Brasil conhece seus adversários no tênis de mesa

O pré-olímpico mundial de tênis de mesa em Gondomar (POR) definiu as últimas 9 equipes no masculino e 9 no feminino para Tóquio. O Brasil não participou pois já estava classificado, assim como China, Japão, Alemanha, Egito, Estados Unidos e Austrália.

Andrej Gacina vence britânicos e classifica a Croácia para Tóquio

A grande surpresa ficou por conta da eliminação da Grã-Bretanha no masculino. Com a equipe que foi bronze no Mundial por equipes em 2016 pela Inglaterra, com Paul Drinkhall e Liam Pitchford, os britânicos perderam para a Croácia por 3-0 no jogo que valia uma vaga e pararam na 1ª rodada da repescagem, caindo com 3-1 para a Hungria.

As vagas no masculino ficaram com Coreia do Sul, Croácia, Eslovênia, França, Hong Kong, Portugal, Sérvia, Suécia e Taiwan. No feminino, foram para Áustria, Coreia do Norte, Coreia do Sul, Hong Kong, Hungria, Polônia, Romênia, Singapura e Taiwan.

Hoje, o Brasil é o 7º do ranking mundial por equipes no masculino e o 28º no feminino e seria cabeça-de-chave entre os homens. As 8 primeiras equipes entre os homens se classificaram para Tóquio, enquanto as que estão em 9º, 10º e 11º não conseguiram classificação (Índia, Áustria e Grã-Bretanha). Sendo assim, há um leve folga até o 12º do ranking, que é Portugal. Se isso se manter até os Jogos, o Brasil pode ter uma estreia boa no masculino e, quem sabe, fugir da China e Japão nas quartas. Já no feminino, as meninas não vão conseguir ser cabeça-de-chave e pegarão na estreia alguma pedreira, assim como aconteceu em Londres-2012 (pegou a Coreia do Sul) e no Rio-2016 (a poderosa China).

Vale explicar como funciona o ranking mundial por equipes do tênis de mesa. Os 3 melhores de cada país formam uma equipe teórica e faz-se o confronto hipotético entre todas as equipes do ranking no formato olímpico (BC vs YZ, A vs X, C vs Z, A vs Y, B vs X), comparando o ranking mundial individual desses jogadores. A China tem os 3 melhores do ranking mundial, então num confronto hipotético de ranking, venceria todos os países. O Brasil se beneficia e muito com a excelente 7ª colocação do Hugo Calderano, o que nos coloca a frente de equipes muito fortes.

Lembrando que em março teremos o Mundial por Equipes na Coreia do Sul.

Espanha e Egito ajudam e Brasil vai pra repescagem no handebol

De vaga quase impossível a favorito para ir para Tóquio.

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Espanha vence Europeu de Handebol. Foto: Sasa Pahic Szabo / kolektiff

Após a derrota totalmente inesperada na semifinal dos Jogos Pan-Americanos de Lima, em 2019, para o Chile, a seleção masculina precisava de uma combinação bem difícil nos continentais agora em janeiro para conseguir a vaga na repescagem mundial.

Precisava que um entre Noruega, França, Croácia, Alemanha ou Suécia fosse campeão europeu, ou vice, caso a Dinamarca vencesse, e torcia para o Egito vencer o africano. Do lado europeu, a tarefa era mais simples, mas o Egito ser campeão dependia de uma vitória sobre a forte Tunísia, na casa dos tunisianos.

França e Dinamarca foram eliminadas na 1ª fase do Europeu, enquanto Portugal e Eslovênia fazia ótima campanha. Mas quando a Eslovênia perdeu na semifinal para a Espanha, o pré-requisito europeu era satisfeito. A Espanha acabou ficando com o ouro, com 22-20 sobre a Croácia, conquistando o bicampeonato continental.

No Africano, Egito e Tunísia chegaram à decisão e, na frente de 17.000 tunisianos que lotaram o ginásio em Radès, venceram os donos da casa por 27-23, conquistando pela 7ª vez o título continental.

Com isso, o Brasil herdou a vaga na repescagem mundial e enfrentará em Trondheim, na Noruega, de 17 a 19 de abril, a Noruega, Chile e Coreia do Sul, por uma das duas vagas em jogo! Apesar de ter perdido pro Chile no Pan, o Brasil venceu por 32-20 na semana passada no Campeonato Centro-Sul Americano, que valia vaga pro Mundial de 2021.

Serão outros dois torneios pré-olímpicos, com duas vagas em cada. Em Paris, tem França, Croácia, Portugal e Tunísia e em Berlim, jogam Alemanha, Suécia, Eslovênia e Argélia.

Jogos Olímpicos de Inverno da Juventude – Parte I

Muita coisa interessante aconteceu nessa 1ª semana de Jogos em Lausanne, incluindo medalhas inéditas para países sem tradição e .

Esqui Alpino

Dois nomes foram o destaque no esqui alpino. No masculino, o sueco Adam Hofstedt venceu o ouro em duas provas: no Super-G logo no 1º dia e no slalom, com mais de 1s de vantagem sobre o 2º colocado. Ele ainda foi bronze na combinada. Nesta prova, aliás, aconteceu um raro empate pelo ouro entre o francês Auguste Aulnette e o norueguês Mikkel Remsøy, ambos com 1:28.41, contra 1:28.69 do sueco.

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Amélie Klopfenstein (SUI)

No feminino, a suíça Amélie Klopfenstein venceu o 1º ouro dos Jogos no Super-G e faturou o ouro no slalom gigante, além do bronze na combinada. Klopfenstein, aliás, nem era para estar na equipe suíça. Ela era a reserva e conseguiu a vaga depois que uma atleta teve que desistir dos Jogos por conta de lesão.

A israelense Noa Szollos entrou para a história ao conquistar o bronze no Super-G logo no 1º dia faturando a 1ª medalha de inverno de seu país em uma edição olímpica. Ela ainda levaria a prata na combinada.

Biatlo

A Rússia foi o destaque do biatlo em Lausanne, vencendo 3 das 6 provas. Alena Mokhova levou os ouros no individual 10km e no Sprint 6km, neste último por menos de 2s sobre a sua compatriota Anastasiia Zenova. No masculino, vitória do polonês Marcin Zawol no Sprint 7,5km e do russo Oleg Domichek no individual 12,5km.

Nos revezamentos, a Itália venceu o misto individual, formado por um menino e uma menina que competem por duas vezes, e a França venceu o misto convencional, com 4 participantes.

A brasileira Taynara da Silva ficou em 92º lugar no Sprint e em 94º no individual.

Curling

A Noruega foi a grande campeã da equipe mista, mas eles quase não passaram para as finais. Pelo Grupo C, ficaram empatados com a Grã-Bretanha com 3 vitórias e 2 derrotas e só avançara pois tinham vencido os britânicos por 8-3. Na decisão, a Noruega venceu o Japão com ponto no end extra por 5-4. O bronze ficou com a Rússia, que venceu a surpresa Nova Zelândia por 9-5.

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Equipe brasileira de curling

O Brasil jogou pela 2ª vez no YOG no curling terminando em último no seu grupo com 5 derrotas e em 24º e último no geral. Ainda assim, a equipe teve bons momentos, conseguindo alguma vitórias em ends. O Brasil começou perdendo de 15-1 para a Alemanha, depois de 14-1 para a China, 12-3 para a Dinamarca, 13-2 pra Hungria e fechou com derrota de 10-2 pra Suíça.

Patinação Artística

A Rússia foi o grande país da modalidade em Lausanne, subindo duas vezes ao pódio por prova, mas não levando nenhum no individual.

No masculino, a vitória ficou com o japonês Yuma Kagiyama. Ele brilhou no programa livre com 166,41, e conseguiu tirar a diferença que os russos tinham colocado no programa curto. Kagiyama somou 239,17 contra 237,94 do russo Andrei Mozalev e 215,21 do também russo Daniil Samsonov.

No feminino, a sul-coreana You Young venceu o programa curto, o livre e levou o ouro com 214,00, deixando as russas Ksenia Sinitsyna e Anna Frolova com a prata e o bronze.

Nos pares e na dança artística, tivemos dobradinha russa no ouro e prata. O bronze nos pares dos georgianos Alina Butaeva e Luka Berulava foi a 1ª medalha em uma edição de inverno da Geórgia. Na prova por equipes, vitória da equipe Coragem, que contou com o estoniano Arlet Levandi, a russa Ksenia Sinitsyna, o par georgiano e uma dupla da dança do Japão.

Patinação de Velocidade

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Diego Amaya entra para a história do esporte latino-americano

Os japoneses dominaram as disputas masculinas no oval. Yudai Yamamoto venceu os 500m com 36.42, 0.18 melhor que o espanhol Nil Llop, o 1º patinador de velocidade da história a defender a Espanha em uma edição olímpica. Já Motonaga Arito levou os ouros nos 1.500m com 1:52.24 e na prova de saída em massa. Foi nesta prova, aliás, que o colombiano Diego Amaya entrou para a história como o 1º medalhista sul-americano em uma edição olímpica de inverno! Amaya tinha batida na trave nas outras duas finais, ficando em 4º nos 500m a 0.38 do pódio e também em 4º nos 1.500m a 0.13 do pódio. Na saída em massa soube se posicionar e ficar com a prata histórica.

No feminino, as holandesas venceram as provas de distância. Isabel Grevelt venceu os 500m e Myrhte de Boer os 1.500m. Na saída em massa, ouro para a chinesa Yang Binyu.

Hóquei no Gelo

Antes do torneio de hóquei em si, tivemos a disputa do hóquei 3×3 formado por equipes mistas de países, contando com os atletas que venceram as disputas de habilidades em seus países. Com isso, temos a presença das mais variadas nacionalidades nas equipes, incluindo países com nenhuma tradição no hóquei no gelo.

No masculino, vitória da equipe Verde, que venceu a Vermelha na final por 10-4. No feminino, o time Amarelo venceu com 6-1 na decisão sobre a equipe Preta. Nesta equipe amarela estava presente a mexicana Luisa Wilson, que se tornou a 1ª latino-americana a medalhar em uma edição olímpica de inverno, mas não de forma individual, como foi o caso do colombiano.

Montanhismo em Esqui

Esporte que fez sua estreia olímpica, o montanhismo consiste em uma subida de montanha, onde os atletas tem que subir ou com esquis ou em momentos a pé, e depois descer pelo outro lado.

Em casa, a Suíça venceu 3 das 5 provas em disputa. Logo no 1º dia, fizeram a dobradinha na prova individual longa feminina com Caroline Ulrich vencendo em 58:34.48 e Thibe Deseyn na prata com 59:38.58, únicas abaixo da marca de 1h. Também rolou dobradinha na masculina, vencida pelos gêmeos Thomas e Robin Bussard. Thomas fio ouro com 47:49.85 contra 49:16.54 de Robin. No revezamento misto, os 4 brilharam para levar o ouro com 35:07, mais de 2min sobre a França, medalha de prata.

Nas provas de Sprint, que tem o formato igual ao Sprint no cross-country, com tomada de tempo e baterias, vitória do italiano Rocco Baldini e da espanhola Maria Costa Diez.

Quadro de medalhas após 35 das 81 finais:

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CBTKD define atletas para o pré-olímpico de taekwondo

A Confederação Brasileira de Taekwondo definiu nesta segunda-feira os atletas que irão disputar o pré-olímpico das Américas, que será disputado em março na Costa Rica.

Milena Titoneli, ouro no Pan de Lima-2019

Alguém bom ficaria de fora mesmo, já que cada país só pode mandar dos homens e duas mulheres, mas o Brasil vem numa fase espetacular na modalidade. E vale lembrar que em 2019 a seleção brasileira deu show vencendo cinco medalhas no Mundial e sete no Pan de Lima.

Os escolhidos foram:

  • Edival Pontes (68kg): ouro no Pan de Lima-2019, campeão panamericano em 2018, ouro no YOG de 2014 e campeão mundial Júnior em 2014
  • Ícaro Soares (80kg): prata no mundial de 2019, prata no Pan Lima-2019 e prata no campeonato Pan-Americano de 2018
  • Talisca Reis (49kg): prata no Pan Lima-2019
  • Milena Titoneli (67kg): bronze no mundial de 2019, ouro no Pan Lima-2019 e bronze no campeonato Pan-Americano de 2018

E ainda assim o medalhista de bronze olímpico e medalhista de bronze no último mundial Maicon Andrade ficou de fora e não poderá defender a sua medalha olímpica.

Como é bom ter uma equipe tão boa que um medalhista olímpico em boa fase nem tem chance de disputar novamente uma Olimpíada!

Pré-olímpicos definem classificados e os grupos olímpicos do vôlei

Nesta última semana tivemos a disputa de dez torneios pré-olímpico de vôlei, dois para cada confederação, um masculino e um feminino.

Com isso, as doze equipes por gênero já estão definidas para os Jogos de Tóquio.

Brasil com o ouro masculino no Rio-2016 terá uma 1ª fase trabalhosa em Tóquio

Na Europa, onde muita gente grande buscava vaga olímpica, a França levou no masculino e a Turquia no feminino. Na Ásia, a vaga entre os homens ficou com o favorito Irã e entre as mulheres com a Coreia do Sul. Na África, o Quênia volta a disputar no feminino depois de ficar de fora do Rio e a Tunísia estará entre os homens.

Já na América do Sul, um torneio embolado deu a vaga para a Venezuela no masculino e a Argentina se classificou no feminino. E a América do Norte, Central e Caribe, o Canadá se classificou entre os homens e a República Dominicana entre as mulheres.

Tradicionalmente, não há sorteio dos grupos de vôlei e a sua formação segue a ordem do ranking mundial, com o país-sede ficando na primeira colocação.

O Brasil está no Grupo B entre os homens, considerado o grupo mais difícil, e no A entre as mulheres, um grupo relativamente tranquilo para se classificar.

Dessa maneira, teremos os seguintes grupos no masculino:

Grupo A

Japão
Polônia
Itália
Canadá
Irã
Venezuela

Grupo B

Brasil
Estados Unidos
Rússia
Argentina
França
Tunísia

E entre as mulheres, temos a seguinte divisão:

Grupo A

Japão
Sérvia
Brasil
Queria
República Dominicana
Coreia do Sul

Grupo B

China
Estados Unidos
Rússia
Argentina
Itália
Turquia

Lógico que em Olimpíada nada é fácil, não tem equipe boba, mas esse grupo B feminino tá muito mais encardido que o A.

Ainda não saíram as tabelas com horários dos jogos e ordem dos confrontos.

Jogos Olímpicos de Inverno da Juventude – Lausanne-2020

É ano olímpico! Mas antes de Tóquio, teremos os Jogos Olímpicos de Inverno da Juventude, que começaram com a Cerimônia de Abertura nesta quinta-feira, na cidade suíça de Lausanne!

Esta será a 3ª edição (já tivemos Innsbruck-2012 e Lillehammer-2016), e disparado a maior de todas! Serão quase 1.800 atletas de 79 países disputando 81 eventos em 16 modalidades. Em 2016, para efeito de comparação, foram aproximadamente 1.100 atletas de 71 países em 70 eventos de 15 modalidades.

Entre as novidades desta edição temos a inclusão do montanhismo em esqui, das provas de Big Air (tanto para snowboard quanto para esqui), o luge de duplas femininas e o combinado nórdico feminino. Com essas inclusões, o programa está idêntico para os dois gêneros!

Pira olímpica foi acesa nesta quinta-feira na Suíça

Serão 13 dias de disputas em 3 sedes: Lausanne (cerimônias, hóquei, short track, patinação artística), Jura (cross-country, biatlo, combinado nórdico e saltos) e os Alpes, com competições em lugares clássicos dos esportes de inverno. St. Moritz, que já sediou duas Olimpíadas de Inverno e 3 Mundiais de esqui alpino, recebe as provas de trenó e a patinação de velocidade.

Brasil em Lausanne

O Brasil conta com sua maior equipe da história no YOG, com 12 atletas. Por pouco não superam os 13dos Jogos de Sochi-2014.

Assim como em 2016, o Brasil classificou a equipe mista de curling. Estamos no Grupo B com China, Dinamarca, Alemanha, Hungria e Suíça. Um bom nome para ficar de olho é o de Noah Bethonico, que disputa o snowboard cross. Em abril de 2019 ele obteve o ótimo 18º lugar no Mundial Junior e ainda conseguiu boas classificações em provas menores, aparecendo em 109º no ranking mundial.

No skeleton, o Brasil conta com Lucas Oliveira e Larissa Brito, que podem conseguir uma boa classificação também. Assim como Gustavo Ferreira, no monobob masculino. A delegação ainda conta com a equipe de cross-country: Rhaick Bomfim, Manex Silva, Taynara da Silva (que também disputa o biatlo) e Eduarda Ribera.

Prévia olímpica

Primeiro contato desses jovens atletas com uma Olimpíada, o YOG tenta crescer e se manter como uma prévia olímpica, embora não tenha ainda a divulgação e a transmissão maciça que uma Olimpíada tem.

Apenas 4 atletas na história venceram medalhas de ouro em YOG de Inverno e em Olimpíadas de Inverno:

– Lim Hyo-jun (KOR): ouro nos 1.000m masculino no Short Track em Innsbruck-2012 e dos 1.500m em Pyeongchang-2018

– Shim Suk-hee (KOR): ouro nos 500m e nos 1.000m feminino no Short Track em Innsbruck-2012 e ouro nos revezamentos 3.000m em Sochi-2014 e em  Pyeongchang-2018

– Andreas Wellinger (GER): vitória nos saltos com esqui por equipes em Innsbruck-2012 e dois ouros olímpicos, no Large Hill por equipe em Sochi-2014 e no Normal Hill individual em Pyeongchang-2018

– Chloe Kim (USA): ouro no halfpipe e nos slopestyle do snowboard em Lillehammer-2016 e ouro praticamente sem concorrentes no halfpipe em Pyeongchang-2018

Medalhistas em Lillehammer-2016 que medalharam em Pyeongchang-2018:

Chloe Kim (USA) – Snowboard – Ouro no halfpipe e no slopestyle no YOG e ouro no halfpipe em Pyeongchang

Kim Min-seok (KOR) – Patinação de Velocidade – Ouro nos 1.500m e na saída em massa masculina no YOG e prata na perseguição por equipes e bronze nos 1.500m em Pyeongchang

Madeleine Egle (AUT) – Luge – Bronze no YOG e bronze no revezamento misto em Pyengonchang

Hwang Dae-heon (KOR) – Short Track – Ouro nos 500m e 1.000m masculino no YOG e prata nos 500m em Pyeongchang

Shaoang Liu (HUN) – Short Track – Bronze nos 1.000m masculino no YOG e ouro no revezamento 5.000m em Pyeongchang

 

Antes dos Jogos, o COI confirmou a data do YOG de verão de 2022, que serão em Dakar, no Senegal, entre 22 de outubro e 9 de novembro. Além disso, decidiu incluir dois novos esportes na disputa: o Baseball5 e o Wushu. O Baseball5 é uma adaptação do baseball para equipes mistas, sem bastão e sem arremessador e o Wushu é mais conhecido mundialmente como kung-fu. Também ficou determinado que a Província de Gangwon, na Coreia do Sul, receberá o YOG de Inverno de 2024.