Mundial de Ciclismo Pista – Final

Keirin feminina

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Kristina Vogel (GER)

Animada após o domínio no sprint, a alemã Kristina Vogel deu show mais uma vez. Sobrou para vencer a sua bateria, a semifinal e a final, faturando seu 3º título mundial nesta prova, repetindo 2014 e 2016. Com a saída da russa Anastasia Voynova, da chinesa Guo Shuang e da favorita da casa Lee Wai Sze, de Hong Kong, nas semifinais, duas surpresas completaram o pódio. A colombiana Martha Bayona surpreendeu com a prata e a holandesa Nicky Degrendele foi bronze.

1km contrarrelógio masculino

Mordido com as más participações nos Jogos do Rio e no Mundial de 2016, o francês François Pervis faturou pela 4ª vez a prova do quilometro. Na quali, fez o melhor tempo com 1:00.482, seguido do polonês Krzysztof Maksel com 1:00.611 e do francês Quentin Lafargue com 1:00.714. Na final, Pervis piorou o tempo, mas ainda assim foi o único abaixo de 1:01, com 1:00.714, o pior tempo para um ouro em mundial desde 2011. A surpresa veio com um raríssimo empate pela prata do checo Tomás Babek e do francês Quentin Lafargue, ambos com 1:01.048.

Corrida por pontos feminina

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A britânica Elinor Barker e a americana Sarah Hammer disputaram o ouro isoladas, pois conseguiram colocar duas voltas no pelotão. Barker fez 19 pontos mais os 40 das voltas para chegar a 59 contra 51 da americana, que quase passou em branco no Mundial se não fosse essa prata. A forte holandesa Kristen Wild fechou o pódio com 35 pontos (15+20), a frente da belga Lotte Kopecky com 23 (3+20). Foi a 1ª vez desde 1988 (quando a prova feminina estreou em mundiais) que uma britânica venceu a corrida por pontos.

Madison masculina

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Tradicionalmente fechando o Mundial, a longa prova de 200 voltas foi muito disputada pelas duplas da França e da Austrália. Nenhuma dupla conseguiu dar uma volta no pelotão, mas os franceses Morgan Kneisky e Benjamin Thomas pontuaram em 16 dos 20 sprints para somar 45 pontos, enquanto Cameron Meyer e Callum Scotson fizeram 41 para a Austrália. A dupla belga de Moreno de Pauw e Kenny de Ketele completou o pódio com 32 pontos. A dupla da Espanah fez uma boa prova e por pouco não brigou por pódio, mas tomou uma volta do pelotão e, ao invés de fazer 31 pontos, ficou com apenas 11, em 7º.

Com 20 provas, o a Austrália saiu com 3 ouros, 5 pratas e 3 bronzes, 11 medalhas no total, a melhor performance neste Mundial. França (3-1-1) e Rússia (3-0-1) também saíram com 3 ouros cada. Considerando apenas as 10 provas olímpicas, apenas Rússia e Alemanha com 2 ouros. Com um time renovado e com apenas 2 veteranas, a equipe britânica levou 2 ouros, 2 pratas e 1 bronze, vencendo apenas uma prova olímpica, a Omnium feminina com Katie Archibald.

O próximo Mundial será em 2018, em Apeldoorn, na Holanda.

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