Campanha bem fraca no Pan de judô

A seleção brasileira foi bem abaixo do esperado no Pan de judô, fazendo a pior campanha em décadas. A pior campanha dos últimos 15 anos havia sido em 2004 com 11 medalhas. Com uma equipe cheia de caras novas, o Brasil conquistou apenas 8 medalhas, sendo apenas 2 ouros.

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Leonardo Gonçalves. Foto: CBJ

Na sexta-feira, o Brasil chegou a 3 finais, com Daniel Cargnin (66kg), Jéssica Pereira (52kg) e Tamires Crude (57kg), mas apenas Jéssica venceu e ficou com o ouro. Na decisão, ela passou pela americana Angelica Delgado. Cargnin perdeu pro cubano Osniel Solis e Tamires para a canadense Christa Deguchi. Ainda teve um bronze de Alexia Castilhos nos 63kg.

No sábado, veio o outro ouro com Leonardo Gonçalves nos 100kg. Foi uma boa surpresa, pois esta tem sido a pior categoria do Brasil na atualidade. Ele venceu na decisão o dominicano Lewis Medina, que havia derrotado o cubano José Armenteros, que já foi vice mundial. Em uma categoria esvaziada, Beatriz Souza chegou à final do +78kg, mas perdeu pra cubana Idalys Ortiz, uma das maiores judocas da história, que venceu o campeonato pan-americano pela 10ª vez. Eduardo Yudy Santos foi bronze nos 81kg, fechando apenas 3 medalhas pro Brasil no dia.

No domingo, na disputa por equipes, o Brasil contou com Maria Portela e David Moura. A equipe venceu o Peru por 4-1 na 1ª rodada e derrotou na semifinal a Venezuela pelo mesmo placar. Na final, perdeu de 4-2 pra Cuba, sendo que tanto a Portela quanto o David perderam e o Brasil terminou com a prata.

Apesar de contar pontos pro ranking, este Pan não servirá pra classificação olímpica de Tóquio. O período de qualificação olímpica começa no fim de maio, no GP de Hohhot, na China, próximo compromisso da seleção brasileira principal, e que também definirá os classificados pro Mundial de Baku, em setembro.

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CBJ convoca seleção pro Pan

Seguindo a mesma ideia do ano passado, a CBJ convocou pro Pan-Americano adulto de judô, que será disputado na próxima semana na Costa Rica, uma equipe jovem, com atletas de 18 a 25 anos para as disputas individuais.

No feminino, a equipe conta com: Larissa Farias (48kg), Jéssica Pereira (52kg), Tamires Crude (57kg), Kamila Silva (57kg), Yanka Pascoalino (63kg), Alexia Castilhos (63kg), Bruna Silva (70kg), Laislaine Rocha (78kg) e Beatriz Souza (+78kg). No masculino, teremos Ítalo Carvalho (60kg), Daniel Cargnin (66kg), Michael Marcelino (66kg), David Lima (73kg), Jeferson Santos Jr (73kg), Eduardo Yudy Santos (81kg), Rafael Macedo (90kg), Gustavo Assis (90kg) e Leonardo Gonçalves (100kg). Também chamou apenas para a disputa por equipes os mais rodados Maria Portela (70kg) e David Moura (+100kg), que estão liderando os ranking mundiais.

O Pan dá 700 pontos no ranking para os campeões e com isso deve ajudar bem a nova geração a subir no ranking e brigar com os atuais favoritos às vagas olímpicas.

Talvez o que mais se beneficie é Daniel Cargnin. Atual 15º do ranking, ele está a menos de 300 pontos do Charles Chibana, 12º. Se for bem no Pan, deve passa-lo. Eduardo Yudy Santos terá uma bela oportunidade de se firmar como o melhor nos 81kg. Ele defende o ouro do Pan de 2017. A nossa pior categoria hoje é os 100kg masculino, onde o melhor do ranking é Luciano Correa, apenas em 39º. Se continuarmos assim, o Brasil poderia até ficar sem vaga olímpica na prova. Leonardo Gonçalves é o atual 41º e, se medalhar no Pan, subiria umas boas posições, espantando o fantasma da não-classificação olímpica.

No feminino, Jéssica Pereira e Beatriz Souza chegarão como top-10 do ranking mundial. Jéssica está longe da líder do ranking Erika Miranda, que dificilmente perderia a vaga para Tóquio-2020, mas Beatriz está a apenas 768 pontos de Maria Suelen Altheman e pode aparecer como uma forte concorrente a vaga no futuro. Nos 63kg, Yanka Pascoalino e Alexia Castilhos também podem subir bem e tirar o lugar de Ketleyn Quadros e de Mariana Silva.

Muito acertada essa estratégia da CBJ de montar esta equipe pro Pan.

Judô encerra ótimo ano em alta

No último torneio do ano, o Masters de São Petersburgo, o Brasil conquistou 5 medalhas e colocou 13 dos 17 judocas entre os 8 melhores, no torneio que reuniu os 16 melhores de cada categoria.

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O único ouro veio com Maria Portela nos 70kg, na grande surpresa da competição. Portela obteve o melhor resultado de sua carreira após vencer 4 lutas, todas por ippon. Na decisão, venceu a croata Barbara Matic. Vice mundial, David Moura perdeu a decisão do +100kg pro georgiano Guram Tushishvili, que dominou por completo o brasileiro. Os 3 bronzes vieram com Érika Miranda (52kg), Rafael Silva (+100kg) e Maria Suelen Altheman (+78kg). Vale ressaltar que todas as 8 mulheres chegaram ao top-8.

O torneio encerrou o vitorioso ano do judô brasileiro no circuito mundial. Ao todo, o Brasil conquistou 103 medalhas, sendo 42 ouros, 23 pratas e 38 bronzes, ficando atrás apenas, claro, do Japão, com 80-37-48 e a frente de França (35-38-63), Rússia (25-29-53) e Coreia do Sul (21-18-36). Surpreendente ver a Argentina em 6º com 19, praticamente todos em torneios pequenos como Copas Pan-Americanas e Copas Africanas.

Os judocas brasileiros venceram 4 medalhas no Mundial (1-1-2), 5 no Masters (1-1-3), 17 em Grand Slams (3-5-9), 24 em Grand Prix (10-6-8), 12 em campeonatos pan-americanos (6-2-4) e 41 em abertos continentais (21-8-12). Entre outros números interessantes, os judocas brasileiros venceram em 2017 444 lutas e perderam 283, com aproveitamento de 61,1%. Os japoneses lideram, com aproveitamento de 79,25% este ano!

2018 promete pro judô brasileiro novamente.

Dois bronzes em Tóquio na competição mais difícil do ano

Nem Mundial, nem Olimpíada. A competição mais difícil no judô é o Grand Slam de Tóquio.

Nos Jogos Olímpicos as chaves são bem menores e com 4 ou 5 vitórias vem o ouro. Em Mundiais as chaves são um pouco maiores e às vezes é necessário vencer 6 ou 7 lutas pra ficar com o título. No Grand Slam de Tóquio as chaves nem chegam a ser tão grandes, mas a presença de 4 japoneses em cada categoria faz desta competição a mais difícil do mundo.

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Pódio do +100kg masculino com David Moura. Foto: IJF

Com vários atletas da seleção A, o Brasil conseguiu duas medalhas de bronze com o vice-campeão mundial David Moura nos +100kg e com Maria Suelen Altheman no +78kg. Se vencer um brasileiro no judô já é algo raro pra um brasileiro, David conseguiu um feito ainda mais difícil: venceu dois. Após perder nas 4as para o japonês Kokoro Kageura, ele venceu Takeshi Ojitani na repescagem e Daiki Kamikawa na disputa do bronze. Maria Suelen também perdeu nas 4as para a japonesa Akira Sone e derrotou na disputa do bronze a também japonesa Nami Inamori. Vale ressaltar que a final do +100kg masculino entre o japonês Yusei Ogawa e o checo Lukas Krpalek demorou 14 minutos!

Apenas outros 3 brasileiros conseguiram chegar no top-8: Eduardo Bettoni nos 90kg, Phelipe Pelim nos 60kg e Eduardo Yudi Santos nos 81kg. Pelim e Santos perderam nas 4as e na repescagem, terminando em 7º. Já Bettoni venceu o japonês Shoichiro Mukai nas 4as para perder na semi para Kenta Nagasawa e na disputa de bronze para georgiano.

O domínio japonês foi tão grande que eles levaram 12 dos 14 ouros! Foram 7 finais totalmente japonesas e nos 57kg feminino o pódio foi todo do país-sede, que ficou com 32 medalhas das 56 possíveis. Apenas a Mongólia com Uuganbaatar Otgonbaatar nos 81kg masculino e a Coreia do Sul com Cho Guham nos 100kg masculino conseguiram ouro além do Japão.

Ainda teremos este ano o Masters em São P\etersburgo na Rússia com a participação de 11 judocas brasileiros daqui 2 semanas.

Duas medalhas no Jr de Judô

Mais duas medalhas pro Brasil no Mundial Jr (Sub21) de judô, disputado na semana passada na Croácia. Com isso, o país encerra os Mundiais de Judô de 2017 com pelo menos um ouro em todas as categorias. Vale lembrar que ainda teremos o Mundial Open no Marrocos, sem brasileiros.

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Daniel Cargnin no pódio. Foto: IJF

O grande destaque foi do número 1 do mundo na categoria Jr até 66kg, Daniel Cargnin. O brasileiro comprovou o favoritismo e venceu suas 5 lutas para faturar o ouro. Teve grande dificuldade na semifinal contra o georgiano Bagrati Niniashvili, vencendo apenas no golden score após shido para o adversário. Na decisão, Cargnin derrotou por waza-ari o uzbeque Artyom Shturbabin para ficar com o ouro. No último mundial jr, em 2015, ele havia ficado com o bronze.

A única outra medalha veio no sábado com Beatriz Souza, no Acima de 78kg. Bronze no Mundial cadete em 2015, Beatriz, que também foi prata por equipes no Mundial adulto em agosto, perdeu nas 4as para japonesa, mas depois venceu georgiana e polonesa na disputa de bronze por hansokumake. O Brasil conseguiu ainda 4 quintos lugares: Robson Penna (60kg), David Lima (73kg), Laura Ferreira (44kg) e Ellen Santana (70kg). E um 7º lugar com Arthur Barboza (+100kg). Ellen conseguiu um fato raro, ao derrotar uma japonesa nas 4as, mas perdeu duas seguidas na semi e na disputa do bronze e ficou sem medalha. Por equipe, o Brasil caiu log0 na estreia por 5-4 para a França.

Assim, o Brasil chega a 22 medalhas na base neste ciclo olímpico (8O-6P-8B):

Ouro – Wesley Dantas – Surfe Júnior (set/16)
Ouro – Duda / Ana Patrícia – Vôlei de Praia Sub21 (jul/17)
Ouro – Adrielson / Renato  – Vôlei de Praia Sub21 (jul/17)
Ouro – Revezamento 4x400m misto – Atletismo Sub18 (jul/17)
Ouro – Uncas Batista – Remo single skiff peso leve Sub23 (jul/17)
Ouro – Isaquias Queiroz – C1 1.000m Sub23 (jul/17)
Ouro – Aldi de Oliveira – Judô 50kg Sub18 (ago/17)
Ouro – Daniel Cargnin – Judô 66kg Sub21 (out/17)
Prata – Manoel Messias – Triatlo Sub23 (set/16)
Prata – Ana Sátila Vargas – Canoagem slalom K1 Sub23 (jul/17)
Prata – Isaquias Queiroz – C1 200m Sub23 (jul/17)
Prata – Gabriella Moraes – Judô 63kg Sub18 (ago/17)
Prata – Milena Silva – Judô 70kg Sub18 (ago/17)
Prata – Judô por Equipe Mista Sub18 (ago/17)
Bronze – Lucas Ferreira – Remo single skiff Júnior (ago/16)
Bronze – Leandro Souza – Taekwondo +78kg Juvneil (nov/16)
Bronze – Luana Madeira – Levantamento de Peso 48kg Júnior (jun/17)
Bronze – Giovana Rosa – Atletismo 400m Sub18 (jul/17)
Bronze – Amanda Arraes – Judô 44kg Sub18 (ago/17)
Bronze – Luiza Cruz – Judô +70kg Sub18 (ago/17)
Bronze – Maria Clara Pacheco – Taekwondo 47kg Cadete (ago/17)
Bronze – Beatriz Souza – Judô +78kg Sub21 (out/17)

Mundial de Judô – Final

No último dia do Mundial, o Brasil encerrou a sua melhor participação fora de casa com uma prata, perdendo apenas para o quase imbatível Japão na estreia do torneio por equipes misto, que em 2020 fará sua estreia olímpica.

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Nas estreia nas 8as, o Brasil pegou a Polônia, vencendo por 5-1. A única derrota veio na última luta do vice-campeão mundial David Moura. Nas 4as, a equipe pegou o Canadá e também venceu por 5-1. O Canadá abriu 1-0 com Jessica Klimkait vencendo a campeã olímpica Rafaela Silva, mas o Brasil logo virou e se garantiu na semifinal, onde pegou a fortíssima Rússia. Rafaela Silva, Eduardo Katsuhiro e Maria Portela fizeram 3-0. Victor Penalber levou um ippon de Igor Igolnikov, mas Maria Suelen Altheman venceu russa com imobilização para garantir a vitória. Renat Saidov ainda venceu Rafael Silva e o Brasil fechou com 4-2. Do outro lado da chave, o Japão vencia Ucrânia, Alemanha e Coreia do Sul, sempre por 5-1.

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Foto: Paulo Pinto/CBJ

Na final, o Brasil foi massacrado e perdeu por 6-0 pro Japão, que escalou o que tinha de melhor, sendo 2 campeões e 2 vice-campeões desde mundial. Rafaela Silva perdeu pra vice mundial Tsukasa Yoshida por imobilização no golden score. Marcelo Contini perdeu por waza-ari para o campeão mundial Soichi Hashimoto. Novamente numa luta muito parelha, assim como nas 4as da sua categoria, Maria Portela levou a campeã mundial Chizuru Arai pro golden score, quando foi punida e viu o Japão abrir 4-0. Com 3 punições, Victor Penalber levou o hansokumake contra Kenta Nagasawa e o Japão já garantia o ouro com 4-0. Maria Suelen Altheman foi imobilizada pela vice mundial Sarah Asahina e Rafael Silva levou waza-ari no golden score de Takeshi Ojitani. Os bronzes foram para a França (5-1 na Rússia) e Coreia do Sul (5-1 no Canadá).

O Brasil encerrou, assim, o Mundial com 5 medalhas, sendo 1 ouro de Mayra Aguiar, 2 pratas (equipe mista e David Moura) e 2 bronzes (Érika Miranda e Rafael Silva), acima do esperado.

As mulheres, que ultimamente tem obtido melhores resultados, foram muito bem. Além das duas medalhas, praticamente todas perderam para campeãs. Nos 48kg, Stefanni Koyama caiu para a eventual campeã japonesa Funa Tonaki. Nos 52kg, Sarah Menezes perdeu pra campeã Ai Shishime e Érika nas 4as pra vice mundial Natsumi Tsunoda. Nos 57kg, Rafaela Silva caiu logo na estreia pra fortíssima portuguesa Telma Monteiro, que não medalhou desta vez, mas tem no currículo 4 pratas em mundiais. Nos 63kg, Ketleyn Quadros perdeu 2 vezes para as duas medalhistas de bronze. Nos 70kg, Maria Portela caiu pra campeã Chizuru Arai. Nos 78kg, além da Mayra campeã, Samanta Soares perdeu pra japonesa Mami Umeki, que foi prata, e no acima de 78kg Maria Suelen Altheman perdeu pra chinesa Yu Song, que também foi campeã.

Já entre os homens, os resultados foram bem ruins, seguindo a tendência recente e o país segue dependendo apenas da categoria pesada. Eric Takabatake (60kg), Marcelo Contini (73kg) e Luciano Correa (100kg) perderam na estreia e Charles Chiabana (66kg), Victor Penalber (81kg) e Eduardo Yudi Santos (81kg) perderam na 2ª luta. E nenhum deles perdeu para um medalhista.

O próximo Mundial será em 2018 em Baku, no Azerbaijão.

Mundial de Judô – Dia 6

Nada como a categoria pesado para salvar o judô masculino do Brasil.

Acima de 100kg masculino

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Foto: IJF

Chegando em Budapeste como cabeça número 1, David Moura não decepcionou e chegou à decisão do Mundial garantindo sua 1ª medalha na carreira. E o adversário seria ninguém menos que o imbatível francês Teddy Riner. Na semifinal, Riner pegou o georgiano Guram Tushishvili. A luta ficou zerada até a prorrogação, quando o georgiano derrubou Riner, mas sentado e não foi dado ponto. Assim que voltou a luta, o francês derrubou o georgiano e se garantiu na decisão. Na final, mesma situação, e o brasileiro levou Riner pra prorrogação, mas logo o francês conseguiu um ippon para ganhar seu 9º título mundial e segue sem perder desde 2010.

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Rafael Silva venceu 3 lutas e pegou Riner nas 4as, quando foi massacrado pelo francês. Na repescagem, derrotou austríaco e, pelo bronze, venceu no golden score a última esperança húngara de medalha, Barna Bor. Rafael ganhou sua 3ª medalha em Mundiais. O outro bronze foi pro mongol Naidangiin Tüvshinbayar, 1º campeão olímpico pela Mongólia.

100kg masculino

No meio-pesado veio o 4º ouro masculino do Japão neste Mundial e 7º no geral. Aaron Wolf, 21 anos, não tem nome de japonês, mas venceu na decisão o fortíssimo georgiano Varlam Liparteliani, vice no Rio-2016 na categoria abaixo, os 90kg.

Duelo entre dois azeris no bronze, o vice olímpico no Rio nesta categoria Elmar Gasimov, e o campeão mundial nesta categoria em 2013 Elkhan Mammadov. Gasimov ficou com o bronze e o outro foi para o russo Kirill Denisov, que fatura sua 5ª medalha em mundiais. Luciano Correa perdeu logo na estreia para o britânico Benjamin Fletcher.

Acima de 78kg feminino

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Song Yu (CHN). Foto: IJF

Bronze no Rio e campeã mundial em 2015, a chinesa Song Yu venceu no golden score a japonesa Sarah Asahina, que acabou levando um shido e perdendo a luta. Song venceu nas 8as a brasileira Maria Suelen Altheman por ippon.

As medalhas de bronze foram para a sul-coreana Kim Min-jeong e para a azeri Iryna Kindzerska. Na disputa da medalha, Kindzerska abriu 3 waza-aris sobre a holandesa Tessie Savelkous, mas praticamente não fez nada nos 2min finais e foi levando punição. Por muito pouco não levou a 3ª, que a faria perder uma luta ganha.