Já o judô não começou tão bem assim…

Com 15 judocas, o Brasil foi com força quase máxima no sempre forte Grand Slam de Paris, mas decepcionou muito e conquistou apenas um bronze, com o Rafael Silva. Foram ainda 3 quintos lugares e 2 sétimos.

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Pódio do +100kg masculino com Rafael Silva

Eric Takabatake (60kg), Eduardo Yudi Santos (81kg) e a campeã olímpica Rafaela Silva (57kg) perderam as disputas de bronze e Sarah Menezes e Érika Miranda ficaram na repescagem. Lembrando que Sarah subiu de categoria e agora vai lutar nos 52kg.

Foi a primeira grande competição com as novas regras do judô, que devem dar mais agilidade ao esporte. Não existe mais yuko: ele será contado como waza-ari. Além disso, dois waza-aris não viram um ippon. No 3º shido, há eliminação do judoca, não mais no 4º. Catada de perna não elimina mais automaticamente, apenas dá um shido. A luta masculina diminuiu para 4min, igualando-se ao feminino. E o que deve com certeza dar mais agilidade é que só se ganha uma luta com pontuação, diferente do que acontecia antes com lutas zeradas e medalhas sendo definidas no shido.

Será um ano de adaptação, claro. Todo ciclo olímpicos vem com novidades e este não será diferente. Ainda mais pois o ponto máximo desse ciclo serão os Jogos no berço do esporte: o Japão.

Apesar de apenas o Baby ter conquistado uma medalha, foi bom ver um novo nome Eduardo Santos ir bem. A próxima competição do circuito mundial é o Grand Prix de Dusseldorf, no fim de semana do Carnaval.

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