Maria Lenk nem começou e já dá o que falar…

O Maria Lenk, principal competição da natação brasileira, só começa dia 21 de abril, mas já está cheio de novidades, histórias e polêmicas.

Novidades

Pra começar, será a volta do campeonato a São Paulo, na reformada piscina do complexo do Ibirapuera de 21 a 26 de abril. Serão mais de 400 atletas de 65 clubes brigando por medalhas e índices para os Jogos Olímpicos da Juventude, Pan-Pacífico e pro campeonato Sul-Americano.

No sábado a tarde, pela primeira vez, haverá a realização de uma meia maratona de 5km na raia da Cidade Universitária. Uma solicitação antiga de técnicos e atletas, a prova não contará pontos para a classificação do Maria Lenk, mas terá uma pontuação paralela por clube. A ideia é que no futuro próximo ela faça parte do programa oficial e conte pontos.

Estrangeiros

A participação de estrangeiros é sempre comum nos principais torneios brasileiros. Já tivemos grandes nomes da natação mundial participando como Inge de Bruijn, Kirsty Coventry, Mireia Belmonte, Rebecca Soni, Jessica Hardy, Oussama Melloulli, Lotte Friis, Georgina Bardach, Kristel Kobrich, Jose Meolans, Femke Heemskerk, entre muitos outros.

Como é de se esperar, os clubes começam a anunciar os estrangeiros que participarão da edição deste ano. E o grande nome estará no Corinthians: Katinka Hosszu (foto). A húngara não tem medalha olímpica, mas foi ouro nos 200m e nos 400m medley no Mundial de Barcelona, além do bronze nos 200m borboleta. Na última copa do mundo de piscina curta ela foi absoluta, vencendo nada menos que 32 provas em 8 etapas. Vem em grande forma para vencer tudo. O Corinthians também terá a dinamarquesa Jeanette Ottesen, campeã mundial nos 50m borboleta em Barcelona.

O Minas trará novamente as holandesas Femke Heemskerk e Inge Dekker, campeãs olímpicas no revezamento 4x100m livre em Pequim e pratas em Londres.

Polêmica

A polêmica vem também por conta dos estrangeiros, mas por conta do Pinheiros.

O time paulista enviou um documento a CBDA solicitando a não participação de estrangeiros, alegando que os atletas nacionais perdem oportunidades e que os estrangeiros vêm em situação imigratória ilegal, já que eles vêm ao Brasil com visto de turista e não de trabalho.

A CBDA respondeu dizendo que a participação de estrangeiros foi aprovada em Assembleia Geral das Federações e também diz que a natação é um esporte amador, onde não são cobrados ingressos e que não tem o controle de pagamento ou não dos atetas e suas relações com os clubes.

Estranha esta atitude, pois o próprio Pinheiros já utilizou estrangeiros em edições passadas.

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