Quadro dos Mundiais de Base de 2017

Também fiz o quadro geral para os mundiais de base, aqueles que tem limite de idade, incluindo Sub17, Sub19, Sub21 e até mesmo Sub23, que está longe de ser de base.

isaquiasqueiroz_facebook

Isaquias Queiroz, longe de ser atleta de base, levou 1 ouro e 1 prata no Mundial Sub23

Os atletas brasileiros conquistaram 21 medalhas este ano, sendo 7 de cada cor. Vale ressaltar que considerei todas as medalhas, não apenas provas olímpicas.

Ouro:

Adrielson/Renato – Vôlei de praia Sub21 masc
Duda/Ana Patrícia – Vôlei de Praia Sub21 fem
Revezamento 4x400m misto (atletismo sub18)
Isaquias Queiroz – C1 1.000m (canoagem velocidade Sub23)
Aldi de Oliveira – 50kg masc (judô cadete)
Daniel Cargnin – 66kg masc (judô júnior)
Lucas Tobias – mini-trampolim duplo (ginástica trampolim Sub21)

Prata:

Luana Madeira – Arranco 48kg (levantamento de peso júnior)
Ana Sátila – K1 (canoagem slalom sub23)
Isaquias Queiroz – C1 200m (canoagem velocidade Sub23)
Gabriella Moraes – 63kg fem (judô cadete)
Milena Silva – 70kg fem (judô cadete)
Equipe Mista (judô cadete)
André dos Santos – 70kg masc (karatê cadete)

Bronze:

Luana Madeira – Total 48kg (levantamento de peso júnior)
Giovana dos Santos – 400m (atletismo Sub18)
Amanda Arraes – 44kg fem (judô cadete)
Luiza Cruz – +70kg fem (judô cadete)
Maria Clara Pacheco – 47kg fem (taekwondo cadete)
Futebol Masc Sub17
Beatriz Souza – +78kg fem (judô junior)

97 países ganharam medalha este ano em Mundiais de base e a Rússia liderou o quadro geral com 210, sendo 60 ouros, 76 pratas e 74 bronzes, seguida da China com 59-29-43 e Japão com 57-36-58. EUA aparece em 4º com 53-47-46. 11 ouros nas lutas, 7 na esgrima e 8 nas inúmeras categorias da ginástica de trampolim ajudaram a Rússia a ficar no topo.

Chega a ser surpreendente ver a Índia no top-15, com 12 ouros e 37 medalhas no total. Foram 5 ouros no boxe feminino, mundial sediado no país, 4 no tiro, 2 na luta e 1 no tiro com arco. Vale ressaltar a ótima colocação do Equador, com 8 ouros, mas 6 foram no levantamento de peso (lembrando que considero arranco, arremesso e total como provas diferentes).

Interessante ver países “diferentes” no quadro, como Ilhas Turks & Caicos, Filipinas, Fiji, Guiana, Omã e Líbano. Já Austrália, Nova Zelândia, Holanda, Polônia e Cuba vem com desempenho bem baixo.

A tabela é mais a título de curiosidade, já que sucesso (ou fracasso) na base não significa sucesso (ou fracasso) no adulto. Muitos dos que medalharam este ano não continuarão no esporte. Mas ainda assim não deixa de ser interessante.

Segue o quadro geral:

quadro_mundiais_base_2017

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