De olho no CCE

Ruy Fonseca nos Jogos de Londres. Foto: Markus Schreiber/AP Photo

O Brasil já há algum tempo belisca medalhas em Pans no CCE e com isso já envia equipe completa aos Jogos Olímpicos desde Atlanta-1996, melhorando sua classificação por equipes a cada edição.

O ponto fraco dos brasileiros sempre foi o adestramento, a primeira prova e, em geral, a que define o CCE, já que a maioria tem um cross country e os saltos bem parelhos. O Brasil acompanhava as disputas como coadjuvante, mas isso tem mudado bastante. Com uma melhora no adestramento, a equipe brasileira terminou no mundial do ano passado em 8º no geral (13º no adestramento em 16 equipes).

Ruy Fonseca foi o grande destaque da equipe com um excelente adestramento nos Jogos Equestres. Na ocasião, ele terminou em 11º entre 90 conjuntos para encerrar em 39º após as 3 provas. Ruy foi excelente no Pan. Ele terminou em 1º lugar no adestramento, era líder após o cross country e só não levou o ouro inédito por uma falha no salto, que acabou lhe rendendo o bronze no individual, além da prata por equipe.

Pela primeira vez na história, o Brasil disputa a Copa das Nações da modalidade, em Boekelo, Holanda nesta semana, que vale como uma bela competição antes dos Jogos, contando com alguns medalhistas mundiais e olímpicos.

Medalha olímpica é algo quase impossível, mas de olho nesta equipe, que pode surpreender e conquistar seu melhor resultado da história nos Jogos, que atualmente é o 6º lugar em Sydney-2000.

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