Ginástica em casa é melhor

Nada como competir em casa! Na esvaziada etapa da antiga Copa do Mundo (hoje é World Challenge Cup), os brasileiros conquistaram 9 medalhas para delírio do público brasileiro, que lotou o Ginásio do Ibirapuera.

Masculino

 

Arthur Zanetti. Foto: Laio de Almeida/Folhapress

 
Foi a chance de ver dois dos maiores nomes da ginástica brasileira em ação, o campeão olímpico e bi mundial Arthur Zanetti e o multimedalhista mundial Diego Hypolito. Mas também foi a oportunidade de ver novos nomes da ginástica medalharem na frente do grande público.

No sábado, foi uma bela surpresa a vitória do Ângelo Assumpção no salto. Ele fez 15,025 como média e deixou o Diego com o bronze com 14,837. Francisco Barreto pegou um bronze nas barras paralelas, o pior aparelho brasileiro com 15,300, ficando à frente do bom americano John Orozco.

No domingo, dia do Zanetti. Na quali já tinha tirado mais que 16. Na final não repetiu a nota, mas venceu com ótimo 15,900, que tem ficado perto da sua média ultimamente. Henrique Flores, que tem mostrado que veio para brigar com o Arthur, ficou com a prata com 15,100, à frente de argentino que foi finalista olímpico nas argolas. Dieto Hypolito conseguiu uma prata no solo com 15,550, atrás do chileno 4º colocado em Londres com 15,625,

Feminino

  
Grande torneio para ver as novidades da seleção adulta. Já consagradas como juvenis, 4 atletas da nova geração brilharam em São Paulo. Rebeca Andrade já medalhou esse ano na sua estréia no adulto, mas essa foi a estréia da baixinha Flávia Saraiva. Campeã olímpica da juventude, conquistou duas medalhas com seus 1,33m!

No sábado foi a vez da Rebeca ficar com a prata com 14,700, atrás de chinesa. Com quedas nas barras assimétricas, Rebeca foi 7ª e Flávia 8ª.

Já no domingo, foi dia da Flávia. Ela venceu o solo com 13,625 e pegou a prata na trave, que já não é mais a pior prova das meninas. Completou a seleção Lorrane dos Santos, 8ª no solo, e Letícia da Costa, 4ª no salto.

Ganhar medalha é sempre bom, claro, mas o nível da competição foi bem baixo e as notas não podem ser comparadas com um Mundial ou Olimpíadas, mas foi uma ótima competição para quebrar aquele gelo de competir e ver que a torcida ajuda e MUITO.

A seleção masculina já é mais tarimbada, mas a feminina irá ao mundial praticamente com uma equipe inteira renovada. Mas já chegarão com uma bagagem interessante, medalhas no currículo e a experiência de um Pan. Boto muita fé nessa nova equipe feminina que veio para ficar e ir melhor que a geração que disputou Atenas e Pequim.

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