Rio-2016 – Dia 14

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Na final do nado sincronizado por equipe, o resultado final já era mais que esperado, ainda mais após a rotina técnica no dia anterior. Começaram as equipes mais fracas que só estavam lá para cumprir as cotas continentais. Aliás, sou contra vagas continentais na prova de grupo, pois são apenas 8 vagas e o nível cai bastante. Nos duetos, com certeza, pois são 24, mas nos grupos não concordo. Após Egito e Austrália com suas notas bem baixas, veio a Itália e o Brasil, que brigariam pelo 5º lugar. Embora tenha achado a apresentação do Brasil melhor que a da Itália, a diferença de nota foi enorme. As italianas tiraram 92,2667 contra 87,2000 do Brasil.

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Logo depois, com a Rússia, foi possível ver a superioridade das russas. Criatividade, leveza, técnica e um ritmo alucinante que ninguém chega perto. A performance foi tão boa que 3 das 15 notas foram 10s e 10 foram 9,9. A China fez uma ótima apresentação para ser prata e o Japão ficou com o bronze, repetindo o pódio do dueto.

À noite, foi a vez do atletismo com 5 grandes finais. No salto com vara feminino, sem Fabiana Murer, foi a vez da grega Ekaterini Stefanidi finalmente mostrar seu repertório. Com as saídas precoces de Yarisley Silva e Jenn Suhr, que não passaram em 4,70m, ficou aberto para os novos nomes da prova, Stefanidi e a americana Sandi Morris. Ambas passaram em 4,85m na 2ª tentativa, mas a grega tinha apenas 2 erros na prova toda contra 3 da americana e levou o ouro. Enorme surpresa com o bronze para a neozelandesa Eliza McCartney, que fez uma linda prova até 4,80m, novo recorde nacional.

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No martelo masculino, Wagner Domingos não fez boa prova, terminando em 12º com 72,28m, bem abaixo das suas melhores marcas. Mas foi sensacional ele chegar a final da prova que o Brasil até há pouco tempo mal tinha um bom competidor. Sem o polonês favorito Fajdek, que nem passou pra final, a prova ficou aberta pro tadjique Dilhsod Nazarov vencer com 78,68m, o 1º ouro da história de seu país. Nos 5.000m feminino, decepção da etíope Almaz Ayana, que havia batido o recorde mundial dos 10.000m uns dias antes. Ela abriu demais, mas cansou e viu a dupla queniana passar um pouco antes da última volta. Vitória de Vivian Cheruiyot com 14:26.17, novo recorde olímpico.

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Fechando a noite com os dois revezamentos 4x100m. No feminino, as americanas se aproveitaram da lambança do dia anterior e venceram com 41.01, aproveitando uma Jamaica que não é mais tão forte e foi prata com 41.36. Grã-Bretanha completou o pódio com 41.77. Na prova masculina, mais um show de Usain Bolt, que fechou para 37.27, coroando sua carreira com seu incrível 9º ouro olímpico, para a felicidade de um estádio. Ídolo mundial, só a menção de seu nome já era suficiente para o Engenhão ir abaixo. O Japão vem crescendo a cada ano e conquistou a prata com 37.60, ficando a frente dos americanos, que depois foram desclassificados, deixando o bronze para o Canadá com 37.64. A equipe do Brasil, que só passou para a final por conta de uma desclassificação na eliminatória, ficou em último, mas por conta de duas desclassificações, acabou em 6º com 38.41.

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