Rio-2016: os meus números

Antes dos Jogos escrevi as prévias de quase todas as provas dos Jogos. Foram 306 disputas de medalha e escrevi sobre 284 delas. Por falta de tempo, acabei não escrevendo sobre as duplas mistas do tênis e 21 provas do atletismo (800m, 1.500m, 5.000m, 10.000m, 3.000m com obstáculos, maratona, revezamentos, marchas e decatlo/heptatlo, tanto no masculino como no feminino).

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Pódio do tiro com arco por equipes feminino. Foto: Getty Images

Sendo assim, comparei meus palpites com os resultados reais:

  • acertei 114 medalhistas de ouro entre 284 (40,1%);
  • acertei 59 medalhistas de prata (20,8%);
  • acertei 49 medalhistas de bronze (17,3%);
  • 47 que disse que levariam o ouro, foram prata;
  • 25 que disse que levariam o ouro, foram bronze;
  • 186 que disse que levariam o ouro, subiram ao pódio (65,5%);
  • coloquei no pódio 202 campeões no Rio (71,3%);
  • cravei 8 pódios (salto triplo feminino, K1 200m feminino, perseguição por equipe masculina, sabre por equipe feminino, 75kg feminino no levantamento de peso, 400m medley feminino, tênis de mesa individual masculino e 49erFX feminina);
  • em outros 20 pódios, acertei todos os medalhistas, errando a ordem;
  • acertei 476 medalhistas entre os 908 (contando apenas as 284 provas que dei palpite), dando um total de 52,4% de acerto.
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Pódio dos 200m livre masculino. Foto: EPA/Bernd Thissen

Nas minhas andanças pelo Rio, fui em muitos eventos e estes são meus números:

  • estive em 32 sessões;
  • assisti a 19 esportes e 2 cerimônias;
  • assisti a 49 disputas por medalha, sendo 46 com ingresso (1 delas foi a disputa do bronze do basquete masculino) e 3 por estar trabalhando no tiro com arco;
  • presenciei 25 pódios dos EUA, sendo 11 ouros, 6 pratas e 8 bronzes;
  • vi 25 países levarem pelo menos um ouro, mas nenhum do Brasil, e 41 países levarem medalha;
  • assisti a 3 pratas (as 2 do Isaquias e da Zanetti) e 1 bronze (Poliana Okimoto) do Brasil;
  • estive em 2 ouros do Bolt, 2 ouros e 1 prata do Phelps e 2 ouros da Katie Ledecky;
  • não vi nenhum dos 26 ouros chineses;
  • estive no 1º ouro da história do Tadjiquistão (lançamento de martelo masculino) e de Singapura (100m borboleta masculino).
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Pódio da Omnium masculina. Foto: Watson/UCI

Fiz o mesmo balanço dos palpites para Sochi-2014, onde cravei 1/3 dos campeões olímpicos, pior do que agora. Em 2014, pus 62 campeões no pódio (63,3%), percentual bem próximo do desta vez (65,5%). Aqui meus números de Sochi.

Analisando por país, tinha colocado 13 ouros para o Brasil, contra 7 do real. Acertei 5 dos ouros brasileiros: vôlei masculino, Alison/Bruno Schmidt, Martine Grael/Kahena Kunze, Robson Conceição e futebol masculino.

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Pódio 49erFX feminina

Outros países que foram bem pior que as minhas previsões foram: Austrália (8 contra 16 das previsões), Azerbaijão (1 contra 6), China (24 contra 32), Nova Zelândia (4 contra 10) e Ucrânia (2 contra 5). Já outros foram bem melhores do que eu esperava: Argentina (3 contra 1 que previ), Canadá (4 contra 1), Espanha (7 contra 2), Hungria (8 contra 5), Holanda (8 contra 4) e EUA (40 contra 34). Só considerei nessas comparações as 284 provas que fiz prévias.

O balanço foi bom, principalmente por conta da previsão de mais de 70% dos campeões no pódio, número melhor que a previsão da Sports Illustrated, que acertou 43% dos campeões e pôs 68% dos medalhistas de ouro no Rio no pódio.

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