Mundial de Revezamentos – Dia 1

Dois recordes mundiais massacrados e 100% e aproveitamento do Brasil

4x100m feminino

Nas eliminatórias, Estados Unidos e Jamaica venceram as 2 primeiras baterias com o mesmo tempo, 42.29, e prometiam o duelo para a final. O Brasil veio na 2ª bateria, onde ficou em 3º com 43.22 e avançou a final com o 2º tempo dos que não avançaram direto. Na 3ª bateria, vitória da Grã-Bretanha com 43.20. O Brasil tinha, no total, o 7º tempo.

Na grande final, as americanas repetiram a dose dos jogos de Londres e ficaram com mais um título, vencendo com 41.88. A Jamaica ficou com a prata com 42.28 e sem Shelly-Ann Fraser-Pryce na equipe, o que as prejudicou muito. Bronze para Trinidad & Tobago com 42.66. Se nossa principal atleta, Ana Cláudia Santos, o Brasil ficou em 7º com 43.67, longe do pódio.

4x200m masculino

Nas eliminatórias, a Jamaica deu o tom, vencendo a 1ª bateria com 1:20.15, seguida da boa equipe da França com 1:21.45. Os Estados Unidos venceram a 2ª com 1:21.35 e prometiam uma final disputada.

Liderados por Yohan Blake, de volta às grandes competições, a Jamaica não tomou conhecimento dos outros adversários e venceu com 1:18.63, melhorando o recorde mundial por 0.05! Com a vitórias, levam US$ 50.000 e levam mais US$ 50.000 pelo recorde! São Cristóvão e Névis se aproveitou de um erro de passagem dos Estados Unidos e ficou com a prata com 1:20.51. Os americanos cruzaram em 3º, mas foram desclassificados e a França herdou o bronze, com 1:20.66. Interessante ver um equipe do Quênia em 6º, a frente das Bahamas.

4x800m masculino

Foi a primeira final do Mundial e deu o esperado, com vitória queniana. Eles tentaram o recorde mundial, que é de 7:02.43, mas as coisas deram bem errado. Ferguson Rotich abriu 10m de vantagem na 1ª volta com 50.70, mas cansou e completou os 800m em 1:46.00. Sammy Kirongo abriu com 50.40 e aumentou a vantagem africana, mas também cansou e entregou em 3:31.70, já com o recorde mundial difícil de alcançar. Job Koech Kinyor abriu co 50.00 os primeiros 400m, mas cansou tanto que entregou o bastão quase andando, com 57.90 na segunda volta. Alfred Kipketer teve o mesmo destino de todos, abrindo com incríveis 49.00, mas fechando com fracos 59.80 e completando com 7:08.40.

A disputa pela prata foi intensa, com Estados Unidos e Polônia. A passagem para o último atleta foi ao mesmo tempo e Duane Solomon e Adam Kszczot batalharam pela prata. O polonês, bricampeão europeu indoor, foi melhor que o americano, mesmo correndo na raia de fora e ficou com a prata com 7:08.69. Os americanos completaram com 7:09.06.

4×1.500m feminino

Com apenas 4 equipes na disputa e uma delas sendo o Quênia a vitória delas era quase que óbvia. Na primeira passagem, Mercy Cheorno, com 4:07.5, já tinha 2.30 de vantagem sobre a equipe americana. Com fortes parciais de 4:08.5 de Faith Kipyegon, 4:10.8 de Irene Jelagat e 4:06.9 de Hellen Obiri, as quenianas massacraram o recorde mundial que era de 17:05.72, vencendo com 16:33.58!

Estados Unidos com 16:55.33 e Austrália com 17:08.65 completaram o pódio e apenas a Romênia ficou de fora.

O mundial segue neste domingo com as outras 6 finais. O Brasil está nas finais dos dois 4x400m. No masculino passou com o 8º tempo com 3:02.78 e no feminino ficaram em 2º na sua bateria com 3:30.37. O 4x100m masculino disputa as eliminatórias.

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