Momentos distintos nas combinadas

Se ser atleta de alto nível não é fácil, imagina ter que treinar 3, 5 ou às vezes até 10 modalidades diferentes? As provas combinadas pedem isso e nada pode ser negligenciado. Uma prova mal treinada pode ser fatal e o fundamental é a estabilidade. Neste fim de semana dois esportes combinados tivera competições importantes dos seus circuitos mundiais. Nenhuma medalha brasileira, mas resultados interessante que mostram um momento diferente, principalmente no lado feminino.

Triatlo

ITU/Divulgação

Já no triatlo, a Pamella Oliveira (foto) vem numa crescente. Em Londres ela ficou na 30ª posição. Em 2013 venceu uma prova da Copa do Mundo no México e foi campeã Pan-Americana.

Em 2014, Pamella obteve bons resultados na World Triathlon Series, culminando com um 8º lugar na grande final no Canadá e terminando em 13º no ranking geral. Este ano, ela foi 24ª na etapa neo-zelandesa, a 2ª do circuito, e neste sábado conquistou o 9º lugar na etapa australiana de Gold Coast, a 1 minutos e meio do pódio. No circuito, Pamella (que só disputou 2 das 3 etapas) aparece em 19º no ranking. O seu crescimento é notório e não arrisco acreditar numa ótima participação no Rio-2016. Medalha é difícil, ainda mais numa prova como o triatlo, mas num dia bom, tudo pode acontecer.

ITU/Divulgação

Quem vencer em Gold Coast foi a espetacular americana Gwen Jorgensen. O domínio da americana é indiscutível! Ela foi novamente perfeita e terminou a prova em 1:56:59, 1min18s de vantagem sobre a segunda colocada, a também americana Sarah True. Katie Zaferes completou o pódio todo americano. Com esta vitória, Jorgensen acumula nada menos que OITO vitórias seguidas no WTS e é o nome a ser batido.

Pentatlo Moderno

Pouca gente sabia o que era pentatlo moderno até o último dia de disputas dos jogos de Londres, quando a Yane Marques ganhou um bronze espetacular, garantindo a última medalha disputada das Olimpíadas. Em 2013, Yane fez uma ótima temporada, com uma prata no Mundial e o bronze na Copa dos Campeões. Em 2014, seu melhor resultado foi um 7º lugar em uma etapa da Copa do Mundo.

Em 2015, a má fase segue. Ela foi 24ª na 1ª etapa nos EUA, 15ª na 2ª em Cairo e nesta última sexta-feira, um 21º lugar na prova em Roma. Yane deu uma caída na esgrima e na natação, mas o que a afundou na etapa italiana foi o hipismo, onde cometeu 6 faltas. Com isso, Yane largou a 62s da líder e deu adeus às chances de um bom resultado, pois não tem uma boa corrida. Priscila Oliveira também pegou final e também sofreu muito no hipismo, largando a 100s da líder. Yane terminou na 21ª posição com 1271 pontos e Priscila em 30º com 1206.

UIPM/Divulgação

Quem venceu foi a campeã olímpica em Londres, a lituana Laura Asadauskaite, que fez uma prova espetacular. Ela largou em 20º lugar na combina a 59s da líder. E não só se recuperou graças à sua excepcional corrida como ainda venceu com 9s de vantagem sobre a húngara Zsofia Foldhazi.

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