Primeiras medalhas da base em 2018

Na Tunísia, vieram as duas primeiras medalhas da base brasileira em Mundiais de 2018, no taekwondo. Em Hammamet, foram dois bronzes pra seleção brasileira, que teve uma participação boa na competição.

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Patrik Cardoso, Sandy Macedo e Gabriel Ramos

A primeira medalha veio no 3º dia, na quarta-feira, com Gabriel Ramos, nos 59kg. Ele começou vencendo por 16-8 português, depois venceu 25-14 o mexicano cabeça de chave 1 Norberto Santamaria. Aí fez 4-2 em tunisiano e 23-3 sobre atleta do Chade nas 4as. Na semifinal, foi derrotado por 19-12 pro turco Arslan Demir.

Na sexta-feira, o 2º bronze veio com Patrik Cardoso, no +78kg. Ele estreou com 16-11 sobre libanês, fez 2-1 em mexicano e 9-2 sobre americano nas 4as. Na semifinal, perdeu de 5-1 para taiwanês.

Única a conquistar uma vaga pros Jogos Olímpicos da Juventude de Buenos Aires, Sandy Macedo acabou sendo derrotada nas 4as dos 55kg. O Brasil levou 17 atletas para competir em 20 categorias possíveis. Ao todo foram 20 vitórias e 17 derrotas, uma participação bem razoável. O Irã foi o grande destaque do Mundial, vencendo 7 das 10 categorias masculinas.

Neste ciclo olímpico, o Brasil chegou a 26 medalhas na base (8O-7P-11B):

Ouro – Wesley Dantas – Surfe Júnior (set/16)
Ouro – Duda / Ana Patrícia – Vôlei de Praia Sub21 (jul/17)
Ouro – Adrielson / Renato  – Vôlei de Praia Sub21 (jul/17)
Ouro – Revezamento 4x400m misto – Atletismo Sub18 (jul/17)
Ouro – Uncas Batista – Remo single skiff peso leve Sub23 (jul/17)
Ouro – Isaquias Queiroz – C1 1.000m Sub23 (jul/17)
Ouro – Aldi de Oliveira – Judô 50kg Sub18 (ago/17)
Ouro – Daniel Cargnin – Judô 66kg Sub21 (out/17)
Prata – Manoel Messias – Triatlo Sub23 (set/16)
Prata – Ana Sátila Vargas – Canoagem slalom K1 Sub23 (jul/17)
Prata – Isaquias Queiroz – C1 200m Sub23 (jul/17)
Prata – Gabriella Moraes – Judô 63kg Sub18 (ago/17)
Prata – Milena Silva – Judô 70kg Sub18 (ago/17)
Prata – Judô por Equipe Mista Sub18 (ago/17)
Prata – André dos Santos – Karatê 70kg Cadete (out/17)
Bronze – Lucas Ferreira – Remo single skiff Júnior (ago/16)
Bronze – Leandro Souza – Taekwondo +78kg Juvneil (nov/16)
Bronze – Luana Madeira – Levantamento de Peso 48kg Júnior (jun/17)
Bronze – Giovana Rosa – Atletismo 400m Sub18 (jul/17)
Bronze – Amanda Arraes – Judô 44kg Sub18 (ago/17)
Bronze – Luiza Cruz – Judô +70kg Sub18 (ago/17)
Bronze – Maria Clara Pacheco – Taekwondo 47kg Cadete (ago/17)
Bronze – Beatriz Souza – Judô +78kg Sub21 (out/17)
Bronze – Futebol Masculino Sub17 (out/17)
Bronze – Gabriel Ramos – Taekwondo 59kg Juvenil (abr/18)
Bronze – Patrik Cardoso – Taekwondo +78kg Juvenil (abr/18)

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Medalha inédita e decepções na base

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Pódio no Mundial Cadete de Taekwondo. Foto: WTF

Na outra semana  uma medalha inédita em Mundiais de taekwondo. Pela primeira vez, o Brasil não saiu zerado do Mundial Cadete. A edição de 2017 foi disputada na cidade egípcia de Sharm El Sheikh. Nos 47kg feminino, Maria Clara Pacheco ficou com o bronze. 3ª do mundo na sua categoria, foi bye de 1ª rodada. Na 2ª venceu por 7-2 jordaniana e nas 4as arrasou marroquina por 25-5. Na semifinal, perdeu de 13-7 para iraniana Ghazal Soltani, que ficou com o ouro.

Já no Mundial de Natação Juvenil, em Indianapolis, o Brasil saiu sem medalha pela 1ª vez em 6 edições. Com 2 ouros, 8 pratas e 4 bronzes no histórico, o Brasil bateu na trave em várias provas. Chegaram perto de um pódio Caio Pumputis (5º nos 200m medley com 2:00.97), o revezamento 4x100m livre misto (5º com 3:29.54) e Breno Correia (6º nos 100m livre com 49.44). Em casa, os EUA levaram 12 ouros e 32 medalhas no total.

Entre os destaques, o americano Andrew Abruzzo (venceu 400m, 800m e 1.500m livre), o italiano Nicolo Martinenghi (50m e 100m peito, este com espetaculares 59.58), a japonesa Rikako Ikee (50m livre, 50m e 100m borboleta) e o americano Michael Andrew (50m livre, 50m costas, 50m borboleta e bronze nos 50m peito!). Dois ouros espetaculares da argentina Delfina Pignatiello nos 800m e 1.500m livre. Nos 800m, venceu com 8:25.22, novo recorde sul-americano adulto. Campeã olímpica, Penny Oleksiak só nadou revezamentos e ajudou o Canadá a vencer os 3 femininos e os dois mistos.

Mas a grande decepção do ano está nos Mundiais de base do vôlei. Já foram 5 disputados e em nenhum deles o Brasil medalhou. Na semana passada, no Sub23 masculino, ficou em 4º lugar. No Sub19 masculino, foi 8º e no Sub18 feminino, após uma péssima 1ª fase, perdeu nas 8as para a Argentina, ficando em 10º no geral. Só resta o Sub23 feminino, que começa dia 10 na Eslovênia.

Desde o fim dos Jogos do Rio, os brasileiros conquistaram em mundiais de base as seguintes medalhas (7O-6P-7B):

Ouro – Wesley Dantas – Surfe Júnior (set/16)
Ouro – Duda / Ana Patrícia – Vôlei de Praia Sub21 (jul/17)
Ouro – Adrielson / Renato  – Vôlei de Praia Sub21 (jul/17)
Ouro – Revezamento 4x400m misto – Atletismo Sub18 (jul/17)
Ouro – Uncas Batista – Remo single skiff peso leve Sub23 (jul/17)
Ouro – Isaquias Queiroz – C1 1.000m Sub23 (jul/17)
Ouro – Aldi de Oliveira – Judô 50kg Sub18 (ago/17)
Prata – Manoel Messias – Triatlo Sub23 (set/16)
Prata – Ana Sátila Vargas – Canoagem slalom K1 Sub23 (jul/17)
Prata – Isaquias Queiroz – C1 200m Sub23 (jul/17)
Prata – Gabriella Moraes – Judô 63kg Sub18 (ago/17)
Prata – Milena Silva – Judô 70kg Sub18 (ago/17)
Prata – Judô por Equipe Mista Sub18 (ago/17)
Bronze – Lucas Ferreira – Remo single skiff Júnior (ago/16)
Bronze – Leandro Souza – Taekwondo +78kg Juvneil (nov/16)
Bronze – Luana Madeira – Levantamento de Peso 48kg Júnior (jun/17)
Bronze – Giovana Rosa – Atletismo 400m Sub18 (jul/17)
Bronze – Amanda Arraes – Judô 44kg Sub18 (ago/17)
Bronze – Luiza Cruz – Judô +70kg Sub18 (ago/17)
Bronze – Maria Clara Pacheco – Taekwondo 47kg Cadete (ago/17)

Resumo olímpico da semana

Handebol

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Sofrendo um pouco pela falta de ritmo, o Brasil foi campeão do Pan-Americano Júnior Masculino em Assunção, no Paraguai. No Grupo B com apenas outras 2 equipes, o Brasil arrasou a equipe americana por 52-24, mas teve uma certa dificuldade com o Chile, vencendo por 35-30. Direto na semifinal, venceu novamente o Chile, mas de forma arrasadora por 30-11 (!). Na decisão, pegou a grande rival Argentina e levou o título com 31-23, se classificando para o Mundial Júnior, que Serpa em julho na Argélia.

Foi a 12ª edição do torneio e o Brasil igualou os 6 títulos da Argentina. Assim, cada um tem 6 ouros e 6 pratas na história.

Badminton

Ygor Coelho começou seu tour europeu e foi vice-campeão no Aberto da Polônia. Ele passou pelo americano Bjorn Seguin por 21-19 21-13, depois pelo inglês Sam Parsons por 21-9 10-21 21-15, pelo indiano Subhankar Dey por 13-21 21-19 21-15 e na semifinal pelo polonês Michal Rogalski por 21-15 21-13. Na decisão acabou derrotado pelo malaio Jia Wen Tan por 21-13 20-22 21-10 e conquistou seu segundo vice campeonato no ano. Ele segue agora para a França pro Aberto de Orléans.

Judô

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No Aberto Pan-Americano de Lima, os judocas brasileiros conquistara 18 medalhas, sendo 9 ouros, 3 pratas e 6 bronzes. As vitórias ficaram com: Phelipe Pelim (60kg), Charles Chibana (66kg), Marcelo Contini (73kg), Gustavo Assis (81kg), Ruan Isquierdo (+100kg), Eleudis Valentim (52kg),  Tamires Crude (57kg), Samantha Soares (78kg) e Rochele Nunes (+78kg).

68 judocas sub-18 e sub-21 competiram em dois torneios na Alemanha. As meninas foram para Thuringen e os meninos para Bremen. Eles faturaram 9 medalhas (1O-2P-6B) enquanto elas ganhara 15 (4O-4P-7B).

Tiro

7 atiradores brasileiros foram para Acapulco para mais uma etapa da Copa do Mundo de tiro ao prato. Roberto Schmits vinha muito bem na qualificação da fossa, mas na última série fez apenas 21 pratos e despencou para o 39º lugar com 116 no total. Fernando Mello acabou como o melhor brasileiro em 30º com 117. Na fossa doublê, Filipe Fuzaro terminou em 17º com 122 pratos, 13 a menos pra pegar vaga na final. A próxima etapa será no fim de abril no Chipre.

Outros Esportes

Nathalie Moellhausen entrou direto na have principal do GP de espada em Budapeste, como cabeça de chave 8. Na estreia venceu a polonesa Ewa Nelip por 15-10, mas caiu na 2ª rodada por 15-11 para a japonesa Ayaka Shimookawa, terminando em 18º lugar.

Andressa de Morais fez índice para o Mundial de Londres no lançamento de disco em São Bernardo com 61,78m (índice é 61,20m) no sábado. Neste domingo, Geisa Coutinho fez 52.06 nos 400m e também atingiu o índice pro Mundial.

– Rafael Becker foi 22º (279, 9 abaixo do par) e Rodrigo Lee 36º (281, 7 abaixo) no Aberto de Honduras de golfe, válido pelo Tour PGA Latinoamericano. Em prova na Louisiana pelo web.com Tour, Alexandre Rocha não passou pelo corte, com 1 tacada acima do par, precisando de 2 abaixo para avançar. E pelo Symetra Tour, que e o acesso pro LPGA tour feminino, Luciane Lee foi 17ª com 4 abaixo do par em prova na Califórnia.

– Os brasileiros voltaram do Aberto da Espanha de taekwondo com 4 medalhas, sendo 1 ouro, 1 prata e 2 bronzes. Camila Bezerra (49kg) foi campeã, Raphaella Galacho (73kg) vice e Carolina Bezerra (46kg) e Diego Almeida (68kg) foram bronze.

– Várias medalhas brasileiras no Aberto Juvenil do Paraguai de tênis de mesa, com 4 ouros nas 6 provas individuais. No juvenil masculino, Carlos Ishida ficou com o ouro ao vencer argentino por 4-1. No cadete, Kenzo Carmo venceu argentino por 3-0 e no mini-cadete Joon Shim fez 3-0 em sueco. No feminino juvenil, Beatriz Kimoto venceu por 4-0 Giulia Takahashi em final brasileira.

Resumo do fim de semana

Ginástica

Pódio do individual geral masculino

Caio Souza foi campeão brasileiro no individual geral em São Paulo. Ele somou 87,200 pontos após os 6 aparelhos para ficar com o título. Francisco Barretto foi prata com 86,350 e Bernardo Miranda ficou com o bronze com 85,700. No feminino, Rebeca Andrade sobrou para vencer com 58,300, bem a frente de Carolyne Pedro com 54,750 e Milena Theodoro com 53,700, que completaram o pódio.

Nas finais por aparelhos, Caio Souza venceu no solo (14,550) e nas barras paralelas (15,625). Os outros campeões masculinos foram: Lucas Bitencourt no cavalo com alças (14,550), Henrique Flores nas argolas (15,225). Luis Porto no salto (14,450) e Francisco Barretto na barra fixa (15,225). No feminino, Rebeca Andrade venceu nas barras assimétricas (14,450) e na trave (14,525), enquanto Raquel Silva levou o salto (13,725) e Thaís Fidelis faturou o solo (14,775).

Atletismo

O Brasil dominou o sul-americano Sub-18 de Atletismo, disputado em Concórdia, na Argentina, conquistando 19 ouros, 9 pratas e 8 bronzes.

Entre os destaques brasileiros, tivemos Vinicius Rocha Moraes, que venceu os 100m (10.36, 6º tempo do ano na categoria) e os 200m (21.41), Gabriel Menezes Oliveira, que levou o salto em distância (7,45m) e o salto triplo (15,45m) e Saymon Hoffmann, ganhador do arremesso de peso (19,67m) e do lançamento de disco (60,92m). No feminino, boas vitórias de Lorraine Martins nos 100m (11.78), Tiffani Marinho nos 400m (54.90) e Naiuri Krein no heptatlo (4.811 pontos).

Canoagem

A equipe brasileira completa ficou em 2º lugar no sul-americano de canoagem, disputado em Tigres, na Argentina, conquistando 20 ouros, 21 pratas e 12 bronzes, mesmo com a equipe completa.

O destaque veio na canoa, que levou quase tudo. O multimedalhista olímpico Isaquias Queiroz venceu o C1 200m, 500m e 1.000m enquanto Erlon Silva e Ronilson de Oliveira faturaram o C2 nas 3 distâncias também. A nova geração dominou a canoa juvenil e sub-23 com nomes como Jacky Godmann e Maicon dos Santos, que também fizeram a trifeta nas distâncias. O caiaque foi a grande decepção, com apenas 2 ouros: Bruna Rodrigues no K-1 200m júnior e com a equipe do K-4 200m masculino sênior.

Outros Esportes

– Ariel João da Silva e Priscilla Steveux venceram o brasileiro de BMX em Londrina. No contrarrelógio, vitórias de Renato Rezende e de Priscilla Steveux. Ela conquistou o tricampeonato brasileiro da prova.

– Em Tóquio, Ghislain Perrier e Guilherme Toldo pararam na chave preliminar da Copa do Mundo de florete masculino. Toldo perdeu para o polonês Leszek Rajski por 15-11 e Ghislain de 15-13 para o espanhol Carlos Llavador.

Adilson da Silva foi 22º em torneio de golfe nas Filipinas, válido pelo Tour Asiático. Somou 275 tacadas, 6 atrás do campeão, mas não pontuou para o ranking. No Tour Latino-Americano, Rodrigo Lee foi o melhor brasileiro em torneio na Argentina, terminando em 16º também sem pontuar.

– Jovens brasileiros dominaram os pan-americanos de judô na República Dominicana. No sub-15, todos os que competiram medalharam, trazendo 7 ouros, 3 pratas e 3 bronzes. No Sub-13, foram 9 ouros, 1 prata e 1 bronze. Apenas um jovem judoca não medalhou.

– No brasileiro de carabina e pistola em Brasília, o medalhista olímpica Felipe Wu venceu a pistola de ar 10m com 574 pontos. Na pistola 50m, Vladimir da Silveira ficou com o ouro com 546. Nos rifles, Cássio Rippel faturou o deitado 50m com 594 e o de 3 posições 50m com 1143. No feminino, destaque na pistola de ar 10m com Cibele Martins com 375.

– A seleção juvenil de taekwondo embarcou para o Mundial da categoria no Canadá nesta semana, com equipe de 16 atletas, 8 no masculino e 8 no feminino.

Torben Grael foi eleito vice-presidente da World Sailing, a federação internacional de vela, durante a Assembleia Geral da entidade. No mesmo evento, foi definido na manutenção das classes disputadas no Rio-2016 para Tóquio-2020.

Prévias Rio-2016: Taekwondo

Até 58kg masculino

Pódio em Londres-2012: Ouro – Joel González (ESP); Prata – Lee Dae-hoon (KOR); Bronzes – Aleksey Denisenko (RUS) e Óscar Muñoz (COL)

Último Mundial (2015): Ouro – Farzan Ashourzadeh (IRI); Prata – Si Mohamed Ketbi (BEL); Bronzes – Ruslan Poiseev (RUS) e Zhao Shuai (CHN)

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Farzan Ashourzadeh

Na categoria mais leve masculina, a disputa promete com o sul-coreano Kim Tae-hun, bicampeão mundial na categoria 54kg. Atual ouro nos Jogos Asiáticos e no campeonato asiático, Kim venceu a Final do GP de 2015. Seu grande adversário é o líder do ranking olímpico, o iraniano Farzan Ashourzadeh, campeão mundial nesta categoria em 2015 e também campeão asiático e dos Jogos Asiáticos em 2014.

O português Rui Bragança é bicampeão europeu e venceu o GP de Samsum em 2015 e tem boas chances, assim como o alemão Levent Tuncat, tricampeão europeu. De olho também no belga Si Mohamed Ketbi, vice-campeão mundial, o jovem espanhol Jesús Tortosa de 18 anos, e o medalhista em Londres, o colombiano Óscar Muñoz e o mexicano César Rodríguez.

E o Brasil? Venílton Teixeira surpreendeu com o bronze no último, na categoria 54kg e pode surpreender novamente no Rio, mas decepcionou no Pan, ficando em 5º. Pode ser uma boa surpresa pro Brasil, embora ele já seja medalhista mundial.

Meu Pódio: Ouro – Farzan Ashourzadeh (IRI); Prata – Kim Tae-hun (KOR); Bronzes – Levent Tuncat (GER) e Si Mohamed Ketbi (BEL)

Até 68kg masculino

Pódio em Londres-2012: Ouro – Servet Tazegül (TUR); Prata – Moahmmad Bagheri (IRI); Bronzes – Terrence Jennings (USA) e Rohullah Nikpai (AFG)

Último Mundial (2015): Ouro – Servet Tazegül (TUR); Prata – Aleksey Denisenko (RUS); Bronzes – José Antonio Rosillo (ESP) e Shin Dong-yun (KOR)

O turco Servent Tazegül (1O-1B) defende o título olímpico e mundial da categoria e tem boas chances de repetir o feito no Rio. Ele esbarra no sul-coreano Lee Dae-hoon (1P), prata em Londres na categoria abaixo e bicampeão mundial nos 63kg. Lee venceu 2 etapas do Grand Prix em 2014 e 2 em 2015 e é o favorito da categoria.

Esta categoria promete belos duelos com vários medalhistas olímpicos e mundiais. O espanhol Joel González (1O) também subiu de categoria e foi ouro em Londres nos 58kg. Ele também foi vice-campeão mundial nos 63kg em 2015. O russo Aleksey Denisenko (1B) é vice mundial nos 68kg e venceu algumas etapas do circuito mundial, como o Aberto de Samsum em 2015. Também ficar de olho no croata Filip Grgic, no mexicano Saúl Gutiérrez e no belga Jaouad Achab.

E o Brasil? Nenhum brasileiro disputa esta categoria.

Meu Pódio: Ouro – Lee Dae-hoon (KOR); Prata – Aleksey Denisenko (RUS); Bronzes – Joel Gonzalez (ESP) e Servet Tazegül (TUR)

Até 80kg masculino

Pódio em Londres-2012: Ouro – Sebastián Crismanich (ARG); Prata – Nicolás García (ESP); Bronzes – Lutalo Mohammmad (GBR) e Mauro Sarmiento (ITA)

Último Mundial (2015): Ouro – Mehdi Khodabakhshi (IRI); Prata – Damon Sansum (GBR); Bronzes – Aaron Cook (MDA) e Tahir Güleç (GER)

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O iraniano Mehdi Khodabakhshi é o campeão mundial e líder do ranking. Campeão asiático e dos jogos Asiáticos, é presença constante em pódios do circuito mundial e nome forte da categoria. Mas um veterano americano quer sua 4ª medalha olímpica aos 37 anos! Steven López (2O-1B) só não subiu ao pódio olímpico em Londres, quando caiu logo na estreia. Hexacampeão mundial, bicampeão dos Jogos Pan-Americano, López é extremamente experiente e um dos maiores nomes do taekwondo. Apesar da idade, não se deve subestimá-lo.

Mas esta categoria promete por conta de outros dois nomes envolvidos em uma mesma polêmica. Aaron Cook (contei a história dele aqui), que agora representa a Moldova, e o britânico Lutalo Muhammad (1B) também tem grandes chances de subir ao pódio e quem sabe se confrontarem em um dos duelos mais esperados do taekwondo. Também de olho nos medalhistas mundiais em 2015 nos 74kg, Ismael Coulibaly, do Mali, e o russo Albert Gaun. Interessante que a Coreia do Sul nunca medalhou nesta categoria na história e não terá representante no Rio.

E o Brasil? Nenhum brasileiro disputa esta categoria.

Meu Pódio: Ouro – Mehdi Khodabakhshi (IRI); Prata – Aaron Cook (MDA); Bronzes – Lutalo Muhammad (GBR) e Steven López (USA)

Acima de 80kg masculino

Pódio de Londres-2012: Ouro – Carlo Molfetta (ITA); Prata – Anthony Obame (GAB); Bronzes – Robelis Despaigne (CUB) e Liu Xiaobo (CHN)

Último Mundial (2015): Ouro – Dmitriy Shokin (UZB); Prata – Firmin Zokou (CIV); Bronzes – Anthony Obame (GAB) e Robelis Despaigne (CUB)

Dois uzbeques lideram o ranking mundial, mas apenas um estará no Rio e é o campeão mundial Dmitriy Shokin. Além do Mundial, ele venceu em 2015 as etapas de Moscou e Manchester do GP e é o favorito. O sul-coreano Cha Dong-min (1O) venceu a categoria em Pequim, mas decepcionou em Londres. Já algum tempo ele não sobe no pódio em uma competição mundial ou continental.

O azeri Radik Isayev foi ouro no Mundial de 2015 na categoria até 87kg e foi ouro nos Jogos Europeus. Outro que tem boas chances é Anthony Obame (1P), do Gabão. Favorito em Londres, perdeu na final para o italiano Carlo Molfetta, que não estará no Rio. Obame foi campeão mundial em 2013 e bronze em 2015 e é forte candidato ao pódio. Também de olho no iraniano Sajjad Mardani e no francês M’Bar N’Diaye.

E o Brasil? Maicon Andrade defende o Brasil na prova, mas tem poucas chances de medalhar. Deve pegar logo na estreia um dos candidatos ao ouro.

Meu Pódio: Ouro – Dmitriy Shokin (UZB); Prata – Radik Isayev (AZE); Bronzes – Anthony Obame (GAB) e Sajjad Mardani (IRI)

Até 49kg feminino

Pódio em Londres-2012: Ouro – Wu Jingyu (CHN); Prata – Brigitte Yagüe (ESP); Bronzes – Chanatip Sonkham (THA) e Lucija Zaninovic (CRO)

Último Mundial (2015): Ouro – Ha Min-ah (KOR); Prata – Wu Jingyu (CHN); Bronzes – Svetlana Igumenova (RUS) e Tijana Bogdanovic (SRB)

Na categoria olímpica mais leve no feminino, a chinesa Wu Jingyu (2O) é o grande nome. Bicampeã olímpica, Wu também é bicampeã mundial (2007 e 2011) e é a atual vice-campeã mundial da categoria. Dominou o circuito em 2015, com 3 ouros em 4 etapas, e lidera o ranking com folga. A tailandesa Panipak Wongpattanakit é campeã mundial dos 46kg, mas esse ano foi ouro no asiático nos 49kg. Aos 18 anos, ela vem forte e com o ouro nos Jogos Olímpicos da Juventude em Nanjing-2014.

A coreana da categoria será Kim So-hui, bicampeã mundial dos 46kg em 2011 e 2013. Jamais uma coreana medalhou nesta categoria em Olimpíadas e Kim pode quebrar esse tabu. Também de olho na croata Lucija Zaninovic (1B), tricampeã europeia e bronze em Londres.

E o Brasil? Iris Tang Sing chega muito bem aos Jogos, com o bronze no mundial de 2015 nos 46kg, bronze no Pan e o ouro nos Jogos Militares de 2015, disputado na Coreia do Sul.

Meu Pódio: Ouro – Kim So-hui (KOR); Prata – Wu Jingyu (CHN); Bronzes – Iris Tang Sing (BRA) e Lucija Zaninovic (CRO)

57kg feminino

Pódio em Londres-2012: Ouro – Jade Jones (GBR); Prata – Hou Yuzhou (CHN); Bronzes – Marlene Harnois (FRA) e Tseng Li-Cheng (TPE)

Último Mundial (2015): Ouro – Mayu Hamada (JPN); Prata – Eva Calvo (ESP); Bronzes – Kimia Alizadeh (IRI) e Edina Kotsis (HUN)

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Campeã em Londres e atual campeã europeia, a britânica Jade Jones (1O) é a líder do ranking e a maior pontuação somando todas as categoria no masculino e no feminino. Grande favorita, ainda levou os Jogos Europeus e medalhou nas 4 etapas do Grand Prix em 2015, vencendo 2. Suas principais adversárias são a japonesa Mayu Hamada, atual campeã mundial da categoria, e a croata Ana Zaninovic, campeã mundial em 2011 e europeia em 2014.

A iraniana Kimia Alizadeh foi ouro nos Jogos Olímpicos da Juventude em 2014 e bronze no último mundial. Aos 16 anos, em 2015, derrotou por 10-9 Jade Jones no Mundial. Refugiada na Bélgica, a iraniana de nascimento Raheleh Asemani defenderá a nação europeia, mas se classificou no pré-olímpico europeu como refugiada. Já defendendo a Bélgica, foi bronze no europeu este ano e será uma surpresa interessante na categoria. De olho também na forte espanhola Eva Calvo, vice mundial e medalha em 6 dos últimos 8 Grand Prix, e na egípcia Hedaya Malak.

E o Brasil? Júlia Vasconcelos foi 5ª no Pan e bronze no US Open este ano, mas não deve ir longe nos Jogos.

Meu Pódio: Ouro – Jade Jones (GBR); Prata – Kimia Alizadeh (IRI); Bronzes – Eva Calvo (ESP) e Ana Zaninovic (CRO)

67kg feminino

Pódio em Londres-2012: Ouro – Hwang Kyung-Seon (KOR); Prata – Nur Tatar (TUR); Bronzes – Paige McPherson (USA) e Helena Fromm (GER)

Último Mundial (2015): Ouro – Chuang Chia-chia (TPE); Prata – Nur Tatar (TUR); Bronzes – Paige McPherson (USA) e Katherine Dumar (COL)

A número 1 do mundo é a francesa Haby Niaré, campeã mundial em 2013 e campeã dos GPs de Manchester e da Cidade do México em 2015. A taiwanesa Chuang Chia-chia é a campeã mundial e bicampeã asiática, outra favorita ao pódio. De olho também na americana Paige McPherson (1B), bronze em Londres e no último Mundial, ouro no Pan de Toronto-2015 e maior chance americana no esporte.

Também observar a australiana Carmen Marton, campeã mundial nos 62kg em 2013, e na forte turca Nur Tartar (1P), atual vice olímpica e mundial.

E o Brasil? Nenhuma brasileira disputa esta categoria.

Meu Pódio: Ouro – Paige McPherson (USA); Prata – Chung Chia-chia (TPE); Bronzes – Haby Niaré (FRA) e Nur Tartar (TUR)

Acima de 67kg feminino

Pódio em Londres-2012: Ouro – Milica Mandic (SRB); Prata – Anne-Caroline Graffe (FRA); Bronzes – Anastasia Baryshnikova (RUS) e Maria Espinoza (MEX)

Último Mundial (2015): Ouro – Bianca Walkden (GBR); Prata – Gwladys Épangue (FRA); Bronzes – Nafia Kus (TUR) e Olga Ivanova (RUS)

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A chinesa Zheng Shuyin foi prata no Mundial de 2015 na categoria 67kg e é presença constante em pódios do Grand Prix e bronze no último asiático. A veterana francesa Gwladys Épangue (1B), bronze em Pequim, tem 5 medalhas em Mundiais  e 7 em europeus e ficou de fora de Londres por conta de uma contusão, mas volta aos Jogos com grandes chances de medalha.

A britânica Bianca Walkden é a atual campeã mundial da categoria além de ser campeã europeia este ano. Campeã em Londres, a sérvia Milica Mandic faz parte do Hall da Fama e tem 3 pratas em europeus. A mexicana María Espinoza (1O-1B) foi ouro em Pequim e bronze em Londres, além de campeã mundial em 2007 e prata no Pan de 2015. Olho também na americana Jackie Galloway e em Sorn Seavmey, do Camboja, ouro nos fortíssimos Jogos Asiáticos de 2014 e única chance de medalha de seu país, que jamais ganhou uma medalha olímpica.

E o Brasil? Nenhuma brasileira disputa esta categoria.

Meu Pódio: Ouro – Gwladys Épangue (FRA); Prata – Bianca Walkden (GBR); Bronzes – Zheng Shuyin (CHN) e Sorn Seavmey (CAM)

Perfil 2016 – Aaron Cook (MDA)

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Aaron Cook

Taekwondo

80kg masculino

Mundiais: 1 bronze

 

Um dos maiores nomes do taekwondo da atualidade e um dos mais polêmicos.

Tricampeão europeu, Cook começou sua carreira senior aos 16 anos em 2007, quando foi bronze no Aberto da Holanda. Na semana seguinte, venceu o Aberto da Alemanha. Em seu primeiro mundial neste ano enfrentou na 2ª rodada o iraniano Hadi Saei, que era o atual campeão mundial e olímpico, perdendo por 11-6.

Em 2008, Cook se classificou para os Jogos Olímpicos de Pequim com o 3º lugar no pré-olímpico europeu. Na China, venceu duas lutas até perder na semifinal para o italiano Mauro Sarmiento por 6-5. Na repescagem, perdeu a medalha de bronze para o chinês Zhu Guo por 4-1, ficando sem medalha.

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Em 2010, Cook se tornou o 1º do mundo na categoria até 80kg, após vencer seu primeiro título europeu. No Mundial de 2011, uma derrota inesperada na estreia para americano por 7-5 o fez abandonar a seleção britânica e treinar por conta própria, com técnicos próprios. Os resultados vieram com o título no evento-teste em 2011 e com o seu 2º título europeu em 2012.

A surpresa veio às vésperas dos Jogos, quando a federação britânica deu a vaga olímpica para Lutalo Muhammad, tirando Cook dos Jogos. Lutalo foi campeão europeu nos 87kg, mas Cook tinha muito mais experiência e liderava o ranking mundial. Alegando perseguição por ter abandonado a seleção no ano anterior, Cook ficou fora dos Jogos e desistiu de representar a Grã-Bretaha, optando por defender a pequena Ilha de Man.

Em 2013, com mais títulos importantes no circuito mundial, voltou a liderar o ranking dos 80kg e levou seu 3º título europeu em 2014 em Baku. Ele retomou as conversas com o Comitê Olímpico Britânico, mas ele fez um acordo com o bilionário da Moldova Igor Iuzefovici, presidente da federação de taekwondo do país. Cook ganhou cidadania da Moldova e agora defende o pequeno país do leste europeu.

Em 2015, Cook venceu sua 1ª medalha em Mundiais com o bronze já representado a Moldova. Como 2º do ranking mundial, garantiu a vaga olímpica na sua categoria e pode enfrentar nos Jogos o mesmo Lutalo Muhammad que o tirou dos Jogos de 2012. Cook ainda faturou o bronze no Europeu de 2016.

Mundial de Taekwondo – Último Dia

O mundial acabou nesta segunda-feira (dia estranho para acabar um mundial, diga-se de passagem) com as 4 finais restantes, 2 bons resultados dos brasileiros, e a decepção sul-coreana no masculino.

63kg masculino

O primeiro e único ouro ocidental no masculino veio com o belga Jaouad Achab, número 1 do mundo na categoria. Ele não teve grandes dificuldades até a semifinal, quando sofreu para vencer o iraniano Abolfazl Yaghoubi por 9-8. Na final, enfrentou o campeão olímpico da categoria abaixo desta, o espanhol Joel Gonzalez. Nos dois primeiros rounds, a luta estava em 1-0 apenas pro belga. No 3º, os dois foram pra briga. O belga abriu 7-2 e viu o espanhol ir encostando, um ponto por vez, mas parando em 7-6.

O sul-coreano Lee Dae-hon, campeão dos Jogos Asiáticos, defendia o título, mas parou nas 8as para o espanhol, perdendo por 4-3. Completou o pódio o mexicano Saul Gutierrez. O brasileiro Davilani Cruz seguiu a tendência dos outros e perdeu na estreia, 14-10 para o iraniano.

80kg masculino

Favoritíssimo ao ouro, o líder do ranking mundial Aaron Cook buscava sua primeira medalha mundial. Cook defendia a Grã-Bretanha e perdeu logo na estreia do Mundial de 2011, abandonando a seleção britânica e treinando por conta própria. Ele se tornou número 1 do mundo mas não foi selecionado para defender o país em casa em Londres-2012. Como forma de retaliação, ele resolveu defender a minúscula Ilha de Man, que é representada pela mesma Grã-Bretanha em JO, e foi campeão europeu em 2014 e voltou ao número 1 do mundo. As conversas seguiram sem efeito e ele escolheu defender a Moldávia.

Mehdi Khodabakhshi. Foto: Facebook/Reprodução

Em sua primeira competição assim, ele venceu 3 lutas de forma bem apertada, até enfrentar na semifinal o britânico Damon Sansum. A luta terminou empatada em 13-13, e foi o Sansum que fez o golden point, passando para a final. Lá ele enfrentou o iraniano Mehdi Khodabakhshi, campeão asiático e dos Jogos Asiáticos. E o iraniano passeou. Rápido e eficiente, abriu logo 7-1 e terminou vencendo por incontestáveis 16-3. O alemão Tahir Guleç, campeão mundial em 2013, ficou com o outro bronze.

Muito boa a participação do brasileiro André Bilia. 26º do ranking, venceu cazaque por 11-8 e filipino por 6-2, até enfrentar nas 8as o iraniano campeão nas 8as, perdendo por 8-1.

57kg feminino

Vice em 2013, a japonesa Mayu Hamada ficou com o título, após vencer a espanhola Eva Calvo por 5-3. Calvo também evoluiu, após o bronze em 2013. A grande surpresa da categoria foi nas 4as, quando a campeã olímpica e líder do ranking mundial, a britânica Jade Jones perdeu numa apertada luta por 10-9 para a iraniana Kimia Alizadeh, que ficou com o bronze após perder a semi para a japonesa.

A brasileira Josiane Lima perdeu logo na estreia (de novo) para a sul-coreana Kim Da-yeong por 5-3.

62kg feminino

Irem Yaman. Foto: Getty Images

Fechando o mundial, a categoria deu o ouro para a turca Irem Yaman. Apenas 16ª do ranking, ela vem tendo um grande ano e já venceu 4 títulos do circuito mundial. Agora levou o 5º. Na final, venceu por 14-4 a espanhola Marta Calvo. Dia ruim para a Espanha, que viu duas irmãs perderem no mesmo dia as suas finais! Decepção da campeã mundial em 2013, a australiana Carmen Morton, que perdeu logo na estreia por 11-5 para uma bielorrussa.

A brasileira Julia Vasconcelos fez uma ótima campanha e repetiu o seu resultado de 2013. Júlia venceu na estreia a americana Kyra Potter por 8-3, depois passou por italiana por 13-9 até perder nas 4as para a britânica Rachelle Booth por 9-5, ficando a uma vitória de mais uma medalha.

Resumo

Após 16 provas, a Coreia do Sul fechou com 4 ouros e 1 bronze, seguida de perto do Irã, com 3-0-2 e Turquia com 2-1-1.Outros 7 países ganharam 1 ouro e ao todo 30 países levaram pelo menos uma medalha. Gosto muito dessa grande distribuição do taekwondo.

Por equipes, o Irã venceu no masculino com 65 pontos e a Coreia do Sul no feminino com 56. Decepção enorme da Coreia do Sul no masculino, com apenas 1 ouro e 1 bronze, contra 3-1-1 do último mundial, e a 4ª posição por equipes. Foi apenas a 2ª vez em 22 mundiais que a Coreia não venceu no masculino. A Rússia foi bem em casa, com 7 medalhas, mas ne hum ouro sequer. Terminou com 0-2-5.

O Brasil foi um misto de sentimentos. 2 belos bronzes, 1 quarta-de-final, 2 oitavas e nada menos que ONZE derrotas na estreia. Tirando alguns destaque individuais, o taekwondo brasileiro está bem mal. Apesar disso, foi melhor que no último mundial. Em 2013, foi 1 bronze, 1 4as de final, 5 derrotas na 2ª rodada e 7 na 1ª.

O próximo Mundial será em 2017, na cidade sul-coreana de Muju.