Mundial de Judô – Dia 4

Japão perde nas duas finais e judô masculino brasileiro mostra boa evolução.

Até 81kg masculino

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Saeid Mollaei (IRI) e Sotaro Fujiwara (JPN). Foto: IJF

Número 1 do ranking na categoria, o iraniano Saeid Mollaei confirmou sua posição para levar o 1º título mundial do Irã em 15 anos, desde Arash Miresmaeili em 2003. Moallei vinha este ano do título no GS de Dusseldorf e da prata nos Jogos Asiáticos. Na decisão ele enfrentou o japonês Sotaro Fujiwara, que este ano havia vencido os GS de Ekaterinburg e de Paris. Mollaei dominou o início da final e conseguiu numa técnica bem interessante reverter um ataque do japonês para conseguir um wazaari. Fujiwara não fazia nada, mas, faltando 1min, derrubou o iraniano e empatou a luta. No golden score, Moallei voou pra cima do japonês e, com 16s, fez o 2º wazaari para ficar com o ouro.

Eduardo Yudy Santos começou sua campanha contra uma pedreira, o mongol Uuganbaatar Otgonbaatar, de quem já havia perdido esse ano, mas consegui vencer por wazaari. Depois passou pelo grego Alexios Ntanatsidis e caiu nas 8as para o alemão campeão mundial em 2017 Alexander Wieczerzak. Victor Penalber estreou com vitória de ippon sobre marroquino, mas caiu na 2ª luta para uzbeque. Os bronzes ficaram com Wieczerzak e com o turco Vedat Albayrak.

Até 63kg feminino

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Clarisse Agbegnenou e Miku Tashiro. Foto: IJF

Desde 2010 com Yoshie Ueno que o Japão não venceu esta categoria. E o jejum vai aumentar. A francesa Clarisse Agbegnenou venceu seu 3º título mundial numa campanha perfeita! Número 1 do mundo, a favorita venceu sua 5 lutas por ippon. Na final, pegou a japonesa Miku Tashiro no 8º confronto entre as duas. Mas a vantagem de Agbegnenou é enorme e ela venceu com um lindíssimo ippon, revertendo um ataque de Tashiro. Foi a 7ª vitória da francesa sobre a japonesa na carreira e o 3º título mundial, repetindo 2014 e 2017.

A veterana Ketleyn Quadros, bronze olímpico em 2008, venceu na estreia a americana Hannah Martin por imobilização, mas perdeu na 2ª rodada para a eslovena Andreja Leski por wazaari. Os bronzes ficaram com a outra eslovena, a campeã olímpica Tina Trstenjak, e a holandesa Juul Franssen.

Após 4 dias, o Brasil tem um bronze com Érika Miranda, mas colhe bons resultados, principalmente no masculino, que apaga o péssimo Mundial de 2017. Até agora, os homens tem um 5º e um 7º lugares e 11 vitórias e 8 derrotas após 6 atletas lutarem. No feminino, temos um bronze e 9 vitórias e 6 derrotas após 5 atletas. Desempenho esta muito bom.

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