misto livre e no solo livre. A surpresa foi a prata da italiana Linda Cerruti no solo, que tirou a Ucrânia do 2º lugar pela 1ª vez nesse Europeu. Rússia sai com 8 ouros e 9 provas (não disputou a rotina livre combinada), a Ucrânia com 1 ouro, 5 pratas e 1 bronze e a Itália se firma como 3ª força europeia com 4 pratas e 5 bronzes.

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Dideriksen e Leth após a vitória na Madison. Foto: Getty Images

Por pouco Daria Shmeleva não foi perfeita no velódromo. Depois de 3 ouros, só restava vencer a Keirin, mas o ouro foi pra francesa Mathilde Gros, a prata pra belga Nicky Degrendele e Shmeleva ficou com o bronze. Na Keirin masculina, o alemão Stefan Bötticher quebrou a hegemonia holandesa na velocidade. As dinamarquesas Julie Leth e Amalie Dideriksen venceram a Madison feminina com 42 pontos contra 38 pontos da dupla russa. Mesmo com a parceria espetacular de Katie Archibald e Laura Kenny, a Grã-Bretanha ficou fora do pódio. No mountain bike, domínio da Suíça. A grande Jolanda Neff sobrou no feminino vencendo com mais de 2min de vantagem sobre a francesa Pauline Ferrand Prevot. No masculino, mesmo sem Nino Schurter na prova, a Suíça levou com Lars Forster, 24s na frente do italiano Luca Braidot.

Na natação, 2 ouros britânicos. Duncan Scott nadou ótimos 1:45.34 nos 200m livre pra ficar com o ouro e a equipe feminina faturou o revezamento 4x200m livre com 7:51.65 A Rússia também levou mais 2 ouros. Yuliya Efimova sobrou nos 200m peito com 2:21.31, muito a frente do resto. A espanhola Jessica Vall Montero foi prata com 2:23.02. Nos 100m costas, Anastasiia Fesikova levou com 59.19, ficando a frente da britânica Georgia Davies com 59.36. O ucraniano Andriy Govorov confirmou o favoritismo e venceu os 50m borboleta com 22.48, recorde do campeonato, e a italiana Simona Quadarella foi campeã nos 1.500m livre com 15:51.61.