E agora?

Bem, os Jogos Olímpicos de Inverno acabaram, mas a temporada ainda não, pois teremos ainda muitas etapas das Copas do Mundo.

No esqui alpino temos ainda 3 paradas por gênero, sendo a última em Are, na Suécia, faltando ainda 8 provas por gênero. O cross-country tem também mais 3 paradas incluindo a final em Falun, também na Suécia. Temos ainda provas de moguls, slopestyle, halfpipe, big air e ski cross no esqui freestyle. O combinado nórdico tem ainda 5 paradas e 9 provas ao todo. Nos saltos, os homens tem muitas etapas, incluindo o Raw Air, que conta com 10 eventos nas rampas norueguesas e as mulheres competem mais 5 vezes em 3 paradas. O snowboard ainda tem provas no snowboard cross, no paralelo, no Big Air e no slopestyle.

A patinação de velocidade tem o Mundial de Sprint já nesse fim de semana na China e o de Allround na Holanda, além da etapa final na Bielorrussia. A pista curta terá o Mundial no Canadá e a patinação artística conta com os mundiais juvenis e adultos em março. Temos mais 3 etapas da Copa do Mundo de biatlo. O curling terá disputas dos Mundiais masculinos, feminino e de duplas mistas e o Mundial de Hóquei no Gelo masculino será em maio na Dinamarca.

Mas deixando os esportes de inverno um pouco de lado, essa semana as coisas começam a agitar nos de verão, com 2 mundiais. A cidade holandesa de Apeldoorn receberá pela 2ª vez o Mundial de Ciclismo de Pista a partir de quarta-feira, dia 28 de fevereiro, que terá a presença de muita gente boa, como o casal de britânicos Jason e Laura Kenny (ex-Laura Trott), o francês François Pervis, os alemães Joachim Eilers, Miriam Welte e Kristina Vogel, a australiana Stephanie Morton, a belga Jolien D’Hoore e as russas Anastasia Voynova e Daria Shmeleva.

Também teremos no fim de semana o Mundial Indoor de Atletismo, em Birmingham, na Grã-Bretanha. Os destaques no masculino são os americanos Chris Coleman, Michael Rodgers, Aries Merritt e Sam Kendricks, o djibutiense Ayanleh Souleiman, o etíope Hagos Gebrhiwet, o jamaicano Omar McLeod, o qatari Mutaz Essa Barshim, os franceses Renaud Lavillenie e Kevin Mayer, os poloneses Piotr Lisek e Konrad Bukowiecki, o sul-africano Luco Manyonga, o neozelandês Tom Walsh, o alemão David Storl. Entre as mulheres, destaco as americanas Sharika Nelvis, Sandi Morris, Jenn Suhr e Brittney Reese, as alemãs Tatjana Pinto e Cindy Roleder, a holandesa Dafne Schippers, a etíope Genzebe Dibaba, a russa Maria Lasitskene, a venezuelana Yulimar Rojas, a grega Ekaterini Stefanidi, a cubana Yarisley Silva e a sérvia Ivana Spanovic.

O Brasil não estará com nenhum representante no Mundial de ciclismo de pista, mas terá 8 atletas no de atletismo indoor, 4 homens e 4 mulheres. De olho no triplista Almir dos Santos, dono da melhor marca do ano com 17,37m, no Darlan Romani, que tem 21,68 este ano no arremesso de peso, no campeão olímpico do salto com vara Thiago Braz, que já fez 5,90m este ano e na Nubia Soares, que tem a 2º melhor marca pessoal no salto triplo, atrás apenas da venezuelana Rojas, campeã mundial.

O ano está só começando!!

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Prévia Pyeongchang-2018: Hóquei no Gelo

Masculino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Canadá; Prata – Suécia; Bronze – Finlândia

Último Mundial (2017): Ouro – Suécia; Prata – Canadá; Bronze – Rússia

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Suécia vencendo o Mundial de 2017

Sem as estrelas da NHL, o hóquei no gelo perderá um pouco do seu brilho, mas segue em alto nível, sem dúvida. Sendo assim, as equipes contam com jogadores que atuam na Europa, em ligas domésticas (menos EUA) ou em equipes universitárias.

Com ou sem NHL, o Canadá tem o favoritismo. Liderados por Chris Kelly, único dos 25 jogadores que atua no país, o Canadá é o país do hóquei e busca o 3º ouro seguido nos Jogos, 10º da história e o 4º das últimas 5 Olimpíadas. São também 26 títulos mundiais, sendo os dois últimos em 2015 e 2016. Em 2017, o Canadá perdeu na final para a Suécia. Com 10 títulos mundiais, a Suécia tem também 2 ouros olímpicos, o último em Turim-2006. Conta com vários jogadores campeões mundiais em 2017 e medalhistas de prata em Sochi.

A Rússia conta apenas com jogadores que atuam no país, na KHL, e também tem tudo para chegar ao pódio, com vários jogadores que foram bronze nos dois últimos Mundiais e em mundiais Sub20. Já a equipe dos Estados Unidos tem apenas 2 que foram medalha de bronze no Mundial de 2015. Eslováquia, Finlândia e Alemanha também tem sua força, mesmo em os jogadores da NHL.

Meu Pódio: Ouro – Suécia; Prata – Canadá; Bronze – Rússia

Feminino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Canadá; Prata – Estados Unidos; Bronze – Suíça

Último Mundial (2017): Ouro – Estados Unidos; Prata – Canadá; Bronze – Finlândia

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Meghan Duggan (USA) em Sochi-2014

Mais uma vez o confronto deve ficar entre Canadá e Estados Unidos. Em 5 Olimpíadas e 18 Mundiais femininos disputados, as duas seleções fizeram 22 finais. A única vez que isso não ocorreu foi nos Jogos de Turim-2006, quando a Suécia eliminou as americanas na semifinal. São, portanto, 4 ouros olímpico seguidos pro Canadá e 1 para as americanas (apenas em Nagano-1998). Em Mundiais, são 10 títulos canadenses contra 8 das americanas. Entretanto, os Estados Unidos tem dominado os Mundiais adultos, vencendo os últimos 3 e 7 dos últimos 8. Isso tem se repetido inclusive nos Mundiais Sub18, com 7 ouros para as americanas (inclusive os 4 últimos seguidos) e 4 para as canadenses. Mas este ano, o Canadá perdeu 3 partidas no Mundial Sub18 e acabou ficando com o bronze.

Os Estados Unidos estão em uma fase melhor, mas nunca subestime a equipe feminina do Canadá. São 14 campeãs olímpicas na equipe: 8 estiveram apenas em Sochi, 5 em Sochi e em Vancouver e apenas a Meghan Agosta tem 3 ouros: Sochi, Vancouver e Turim. Entre as americanas, quase todas foram campeãs mundiais já, mas os destaques são as veteranas Meghan Duggan (2 pratas olímpicas e 7 títulos mundiais) e Kacey Bellamy (mesmas medalhas). Apenas outras 3 estivera em Vancouver e Sochi. O jogo entre as duas equipes deve pegar fogo na 1ª fase e tem tudo para ser reeditado na final.

A Finlândia esteve em todas as semifinais dos 18 mundiais femininos e tem 12 bronzes, ale’m de 2 bronzes olímpicos. A Rússia foi bronze no Mundial de 2016 e pode surpreender, assim como Suécia e Suíça, bronze em Sochi.

Meu Pódio: Ouro – Estados Unidos; Prata – Canadá; Bronze – Finlândia

Prévia Pyeongchang-2018: Snowboard

Slalom Paralelo Gigante Masculino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Vic Wild (RUS); Prata – Nevin Galmarini (SUI); Bronze – Zan Kosir (SLO)

Último Mundial (2017): Ouro – Andreas Prommegger (AUT); Prata – Benjamin Karl (AUT); Bronze – Nevin Galmarini (SUI)

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Benjamin Karl (AUT)

O austríaco Andreas Prommegger dominou o último Mundial, vencendo a prova de slalom gigante paralelo e de slalom paralelo, derrotando nas duas finais seu compatriota Benjamin Karl, dono de duas medalhas olímpicas e 4 títulos mundiais. Cada um venceu uma prova nesta temporada, ambas de slalom gigante (lembrando que o slalom paralelo foi disputado em Sochi, mas saiu do programa olímpico pra entrada do Big Air) e cada um tem 16 vitórias na carreira em Copas do Mundo. Esta temporada está bem distribuída: em 9 etapas da Copa do Mundo, tivemos 8 vencedores. Apenas o suíço Nevin Galmarini venceu duas e lidera a classificação geral. Galmarini foi bronze no último Mundial e prata em Sochi.

O veterano italiano Roland Fischnaller foi campeão mundial no slalom paralelo em 2015, vai para sua 5ª Olimpíada em busca da 1 medalha. Outros nomes fortes da prova são o canadense Jasey-Jay Anderson, campeão olímpico em Vancouver-2010, o búlgaro Radoslav Yankov, o esloveno Rok Marguc e os russos Vic Wild e Andrey Sobolev.

Meu Pódio: Ouro – Benjamin Karl (AUT); Prata – Roland Fischnaller (ITA); Bronze – Andreas Prommegger (AUT)

Snowboard Cross Masculino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Pierre Vaultier (FRA); Prata – Nikolay Olyunin (RUS); Bronze – Alex Deibold (USA)

Último Mundial (2017): Ouro – Pierre Vaultier (FRA); Prata – Lucas Eguibar (ESP); Bronze – Alex Pullin (AUS)

Atual campeão olímpico e mundial, o francês Pierre Vaultier tem 22 vitórias em Copas do Mundo e 34 pódios, sendo 2 vitórias e 5 pódios nas últimas 5 etapas antes dos Jogos. Ele vem em grande fase, mas tudo pode acontecer no snowboard cross e quedas são muito comuns. O australiano Alex Pullin tem 9 vitórias (2 nesta temporada) e 20 pódio na carreira, além de 2 títulos mundiais (2011 e 2013), mas segue em busca de sua 1ª medalha olímpica.

Os americanos costumam surpreender e têm como principal aposta para pódio Nick Baumgartner, bronze em 2 mundiais e campeão mundial em 2017 da disputa em duplas nesta prova, que não é olímpica. Os italianos tem boa tradição e contam com a força de Omar Visintin, que venceu duas etapas seguidas nesta temporada. Fique de olho também no austríaco Alessandro Hämmerle e no espanhol Lucas Eguibar.

Meu Pódio: Ouro – Alex Pullin (AUS); Prata – Alessandro Hämmerle (AUT); Bronze – Pierre Vaultier (FRA)

Halfpipe Masculino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Iouri Podladtchikov (SUI); Prata – Ayumu Hirano (JPN); Bronze – Taku Hiraoka (JPN)

Último Mundial (2017): Ouro – Scott James (AUS); Prata – Iouri Podladtchikov (SUI); Bronze – Patrick Burgener (SUI)

Shaun White of the U.S. competes during the men's snowboard halfpipe qualification round at the 2014 Sochi Winter Olympic Games in Rosa Khutor

Shaun White (USA)

Apesar de quase não disputar o circuito da FIS, o americano Shaun White é o nome do halfpipe. Ouro em Turim-2006 e em Vancouver-2010, ele ficou em 4º em Sochi e é novamente um dos favoritos. São “apenas” 8 títulos dos Winter X-Games no superpipe, a principal prova da modalidade. O americano Ben Ferguson tem 2 pódios em X-Games e briga por pódio também. O japonês Ayumu Hirano é um dos que pode tirar a vitória de White. Prata em Sochi, Hirano é o atual campeã dos X-Games. O suíço Iouri Podladtchikov levou o ouro em Sochi, foi campeão mundial em 2013 e conta com 14 pódios em Copas do Mundo. De olho também no australiano bicampeão mundial Scott James, no chinês Zhang Yiwei e nos finlandeses Markus Malin e Peetu Piiroinen.

Meu Pódio: Ouro – Shaun White (USA); Prata – Ayumu Hirano (JPN); Bronze – Scott James (AUS)

Slopestyle Masculino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Sage Kotsenburg (USA); Prata – Staale Sandbech (NOR); Bronze – Mark McMorris (CAN)

Último Mundial (2017): Ouro – Seppe Smits (BEL); Prata – Nicolas Huber (SUI); Bronze – Chris Corning (USA)

Canadá e Noruega tem dominado esta prova no X-Games. O norueguês Marcus Kleveland é o atual bicampeão da prova na competição e Staale Sandbech é o atual vice olímpico. O canadense Mark McMorris é o principal nome do país, tetracampeão dos X-Games de Aspen e prata no Mundial de 2013. Entre os americanos, os principais nomes são Ryan Stassel, campeão mundial em 2015, Chris Corning, bronze no último Mundial e Kyle Mack, bronze no Mundial de 2015. O belga Seppe Smits é bicampeão mundial (2011 e 2017) e outro forte nome da prova, assim como o finlandês Roope Tonteri.

Meu Pódio: Ouro – Mark McMorris (CAN); Prata – Marcus Kleveland (NOR); Bronze – Seppe Smits (BEL)

Big Air Masculino

Pódio em Sochi-2014: prova não disputada

Último Mundial (2017): Ouro – Staale Sandbech (NOR); Prata – Chris Corning (USA); Bronze – Marcus Kleveland (NOR)

O canadense Max Parrot é um dos favoritos ao ouro na estreia olímpica do Big Air. Tetracampeão do Winter X-Games, ele tem 5 vitórias na Copas do Mundo. Seu compatriota Mark McMorris venceu 2 vezes o X-Games em Aspen e venceu 3 provas no circuito da Copa do Mundo nas 2 últimas temporadas. Em Mundiais, o domínio é todo finlandês com 6 ouros em 8 mundiais: Roope Tonteri venceu o Mundial em 2013 e em 2015. Os noruegueses também tem uma boa tradição com Staale Sandbech, ouro no Mundial do ano passado, e Marcus Kleveland, bronze no Mundial.

Meu Pódio: Ouro – Max Parrot (CAN); Prata – Roope Tonteri (FIN); Bronze – Mark McMorris (CAN)

Slalom Paralelo Gigante Feminino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Patrizia Kummer (SUI); Prata – Tomoka Takeuchi (JPN); Bronze – Alena Zavarzina (RUS)

Último Mundial (2017): Ouro – Ester Ledecka (CZE); Prata – Patrizia Kummer (AUT); Bronze – Ekaterina Tudegesheva (RUS)

Campeã mundial em 2017, a checa Ester Ledecka vem numa excelente temporada, vencendo 5 das 9 etapas da Copa do Mundo e agora soma 14 vitórias na carreira e 20 pódios. Curiosidade sobre a Ledecka é que ela também vai disputar nos Jogos o esqui alpino. Campeã em Sochi no slalom, a austríaca Julia Dujmovits é uma das principais adversárias da checa, assim como a excelente equipe da Suíça liderada por Patrizia Kummer, a atual campeã olímpica da prova e com 14 vitórias em Copas do Mundo na carreira, mas nenhuma nesta temporada. De olho também na alemã Ramona Hofmeister, que faz uma ótima temporada com 2 vitórias e 5 pódios, na austríaca Ina Meschik, nas russas Alena Zavarzina, Yekaterina Tudegesheva e Natalia Soboleva e na japonesa Tomoka Takeuchi, prata em Sochi.

Meu Pódio: Ouro – Ester Ledecka (CZE); Prata – Julia Dujmovits (AUT); Bronze – Ramona Hofmeister (GER)

Snowboard Cross Feminino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Eva Samkova (CZE); Prata – Dominique Maltais (CAN); Bronze – Chloé Trespeuch (FRA)

Último Mundial (2017): Ouro – Lindsey Jacobellis (USA); Prata – Chloé Trespeuch (FRA); Bronze – Michela Moioli (ITA)

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Michela Moioli (ITA)

A italiana Michela Moioli faz uma grande temporada, tendo vencido 4 etapas e subido 7 vezes ao pódio em 9 provas. Bronze nos últimos 2 Mundiais, ela faturou as duas provas disputadas na última etapa na Alemanha no último fim de semana. Mas a grande equipe hoje é a francesa formada por Chloé Trespeuch, Charlotte Bankes, Nelly Moenne Loccoz e Julia Pereira de Sousa. A checa Eva Samkova faz uma temporada bem discreta, mas é a atual campeã olímpica e tem 8 vitórias na carreira.

Mas quem mais quer o ouro deve ser a americana Lindsey Jacobellis. Aos 32 anos, ela é pentacampeã mundial, venceu 10 vezes os Winter X-Games, mas só conquistou a medalha de prata em Turim-2006. E foi de uma maneira inacreditável. Ela liderava a final com folga e, na chegada, no último salto, fez uma graça com a prancha e caiu, vendo a suíça Tanja Frieden ultrapassá-la e levar o ouro. É a atleta mais mordida com certeza. A brasileira Isabel Clark disputará a sua 4ª Olimpíada e tem como melhor resultado o 9º lugar em 2006. Vem de lesão e não está na sua melhor fase. A torcida é para que avance para a fase das baterias.

Meu Pódio: Ouro – Michela Moioli (ITA); Prata – Lindsey Jacobellis (USA); Bronze – Chloé Trespeuch (FRA)

Halfpipe Feminino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Kaitlyn Farrington (USA); Prata – Torah Bright (AUS); Bronze – Kelly Clark (USA)

Último Mundial (2017): Ouro – Cai Xuetong (CHN); Prata – Haruna Matsumoto (JPN); Bronze – Clémence Grimal (FRA)

Grande chance de pódio todo americano nesta prova, pois as 4 atletas do país são fortíssimas e favoritas. A veterana Kelly Clark busca sua 4ª medalha em sua 5ª Olimpíada. Campeã em Salt Lake City-2002, tem 22 pódios em Copas do Mundo, sendo 13 ouros, e 5 títulos nos Winter X-Games. Chloe Kim venceu 3 vezes os X-Games e foi ouro nos Jogos Olímpicos da Juventude em 2016. Arielle Gold, campeã mundial em 2013, e Maddie Mastro completam a equipe americana. As chinesas Cai Xuetong e Liu Jiayu tem grandes chances de acabar com a festa americana. Cai é a atual bicampeã mundial e Liu foi campeã mundial em 2009. Também de olho na espanhola Queralt Castellet, nas francesas Clemence Grimal e Sophie Rodriguez e na australiana Holly Crawford. A australiana Torah Bright, campeã em Vancouver-2010, será a grande ausência da prova.

Meu Pódio: Ouro – Chloe Kim (USA); Prata – Kelly Clark (USA); Bronze – Cai Xuetong (CHN)

Slopestyle Feminino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Jamie Anderson (USA); Prata – Enni Rukajärvi (FIN); Bronze – Jenny Jones (GBR)

Último Mundial (2017): Ouro – Laurie Blouin (CAN); Prata – Zoi Sadowski-Synnott (NZL); Bronze – Miyabi Onitsuka (JPN)

A americana Jamie Anderson defende o título olímpico e tem 5 vitórias nos X-Games na prova, incluindo este ano em janeiro. A sua compatriota Julia Marino venceu os X-Games em 2017 e teve 2 pódios na Copa do Mundo na temporada passada. A finlandesa Enni Rukajärvi venceu duas provas na temporada passada, foi campeã mundial em 2011 e prata em Sochi. A neozelandesa Zoi Sadowski-Synnott foi prata no último Mundial e já fez pódio nessa temporada na Copa do Mundo. Outros nomes bons são as japonesas Miyabi Onitsuka e Reira Iwabuchi e a austríaca Anna Gasser.

Meu Pódio: Ouro – Jamie Anderson (USA); Prata – Zoi Sadowski-Synnott (NZL); Bronze – Julia Marino (USA)

Big Air Feminino

Pódio em Sochi-2014: prova não disputada

Último Mundial (2017): Ouro – Anna Gasser (AUT); Prata – Enni Rukajärvi (FIN); Bronze – Silje Norendal (NOR)

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Anna Gasser (AUT)

A austríaca Anna Gasser é a grande favorita pra estreia do Big Air em Olimpíadas. Campeã mundial em 2017, ela venceu os Winter X-Games em janeiro e tem 7 vitórias em Copas do Mundo e 10 pódios. As japonesas Reira Iwabuchi e Miyabi Onitsuka também aparecem em pódios do circuito mundial. De olho também na finlandesa Enni Rukajärvi, atual vice mundial, nas americanas Jamie Anderson e Julia Marino, na norueguesa Silje Norendal, bronze no último Mundial, na checa Klaudia Medlova e nas suíças Sina Candrian e Carla Somaini.

Meu Pódio: Ouro – Anna Gasser (SUI); Prata – Miyabi Onitsuka (JPN); Bronze – Jamie Anderson (USA)

Prévia Pyeongchang-2018: Patinação Artística

Individual Masculino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Yuzuru Hanyu (JPN); Prata – Patrick Chan (CAN); Bronze – Denis Ten (KAZ)

Último Mundial (2017): Ouro – Yuzuru Hanyu (JPN); Prata – Shoma Uno (JPN); Bronze – Jin Boyang (CHN)

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Shoma Uno (JPN)

Atual campeão olímpico, o japonês Yuzuru Hanyu venceu em 2017 seu 2º título mundial na Finlândia e em setembro deu show no torneio Autumn Classic no Canadá ao fazer 112,72 no programa curto, melhor marca da história. Em compensação, ele ficou com a prata na etapa russa do Grand Prix atrás do americano Nathan Chen e desistiu de disputar a etapa japonesa por conta de uma lesão no tornozelo. Se estiver inteiro, Hanyu é o homem a ser batido. Seu compatriota Shoma Uno foi prata no último Mundial, venceu a etapa canadense do GP e foi prata na francesa, na Final do GP em Nagoya e no Torneio 4 Continentes.

O americano Nathan Chen venceu 3 etapas do GP incluindo a grande final, mas tem apenas a 4ª melhor pontuação da temporada. Ele está atrás de Uno, do chinês Jin Boyang, campeão do 4 Continentes, e do espanhol Javier Fernandez, que faturou pela incrível 6ª vez seguida o campeonato europeu e busca a 1ª medalha espanhola em Jogos de inverno desde Albertville-1992. Os russos Mikhail Kolyada e Dmitri Aliev, o americano Adam Rippon, o canadense Patrick Chan e o uzbeque Misha Ge também brigam por medalha.

Meu Pódio: Ouro – Shoma Uno (JPN); Prata – Yuzuru Hanyu (JPN); Bronze – Javier Fernandez (ESP)

Individual Feminino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Adelina Sotnikova (RUS); Prata – Kim Yuna (KOR); Bronze – Carolina Kostner (ITA)

Último Mundial (2017): Ouro – Evgenia Medvedeva (RUS); Prata – Kaetlyn Osmond (CAN); Bronze – Gabrielle Daleman (CAN)

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Evgenia Medvedeva (RUS)

As russas Alina Zagitova e Evgenia Medvedeva estão em outro patamar. Medvedeva foi ouro nos dois últimos Mundiais, nos Europeus de 2016 e 2017 e ficou invicta por mais de 2 anos, até perder no Europeu há duas semanas para Zagitova por 238,24 a 232,86. Das inscritas nos Jogos, a canadense Kaetlyn Osmond, prata no último Mundial, é a que tem o melhor resultado na temporada, com 217,55, seguida da 3ª russa, Maria Sotskova com 216,28. Bronze em Sochi, a italiana Carolina Kostner segue em boa forma com o bronze no Europeu.

A japonesa Kaori Sakamoto venceu o Torneio 4 Continentes e corre por fora, junto com a canadense Gabrielle Daleman, bronze no Mundial de 2017, e a americana Bradie Tennell, campeã da seletiva americana.

Meu Pódio: Ouro – Evgenia Medvedeva (RUS); Prata – Alina Zagitova (RUS); Bronze – Kaori Sakamoto (JPN)

Pares Mistos

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Tatiana Volosozhar/Maxim Trankov (RUS); Prata – Ksenia Stolbova/Fedor Klimov (RUS); Bronze – Aliona Savchenko/Robin Szolkowy (GER)

Último Mundial (2017): Ouro – Sui Wenjing/Han Cong (CHN); Prata – Aliona Savchenko/Bruno Massot (GER); Bronze – Evgenia Tarasova/Vladimir Morozov (RUS)

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Aliona Savchenko e Bruno Massot (GER)

A disputa de pares tem tudo para ficar entre os chineses Sui Wenjing e Han Cong e os alemães Aliona Savchenko e Bruno Massot (embora nenhum dos dois seja alemão). Savchenko e Massot venceram a Final do GP com a melhor marca da temporada ate agora, 236,68. Eles não disputaram o Europeu. Sui e Han venceram duas etapas do GP e foram prata na Grande Final, mas na temporada passada faturaram o ouro no Mundial e o Torneio 4 Continentes. Os chineses bateram a melhor marca da história no programa livre com 155,10 na etapa japonesa, mas os alemães melhoraram para 157,25 na final do GP um mês depois.

Os russos Evgenia Tarasova e Vladimir Morozov venceram 4 ouros nesta temporada, incluindo o Europeu, e são uma das maiores ameaças para as duplas chinesa e alemã. Os canadenses Meagan Duhamel e Eric Radford foram bicampeões mundiais em 2015 e 2016 e contam com 3 pódios no GP. Correm por fora os chineses Yu Xiaoyu e Zhang Hao, os franceses Vanessa James e Morgan Ciprès e os russos Natalia Zabiiako e Alexander Enbert.

Meu Pódio: Ouro – Aliona Savchenko/Bruno Massot (GER); Prata – Sui Wenjing/Han Cong (CHN); Bronze – Meagan Duhamel/Eric Radford (CAN)

Dança Artística

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Meryl Davis/Charlie White (USA); Prata – Tessa Virtue/Scott Moir (CAN); Bronze – Elena Ilinykh/Nikita Katsalapov (RUS)

Último Mundial (2017): Ouro – Tessa Virtue/Scott Moir (CAN); Prata – Gabriella Papadakis/Guillaume Cizeron (FRA); Bronze – Maia Shibutani/Alex Shibutani (USA)

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Gabriela Papadakis e Guillaume Cizeron (FRA)

Essa promete ser uma disputa sensacional entre os canadenses Tessa Virtue e Scott Moir e os franceses Gabriella Papadakis e Guillaume Cizeron. Virtue e Moir foram campeões olímpicos em Vancouver-2010, ficaram com a prata em Sochi-2014 e venceram o título mundial pela 3ª vez em 2017. Na 2ª etapa do GP, no Canadá, eles quebraram a melhor marca da história no total com 199,86. Mas os franceses melhoraram essa marca por 3 vezes depois: 200,43 na China, 201,98 na França e 202,16 na final do GP, no Japão.

A briga pelo bronze deve ficar entre as 3 duplas americanas: os irmãos Maia e Alex Shibutani, bronze no último mundial, Madison Chock e Evan Bates e Madison Hubbell e Zachary Donahue. Também entram na briga pelo bronze os russos Ekaterina Bobrova e Dmitri Soloviev, os canadenses Kaitlyn Weaver e Andrew Poje e os italianos Anna Cappellini e Luca Lanotte.

Meu Pódio: Ouro – Gabriella Papadakis/Guillaume Cizeron (FRA); Prata – Tessa Virtue/Scott Moir (CAN); Bronze – Maia Shibutani/Alex Shibutani (USA)

Prova por Equipes Mistas

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Rússia; Prata – Canadá; Bronze – Estados Unidos

Último Mundial (2017): prova não é disputada em mundiais

Dez equipes disputam um programa curto e um livre no individual masculino, no individual feminino, nos pares e na dança, como 8 provas separadas. De acordo com a colocação do país nestas provas a equipe soma pontos.

A Rússia vem como favorita graças às forças no feminino de Evgenia Medvedeva e Alina Zagitova e do par Evgenia Tarasova/Vladimir Morozov. Contam ainda com ótimos patinadores no masculino e na dança. O Canadá deve brigar com os russos pelo ouro com Patrick Chan no masculino, Kaetlyn Osmon no feminino, Megan Duhamel/Eric Redford nos pares e Tessa Virtue/Scott Moir na dança. Estados Unidos vem logo atrás, mas pode ser atrapalhado por não ter uma grande atleta feminina individual e por contar com um par que não está entre os melhores.

O Japão tem ótimos patinadores individuais, que brigam por medalha, mas vem fracos nos pares e na dança. China pode brigar pelo bronze também. Coreia do Sul, Itália, Israel, Alemanha e França completam o plantel.

Meu Pódio: Ouro – Rússia; Prata – Canadá; Bronze – Estados Unidos

Prévia Pyeongchang-2018: Patinação de Velocidade feminina

O domínio holandês é menor no feminino, mas ainda assim é uma equipe a ser temida. Em Sochi venceram 3 das 6 provas e no último Mundial apenas 2 das 7.

500m Feminino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Lee Sang-hwa (KOR); Prata – Olga Fatkulina (RUS); Bronze – Margot Boer (NED)

Último Mundial (2017): Ouro – Nao Kodaira (JPN); Prata – Lee Sang-hwa (KOR); Bronze – Yu Jing (CHN)

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Nao Kodaira (JPN)

Difícil alguém tirar o ouro da japonesa Nao Kodaira. Ela venceu as 7 provas que disputou na Copa do Mundo nesta temporada e as 8 da temporada passada. Além disso, foi campeã mundial em 2017 nos 500m e no Mundial de Sprint (que conta com duas provas de 500m e duas de 1.000m). Sua principal adversária é a sul-coreana Lee Sang-hwa. Competindo em casa, ela busca o  tricampeonato olímpico na prova, querendo repetir o feito da americana Bonnie Blair (tricampeã em 1988, 1992 e 1994). A disputa pelo bronze deve ficar entre a austríaca Vanessa Herzog e a checa Karolina Erbanova. A russa Angelina Golikova e a japonesa Arisa Go correm por fora.

Meu Pódio: Ouro – Nao Kodaira (JPN); Prata – Lee Sang-hwa (KOR); Bronze – Vanessa Herzog (AUT)

1.000m Feminino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Zhang Hong (CHN); Prata – Ireen Wüst (NED); Bronze – Margot Boer (NED)

Último Mundial (2017): Ouro – Heather Bergsma (USA); Prata – Nao Kodaira (JPN); Bronze – Jorien ter Mors (NED)

Depois do fracasso em Sochi, a americana Heather Bergsma chega como uma das forças dos 1.000m, com uma temporada passada perfeita na prova, com 7 vitórias em 7 provas na Copa do Mundo e o título mundial. Mas nesta temporada, a americana não fez uma campanha tão consistente. Ela venceu a etapa de Calgary e foi bronze em Stavanger, mas não disputou em casa em Salt Lake City e nem em Erfurt. A líder da Copa do Mundo é a russa Yekaterina Shikhova, que não estará nos Jogos. A japonesa Nao Kodaira venceu 3 das 4 provas que disputou na Copa do Mundo nesta temporada e surge como favorita ao lado da austríaca Vanessa Herzog. Nas 3 provas que a Kodaira venceu, sua compatriota Miho Takagi ficou em 2º e também é forte candidata a medalha. A norueguesa Hege Bokko, as holandesas Marrit Leenstra, Jorien ter Mors e Ireen Wüst e a checa Karolina Erbanova também são nomes fortes. Ter mors, aliás, irá disputar também as provas de pista curta, podendo medalhar nos dois esportes.

Meu Pódio: Ouro – Nao Kodaira (JPN); Prata – Marrit Leenstra (NED); Bronze – Heather Bergsma (USA)

1.500m Feminino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Jorien ter Mors (NED); Prata – Ireen Wüst (NED); Bronze – Lotte van Beek (NED)

Último Mundial (2017): Ouro – Heather Bergsma (USA); Prata – Ireen Wüst (NED); Bronze – Miho Takagi (JPN)

Assim como nos 1.000m, a americana Heather Bergsma dominou a prova na temporada passada, com o título mundial e 3 vitórias na Copa do Mundo. Mas nesta ela caiu muito de produção. Ela só disputou 2 das 5 provas e conseguiu uma prata. Já a japonesa Miho Takagi venceu as 4 provas que disputou. A holandesa Ireen Wüst é um dos grandes nomes dos Jogos, mas tem mais chances nas provas mais longas. Ainda assim, não pode ser descartada. Sua compatriota Marrit Leenstra conseguiu 3 pratas na temporada, mas ficou em 3º lugar na seletiva holandesa, vencida por Wüst. Ficar de olho também na russa Olga Graf, na polonesa Katarzyna Bachleda-Curus e na norueguesa Ida Njatun.

Meu Pódio: Ouro – Miho Takagi (JPN); Prata – Marrit Leenstra (NED); Bronze – Heather Bergsma (USA)

3.000m Feminino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Ireen Wüst (NED); Prata – Martina Sablikova (CZE); Bronze – Olga Graf (RUS)

Último Mundial (2017): Ouro – Ireen Wüst (NED); Prata – Martina Sablikova (CZE); Bronze – Antoinette de Jong (NED)

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Ireen Wüst (NED)

Há anos o duelo nesta prova é entre a holandesa Ireen Wüst e a checa Martina Sablikova. Wüst venceu os 3.000m em Turim-2006 e em Sochi-2014, enquanto Sablikova levou em Vancouver-2010. Em Mundiais, a checa venceu por 4 oportunidades e a holandesa por 3. Apesar de nenhuma ter feito uma grande temporada na prova, a disputa deve ser entre as duas. Quem pode se infiltrar na briga é a holandesa Antoinette de Jong, que venceu a seletiva holandesa. A canadense Ivanie Blondin lidera a Copa do Mundo na distância e vem de vitória na etapa de Erfurt há duas semanas. A veteraníssima alemã Claudia Pechstein e a japonesa Miho Takagi também brigam por medalha.

Meu Pódio: Ouro – Ireen Wüst (NED); Prata – Ivanie Blondin (CAN); Bronze – Martina Sablikova (CZE)

5.000m Feminino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Martina Sablikova (CZE); Prata – Ireen Wüst (NED); Bronze – Carien Kleibeuker (NED)

Último Mundial (2017): Ouro – Martina Sablikova (CZE); Prata – Claudia Pechstein (GER); Bronze – Ivanie Blondin (CAN)

A checa Martina Sablikova é o nome da prova. Atual bicampeã olímpica, ela venceu os últimos nove mundiais e não perde esta prova em nível mundial desde 2007! Em compensação, na única vez que os 5.000m foram disputados nesta temporada da Copa do Mundo ela ficou em 3º. Quem venceu foi a veterana alemã Claudia Pechstein. Aos 45 anos, a alemã vai para sua 7ª Olimpíada e está em ótima forma para voltar a vencer os 5.000m pela 4ª vez, repetindo Lillehammer-1994, Nagano-1998 e Salt Lake City-2002. Ireen Wüst não competirá na prova e a Holanda contará com Esmee Visser e Annouk van der Weijden. A canadense Ivanie Blondin, a russa Natalia Voronina e a canadense Isabelle Weidemann também concorrem a medalha.

Meu Pódio: Ouro – Martina Sablikova (CZE); Prata – Claudia Pechstein (GER); Bronze – Ivanie Blondin (CAN)

Perseguição por Equipes Feminina

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Holanda; Prata – Polônia; Bronze – Rússia

Último Mundial (2017): Ouro – Holanda; Prata – Japão; Bronze – Rússia

A Holanda, claro, tem todo o favoritismo pelo histórico. Outro nos dois últimos Mundiais e em Sochi, a Holanda contará com Antoinette de Jong, Marrit Leenstra e Ireen Wüst na equipe, mas é o Japão que tem vencido tudo ultimamente. As japonesas faturaram as 3 provas na Copa do Mundo da temporada e as 3 últimas da passada. Alemanha, com Claudia Pechstein, Canadá e Polônia brigam pelo bronze. Estados Unidos, China e Coreia do Sul completam as equipes da prova.

Meu Pódio: Ouro – Japão; Prata – Holanda; Bronze – Canadá

Saída em Massa Feminina

Pódio em Sochi-2014: prova não disputada

Último Mundial (2017): Ouro – Kim Bo-reum (KOR); Prata – Nana Takagi (JPN); Bronze – Heather Bergsma (USA)

Assim como no masculino, são duas semifinais com 12 aletas cada e as 8 melhores avançam para a grande final. A prova tem 16 voltas.

A sul-coreana Kim Bo-reum venceu o último Mundial e faturou a Copa do Mundo passada, vencendo 2 das 5 provas e subindo ao pódio em todas as etapas. Nesta temporada, disputou 2 das 3 provas e pegou apenas um bronze. A italiana Francesca Lollobrigida lidera a Copa do Mundo agora e, na passada, ficou em 2º lugar, mostrando grande regularidade. A canadense Ivanie Blondin foi campeã mundial da saída em massa em 2016 e briga por medalha, assim como a americana Heather Bergsma, a chinesa Li Dan, a checa Martina Sablikova e a alemã Claudia Pechstein.

Meu Pódio: Ouro – Francesca Lollobrigida (ITA); Prata – Ivanie Blondin (CAN); Bronze – Kim Bo-reum (KOR)

Prévia Pyeongchang-2018: Patinação de Velocidade masculina

Diferente das provas de patinação de velocidade em pista curta, a de pista longa é, em geral, no estilo tomada de tempo. Dois atletas por bateria em pistas paralelas patinam no oval de 400m, trocando de raias nas retas opostas. As distâncias vão de 500m a 10.000m no masculino e 500m a 5.000m no feminino. A diferença é apenas na prova de perseguição por equipes, no mesmo estilo da prova do ciclismo de pista, e na saída em massa, que fará sua estreia nos Jogos. A Holanda é o país a ser batido no esporte e levou 8 dos 12 ouros possíveis e 23 das 36 medalhas em Sochi-2014, fazendo 4 pódios completos! No último Mundial venceu 8 das 14 provas. Não se surpreenda se repetirem o feito.

500m Masculino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Michel Mulder (NED); Prata – Jan Smeekens (NED); Bronze – Ronald Mulder (NED)

Último Mundial (2017): Ouro – Jan Smeekens (NED); Prata – Nico Ihle (GER); Bronze – Ruslan Murashov (RUS)

Na prova mais rápida do oval, os holandeses fizeram pódio completo em Sochi e Michel Mulder se tornou o 1º holandês a vencer na distância nos Jogos, mas ele não estará na Coreia do Sul para defender seu título. Seu irmão Ronald Mulder, Jan Smeekens, atual campeão mundial da distância, e Kai Verbij que competirão na prova, mas apenas Mulder venceu nesta temporada uma prova na Copa do Mundo, além do título no Europeu.

O campeão da Copa do Mundo foi o norueguês Havard Lorentzen, que faturou 3 das 9 provas. O canadense Alex Boisvert-Lacroix venceu 2 etapas e foi vice na Copa do Mundo. Os asiáticos tem um bom histórico na distância, mas não estão entre os favoritos neste ano. A grande ausência será dos russos Pavel Kulizhnikov e Ruslan Murashov. Outros nomes fortes são o alemão Nico Ihle e o finlandês Mika Poutala.

Meu Pódio: Ouro – Havard Lorentzen (NOR); Prata – Jan Smeekens (NED); Bronze – Mika Poutala (FIN)

1.000m Masculino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Stefan Groothuis (NED); Prata – Denny Morrison (CAN); Bronze – Michel Mulder (NED)

Último Mundial (2017): Ouro – Kjeld Nuis (NED); Prata – Vincent De Haître (CAN); Bronze – Kai Verbij (NED)

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Vincent De Haître (CAN)

O holandês Kjeld Nuis é o atual campeão mundial e venceu as duas provas de 1.000m na última etapa da Copa do Mundo em Erfurt, na Alemanha, mas nas outras 4 etapas, cada uma teve um vencedor, fazendo desta a prova mais aberta. Além de Nuis, a Holanda vem com Kai Verbij e Koen Verweij. O norueguês Havard Lorentzen foi o campeão da Copa do Mundo e os dois russos que dariam trabalho aos outros não estarão em Pyeongchang. Também tem chances de medalha o canadense Vincent De Haître, atual vice mundial, o finlandês Mika Poutala e o alemão Nico Ihle. Indo para sua 5ª Olimpíada, o americano Shani Davis é bicampeão olímpico da prova, mas já há algum tempo carece de grandes resultados.

Meu Pódio: Ouro – Vincent De Haître (CAN); Prata – Kjeld Nuis (NED); Prata – Kai Verbij (NED)

1.500m Masculino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Zbigniew Bródka (POL); Prata – Koen Verweij (NED); Bronze – Denny Morrison (CAN)

Último Mundial (2017): Ouro – Kjeld Nuis (NED); Prata – Denis Yuskov (RUS); Bronze – Sven Kramer (NED)

Foi a única prova não vencida por um holandês em Sochi, que perdeu o ouro por 3 milésimos. O russo Denis Yukov seria o favorito para a prova, pois venceu todas as etapas que disputou da Copa do Mundo e o Europeu na temporada, mas ele não está entre os russos convidados pelo COI. Assim, o holandês Koen Verweij que assume o favoritismo ao lado do americano Joey Mantia. O holandês Sverre Lunde Pedersen foi o único outro a vencer uma Copa do Mundo nesta temporada, em Stavanger, pois Yuskov não competiu e ele derrotou Verweij e Mantia na prova. Também de olho no holandês Kjed Nuis, que é favorito pros 1.000m, mas também tem um bom 1.500m, nos noruegueses Sindre Henriksen e Havard Bokko, no canadense Vincent De Haitre e no sul-coreano Min Seok Kim.

Meu Pódio: Ouro – Koen Verweij (NED); Prata – Sverre Lunde Pedersen (NOR); Bronze – Joey Mantia (USA)

5.000m Masculino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Sven Kramer (NED); Prata – Jan Blokhuijsen (NED); Bronze – Jorrit Bergsma (NED)

Último Mundial (2017): Ouro – Sven Kramer (NED); Prata – Jorrit Bergsma (NED); Bronze – Peter Michael (NZL)

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Sven Kramer (NED)

Sven Kramer é o cara. O holandês era praticamente imbatível na prova. Desde 30 de outubro de 2015, quando perdeu numa seletiva holandesa, Kramer venceu os 5.000m 20 vezes seguidas! Até que na seletiva holandesa logo após o Natal de 2017 ele foi derrotado para Bob de Vries por 0.73 (6:15.06 contra 6:15.79 de Kramer). Ainda assim, Kramer é o atual bicampeão olímpico da prova e tem 8 títulos mundiais. É o homem a ser batido. Além de Bob de Vries, o principal adversário do holandês é o canadense Ted-Jan Bloemen. Nas duas provas da Copa do Mundo nesta temporada vencidas por Kramer, Bloemen ficou em 2º e venceu em Salt Lake City (sem Kramer), quando bateu o recorde mundial da distância com 6:01.86. O norueguês Sverre Linde Pedersen venceu a etapa de Erfurt e também briga por pódio, assim como os alemães Patrick BEckert e Moritz Geisreiter e o italiano Nicola Tumolero.

Meu Pódio: Ouro – Sven Kramer (NED); Prata – Ted-Jan Bloemen (CAN); Bronze – Bob de Vries (NED)

10.000m Masculino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Jorrit Bergsma (NED); Prata – Sven Kramer (NED); Bronze – Bob de Jong (NED)

Último Mundial (2017): Ouro – Sven Kramer (NED); Prata – Jorrit Bergsma (NED); Bronze – Patrick Beckert (GER)

Sven Kramer é o atual bicampeão mundial da distância e venceu a prova na Copa do Mundo em Stavanger, na Noruega. Seu principal adversário aqui é o compatriota Jorrit Bergsma, atual campeão olímpico.  Bergsma venceu Kramer no campeonato holandês em outubro, mas na seletiva olímpica em dezembro perdeu por pouco mais de 4s. O canadense Ted-Jan Bloemen quer acabar com as festa holandesa. Vice no Mundial de 2016, ele ficou em 2º na Copa do Mundo de Stavanger, se colocando entre os holandeses, e ele é o dono da melhor marca da temporada, com 12:43.04, obtidos em janeiro na rápida pista de Calgary. O italiano Nicola Tumolero e os alemães Patrick Beckert e Moritz Geisreiter também brigam por medalha, mas um pouco mais pra trás.

Meu Pódio: Ouro – Sven Kramer (NED); Prata – Jorrit Bergsma (NED); Bronze – Ted-Jan Bloemen (CAN)

Perseguição por Equipes Masculina

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Holanda; Prata – Coreia do Sul; Bronze – Polônia

Último Mundial (2017): Ouro – Holanda; Prata – Nova Zelândia; Bronze – Noruega

Diferente das provas em Copas do Mundo, a perseguição por equipes no Jogos Olímpicos é no formato de baterias, começando pelas quartas de final. Nas outras competições, é por tomada de tempo. Assim como nas provas de ciclismo de pista, duas equipes largam de lados opostos do oval e percorrem 8 voltas.

Com Sven Kramer, Jan Blokhuijsen e Koen Verweij na equipe, a Holanda é a franca favorita a repetir o título de Sochi e vem de 5 títulos mundiais seguidos. O Canadá conta com Ted-Jan Bloemen, Vincent De Haître e Denny Morrison na equipe e são favoritos à medalha, ao lado da Noruega, que venceu a Copa do Mundo, Nova Zelândia, prata no último Mundial, e Coreia do Sul. Itália, Estados Unidos e Japão completam o certame.

Meu Pódio: Ouro – Holanda; Prata – Canadá; Bronze – Nova Zelândia

Saída em Massa Masculina

Pódio em Sochi-2014: prova não disputada

Último Mundial (2017): Ouro – Joey Mantia (USA); Prata – Alexis Contin (CAN); Bronze – Olivier Jean (CAN)

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Lee Seung-Hoon (KOR)

Prova que faz sua estreia, terá duas fases: semifinal e final. 12 atletas de países diferentes disputam cada semifinal e os 8 melhores de cada avançam para a decisão no mesmo dia. Serão 16 voltas por prova.

Os principais nomes da modalidade não costumam disputar Mundiais e Copas do Mundo, mas agora nos Jogos, contará com o que há de melhor na prova que fechará o programa da patinação de velocidade. A Holanda terá Sven Kramer e Koen Verweij na disputa. Kramer tem pouca experiência nessa prova. O americano Joey Mantia é o atual campeão mundial e foi prata na etapa de Heerenveen da Copa do Mundo. Já o título geral na temporada ficou com o sul-coreano Lee Seung-Hoon, que venceu duas etapas e foi 13º em outra, e ainda tem o título mundial de 2016 no currículo. Outros nomes bons e com experiência nesse tipo de prova são o suíço Livio Wenger, o italiano Andrea Giovannini, o belga Bart Swings e o francês Alexis Contin.

Meu Pódio: Ouro – Lee Seung-Hoon (KOR); Prata – Bart Swings (BEL); Bronze – Andrea Giovannini (ITA)

Prévia Pyeongchang-2018: Esqui Freestyle

Aerials Masculino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Anton Kushnir (BLR); Prata – David Morris (AUS); Bronze – Jia Zongyang (CHN)

Último Mundial (2017): Ouro – Jonathon Lillis (USA); Prata – Qi Guangpu (CHN); Bronze – David Morris (AUS)

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Qi Guangpu (CHN)

É a ginástica artística com saltos ornamentais dos Jogos de inverno. No 1º salto de qualificação, os 6 melhores avançam para a final. O restante tem mais um salto e mais 6 avançam. Na final com 12, os 9 melhores no 1º salto tem mais uma tentativa. Aí avançam apenas os 6 melhores que farão o salto final para as medalhas. A pontuação dos saltos não é somada e só vale o último salto.

China e Bielorrússia são as potências na prova de aerials. Nas duas últimas Olimpíadas, o ouro ficou com um bielorruso: Aleksei Grishin em Vancouver e Anton Kushnir em Sochi. Kushnir tem 13 vitórias em Copas do Mundo e 26 pódios e seu compatriota Maxim Gustik 9 pódios. Já entre os chineses, Qi Guangpu é o favorito. Ele esteve no pódio dos últimos 4 Mundiais, vencendo em 2013 e 2015, e já venceu 12 vezes na Copa do Mundo com 28 pódios, mas não tem medalha olímpica. O chinês Jia Zongyang também em 12 vitórias na carreira, sendo 3 nesta temporada.

O americano Jonathon Lillis surpreendeu com o ouro no Mundial de 2017, mas tem apenas um pódio na carreira. O também americano Mac Bohonnon, o canadense Olivier Rochon e o russo Maxim Burov podem surpreender.

Meu Pódio: Ouro – Qi Guangpu (CHN); Prata – Anton Kushnir (BLR); Bronze – Jia Zongyang (CHN)

Moguls Masculino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Alexandre Bilodeau (CAN); Prata – Mikaël Kingsbury (CAN); Bronze – Alexandr Smyshlyaev (RUS)

Último Mundial (2017): Ouro – Ikuma Horishima (JPN); Prata – Benjamin Cavet (FRA); Bronze – Mikaël Kingsbury (CAN)

Na qualificação, os 8 melhores na 1ª descida já se classificam para a final. Todos os outros voltam e tem mais uma chance na 2ª descida da quali. Na final, serão 3 descidas e a cada rodada alguns são eliminados. O campeão é o melhor da última descida. Pontuações não são acumuladas.

O canadense Mikaël Kingsbury é o favorito da prova. Nesta temporada, em 7 etapas, ele venceu 6 e foi prata na outra. Ele venceu 10 etapas seguidas na Copa do Mundo e tem ao todo incríveis 48 vitórias! Esteve no pódio do moguls e do dual moguls (que não é olímpico) nos últimos 3 Mundiais! É o cara a ser batido. Mas o japonês Ikuma Horishima fez isso no último Mundial, vencendo o ouro no moguls e no dual moguls, mas nesta temporada só venceu uma prova, seu único pódio.

O cazaque Dmitry Reikherd faz uma ótima temporada com 5 pódios em 7 provas e pode ser o 1º medalhista de seu país no esporte. O australiano Matt Graham tem 4 pódios na temporada e 2 vitórias e 14 pódios na carreira na Copa do Mundo. Também brigam por medalha o australiano Bradie Summers, o francês Benjamin Cavet, atual vice mundial, o canadense Philippe Marquis e o russo Alexandr Smyshlyaev, bronze em Sochi.

Meu Pódio: Ouro – Mikael Kingsbury (CAN); Prata – Dmitry Reikhard (KAZ); Bronze – Ikuma Horishima (JPN)

Ski Cross Masculino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Jean-Frédéric Chapuis (FRA); Prata – Arnaud Bovolenta (FRA); Bronze – Jonathan Midol (FRA)

Último Mundial (2017): Ouro – Victor Norberg (SWE); Prata – Jamie Prebble (AUS); Bronze – François Place (FRA)

O ski cross começa com uma rodada de ranqueamento, onde cada atleta desce sozinho e faz a tomada de tempo, para formar as baterias de 8as de final. Os dois primeiros de cada vão avançando até chegar à final.

O francês Jean-Frederic Chapuis é o atual campeão olímpico e um dos maiores vencedores em Copas do Mundo, com 15 vitórias e 27 pódios, além do titulo mundial em 2013, 3 pódios nesta temporada. O sueco Victor Öhling Norberg tem 7 vitórias e 18 pódios na carreira e é o atual campeão mundial. Os suíços Marc Bischofberger e Alex Fiva são boas apostas também. Bischofberger lidera a Copa do Mundo e tem 7 pódios na carreira, 5 só nesta temporada e Fiva tem 11 vitórias na carreira. Outros nomes fortes são o esloveno Filip Flisar e os canadenses Christopher del Bosco e Brady Leman.

Meu Pódio: Ouro – Alex Fiva (SUI); Prata – Jean-Frederic Chapuis (FRA); Bronze – Marc Bischofberger (SUI)

Halfpipe Masculino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – David Wise (USA); Prata – Mike Riddle (CAN); Bronze – Kevin Rolland (FRA)

Último Mundial (2017): Ouro – Aaron Blunck (USA); Prata – Mike Riddle (CAN); Bronze – Kevin Rolland (FRA)

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David Wise (USA)

A prova deve ficar entre 3 países: Estados Unidos, Canadá e França. Kevin Rolland é o principal nome do país europeu, com 1 medalha de cada cor em Mundiais e 6 vitórias em Copas do Mundo, além do bronze em Sochi. O canadense Mike Riddle foi campeão mundial em 2011, prata em Sochi e no último Mundial, mas não pegou pódio na temporada. Mas o favoritismo é todo dos americanos. David Wise venceu em Sochi, no Mundial de 2013 e já faturou duas etapas nesta temporada, além de 4 títulos no Winter X-Games, inclusive este ano. Torin Yater-Wallace foi prata no Mundial de 2013 e tem 4 medalhas em X-Games, inclusive o bronze este ano. Os outros americanos são Alex Ferreira, também com 4 medalhas em X-Games e 3 pódios nesta temporada na Copa do Mundo, e Aaron Blunck, campeão do X-Games em 2017.

Meu Pódio: Ouro – David Wise (USA); Prata – Kevin Rolland (FRA); Bronze – Alex Ferreira (USA)

Slopestyle Masculino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Joss Christensen (USA); Prata – Gus Kenworthy (USA); Bronze – Nick Goepper (USA)

Último Mundial (2017): Ouro – McRae Williams (USA); Prata – Gus Kenworthy (USA); Bronze – James Woods (GBR)

Em Sochi os americanos fecharam pódio, mas nesta temporada só pegaram um bronze em uma etapa da Copa do Mundo. Mas não os desconsidere. Do pódio de Sochi, apenas Gus Kenworthy estará nos Jogos. Vice-olímpico, também foi prata no último Mundial. Os noruegueses Oystein Braaten e Ferdinand Dahl vem numa fase melhor. Braaten pegou 3 pódios na Copa do Mundo e foi prata no Winter X-Games e Dahl tem 2 pódios. Braaten venceu os X-Games em 2017. O sueco Henrik Harlaut levou o X-Games em janeiro e é outro bom nome. De olho também no suíço Andri Ragettli e no canadense Alex Beaulieu-Marchand.

Meu Pódio: Ouro – Oystein Braaten (NOR); Prata – Gus Kenworthy (USA); Bronze – Henrik Harlaut (SWE)

Aerials Feminino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Alla Tsuper (BLR); Prata – Xu Mengtao (CHN); Bronze – Lydia Lassila (AUS)

Último Mundial (2017): Ouro – Ashley Caldwell (USA); Prata – Daniele Scott (AUS); Bronze – Xu Mengtao (CHN)

A chinesa Xu Mengtao este no pódio dos últimos 3 Mundiais, foi prata em Sochi e tem 20 vitórias em Copas do Mundo e tem tudo para ser a 1ª chinesa campeã olímpica no esqui freestyle. As australianas são muito fortes na prova e presença constante em pódios mundiais e olímpicos. Estiveram no pódio olímpico nas últimas 4 vezes, vencendo e Salt Lake City-2002 e Vancouver-2010. Lydia Lassila, ouro em Vancouver, é a grande aposta australiana. Ela tem 2 medalhas olímpicas e 16 vitórias em Copas do Mundo.

A americana Ashley Caldwell venceu o último Mundial e 6 vitórias em Copas do Mundo, mas não fez uma boa temporada. A bielorrussa atual campeã Alla Tsuper voltou nesta temporada e não competia desde o ouro olímpico em Sochi, mas não obteve grandes resultados. Também brigam por medalha a australiana Laura Peel, a bielorrussa Hanna Huskova e a chinesa Zhang Xin.

Meu Pódio: Ouro – Xu Mengtao (CHN); Prata – Ashley Caldwell (USA); Bronze – Lydia Lassila (AUS)

Moguls Feminino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Justine Dufour-Lapointe (CAN); Prata – Chloé Dufour-Lapointe (CAN); Bronze – Hannah Kearney (USA)

Último Mundial (2017): Ouro – Britteny Cox (AUS); Prata – Perrine Laffont (FRA); Bronze – Justine Dufour-Lapointe (CAN)

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Britteny Cox (AUS)

Diferente da prova masculina, a feminina está bem mais aberta. A australiana Britteny Cox teve uma temporada passada espetacular com o ouro no Mundial e 7 vitórias em 11 provas na Copa do Mundo, mas nesta está mais comedida com 2 vitórias e apenas esses 2 pódios. A americana Jaelin Kauf lidera a Copa do Mundo com 2 vitórias e 4 pódios. A francesa Perrine Laffont foi prata no último mundial e tem 10 pódios com 4 vitórias na carreira em Copas do Mundo. A canadense Justine Dufour-Lapointe é a campeã olímpica e tem boas chance de se tornar a 1ª bicampeã da história no esqui freestyle, tendo vencido a última etapa antes dos Jogos. Outros fortes nomes no moguls são a sua irmã Chloé Dufour-Lapointe, a cazaque Yulia Galysheva (3 pódios na temporada) e a russa Marika Pertakhiya.

Meu Pódio: Ouro – Britteny Cox (AUS); Prata – Jaelin Kauf (USA); Bronze – Perrine Laffont (FRA)

Ski Cross Feminino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Marielle Thompson (CAN); Prata – Kelsey Serwa (CAN); Bronze – Anna Holmlund (SWE)

Último Mundial (2017): Ouro – Sandra Näslund (SWE); Prata – Fanny Smith (SUI); Bronze – Ophélie David (FRA)

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A sueca Sandra Näslund está praticamente imbatível. Atual campeã mundial, ela venceu 6 das 8 etapas disputadas na temporada e nas outras duas pegou bronze. Aos 20 anos, ela vem como favorita roubando lugar de sua compatriota já aposentada Anna Holmlund e da canadense Marielle Thompson, ouro em Sochi. Thompson era o nome da prova, mas uma lesão antes do início da temporada a tirou do circuito, mas ela está inscrita e deve voltar nos Jogos. A canadense tem 20 vitórias e 33 pódios no circuito da Copa do Mundo!

A veterana francesa Ophélie David tem 5 pódios em Mundiais e 26 vitórias na Copa do Mundo. Aos 40 anos vai para sua 3ª Olimpíada. Outros nomes para o pódio são a suíça Fanny Smith, pódio dos últimos 3 Mundiais, ouro em 2013, a francesa Marielle Berger-Sabbatel e a alemã Heidi Zacher.

Meu Pódio: Ouro – Sandra Näslund (SWE); Prata – Marielle Berger-Sabbatel (FRA); Bronze – Heidi Zacher (GER)

Hafpipe Feminino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Maddie Bowman (USA); Prata – Marie Martinod (FRA); Bronze – Ayana Onozuka (JPN)

Último Mundial (2017): Ouro – Ayana Onozuka (JPN); Prata – Marie Martinod (FRA); Bronze – Devin Logan (USA)

Há grandes chances de se repetir o pódio de Sochi. A americana Maddie Bowman foi campeã em Sochi e venceu os X-Games este ano. A francesa Marie Martinod venceu uma etapa da Copa do Mundo nesta temporada e 3 na anterior, além do título dos X-Games de 2017. A japonesa Ayana Onozuka foi campeã mundial em 2017 e vice nos X-Games. As americanas Brita Sigourney e Devin Logan, a canadense Cassie Sharpe e a neozelandesa Janina Kuzma são outras apostas.

Meu Pódio: Ouro – Marie Martinod (FRA); Prata – Maddie Bowman (USA); Bronze – Brita Sigourney (USA)

Slopestyle Feminino

Pódio em Sochi-2014: Ouro – Dara Howell (CAN); Prata – Devin Logan (USA); Bronze – Kim Lamarre (CAN)

Último Mundial (2017): Ouro – Tess Ledeux (FRA); Prata – Emma Dahlström (SWE); Bronze – Isabel Atkin (GBR)

A francesa Tess Ledeux venceu o Mundial de 2017 e uma etapa da Copa do Mundo em dezembro, mas quem lidera a Copa do Mundo é a sueca Jennie-Lee Burmansson, com 4 pódios na temporada e o bronze no X-Games. A vitória no evento radical em janeiro ficou com a americana Maggie Voisin. De olho também nas norueguesas Tiril Sjaastad Christiansen e Johanne Killi, na americana Devin Logan, na suíça Sarah Höfflin e na britânica Isabel Atkin, prata nos X-Games. Vale torcer pela chilena Dominique Ohaco, a melhor chance de medalha de um país sul-americano nos Jogos.

Meu Pódio: Ouro – Maggie Voisin (USA); Prata – Tess Ledeux (FRA); Bronze – Jennie-Lee Burmasson (SWE)