Natação no fundo do poço

Que o esporte brasileiro entrou numa enorme crise após os Jogos Olímpicos e por conta da crise econômica do país não é novidade. Várias confederações terão que reduzir imensamente as despesas pois perderam muitos patrocínios. Vários cortes de técnicos foram anunciados, diminuição nas viagens, redução de recursos para a base entre outras medidas que retrocederão o esporte olímpico brasileiro em anos. E isso depois de receber uma Olimpíada… Além desses fatores comuns a várias confederações, a CBDA conta ainda com um enorme problema judicial.

Por conta disso e da drástica redução de patrocínio dos Correios, a confederação anunciou os critérios de convocação para a natação no Mundial de Esportes Aquáticos de 2017, que será disputado em Budapeste. Como eles não tem ideia de quanto terão de dinheiro, a CBDA decidiu convocar apenas OITO nadadores para o Mundial. OITO. Serão os 8 melhores índices técnicos, apenas em provas olímpicas após o Brasileiro Sênior/Troféu Open que começou nesta quarta em Palhoça e após o Maria Lenk, em abril. Oito, independente do gênero.

Com dinheiro sobrando em 2015, a CBDA enviou a Kazan para o Mundial 81 atletas! Foram 10 saltadores, 1 saltadora de penhasco, 8 nadadores de águas abertas, 2 equipes de pólo aquático (25 atletas, por conta da exclusão de um jogador no masculino), 25 nadadores de piscina e 12 no nado sincronizado.

Os critérios podem mudar até lá. Mas o sinal vermelho não apenas acendeu, está gritando.

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