Pan de esgrima dentro da média

Foi um Pan de esgrima dentro da média pro Brasil, mas sem ouro, diferente das duas últimas edições. Em Montreal, a equipe brasileira conquistou 5 medalhas, sendo uma prata e 4 bronzes.

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Brasil é bronze na espada por equipes feminina

Principal prova do Brasil, o florete masculino saiu zerado no individual e viu os americanos fecharem o pódio com 4 nas semifinais. Guilherme Toldo perdeu nas 4as para o eventual campeão Race Imboden por 15-7. Já por equipes, o Brasil repetiu os dois últimos Pans, perdendo na final para os americanos, por 45-37. Ótima surpresa veio na espada, com Alexandre Camargo. Com apenas 18 anos e principal nome da nova geração, ele perdeu na semifinal por 15-10 para o colombiano John Édison Rodríguez. O ouro ficou com o campeão olímpico de Londres, o venezuelano Ruben Limardo. Já por equipes, o Brasil ficou em 5º. No sabre, o Brasil é o saco de pancadas, ainda mais depois da aposentadoria de Renzo Agresta, campeão no ano passado. O melhor brasileiro (e único a avançar da fase de poules) foi Arthur Whitaker, em 20º.

Entre as mulheres, a única medalha individual veio com o bronze de Nathalie Moellhausen, na espada. Ela perdeu na semi para a americana Kelley Hurley por 15-11. Nos Jogos do Rio, elas se enfrentaram na 1ª rodada, quando Nathalie venceu. Ela não participou da prova por equipes e mesmo assim a equipe ficou com o bronze ao vencer o Chile por 45-24. No florete, a equipe ganhou mais um bronze ao vencer as mexicanas por 45-38. Já no sabre, ninguém chegou perto de nada.

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Em número de medalhas, o Brasil igualou a campanha de 2014, quando também venceu 1 prata e 4 bronzes, mas faltou o ouro. Em 2016 foi 1-1-1 e em 2015 1-1-2.

Mas talvez a grande surpresa do Pan foi no sabre feminino, pois nenhuma americana sequer subiu ao pódio no individual! Três perderam nas 4as e tivemos uma final entre mexicanas. Por equipes, o México venceu por 45-40 os EUA, confirmando a ascensão continental na arma. Foi a 1ª vez na história que nenhuma americana subiu ao pódio no sabre feminino e que elas não venceram a prova por equipes! Os americanos ficaram com 8 ouros dos 12 possíveis.

Pro Brasil, tudo dentro do esperado. A equipe agora parte em agosto pro Mundial, em Leipzig, na Alemanha, mas equipe bem mais reduzida. Serão apenas 12 esgrimistas, sendo que 8 estão pagando suas próprias viagens.

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