Prévias Rio-2016: Natação – medley, revezamentos e águas abertas

200m medley masculino

Pódio em Londres-2012: Ouro – Michael Phelps (USA); Prata – Ryan Lochte (USA); Bronze – Laszlo Cseh (HUN)

Último Mundial (2015): Ouro – Ryan Lochte (USA); Prata – Thiago Pereira (BRA); Bronze – Wang Shun (CHN)

Kosuke Hagino (JPN)

Tricampeão olímpico da prova, Michael Phelps (18O-2P-2B) busca o tetra assim como nos 100m borboleta. Na seletiva americana voou para 1:55.91, 2º melhor tempo do ano para vencer a prova e se assegurar nos Jogos. Logo atrás dele veio o atual tetracampeão mundial Ryan Lochte (5O-3P-3B), com 1:56.22 em Omaha. Lochte, que não nadou bem na seletiva irá disputar apenas essa prova individual, algo muito aquém para quem tem 5 ouros olímpicos e 18 mundiais. Apesar da força dos dois mitos americanos, quem ficou muito feliz com esses tempos foi o japonês Kosuke Hagino (1B), que fez no campeonato japonês 1:55.07 e tem uma bela margem sobre os dois americanos.

Um pouco afastado dos 3 temos 5 nadadores com tempos bem próximos: o japonês Hiromasa Fujimori com 1:57.57, Thiago Pereira (1P) com 1:57.77, Henrique Rodrigues com 1:57.91, o australiano Thomas Fraser-Holmes com 1:57.92 e o chinês Wang Shun com 1:57.93. A final promete ser muito boa.

E o Brasil? Thiago Pereira foi prata no último mundial na prova e bronze em 2013 e esta será sua única prova no Rio-2016, portanto a única chance de brilhar em sua 4ª Olimpíada. Henrique Rodrigues empatou com o Thiago no Maria Lenk este ano e está em plena ascensão. Foi 7º no último Mundial, mas pode surpreender nos Jogos.

Meu Pódio: Ouro – Kosuke Hagino (JPN); Prata – Michael Phelps (USA); Bronze – Ryan Lochte (USA)

400m medley masculino

Pódio em Londres-2012: Ouro – Ryan Lochte (USA); Prata – Thiago Pereira (BRA); Bronze – Kosuke Hagino (JPN)

Último Mundial (2015): Ouro – Daiya Seto (JPN); Prata – David Verraszto (HUN); Bronze – Chase Kalisz (USA)

Kosuke Hagino (1B) também tem o melhor tempo desta prova no ano. Com 4:08.85 no campeonato japonês, Hagino tem tudo para quebrar a sequência de 5 ouros olímpicos americanos nesta prova. Mas um dos seus principais adversários será o atual bicampeão mundial, seu compatriota Daiya Seto, que tem 4:10.53 obtidos no mesmo campeonato. Quem aparece entre os dois no ano é o americano Chase Kalisz, com 4:09.54, bronze no último mundial e prata em 2013.

O novato Jay Litherland foi 2º na seletiva americana com ótimos 4:11.02 e briga por medalha, assim como o australiano Thomas Fraser-Holmes, com 4:11.09 no campeonato australiano. De olho também no húngaro David Verraszto, campeão europeu este ano, no italiano Federico Turrini e no britânico Max Litchfield.

E o Brasil? Brandonn Almeida foi ouro no Pan de Toronto com 4:14.47 e tem este ano 4:14.63. Vice-campeão mundial juvenil, Brandonn tem boas chances de pegar uma final, mas precisaria baixar para 4:12. Tem natação para isso e para mais.

Meu Pódio: Ouro – Kosuke Hagino (JPN); Prata – Daiya Seto (JPN); Bronze – Chase Kalisz (USA)

Revezamento 4x100m livre masculino

Pódio em Londres-2012: Ouro – França; Prata – Estados Unidos; Bronze – Rússia

Último Mundial (2015): Ouro – França; Prata – Rússia; Bronze – Itália

França

A França vem como a grande favorita ao bicampeonato. Atuais bicampeões mundiais, eles contam com grandes nadadores em seu time dos sonhos, como Florent Manaudou (1O), Jeremy Stravius (1O-1P) e Fabien Gilot (1O-1P). Um pouco atrás dos franceses, temos a ótima equipe da Rússia com, entre outros, Vladimir Morozov (1B), Danila Izotov (1P-1B) e Nikita Lobintsev (1P-1B). A Rússia foi bronze em Londres e no Mundial de 2013 e prata no do ano passado.

Um pouco atrás na briga pelo bronze temos o Brasil com uma excelente geração de velocistas, a sempre forte equipe americana, a Austrália, a Itália, bronze em 2015, e a Polônia. Vale lembrar que no mundial de 2015, EUA e Austrália sequer avançaram para a final! Será uma final sensacional, como o 4x100m livre masculino sempre proporciona.

E o Brasil? A equipe brasileira é muito, muito boa. Mesmo sem César Cielo, o Brasil terá o finalista dos 100m livre no último mundial Marcelo Chierighini, o campeão dos Jogos Olímpicos da juventude Matheus Santana, João de Lucca e Nicolas Oliveira. Para medalhar, os brasileiros precisariam nadar todos na casa de 47s, o que ninguém fez no Mundial de 2015, quando ficamos em 4º lugar. Medalha será bem difícil, mas há uma boa chance. Brasil briga com EUA, Austrália e Itália.

Meu Pódio: Ouro – França; Prata – Rússia; Bronze – Estados Unidos

Revezamento 4x200m livre masculino

Pódio em Londres-2012: Ouro – Estados Unidos; Prata – França; Bronze – China

Último Mundial (2015): Ouro – Grã-Bretanha; Prata – Estados Unidos; Bronze – Austrália

A prova é historicamente dominada pelos EUA, que já a venceram 16 vezes em Olimpíadas. Vinham de 5 vitórias seguidas em Mundiais, até que o domínio foi quebrado em 2015 pela Grã-Bretanha, liderada pelo campeão mundial dos 200m livre James Guy. Apesar disso, os americanos terão uma equipe bem forte, com Ryan Lochte (5O-3P-3B), Conor Dwyer (1O), Jack Conger e Townley Haas. Estes dois últimos estreiam em Jogos Olímpicos. A falta de experiência pode pesar sobre os americanos, mas eles sempre crescem em provas de revezamento. James Guy tem o 2º melhor tempo do ano nos 200m livre, mas o resto da equipe não baixo de 1:47 este ano ainda.

A Austrália tem 4 nadadores abaixo de 1:47 este ano e vai brigar com força por medalha. Rússia, Alemanha, França e Japão vem logo atrás.

E o Brasil? É o pior revezamento masculino do Brasil, que ficou longe da final no último mundial. Terá no Rio João de Lucca, Nicolas Oliveira (únicos a nadar abaixo do índice), Luiz Altamir e André Pereira. Apenas Nicolas nadou este ano para abaixo de 1:47, o que complica e muito uma passagem pra final.

Meu Pódio: Ouro – Estados Unidos; Prata – Austrália; Bronze – Grã-Bretanha

Revezamento 4x100m medley masculino

Pódio em Londres-2012: Ouro – Estados Unidos; Prata – Japão; Bronze – Austrália

Último Mundial (2015): Ouro – Estados Unidos; Prata – Austrália; Bronze – França

Os americanos jamais perderam o revezamento medley em Jogos Olímpicos! A única vez que não ganharam foi em Moscou-1980, quando boicotaram. Eles, claro, tem o favoritismo. Será a prova que encerra a natação de piscina nos Jogos e a equipe americana tem tudo para vencer mais uma vez. Com Nathan Adrian (3O-1P), Kevin Cordes, Ryan Murphy e Michael Phelps (18O-2P-2B) na formação preliminar, o favoritismo é todo deles. Mas não vai ser fácil.

A equipe australiana terá Mitch Larkin e Cameron McEvoy, mas a perna de borboleta é o ponto fraco da equipe. A França tem Jeremy Stravius e Camille Lacourt (1O-1P) na equipe, mas é fraca no nado de peito. Quem pode surpreender é o Japão, com Kosuke Hagino (1B) e Ryosuke Irie (2P-1B) na equipe, mas falta alguém para fechar bem no crawl. Alemanha, Grã-Bretanha e o Brasil vem junto na disputa.

E o Brasil? Temos 3 pernas excelentes que devem pegar finais das suas provas individuais, sendo que em duas temos dois nadadores excelentes. No nado costas, Guilherme Guido deve abrir muito bem e tem boas chances de pegar final na sua prova. No peito, a escolha será entre João Gomes Jr e Felipe França e a vaga na final ficará com quem for melhor nos 100m peito. O mesmo acontecerá nos 100m livre, com Marcelo Chierighini ou Nicolas Oliveira. O nosso maior problema é o borboleta, onde Henrique Martins ou Marcos Macedo ficará com a vaga. De qualquer maneira, há como recuperar e o Brasil tem chances de beliscar um bronze.

Meu Pódio: Ouro – Estados Unidos; Prata – França; Bronze – Brasil

Maratona 10km masculino

Pódio em Londres-2012: Ouro – Oussama Mellouli (TUN); Prata – Thomas Lurz (GER); Bronze – Richard Weinberger (CAN)

Último Mundial (2015): Ouro – Jordan Wilimovsky (USA); Prata – Ferry Weertman (NED); Bronze – Spyridon Gianniotis (GRE)

Simone Ruffini (ITA)

O grego Spyridon Gianniotis é um dos maiores vencedores da prova, com dois mundiais (2011 e 2013) e um bronze no de 2015, mas ficou em 4º em Londres e é um dos favoritos para medalhar no Rio. O atual campeão mundial é o americano Jordan Wilimovsky, que fará a dobradinha na piscina nos 1.500m e no mar de Copacabana.

O italiano Simone Ruffini está em alta e vem fazendo uma ótima temporada. Ele venceu a etapa da Copa do Mundo da Hungria, foi prata na Argentina e bronze nos Emirados Árabes. Ele também subiu ao pódio em 3 etapas de 2015. Allan do Carmo venceu a Copa do Mundo em 2014 e é nome fortíssimo na prova. O marroquino Oussama Mellouli venceu em Londres, mas não está mais em sua melhor forma e sofreu para se classificar pros Jogos. Outros nomes fortes são o canadense Richard Weinberger, o francês Marc-Antoine Olivier, o equatoriano Ivan Enderica e o britânico Jack Burnell.

E o Brasil? Allan do Carmo foi o campeão da Copa do Mundo em 2014 e vice em 2015, mas esse ano ainda não conseguiu um bom resultado nas duas etapas que participou. Apesar disso, ele leva uma vantagem maior no mar do que em lagos ou rios e está entre os favoritos pra prova.

Meu Pódio: Ouro – Simone Ruffini (ITA); Prata – Allan do Carmo (BRA); Bronze – Spyridon Gianniotis (GRE)

200m medley feminino

Pódio em Londres-2012: Ouro – Ye Shiwen (CHN); Prata – Alicia Coutts (AUS); Bronze – Caitlin Leverenz (USA)

Último Mundial (2015): Ouro – Katinka Hosszu (HUN); Prata – Kanako Watanabe (JPN); Bronze – Siobhan-Marie O’Connor (GBR)

Atual bicampeã mundial, a húngara Katinka Hosszu, a Dama de Ferro, vai dominar a prova. Ela venceu o europeu este ano com 2:07.30, melhor tempo do ano, e bem a frente da britânica Siobhan-Marie O’Connor com 2:09.03, 2º tempo do ano.

Logo atrás, temos a americana Maya DiRado, que venceu a seletiva americana com 2:09.54, enquanto a russa Viktoriya Andreeva vem colada com 2:09.56 no campeonato russo. Prata no último mundial, a japonesa Kanako Watanabe ficou atrás de duas japonesas e não estará na disputa. De olho na japonesa Miho Teramura, na australiana Alicia Coutts (1O-3P-1B) e na americana Melanie Margalis.

E o Brasil? Joanna Maranhão tem apenas 2:13.97 este ano e ficaria longe de uma final. A esperança é pegar uma semi.

Meu Pódio: Ouro – Katinka Hosszu (HUN); Prata – Siobhan-Marie O’Connor (GBR); Bronze – Alicia Coutts (AUS)

400m medley feminino

Pódio em Londres-2012: Ouro – Ye Shiwen (CHN); Prata – Elizabeth Beisel (USA); Bronze – Li Xuanxu (CHN)

Último Mundial (2015): Ouro – Katinka Hosszu (HUN); Prata – Maya DiRado (USA); Bronze – Emily Overholt (CAN)

Katinka Hosszu (HUN)

Tricampeã mundial, a húngara Katinka Hosszu deve levar mais um ouro e com muita tranquilidade. Ainda mais por ser logo no 1º dia, quando ela ainda estará descansada. A Dama de Ferro tem excelente tempo de 4:29.89 este ano em prova em Marselha. No Europeu, venceu com 4:30.90 e com quase 5s de vantagem.

Com 4:33 este ano, temos 4 nadadoras na disputa pelas outras medalhas: a britânica Hannah Miley, atual vice europeia, a espanhola Mireia Belmonte (2P) e as americanas Elizabeth Beisel (1P-1B) e Maya DiRado, atual vice mundial.

E o Brasil? Joanna Maranhão vem baixando o recorde sul-americano e fez 4:38.66 este ano, mas para pegar uma final e sonhar e repetir o 5º lugar de Atenas-2004 precisa baixar para 4:35.

Meu Pódio: Ouro – Katinka Hosszu (HUN); Prata – Maya DiRado (USA); Bronze – Mireia Belmonte (ESP)

Revezamento 4x100m livre feminino

Pódio em Londres-2012: Ouro – Austrália; Prata – Holanda; Bronze – Estados Unidos

Último Mundial (2015): Ouro – Austrália; Prata – Holanda; Bronze – Estados Unidos

Com 3 das 4 mais velozes dos 100m livre no ano, a Austrália só perde o ouro com um desastre. Cate Campbell (1º tempo do ano – 1O-2B), Bronte Campbell (2º), Emma McKeon (4º) e Brittany Elmslie (10º) formam a equipe dos sonhos da Austrália e devem inclusive quebrar o recorde mundial ao conquistar o bicampeonato olímpico.

A equipe da Holanda venceu em Pequim e os Mundiais de 2009 e 2011, mas vem batendo na trave com os vices em Londres e em Kazan. Mesmo com uma excelente equipe com Ranomi Kromowidjojo (3O-1P) e Femke Heemskerk (1O-1P), não será páreo para o time australiano. Os Estados Unidos não vencem a prova desde Sydney-2000 e apesar de ter ótimos nomes como Abbey Weitzeil, Simone Manuel e Dana Vollmer (4O), briga pela prata. Suécia, China, Canadá e Itália ficam um pouco atrás.

E o Brasil? A equipe brasileira será formada por Larissa Oliveira, Etiene Medeiros, Manuella Lyrio e Daynara de Paula e briga por uma vaga na final. Praticamente com a mesma formação foi 11ª no mundial de 2015, mas Larissa e Etiene evoluíram demais e devem colocar o Brasil na final.

Meu Pódio: Ouro – Austrália; Prata – Estados Unidos; Bronze – Holanda

Revezamento 4x200m livre feminino

Pódio em Londres-2012: Ouro – Estados Unidos; Prata – Austrália; Bronze – França

Último Mundial (2015): Ouro – Estados Unidos; Prata – Itália; Bronze – China

Em 5 edições olímpicas, são 4 ouros para as americanas, que venceram o último mundial com 3s de vantagem. Com uma equipe espetacular liderada por Katie Ledecky (1O) e com Missy Franklin (4O-1B), Leah Smith e Allison Schmitt (3O-1P-2B), elas só perdem se alguém queimar uma passagem. Vencerão com tranquilidade e com recorde mundial.

A Itália foi prata em 2015 graças a um fechamento sensacional de Federica Pellegrini (1O-1P), mas com apenas uma nadadora abaixo de 1:58 fica difícil repetir o feito. Já a China tem 4 para 1:56 e vai brigar pela prata com Suécia, Grã-Bretanha e Austrália.

E o Brasil? A equipe brasileira conta com Larissa Oliveira, Manuella Lyrio, Jéssica Cavalheiro e Gabrielle Roncatto. Larissa tem nadado constantemente para 1:57 e Manuella para 1:58. Já Jéssica e Gabrielle devem baixar de 1:59 e o Brasil tem boas chances de pegar uma final, mas é no máximo isso.

Meu Pódio: Ouro – Estados Unidos; Prata – China; Bronze – Austrália

Revezamento 4x100m medley feminino

Pódio em Londres-2012: Ouro – Estados Unidos; Prata – austrália; Bronze – Japão

Último Mundial (2015): Ouro – China; Prata – Suécia; Bronze – Austrália

A equipe americana fracassou no Mundial de 2015, com o 4º lugar. Apesar de sempre ter fortes equipes, falhou várias vezes em mundiais e não ficou com o ouro. Nas últimas 5 Olimpíadas, o ouro e a prata ficaram com Austrália e EUA, se alternando algumas vezes. E novamente a disputa deve ficar entre as duas equipes, mas com ligeira vantagem da Austrália, que terá Cate Campbell (1O-2B) e Emily Seebohm (2O-2P). A equipe americana depende das provas individuais, mas será forte de qualquer maneira, embora perca um pouco no nado crawl.

A China venceu o último Mundial em Kazan com quase 1s de vantagem, mas não deve repetir o feito. Briga pelo bronze com a Suécia de Sarah Sjostrom e com a ótima equipe da Dinamarca.

E o Brasil? O Brasil abre muito bem com Etiene Medeiros, mas vai sofrer no peito com Jhennifer Conceição. Deve se recuperar na borboleta e no crawl, com Larissa Oliveira, mas ainda assim vai ser difícil pegar uma final.

Meu Pódio: Ouro – Austrália; Prata – Estados Unidos; Bronze – Dinamarca

Maratona 10km feminina

Pódio em Londres-2012: Ouro – Eva Risztov (HUN); Prata – Haley Anderson (USA); Bronze – Martina Grimaldi (ITA)

Último Mundial (2015): Ouro – Aurélie Muller (FRA); Prata – Sharon van Rouwendaal (NED); Bronze – Ana Marcela Cunha (BRA)

Ana Marcela Cunha e Poliana Okimoto (BRA)

Quem vem dominando o circuito ultimamente é a italiana Rachele Bruni. Em 2015, venceu a Copa do Mundo com 4 vitórias em etapas e este ano, após 3 etapas já faturou duas, mas nunca venceu uma medalha em competições mundiais. Mas as favoritas da prova são as duas brasileiras, que querem repetir a dobradinha feita no Mundial de 2013 em Barcelona, quando Poliana Okimoto venceu e Ana Marcela Cunha foi prata.

Teremos 3 medalhistas olímpicas na disputa: a campeã de Londres Eva Risztov (1O), a britânica Keri-Anne Payne (1P) e a americana Haley Anderson (1P). A francesa atual campeã mundial Aurélie Muller, a chinesa Xin Xin e a equatoriana Samantha Arevalo são outras nomes forte da prova.

E o Brasil? Ana Marcela Cunha foi prata no Mundial de 2013 e bronze no de 2015 e venceu por 3 vezes a Copa do Mundo de 10km, em 2010, 2012 e 2014, além de dois títulos mundiais na prova de 25km. Poliana Okimoto foi campeã mundial em 2013 e tem outras 5 medalhas mundiais além do título da Copa do Mundo em 2009. Este ano, Poliana foi prata em duas etapas. As duas são especialistas em provas no mar e favoritas a medalha em casa.

Meu Pódio: Ouro – Ana Marcela Cunha (BRA); Prata – Rachele Bruni (ITA); Bronze – Poliana Okimoto (BRA)

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