Quadro de Medalha dos Mundiais de 2019

Anos ímpares são cheios de mundiais, de praticamente todos os esportes olímpicos de verão e inverno. Foram mais de 50 mundiais adultos das mais variadas modalidades. Também contabilizei 53 mundiais de base de verão e 23 de base de inverno e 21 de esportes paralímpicos.

Considero nesta lista apenas mundiais ou Copas do Mundo, que equivalem a mundiais. Não há, por exemplo, nenhuma competição adulta de vôlei, já que os Mundiais foram em 2018. Tivemos apenas 276 provas olímpicas disputadas em 2019, das 339 que serão disputadas em Tóquio.

EGxO3GMX0AA25jh

O Brasil conquistou 29 medalhas em Mundiais (7 ouros, 10 pratas e 12 bronzes), sendo 19 em provas olímpicas (5-6-8), 20 medalhas em Mundiais de base (8-3-9), além de 69 em mundiais de paradesporto (21-17-31), sendo 58 em provas paralímpicas (20-16-22), totalizando 118 medalhas.

Medalhas brasileiras em Mundiais adultos (*provas olímpicas):
Ouro (7)
Ana Marcela Cunha – Águas Abertas 5km
Ana Marcela Cunha – Águas Abertas 25km
*Nathalie Moellhausen – Esgrima Espada individual
*Isaquias Queiroz – Canoagem C1 1.000m
*Pâmela Rosa – Skate Street
*Beatriz Ferreira – Boxe 60kg
*Arthur Nory – Ginástica Artística Barra Fixa

Prata (10)
*Kelvin Hoefler – Skate Street (este mundial ocorreu em janeiro, mas foi referente a 2018)
*Letícia Bufoni – Skate Street (este mundial ocorreu em janeiro, mas foi referente a 2018)
Ícaro Miguel Soares – Taekwondo 87kg
Caroline Santos – Taekwondo 62kg
*Bruno Fratus – Natação 50m Livre
Felipe Lima – Natação 50m Peito
Etiene Medeiros – Natação 50m Costas
*Luiz Francisco – Skate Park
*Rayssa Leal – Skate Street
*Martine Grael e Kahena Kunze – Vela 49erFX

Bronze (12)
*Felipe Gustavo – Skate Street (este mundial ocorreu em janeiro, mas foi referente a 2018)
Paulo Melo – Taekwondo 54kg
*Maicon Andrade – Taekwondo Acima de 87kg
*Milena Titoneli – Taekwondo 67kg
João Gomes Jr – Natação 50m Peito
Nicholas Santos – Natação 50m Borboleta
*Isaquias Queiroz e Erlon Silva – Canoagem C2 1.000m
*Rafaela Silva – Judô 57kg
*Mayra Aguiar – Judô 78kg
*Equipe Mista de Judô
Vangelys Pereira e Emanuel Borges – Remo Dois Sem Peso Leve
*Pedro Quintas – Skate Park

Medalhas Brasileiras em Mundiais de Base:
Ouro (8)
Renato e Rafael Carvalho – Vôlei de Praia Sub23
Victoria Tosta e Vitória Rodrigues – Vôlei de Praia Sub23
Leonardo Lustoza – Tiro ao Prato Fossa Junior
Ana Sátila – Canoagem Slalom C1 Sub23
Ana Sátila – Canoagem Slalom K1 Extreme Sub23
Anna Santos – Judô Acima de 70kg Sub18
Willian Lima – Judô 66kg Sub21
Futebol Masculino Sub19

Prata (3)
Nicole Cintra Lagos – Levantamento de Peso 59kg Arranco Youth
Diogo Soares – Ginástica Artística Argolas Junior
Sarah Souza – Judô 57kg Sub18

Bronze (9)
Nicole Cintra Lagos – Levantamento de Peso 59kg Arremesso Junior
Vôlei Masculino Sub21
Murilo Sartori – Natação 200m Livre Junior
Vôlei Feminino Sub18
Matheus Pereira – Judô 66kg Sub18
Laura Soken – Judô 44kg Sub18
Michael Marcelino – Judô 66kg Sub21
Guilherme Schmidt – Judô 81kg Sub21
Larissa Pimenta – Judô 52kg Sub21

Quadro Geral

Nas provas adultas, tivemos 92 países medalhando em Mundiais, sendo 59 com pelo menos um ouro.

Ouro Prata Bronze Total
China 69 43 42 154
United States 60 33 31 124
Russia 51 45 36 132
Japan 24 28 23 75
Australia 21 18 15 54
Great Britain 18 15 27 60
Germany 18 13 23 54
Netherlands 17 19 11 47
Italy 16 20 24 60
France 12 14 25 51
Hungary 12 9 7 28
South Korea 11 6 10 27
Georgia 10 0 6 16
New Zealand 9 3 7 19
North Korea 8 12 6 26
Belarus 8 11 8 27
Brazil 7 10 12 29
Czech Republic 7 5 2 14
Turkey 6 9 4 19
Kenya 6 4 6 16
Chinese Taipei 6 2 2 10
Ukraine 5 8 13 26
Canada 5 3 19 27
Spain 4 19 10 33
Sweden 4 6 7 17
Ethiopia 4 6 3 13
Armenia 4 5 5 14
Slovenia 4 3 2 9
Uganda 4 1 1 6
Poland 3 12 10 25
Cuba 3 6 2 11
Jamaica 3 5 4 12
Denmark 3 4 5 12
Colombia 3 2 5 10
Iran 2 5 11 18
Belgium 2 4 5 11
Azerbaijan 2 4 4 10
Indonesia 2 2 3 7
Ireland 2 2 2 6
Thailand 2 1 4 7
South Africa 2 1 3 6
Philippines 2 0 2 4
Hong Kong 2 0 1 3
Israel 1 6 2 9
India 1 3 10 14
Norway 1 3 2 6
Portugal 1 2 6 9
Austria 1 2 4 7
Qatar 1 2 1 4
Croatia 1 1 6 8
Slovakia 1 1 4 6
Latvia 1 1 2 4
Bahrain 1 1 1 3
Bahamas 1 1 0 2
Venezuela 1 0 2 3
Argentina 1 0 1 2
Grenada 1 0 0 1
Kyrgyzstan 1 0 0 1
Lithuania 1 0 0 1
Mexico 0 5 7 12
Kazakhstan 0 4 10 14
Bulgaria 0 4 5 9
Romania 0 4 3 7
Uzbekistan 0 3 7 10
Switzerland 0 2 4 6
Estonia 0 2 2 4
Greece 0 2 2 4
Kuwait 0 2 1 3
Chile 0 2 0 2
Malaysia 0 2 0 2
Serbia 0 1 3 4
Vietnam 0 1 3 4
Morocco 0 1 2 3
Algeria 0 1 1 2
Jordan 0 1 1 2
Bosnia and Herzegovina 0 1 0 1
Cyprus 0 1 0 1
Ecuador 0 0 5 5
Mongolia 0 0 5 5
Kosovo 0 0 3 3
Finland 0 0 2 2
Saudi Arabia 0 0 2 2
Moldova 0 0 2 2
Nigeria 0 0 2 2
Albania 0 0 1 1
Bangladesh 0 0 1 1
Burkina Faso 0 0 1 1
Ivory Coast 0 0 1 1
Dominican Republic 0 0 1 1
Egypt 0 0 1 1
North Macedonia 0 0 1 1
Namibia 0 0 1 1

Considerando apenas as provas olímpicas, esse é o Top-20:

Ouro Prata Bronze Total
United States 44 21 21 86
China 38 26 21 85
Russia 21 25 18 64
Japan 17 21 13 51
Australia 15 17 12 44
Netherlands 14 14 7 35
Great Britain 12 9 18 39
Germany 10 3 14 27
New Zealand 9 2 5 16
Hungary 8 5 4 17
France 7 8 15 30
Italy 5 9 15 29
Brazil 5 6 8 19
Kenya 5 2 4 11
South Korea 4 4 8 16
Jamaica 3 5 4 12
Turkey 3 5 3 11
Ukraine 3 4 7 14
Denmark 3 4 5 12
Cuba 3 4 1 8

Nos Mundiais de base, tivemos 91 países medalhando, sendo 66 levando pelo menos um ouro. Andorra, Haiti, Mali, Malta, Montenegro, Peru, Palestina, Samoa, Singapura, Síria, Tadjiquistão, Turcomenistão e Tunísia conquistaram medalhas em mundiais de base e não em adultos. Eis o top-25:

Ouro Prata Bronze Total
Russia 74 88 68 230
United States 53 49 50 152
Japan 51 27 46 124
Italy 34 36 37 107
China 27 22 25 74
Iran 27 11 23 61
France 24 21 32 77
Kazakhstan 22 10 20 52
Egypt 22 6 13 41
Turkey 21 21 52 94
Germany 20 25 28 73
Hungary 19 11 19 49
Uzbekistan 18 9 9 36
Great Britain 15 20 25 60
Australia 15 18 13 46
Czech Republic 14 13 7 34
South Korea 12 16 15 43
Georgia 10 16 9 35
Ukraine 10 15 30 55
Vietnam 10 3 1 14
Belarus 9 13 24 46
Canada 9 9 15 33
Spain 9 7 22 38
New Zealand 8 5 3 16
Brazil 8 3 9 20

Nos esportes de inverno, este é o Top-20:

Ouro Prata Bronze Total
Norway 21 15 10 46
Germany 19 15 11 45
Netherlands 13 6 6 25
United States 11 3 15 29
Russia 10 17 24 51
South Korea 8 7 5 20
Italy 7 8 6 21
Switzerland 6 2 6 14
Sweden 5 6 2 13
France 5 3 7 15
Canada 4 12 9 25
Czech Republic 4 0 1 5
Austria 3 14 14 31
Japan 2 7 7 16
Slovakia 2 1 1 4
China 1 5 2 8
Slovenia 1 3 0 4
Ukraine 1 2 1 4
Australia 1 2 0 3
Finland 1 1 1 3

Somando adultos, de base, verão, inverno e paralímpicos, este é o top-30 de 2019. 112 países ganharam uma medalha e 91 com pelo menos um ouro:

Ouro Prata Bronze Total
Russia 192 233 210 635
China 191 139 124 454
United States 175 143 149 467
Italy 104 102 109 315
Great Britain 98 87 90 275
Germany 97 96 96 289
Japan 94 83 112 289
Australia 75 62 67 204
Ukraine 74 80 99 253
France 69 51 85 205
Netherlands 65 65 48 178
South Korea 43 41 41 125
Norway 42 38 40 120
Canada 37 54 66 157
Iran 37 28 40 105
Brazil 36 30 52 118
Turkey 35 38 67 140
Hungary 35 25 32 92
Belarus 30 29 38 97
New Zealand 29 14 18 61
Czech Republic 28 22 13 63
Spain 25 43 47 115
Uzbekistan 24 20 23 67
Kazakhstan 24 15 31 70
Egypt 24 8 18 50
Georgia 20 17 15 52
Switzerland 18 23 26 67
Colombia 18 14 16 48
Sweden 17 17 19 53
Poland 16 36 46 98

Prata na vela e Brasil já perto de superar 2015

2013 foi o melhor ano da história pro esporte olímpico brasileiro, com 27 medalhas em Mundiais ou equivalente e é praticamente impossível superar este feito.

Mas 2017 vem conquistando bons resultados e o Brasil tem tudo para superar a performance de 2015, o ano pré-olímpico, quando chovia dinheiro pro esporte e país conquistou 18 pódios em provas olímpicas. Neste ano, já somamos 15 medalhas em provas olímpicas em Mundiais ou competições equivalente e o número tem tudo para aumentar.

49er & 49erFX World Championship, Porto 2017

Martine Grael e Kahena Kunze

Campeãs olímpicas e hoje os grandes nomes da vela brasileira, Martine Grael e Kahena Kunze mais uma vez subiram ao pódio no Mundial da classe 49erFX. Ambas com 26 anos, a dupla ficou com a prata no Mundial disputado em Portugal com 39 pontos perdidos após 15 regatas contra 30 das campeãs Jena Mai Hansen/Katja Salskov-Iversen da Dinamarca. As neozelandesas Alexandra Maloney e Molly Meech foram bronze. No Rio-2016, essas mesmas 6 velejadoras estavam no pódio, mas em ordem diferente: Brasil, Nova Zelândia, Dinamarca. Em 5 Mundiais da classe, Martine e Kahena subiram ao pódio em 4 oportunidades e tem 1 ouro e 3 pratas.

Ainda restam no ano os mundiais de ginástica artística, handebol feminino, algumas classes da vela, levantamento de peso, skate e surfe que podem dar mais medalhas ao Brasil. Futebol feminino, tiro, boxe feminino e caratê não tem Mundiais em anos pares.

Após a 49erFX e o Mundial de Judô, o Brasil chega a 15 medalhas em Mundiais em 2017, sendo 3 ouros, 6 pratas e 6 bronzes:
Ouro – Mayra Aguiar – Judô 78kg
Ouro – Evandro/André – Vôlei de Praia
Ouro – Vôlei feminino (Grand Prix)
Prata – David Moura – Judô +100kg
Prata – Equipe mista – Judô
Prata – Bruno Fratus – 50m livre
Prata – Revezamento 4x100m livre masculino – Natação
Prata – Vôlei masculino (Liga Mundial)
Prata – Martine Grael/Kahena Kunze – Vela 49erFX
Bronze – Érika Miranda – Judô 57kg
Bronze – Rafael Silva – Judô +100kg
Bronze – Ana Marcela Cunha – Maratona Aquática 10km
Bronze – Caio Bonfim – Marcha 20km
Bronze – Isaquias Queiroz – C-1 1.000m
Bronze – Larissa/Talita – Vôlei de Praia

1.000 dias!!

E tá chegando! Só 1.000 dias para a Abertura dos Jogos Olímpicos do Rio-2016! E pensar que já tem pelo menos 4 anos que o Rio foi eleito… Na quinta, foram divulgados os pictogramas dos Jogos de todos os esportes olímpicos e paralímpicos, inclusive abrindo o ciclismo em 4 disciplinas, o hipismo em 3. No total, 64 pictogramas sendo 41 olímpicos e 23 paralímpicos.

Tem tempo, mas já dá para ter uma noção do que esperar do desempenho brasileiro no Rio. Vou tentar dar uma previsão do que pode acontecer. Daqui 1.016 dias a gente vai ver se deu certo

Atletismo

O Mundial mostrou que as coisas não vão tão bem quanto gostaríamos e que medalhas são muito difíceis e devem vir dos mesmos nomes. Fabiana Murer, Augusto Dutra, Carlos Chinin, o revezamento 4x100m feminino, o 4x400m masculino e a maratona masculina são as melhores chances. Outros podem brigar por uma final ou um top-8, como o Anderson Henriques no 400m, Darlan Romani e Geisa Arcanjo no peso, Keila Costa no triplo. Expectativa de medalhas: 2

Badminton

Tradição zero, o Brasil só deve ter vaga porque é país sede. Se alguém ganhar um jogo, já será um bom resultado. O domínio será total chinês, que devem levar uns 4 dos 5 ouros. Expectativa de medalhas: 0

Basquete

Se olharmos para os Jogos de Londres, as chances do masculino são boas, mas se olhar a Copa América desse ano, melhor nem ir jogar. Tomara que esse susto dê resultado, mas o Brasil ainda depende e MUITO dos jogadores da NBA. Se a equipe estiver completa, chega nas quartas e briga por vaga na semi. No feminino, sem chances. Chegar nas quartas já seria um bom resultado. Expectativa de medalha: 0

Boxe

Neste esporte o Brasil cresceu muito. No Mundial mês passado, 1 prata e 1 bronze, aém de um ouro no Mundial Juvenil, onde só mandaram 1 atleta. Os brasileiros foram cabeças de chaves em 6 categorias no Mundial e devem trazer medalha. Lutar em casa também ajuda e muito. No feminino, talvez um bronze, como aconteceu em Londres. Expectativa de medalhas: 3

Canoagem

No slalom, difícil. A Ana Sátila vem crescendo muito e foi prata numa prova não-olímpica no Mundial Juvenil. Já no adulto, as coisas foram ruins. Na velocidade, o grande nome é o Isaquias Queiroz. Campeão mundial no C-1 500m, prova não-olímpica, foi bronze nos 1.000m, que esta sim é olímpica e ele ainda é juvenil. A duplas no C-2 do Ronilson e Erlon tem crescido bastante e o Nivalter corre por fora nos 200m. Expectativa de medalhas: 1

Ciclismo

Na pista, chances quase nulas. Os brasileiros ainda engatinham nestas provas e estão há anos-luz da Europa. No mountain bike e na estrada, muito difícil ainda. As chances mais reais, mas ainda assim baixas, são no BMX. Renato rezende fez ótima temporada na Copa do Mundo este ano. Expectativa de medalhas: 0

Esgrima

Tem investimento, os atletas tem viajado muito em todas as armas, mas resultados que são bons, nada. Foram pouquíssimas as vezes que alguém ficou no Top 32 em uma etapa da Copa do Mundo. Expectativa de medalhas: 0

Futebol

Jogar em casa, com final no Maracanã, Brasil é, logicamente, o grande favorito no masculino. No feminino, não está tão bem quanto há uns 5-6 anos. Expectativa de medalhas: 2

Ginástica Artística

De olho nos meninos. Artur Zanetti tem tudo para levar o bicampeonato nas argolas. Campeão mundial e com movimento com seu nome, ele tem uma execução excelente. Diego Hypolito ainda sonha com sua medalha no solo e é só não fazer bobagem como em Londres ou Pequim que brigaria por um bronze, ainda assim difícil. Sérgio Sasaki cresceu muito e chegou perto de uma medalha no individual geral no Mundial. Por equipe, os meninos devem brigar por um top 5 ou 6. Já no feminino, tá difícil. Esperança forte pela Rebeca Andrade, que ainda é juvenil e não pode disputar as provas adultas. No Rio ela poderá competir. A Jade Barbosa é uma incógnita. Bronze no salto em 2011, tiraram ela de Londres e por contusão ficou fora do Mundial este ano. Expectativa de medalhas: 2

Ginástica Rítmica

No individual, chances zero. As russas, chinesas e ucranianas estão milhas a frente. No conjunto, a equipe vem crescendo bem e quase pegou final por aparelho no Mundial. Um Top 8 seria muito bom. Expectativa de medalhas: 0

Ginástica de Trampolim

No Mundial desta semana, nenhum brasileiro chegou a semifinal. Carlos Pala poderia ter pego e brigado por um top 15, mas errou na segunda passagem da qualificação. Este esporte não tem espaço para nenhuma falha. Expectativa de medalhas: 0

Golfe

O esporte volta ao programa olímpico. Brasileiros fora dos circuitos do PGA e do LPGA e tem chances nulas. Expectativa de medalhas: 0

Handebol

A equipe feminina é hoje uma das potências mundiais. Em Londres brigava pelo ouro, mas acabou pegando a Noruega nas quartas e perdeu num jogo espetacular. O Mundial é em dezembro, mas as expectativas são altas. Em 2011, a equipe nem estava tão bem quanto hoje e foi 5ª no Mundial em São Paulo. No masculino, já é mais difícil. No Mundial este ano perderam nas oitavas por 1 gol para a Rússia, mas a distância dos europeus ainda é grande. Expectativa de medalhas: 1

Hispimo

Chances só nos saltos. Rodrigo Pessoa e Doda são até hoje referência no Brasil e no mundo. A paata na final da Copa do Mundo por equipes esse ano foi surpreendente e dá uma bela expectativa. No adestramento e no concurso completo, muito difícil. O adestramento ainda é nossa prova mais fraca, o que atrapalha muito no concurso. Expectativa de medalhas: 1

Hóquei na grama

Acho que é o esporte junto ao badminton queo Brasil tem menos expectativa de qualquer coisa. A equipe masculina cresceu, mas ainda fica em 7º na Copa América e dificilmente se classifica para os Jogos Pan-Americanos. No feminino então, ás chances são menores ainda. Um empate já seria de bom tamanho. Expectativa de medalhas: 0

Judô

Deve ser o carro-chefe no Rio. Depois do Mundial em casa esse ano, expectativas enormes pela excelente equipe feminina. No masculino, Rafael Silva foi bronze em Londres e no Rio e em 2016 deve continuar com chances. Muitos onmes estão vindo ainda e um pode surgir em 2016 mesmo com chances de medalhas. Expectativa de medalhas: 6

Levantamento de Peso

A chance é única: Fernando Reis. 7º no Mundial mês passado, precisa melhorar muito o seu arranque. Pra brigar por medalha tem que melhorar em uns 25kg seu total. Expectativa de medalhas: 0

Luta Livre e Greco-Romana

No masculino, nenhuma expectativa. No mundial, ninguém sequer venceu uma luta! No feminino, Joice Silva é a mais bem cotada e chegou às quartas no Mundial. Expectativa de medalhas: 0

Nado Sincronizado

Pódio já está definido no dueto e na equipe: Rússia, Espanha e China. Expectativa de medalhas: 0

Natação

Grandes chances. César Cielo ainda é o nome, junto com Thiago Pereira, que agora é medalhista olímpico e mundial! Felipe Lima com o bronze nos 100m peito no Mundial subiu um patamar. No feminino, Etiene Medeiros precisa melhorar os 100m costas dela e parar de focar nos 50m. Melhor chance vem da maratona aquática com Poliana Okimoto e Ana Marcela Cunha. Expectativa de medalhas: 5

Pentatlo Moderno

Este esporte se resume a um nome no Brasil: Yane Marques. Bronze em Londres e prata no Mundial este ano, é um dos grandes nomes no mundo no pentatlo e deve medalhar no Rio. No masculino, não tem ninguém brigado nem por final de Copa do Mundo. Expectativa de medalhas: 1

Pólo Aquático

O Brasil nem se classificou no masculino para o Mundial e no feminino levou goleadas. Expectativa de medalhas: 0

Remo

Esporte tradicional olímpico e um dos que menos investiu neste ciclo, proporcionalmente ao número de provas olímpicas: são 14. Fabiana Beltrame já foi campeã mundial, mas no single skiss peso leve. Ela precisa de uma parceira tão boa quanto ela para o double skiff leve. Se achar, pode brigar por uma Final A. E só. Expectativa de medalhas: 0

Rugby Sevens

Esporte que mais tem crescido no país, também segue com poucas chances. Devemos assistir a primeira medalha olímpica da história do Fiji. O feminino está ais próximo das potências, mas ainda assim não conseguiu vencer. Em 2014, as meninas vão disputar todas as etapas da Copa do Mundo, o que ajuda muito para subir o nível. Expectativa de medalhas: 0

Saltos Ornamentais

Outro esporte que viu renovação quase zero. César Castro ainda é o grande nome, e nem pegou final no Mundial do trampolim 3m. Hugo Parisi volta após ser afastado por doping, mas também não briga por mais que uma final. Expectativa de medalhas: 0

Taekwondo

Guilherme Dias é a nova sensação do esporte no país. Um bronze fantástico no Mundial este ano já o coloca entre os favoritos. E novamente Diogo e Natalia Falavigna aparecem na lista. Expectativa de medalhas: 1

Tênis

No individual masculino, nenhum nome hoje está entre os 100 do ranking. No feminino, Teliana Pereira cresceu muito, mas ainda está longe das tops. A grande chance inclusive de ouro vem de Marcelo Melo e Bruno Soares. Apesar de não fazerem uma dupla no circuito, jogam na Davis e já venceram até os irmãos Bryan este ano. Expectativa de medalhas: 1

Tênis de Mesa

Hugo Calderano, Gustavo Tsuboi Cazuo Matsumoto e Caroline Kumahara cresceram muito! Tem disputado muitos torneios pelo mundo e cresceram bem, mas qualquer coisa diferente de China no pódio neste esporte já é surpresa. Expectativa de medalhas: 0

Tiro

Mais um com renovação quase zero. Melhores chances são na pistola com Felipe Wu e o Stenio Yamamoto. Roberto Schmits cresceu bem no skeet, mas ainda não brigam com os eurpeus, chineses e americanos. Expectativa de medalhas: 0

Tiro com Arco

Sarah Nikitin fez um Mundial excepcional, terminando em 8ª e o masculino ainda não veio com ninguém brigando com os tops. Por equipe, chances remotas. Expectativa de medalhas: 0

Triatlo

Por mais que seja uma daquelas provas difíceis de prever, os nomes que vão brigar pelas medalhas já são conhecidos. Brasileiros cresceram, mas ainda estão longe. Ronaldo Colucci foi bem na final da Copa do Mundo e em casa pode brigar por um Top 8. Nada mais Expectativa de medalhas: 0

Vela

Outro carro chefe que tem ido muito bem este ano. Jorge Zarif surpreendeu a todos com o ouro no Mundial de Finn e Martine Grael e Kahena Kunze foram prata na 49erFX. Robert Scheidt ainda tem o Mundial de Laser esse ano (sim, Scheidt na Laser, não voltamos a 2003 não) e Bimba sempre briga com os tops. Expectativa de medalhas: 3

Vôlei

Precisa dizer alguma coisa da seleção masculina e feminina: Expectativa de medalhas: 2

Vôlei de Praia

Outros que não precisa de esforço para medalhar. Expectativa de medalhas: 3

Olhando assim, deu um total de 34 medalhas. E devemos ter uns 65-70 top 8. Quando faltarem 500 dias, refaço o texto.

Brasil em Londres: o que esperar

Há 2 dias da Cerimônia de Abertura, Londres já ferve com os detalhes finais para receber 10.500 atletas de 204 países. A seguir, uma análise das chances brasileiras em cada prova.

Atletismo

A maior chance de medalha é, sem dúvida, a atual campeã mundial do salto com vara, Fabiana Murer (foto). Mas com uma Yelena Isinbayeva RUS em forma e com outras rivais como Jenn Suhr USA, Yarisley Silva CUB e Holly Bleasdale GBR em forma, Fabiana terá que saltar o seu melhor para garantir medalha. E porque não uma de ouro? Isibayeva já amarelou duas vezes seguidas. Tudo pode acontecer.

Já correndo por fora nas chances de medalha temos Maurren Maggi, no salto em distância. Maurren não saltou bem esse ano ainda e tem como melhor marca 6,85m, longe dos 7,15m de Brittney Reese USA, favoritíssima ao ouro.

Podendo ficar no Top 8 temos com grandes chances Mauro Vinicius da Silva, no salto em distância, Bruno Lins, nos 200m (repetindo a final no Mundial do ano passado), os revezamentos 4x100m masculino e feminino, Fábio Gomes da Silva, no salto com vara, e Marilson dos Santos, na maratona.

Se pegar uma final, Ronald Julião, no disco, Geisa Arcanjo, no peso, Keila Costa, no triplo e Andressa de Morais, também no disco, já estariam no lucro. Ana Cláudia Lemos tem tudo para chegar na semifinal dos 200m e uma final seria algo muito bom, também, mesma situação de Kleberson Davide e Fabiano Peçanha nos 800m.

Todos os outros, se passarem de fase já estariam no lucro.

Basquete

Vindo da prata no Pré-Olímpico e de uma derrota por apenas 11 pontos (e jogando muito bem), a seleção masculina chega para brigar por medalha! Com a melhor equipe brasileira em anos (e porque não dizer uma das melhores da história), o Brasil chega credenciado para brigar com Rússia, Espanha, Argentina e França pela prata e bronze. Tudo dependerá da colocação após a 1ª fase.

No feminino, as chances são mínimas. A seleção não vem bem e, com o corte de Iziane nesta quinta, a equipe chega abalada e sem muita confiança. O Brasil terá que vencer Grã-Bretanha, Canadá e França para ficar em 3º no grupo e deve pegar Croácia ou República Checa nas quartas. Uma semi seria algo espetacular para essa equipe.

Boxe

O Brasil chega com uma excelente equipe (a maior da história) e pode surpreeender em Londres. A principal aposta é o campeão mundial de 2011 Éverton Lopes, no até 64kg. Bronze no mesmo mundial, Esquiva Falcão, no 75kg também tem chances. Na disputa por medalhas também podemos colocar o veterano Myke Ribeiro e, no feminino, como a chave é curta e dependendo do sorteio, seriam necessárias apenas 2 vitórisa para medalhar, as meninas entram com chances reais.

Canoagem

A caçula da delegação vem na disputa do slalom, no K1 feminino, onde Ana Sátila, de 16 anos, que inaugurou a Vila Olímpica para o Brasil, tenta pelo menos avançar a semifinal. Apontada como grande promessa para Rio-2016, uma semi já seria um ótimo resultado. Nas provas de sprint, apenas a dupla Erlon Silva e Robenilson Oliveira na C2 1000m vai a Londres. Com bons resultados em torneio internacionais e Copas do Mundo, ele pretendem chegar a final, um ótimo resultado também. Eles estão melhor na c2 200m, que não é olímpica.

Ciclismo

Nas provas de estrada, as chances são quase nulas tanto no masculino quanto no feminino. Com todos os grandes nomes do UCI Pro Tour participando, difícil brigar por medalha. Um top 10 já seria muito bom. No mountain bike, Rubens Donizete vai tentar terminar a prova sem levar uma volta dos líderes. No BMX temos a melhor chance, ainda assim muito distante. Com um excelente 6º lugar no Mundial mês passado, Squel Stein (foto) é a maior aposta, ainda que longe. Como o BMX é imprevisível e conta com inúmeras quedas, as chances nesta prova são maiores.

Esgrima

Com presença nas 3 armas pela primeira vez, as melhores chances são de Renzo Agresta (foto). Top 15 no ranking mundial no sabre, um avanço até as quartas de final seria um resultado muito bom. Já Guilherme Toldo no florete e Athos Schwantes na espada, terão muita dificuldade. Duas vitórias já seria algo excelente.

Futebol

A equipe de Mano Menezes é considerada a favorita, já que fez bons amistosos com equipes principais e conta com muitos talentos. A Espanha, que brigaria com o Brasil na final, não tem uma equipe tão boa quanto o time principal e não fez bons jogos preparatórios. E lembrando que futebol em Olimpíadas é sempre uma caixinha de surpresas quando temos times africanos.

No feminino, o time não chega tão bem cotado, após a desclassificação nas quartas na Copa do Mundo de 2011, mesmo após os 5-0 na fraca equipe de Camarões na estreia hoje. Mas deve tentar brigar pelo bronze com Grã-Bretanha, Suécia e Coreia do Norte. A ausência da excelente equipe da Alemanha é um fator muito positivo. Tudo dependerá das atuações de Marta.

Ginástica

Após anos apostando nas meninas, as chances reais são dos meninos! Diego Hypolito vem do bronze no Mundial ano passado e quer apagar a queda em Pequim. Tanto que nem disputará o salto, prova que teria chances de pegar final, para se dedicar exclusivamente ao solo. Um bronze seria de bom tamanho. A melhor chance é de Arthur Zanetti, favorito ao lado do chinês Yibing Chen ao ouro nas argolas. Sérgio Sasaki deve se classificar para a final individual e um top 15 seria muito bom.

Nas meninas, sem Jade Barbosa após a sua saga com a CBG, a melhhor chance de final é com a veterana Daniele Hypolito no individual geral. Por equipes, o Brasil deve brigar com Canadá para não ficar e último.

Handball

Com o excelente 5º lugar no Mundial ano passado em São Paulo, as meninas chegam muito bem cotadas para medalha. Venceram muitos amistosos preparatórios e estão entre as favoritas. Tudo dependerá da 1ª fase onde as vitórias sobre Grã-Bretanha e Angola são mais que obrigatórias e sobre os outros 3 europeus (Rússia, Montenegro e Croácia) fundamentais. Se passar em 2º, deve fugir nas quartas das equipes favoritas da outra chave: Noruega e Dinamarca. Passando das quartas, o que vier é lucro!

Hipismo

No adestramento, Luiza Almeida tentará uma final, o que já é muito difícil, já que o nível dos europeus e americanos é muito superior. No CCE, uma boa e experiente equipe, mas, como sempre, vai ficar longe do pódio justamente na prova de adestramento, nosso grande ponto fraco. As melhores chances vêm dos Saltos, como sempre. Com o porta-bandeira Rodrigo Pessoa e o muitíssimo experiente e vitorioso Álvaro de Miranda Neto, as chances no individual são boas. Já por equipe, o Brasil que foi 4º colocado nos Jogos Equestres em 2010, se afasta ligeiramente do pódio por contar com conjuntos pouco experientes em competições dese nível.

Judô

Nossa melhor equipe de todos os tempos, deve ser o carro chefe das medalhas em Londres. Chega com 2 líderes do ranking mundial em Londres: Leandro Guilheiro (foto) e Mayra Aguiar, favoritos ao ouro. Sarah Menezes, Tiago Camilo, Rafael Silva e Rafaela Silva também tem chances reais de medalha. Como o judô é muito imprevisível, os outros 8 chegam menos cotados, mas com chances de irem bem. Afinal, quem esperava uma medalha de Ketleyn Quadros em Pequim?

Levantamento de Peso

Mesmo com o ouro no Pan2011, Fernando Reis (foto) até que chega com uma boa marca na categoria acima de 105kg e um Top 10 para ele é difícil, mas palpável. Já para Jaqueline Ferreira, no até 75kg, um Top 8 seria excelente (na sua categoria há apeans 11 atletas inscritas).

Luta Olímpica

Joice Silva, representante solitária no esporte, não tem grandes chances e uma vitória já seria muito bom, considerando que ela pegou a última vaga para a disputa.

Nado Sincronziado

Como há muito tempo já ocorre, o dueto brasileiro vai brigar pela classificação a final, devendo ficar entre 10º e 13º. Ha muito que Rússia, China e Espanha dominam absolutamente o pódio.

Natação

Com uma equipe menor que a de Pequim, o Brasil chega muito mais bem preparado que há 4 anos. César Cielo é a maior certeza de ouro de toda a delegação brasileira, nos 50m livre. Nos 100m um bronze já seria muito bom. O Brasil também tem chances no revezamento 4x100m livre. Nos 50m livre, também, Bruno Fratus chega muito bem e tem chances de uma dobradinha brasileira. Felipe França chega com o 3º tempo nos 100m peito e também deve brigar com os americanos pelo bronze, já que ouro e prata serão para os japoneses. O eterno bate-na-trave Thiago Pereira chega bem, mas acho difícil brigar por medalhas. Em provas com Michael Phelps e Ryan Lochte, resta a ele brigar pelo bronze com muitos outros. Sem final, mas brigando pela semi, temos Henrique Barbosa nos 200m peito, Kaio de Almeida nos 100m borboleta, Felipe Lima nos 100m peito e Henrique Rodrigues nos 200m medley. O revezamento 4x100m medley chega muito bem, mas um 5º lugar já seria de bom tamanho.

No feminino, com uma equipe bem enxuta, mas com bons tempos, as melhores chances de semifinal são de Gracielle Herrmann nos 50m livre, Daynara de Paula nos 100m borboleta e Fabíola Molina nos 100m costas. Como as provas de Joanna Maranhão não tem semifinais, ela terá que nadar muito para avançar às finais dos 400m medley. A melhor chance feminina não é na piscina. Poliana Okimoto, na maratona de 10km, está entre as 10 cotadas para medalha, numa prova muitas vezes imprevisível.

Pentatlo Moderno

Yane Marques está há pelo menos 2-3 anos entre as 10 melhores do mundo. Mas falta aquela medalha importante para ela. Com apenas uma prata em Copas do Mundo, ela chega como 3ª colocada no ranking mundial e é uma das favoritas. Terá páreo duro com as donas da casa e com as russas e francesas. Tudo depende do hipismo e da sua corrida.

Remo

Esporte que distribui muitas medalhas e um dos menos investidos no Brasil, os 3 barcos vão para cumprir tabela. Tanto no single skiff masculino, com Anderson Nocetti em sua 4ª Olimpíada, e no feminino com Kissya Cataldo, que estreia nos Jogos, uma Final B já seria algo espetacular. O mesmo vale no double skiff leve feminino, com a campeã mundial no individual Fabiana Beltrame. Ela não está ainda muito afinada com sua parceira Luana Bartholo, o que é fundamental no remo.

Saltos Ornamentais

César Castro vem de maus resultados em competições importantes no trampolim e, ele que era apontado como chance de medalha há uns 2 anos, não está em boa fase e uma final já seria muito bom. O mesmo vale para Hugo Parisi (foto) na plataforma. Uma final seria de muito bom tamanho. Já para Juliana Veloso na plataforma, a semifinal seria bom, ela que vem de um momento conturbado após problemas com seu antigo clube, o Fluminense, semanas antes dos Jogos.

Taekwondo

Com os experientes Diogo Silva, 4º em Atenas, e Natalia Falavigna (foto), bronze em Pequim, as chances são médias. Diogo chega muito bem, após o bronze no Pré-olímpico mundial, que contou com todos os grandes nomes do esporte. Já Natalia não atravessa boa fase e, mesmo sendo cabeça de chave, poderá pegar a nº 1 do mundo nas quartas. Este ano está mais difícil para ela.

Tênis

Com disputas na sagrada grama de Wimbledon 3 semanas após o Grand Slam, as melhores chances são nas duplas. Marcelo Melo e Bruno Soares, que se dão bem em grama, carregam o favoritismo brasileiros. Thomaz Bellucci (foto), no individual, buscará 2 vitórias, algo excelente para ele num piso que não é seu forte, mesmo vindo de ótimas campanhas nas últimas 3 semanas, incluindo dois títulos e uma semifinal, todos em saibro. Sua dupla com André Sá também não deve ir longe. Tudo depende da chave, que deve sair amanhã.

Tênis de Mesa

Com equipe completa de 6, Brasil chega para cumprir tabela, também. Muito difícil a disputa com as equipe asiáticas. No individual, quem conseguir 2 vitórias já está no lucro, e o mais próximo disto é Gustavo Tsuboi (foto). Por equipes, o Brasil tem uma estreia quase que impossivel no masculino contra Hong Kong e no feminino contra a Coreia do Sul. Vitorias seriam algo inimaginável.

Tiro

Com apenas 2 nomes, o Brasil chega sem chances e sem suas maiores apostas que não conseguiram se classificar. Ana Luiza Mello, uma das primeiras a garantir seu nome em Londres há 2 anos na pistola de 25m, e Felipe Fuzaro (foto), na fossa doublê, já estariam satisfeitos com um Top 15. Final, então, muito além!

Tiro com Arco

Daniel Xavier chega bem do Pré-Olímpico das Améericas, mas, quando o assunto é Olimpíada, fica bem mais difícil. Se ficar na 1ª metade da rodada qualificatória (top 32) já seria um bom resultado. Duas vitórias no mata-mata algo melhor ainda!

Triatlo

Mesmo com 3 bons triatletas, as chances são muito baixas. O favoritismo no masculino é total dos irmãos Brownlee, donos da casa e o feminino, americanas e australianas lideram as maiores chances na prova.

Vela

Esporte que sempre deu muitas medalhas ao país, as melhores chances são dos mesmos: Robert Scheidt e Bruno Prada na Classe Star. Última participação desta classe em Olimpíadas (ela não estará no Rio), a dupla chega muito bem cotada com o título mundial e um ouro é uma aposta mais que certeira. Nas outras classes, Ana Barbachan e Fernanda Oliveira devem ir bem na 470, disputando um top 8. Ricardo Winicki, após a sua incrível derrota em Atenas, sempre chega bem e também deve conseguir um Top 10 para disputar a Meda Race. Nas outras classes, só de chegar a Medal Race já seria algo muito bom.

Vôlei

Mesmo não vindo de bons resultados, Brasil é Brasil e deve ser muito respeitado. Apesar de não estar com uma equipe muito azeitada, Bernardinho chega com favoritismo para medalha, mesmo com a péssima campanha na Liga Mundial. Acho que dificilmente o ouro não será da Polônia.

No feminino, a prata no Grand Prix mostra que as meninas estão bem, mas brigarão novamente com EUA e Rússia pelas medalhas. E ultimamente a gente tem se dado mal. Tomara que o trunfo Natália, grande aposta de José Roberto Guimarães, dê frutos.

Vôlei de Praia

Infelizmente, não se pode mais ter final com duplas do mesmo país. As 4 duplas chegam muito bem cotadas, mas a maior chance de ouro é de Larissa e Juliana. As americanas Walsh e May-Treanor não vem bem e dificilmente buscarão o tricampeonato olímpico. Mesmo nos EUA são apontadas como um dos prováveis fracassos americanos.

No masculino, Alison e Emanuel, atuais campeões mundiais, devem fazer a final com Rogers e Dalhauser, atuais campeões olímpicos.

#1yeartogo

Hoje é 27 de julho de 2011. Daqui um ano, 27 de julho de 2012. Dia da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Londres-2012!!

Com 366 dias faltando (ano que vem é bissexto), o Comitê Organizador divulgou os objetos mais cobiçados do esporte: as medalhas olímpicas. Na frente, o logotipo dos Jogos de 2012 e atrás a deusa grega Nike, a deusa da vitória. Serão distribuídas por volta de 2.100 medalhas, em 302 provas.

As medalhas tem 8,5cm de diâmetro e pesam pouco menos que 400 gramas. Serão as maiores medalhas já dadas em Jogos de Verão (só perdem para as dadas nos Jogos de Inverno de Vancouver-2010, com 10cm de diâmetro).

Além das medalhas, foi inaugurado o Parque Aquático, que receberá a Natação, os Saltos Ornamentais e o Nado Sincronizado.

Mais fotos, no álbum do UOL.

Faltam 366 dias para os Londres-2012