Atletismo dando um show na semana!

Tá muito bom acompanhar o atletismo nesse ciclo olímpico. Já era esperado um bom ciclo da Erica Sena, do Caio Bonfim, do Darlan Romani, do Thiago Braz e dos atleta do salto triplo, mas o que estamos vendo é uma equipe excelente, de altíssimo nível e que pode brigar por várias finais e por medalhas no Mundial e em Tóquio-2020!

Essa semana foi um retrato disso.

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Paulo André ao vencer os 200m na Universíade. Foto: Divulgação

Na terça-feira, dia 9, Gabriel Constantino, que vem correndo demais nos 110m com barreiras, venceu prova na cidade húngara de Székesfehérvár com 13.18 (vento +0,8m/s) e bateu o recorde sul-americano da prova que era dele mesmo, de 13.23, obtido em junho de 2018.

No mesmo dia veio o 1º ouro do atletismo do Brasil na Universíade, em Nápoles, na Itália. Paulo André de Oliveira sobrou pra vencer com 10.09 (-0,1), enquanto Rodrigo do Nascimento foi bronze com 10.32.

Na quinta-feira, show do Alison dos Santos nos 400m com barreiras em Nápoles com mais um ouro. Não foi apenas um ouro, mas uma vitória com 48.57, sua melhor marca pessoal, recorde sul-americano sub20 e nada menos que o 5º tempo do mundo no ano! Uma hora depois, Paulo André voltou à pista para vencer os 200m com 20.28, sua melhor marca pessoal por 0.01.

Já nesta sexta-feira, foi a vez de Gabriel Constantino voltar ao topo, vencendo os 110m com barreiras na Universíade com 13.22 (+0,1), seu 2º melhor tempo da carreira.

Também nessa sexta tivemos a excelente prova de Thiago Braz no salto com vara, na etapa de Mônaco da Diamond League. Falhando muito desde 2017, Thiago não tinha convencido ainda desde que foi campeão olímpico no Rio. Tinha saído um 5,90m indoor em fevereiro de 2018 e só. Mas dessa vez ele encaixou a prova e foi muito bem, ficando em 3º lugar com 5,92m, seu melhor salto desde a final olímpica, quando venceu com 6,03m! Será que agora vai? A vitória em Mônaco foi do polonês Piotr Lisak com 6,02m, melhor salto do mundo este ano.

Embora a CBAt ainda não tenha definido os critérios para a classificação olímpica, já temos 11 atletas com índice olímpico obtidos no período de classificação:

  • Paulo André – 100m (10.04)
  • Gabriel Constantino – 110m com barreiras (13.18)
  • Eduardo Santos Rodrigues – 110m com barreiras (13.30)
  • Alison Santos – 400m com barreiras (48.57)
  • Daniel Chaves da Silva – maratona (2:11:10)
  • Caio Bonfim – marcha 20km (1:18:47)
  • Thiago Braz – salto com vara (5,92m)
  • Almir dos Santos – salto triplo (17,15m)
  • Darlan Romani – arremesso de peso (22,61m)
  • Erica de Sena – marcha 20km (1:27:38)
  • Andressa de Morais – lançamento de disco (65,34m)

Esses atletas fizeram marcas abaixo do índice olímpico este ano, mas antes do 1º de maio:

  • Gabriel Constatino (já tem índice em outra prova) – 200m (20.21)
  • Alexsandro Melo – salto triplo (17,31m)
  • Fernanda Borges – lançamento de disco (64,16m)
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Recorde brasileiro na Marcha e uma equatoriana surpreende o mundo

A cidade espanhola de La Coruña viu duas espetaculares provas da Marcha 20km, no seu tradicional GP, válido pelo circuito mundial de Marcha.

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Caio Bonfim

Caio Bonfim ficou em 7º lugar, mas vem se firmando como principal marchador das Américas e terminou com o tempo de 1:18:47, batendo o recorde brasileiro, que era dele mesmo desde o Mundial de Londres-2017, em 17 segundos. A vitória foi do japonês Toshikazu Yamanashi, com 1:17:41. A prova teve ainda novo recorde sueco e recorde alemão igualado.

Mas o show foi no feminino. Em sua 1ª competição adulta internacional, a equatoriana Glenda Morejon, que completou 19 anos na semana passada, desbancou a espetacular armada chinesa para vencer com 1:25:29, melhor marca Sub20 da história e baixando o recorde sul-americano adulto em 1min30s, que era da Érica de Sena! Também é o melhor tempo do mundo este ano! Érica terminou em 5º com 1:27:38, atrás das 3 chinesas.

Detalhe: esta é a 1ª vez que Morejon compete nos 20km!

Outro resultado importante no sábado pro atletismo brasileiro foi o retorno de Nubia Soares no salto triplo. Sem competir desde 25 de julho de 2018, Nubia voltou vencendo o GP Memorial Carlos Gil Pérez, em Salamanca, também na Espanha, com 14,15m (+1,5), 14ª melhor marca do mundo este ano, a apenas 17cm do índice olímpico e com índice pros Jogos Pan-Americanos. Bom vê-la de volta!

Mundial de Revezamentos – Dia 2

Que dia histórico para o esporte brasileiro! Pela 1ª vez na história uma equipe brasileira venceu um revezamento em uma competição global de atletismo!

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Paulo André após a vitória. Foto: IAAF/Getty Images

Com Rodrigo do Nascimento, Jorge Vides, Derick Silva e Paulo André de Oliveira, o Brasil surpreendeu os favoritos Estados Unidos, Grã-Bretanha e Jamaica para vencer o revezamento 4x100m masculino de maneira brilhante. Com passagens de bastão excelentes, o Brasil completou a volta em 38.05, melhor tempo do mundo no ano  a 3ª melhor marca da história pro país. Paulo André, nosso maior velocista da atualidade, fechou na reta de maneira brilhante, ultrapassando o chinês que liderava e segurando Noah Lyles, que fechou pra equipe americana 2ª colocada com 38.07.

Sem querer diminuir de maneira alguma o feito da equipe brasileira, o mundial “de verdade” de atletismo será em setembro/outubro em Doha e esta competição servia como classificatória. Mas é muito bom ver o revezamento do Brasil alinhado e azeitado e correndo muito bem, mesmo sem Vitor Hugo dos Santos na equipe. Vale ressaltar inclusive que os EUA estavam com sua equipe A, com Justin Gatlin, Michael Rodgers, Isiah Young e Noah Lyles e os britânicos, que ficaram em 3º com 38.15, estavam com 3 membros da equipe campeã mundial em casa em 2017. Só a Jamaica que não estava 100%. Vitória maiúscula e que coloca o Brasil como candidato a pódio no Mundial e em Tóquio.

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Na prova feminina, novamente as meninas se atrapalharam um pouco nas trocas, mas ainda assim conseguiram a ótima 4ª colocação, com 43.75, piorando o tempo das eliminatórias. A vitória ficou com a equipe americana com 43.27, seguida de Jamaica 43.29 e Alemanha 43.68.

Na outra final com presença brasileira, a equipe do 4x400m misto ficou na 6ª colocação com 3:20.71, piorando em 2s o tempo das eliminatórias que, se fosse repetido, deixaria o Brasil em 3º. Mais uma vitória americana com 3:16.43, seguida de Canadá 3:18.15 e Quênia 3:19.43. Lembrando que esta prova agora é olímpica e o Brasil não contou com Alison Santos, Márcio Teles e Geisa Coutinho.

Já nas outras finais dos 4x400m, surpresas. No masculino, mesmo com o mergulho de Paul Dedewo na linha de chegada, os americanos não venceram. Eles ficariam atrás da equipe de Trinidad & Tobago, que venceu com 3:00.81, mas os americanos foram desclassificados por saírem da raia. Jamaica com 3:01.57 e Bélgica 3:02.70 completaram o top-3. No feminino, grande vitória da Polônia com 3:27.49, que seguraram as americanas em 2º lugar com 3:27.65. Itália cruzou em 3º com 3:27.74 numa final apertadíssima.

Tivemos ainda o incomum 4x200m, com vitória americana no masculino com 1:20.12 (o Brasil não terminou a eliminatória e não avançou) e francesa no feminino com 1:32.16. Vale ressaltar que na prova feminina tivemos mais uma desclassificação americana e a trapalhada jamaicana, Mesmo com o timaço com Elaine Thompson, Stephanie Ann McPherson, Shelly-Ann Fraser-Pryce e Shericka Jackson, elas se embananaram de um jeito nas passagens do bastão e ainda assim conseguiram ficar em 3º.

Além da belíssima vitória brasileira, o objetivo de alcançar as vagas pro Mundial foi alcançado. Mas antes do Mundial, a equipe disputa o Pan em Lima de olho em medalhas, índices olímpicos e mundiais.

Mundial de Revezamentos – Dia 1

Após 3 edições nas Bahamas, a última em 2017, o Mundial de Revezamentos voltou este ano em Yokohama valendo vagas para o Mundial de Atletismo de Doha, no fim de setembro. Neste sábado tivemos as eliminatórias das provas olímpicas e duas finais de provas inéditas.

O Brasil participa com apenas 4 equipes, sendo 3 em provas olímpicas. E as 3 conseguiram vaga nas finais! Só faltou o 4x200m masculino, que terá eliminatórias e finais no domingo.

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Aleia Hobbs fechando pros EUA com Vitória Cristina Rosa logo atrás. Foto: Roger Sedres/IAAF

No 4x100m feminino, o Brasil ficou em 2º lugar na 1ª bateria com 43.07, atrás apenas dos Estados Unidos, com 42.51, melhor tempo do mundo no ano. A 2ª passagem, entre Lorraine Martins e Franciela Krasucki, não foi das melhores, mas mesmo assim o Brasil conseguiu o 3º tempo no geral. A Alemanha, com 43.03, pegou o 2º tempo. Erros de passagem da Grã-Bretanha, França e Polônia eliminaram estas fortes equipes.

Já no 4x100m masculino, a equipe brasileira fez uma ótima 1ª bateria, com Paulo André de Oliveira fechando bem, e ficou em 2º na bateria e no geral com 38.22, atrás apenas da Grã-Bretanha, melhor tempo do mundo em 2019 com 38.11. Estados Unidos cumpriu tabela para vencer a 3ª bateria com 38.34 e passar pra final com o 4ª tempo. Em casa, o Japão vinha muito bem na mesma bateria, mas uma última passagem desastrosa, onde o bastão pulou, rodou, rodopiou, mas não caiu, ocasionou a desclassificação da equipe da casa.

Já no novo 4x400m misto, o Brasil ficou em 2º na sua bateria com 3:18.26, batendo o recorde sul-americano da prova e avançando pra final com o 8º tempo. A Polônia passou em 1º com 3:15.46. Como esperado, os Estados Unidos marcaram os melhores tempos do 4x400m feminino com 3:25.72 e do masculino com 3:02.06.

A IAAF adora inventar nessa competição e incluiu dois revezamentos novos nessa edição. O 2x2x400m misto é disputado por duplas, um homem e uma mulher, que correm 400m duas vezes, de forma alternada, na ordem que preferirem. O Quênia optou por começar com o homem e abriu larga vantagem, mas logo foi alcançado e foi desclassificado por conta da sua mulher pisar fora da pista em uma das passagens. Vitória dos EUA com 3:36.92. E tivemos um curioso revezamento misto com barreiras. Os homens vão numa raia e as mulheres voltam na outra. Quase uma gincana. EUA venceu esta prova também com 54.96.

Saem os índices olímpicos pro Atletismo

Demorou, mas finalmente a IAAF divulgou os índices olímpicos pro atletismo.

Desta vez, a IAAF mudou seu sistema de classificação pros Jogos. Os índices estão bem mais fortes e poucos conseguirão classificação via índice. As vagas restantes para cada prova serão completadas pelo novo ranking da entidade.

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Thiago Braz no Rio-2016

Aliás, que baita ranking!

A IAAF usou suas tabelas de pontuação (não são as mesmas tabelas usadas nas provas combinadas) para converter cada performance em pontos. Além disso, há uma bonificação para o nível da competição. Ou seja, se um atleta fizer uma baita marca para vencer em um meeting local (como muitos brasileiros fazem em São Bernardo e em Bragança Paulista), ele soma apenas 15 pontos. Se ele vencer uma final olímpico ou de mundial, soma 350 pontos independente da marca. No ranking, é tirada a média das 5 melhores performances de cada atleta dos últimos 12 meses (18 meses para os 10.000m).

Considerando as marcas de 2018 e desde ano, o Brasil teria 15 atletas com índice olímpicos já classificados para Tóquio:

  • Paulo André de Oliveira (100m – 10.02; índice 10.05)
  • Vitor Hugo dos Santos (200m – 20.21; índice 20.24)
  • Derick de Souza Silva (200m – 20.23; índice 20.24)
  • Aldemir Gomes da Silva Jr (200m – 20.23; índice 20.24)
  • Thiago André (800m – 1:45.10; índice 1:45.20)
  • Gabriel Constantino (110m com barreiras – 13.23; índice 13.32)
  • Márcio Teles (400m com barreiras – 48.70; índice 48.90)
  • Almir Cunha dos Santos (salto triplo – 17,53m; índice 17,14m)
  • Thiago Braz (salto com vara – 5,80m; índice 5,80m)
  • Darlan Romani (arremesso de peso – 22,00m; índice 21,10m)
  • Vitória Cristina Rosa (100m – 11.03; índice 11.15 e 200m – 22.73; índice 22.80)
  • Érica Sena (marcha 20km – 1:28:11; índice 1:31:00)
  • Nubia Soares (salto triplo – 14,69m; índice 14,32m)
  • Andressa de Moraes (lançamento de disco – 65,10m; índice 63,50m)
  • Fernanda Martins (lançamento de disco – 64,66m; índice 63,50m)

O último ranking foi divulgado no último dia 5. Coloca abaixo os outros brasileiros que pegariam vaga olímpica por estarem dentro das vagas por prova considerando 3 por país (só não contabilizei a maratona):

Jorge Henrique Vides – 100m (32º)
Rodrigo Pereira do Nascimento – 100m (63º)
Lucas da Silva Carvalho – 400m (28º)
Alexandre Russo – 400m (52º)
Altobeli Santos da Silva – 1.500m (65º) e 3.000m com obstáculos (33º)
Eduardo Santos Rodrigues – 110m com barreiras (26º)
Éder Antonio de Souza – 110m com barreiras (41º)
Talles Souza Silva – salto em altura (23º)
Alexsandro de Melo – salto em distância (21º)
Paulo Sérgio Oliveira – salto em distância (24º)
Mateus de Sá – salto triplo (18º)
Wagner Domingos – lançamento de martelo (14º)
Allan Wolski – lançamento de martelo (23º)
Caio Bonfim – Marcha 20km (55º)
Rosângela Santos – 100m (34ª)
Franciela Krasucki – 100m (79ª)
Geisa Coutinho – 400m (26ª)
Tatiane Raquel da Silva – 3.000m com obstáculos (38ª)
Juliana de Menis Campos – salto com vara (21ª)
Eliane Martins – salto em distância (14ª)
Geisa Arcanjo – arremesso de peso (17ª)
Mariana Marcelino – lançamento de martelo (28ª)
Laila Ferrer de Silva – lançamento de dardo (11ª)
Elianay Pereira – Marcha 20km (62ª)

A equipe teria 39 nomes mais os maratonistas, isso sem considerar a classificação dos revezamentos. Em Londres-2012 o Brasil levou 36 atletas no atletismo e no Rio-2016 contou com 67 competidores.

Andressa e Darlan brilham na Diamond League

Nas duas etapas finais da Diamond League, Darlan Romani e Andressa de Morais obtiveram mais um ótimo resultado na temporada.

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Andressa de Morais

Na quinta, em Zurique, Darlan chegou pro arremesso de peso com 3 medalhas no circuito da Diamond League e o título do Ibero-Americano na semana passada na bagagem. Numa prova fortíssima, ele terminou em 4º com 21,94m, ficando a 1cm do seu recorde sul-americano. A vitória foi do neozelandês Tomas Walsh, com excelentes 22,60m. Os americanos Darrell Hill com 22,40m e Ryan Crouser com 22,18m ainda ficaram na frente do brasileiro. Aliás, a prova do Darlan foi de extrema regularidade: 21,94m – x – 21,84m – 21,85m – 21,65m – 21,70m. Vale ressaltar que com essa marca, Darlan seria prata no Mundial de 2017 e no Rio-2016.

Nesta sexta, em Bruxelas, Andressa de Morais por muito pouco não fez história. Na final do arremesso de disco, ela vinha em 6º após 3 tentativas, mas foi subindo até que assumiu a liderança na última tentativa com 64,65m, pouco menos de meio metro do seu recorde continental. Mas ai veio a cubana Yaimé Pérez e marcou 65,00m para assumir a liderança. Restava apenas a (quase) imbatível croata Sandra Perkovic, que decepcionou e terminou em 3º com 64,31m. Depois de 3 quartos lugares em etapas da Diamond League, Andressa finalmente conseguiu um top-3 e por muito pouco não levou o diamante pra casa.

Os dois seguem agora para a República Checa onde disputarão no próximo fim de semana a Copa Continental, onde farão parte da equipe das Américas, ao lado de Laila Domingos no dardo e Vitória Cristina Rosa no revezamento 4x100m.

Nubia Soares é Top-3 e bate novamente recorde brasileiro

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Em prova na cidade francesa de Rouen, na França, nesta terça-feira, Nubia Soares bateu novamente o recorde brasileiro da prova, agora com excelentes 14,69m (vento +1,3m/s). O recorde anterior era da própria Nubia, de 14,59m, estabelecido nos Jogos Sul-Americanos no início de junho, na altitude de Cochabamba.

Com essa excelente marca, Nubia tem a 3ª marca do ano na prova, atrás apenas da super colombiana Caterine Ibarguen com 14,96m e da americana Tori Franklin com 14,84m. A marca é top-50 da história e a 14ª marca da década de 2010!

O objetivo de Nubia é atingir os 15m e parece que a marca chegará antes do imaginado! Com essa marca, ela seria 4ª em Londres-2012, 5ª no Rio-216 e 4ª nos dois últimos mundiais.

Aliás, o salto triplo voltou a dar muitas alegrias ao Brasil. Almir dos Santos foi prata no Mundial indoor em março, Mirieli Santos foi prata no Mundial Sub20 no domingo e agora mais um recorde da Nubia. Três nomes que tem tudo para entrar numa lista que tem Adhemar Ferreira da Silva, João Carlos de Oliveira e Nelson Prudêncio.